Épico

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Este artigo ou seção trata do passado. A partir daqui, só os dinossauros, o Dom Quixote e outros fanfarrões da idade média ou da pré-história estavam presentes.
20121009225518!Os Incríveis.jpg Este artigo é um(a) super-herói(na).

O texto a seguir é sobre alguém que voa, tem poderes, salva donzelas e prende bandidos. Se vandalizar este artigo, eles te levarão à Justiça.

Para conhecer mais desses seres incríveis, clique aqui.

Tomadinha do poder.jpg Épico tem PODER!
E te levará para qualquer lado da Força


Uma típica treta épica

Cquote1.png Você quis dizer: Lutas de Super-heróis? Cquote2.png
Google sobre Épico
Cquote1.pngVocê quis dizer: Época?Cquote2.png
Yahoo sobre Épico
Cquote1.png Épico! Diva! Cquote2.png
Clodovil sobre Épico
Cquote1.png Ser ou não ser? Mas que viadagem é esta que estou dizendo? Cquote2.png
Noob recitando um poema épico
Cquote1.png Épico? Pensei que fosse uma doença? Cquote2.png
Dr. House sobre Épico
Cquote1.png Era uma vez... Cquote2.png
Mané mostrando como geralmente começa uma história épica
Cquote1.png Qual o feminino de épico? Épica? Cquote2.png
Engraçadinho fazendo uma piadinha épica
Cquote1.png Bota um herói caindo de pau num vilão por causa de uma vítima gostosinha num cenário bem grotesco... Isso é épico! Cquote2.png
Steven Spielberg ensinando como é que se faz um filme épico
Cquote1.png Gosto disso! É violento e educativo! Cquote2.png
Timmy Turner sobre Épico

Épico é um gênero da literatura-cinematográfica-gamística-musical que conta historinhas de super heróis históricos do passado (e alguns fracassados contemporâneos) que vivem lutando contra terríveis vilões monstruosos para salvar alguém ou alguma coisa. Na maioria dos casos está mais para uma suruba dos gêneros luta + ação + aventura + romance, logo é um gênero que define enredos de briga e bravura com um final muito gay (ou não).

Origem do gênero[editar]

Este artigo é relacionado à história.

E não foi descoberto, foi achado.

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O que de fato cooperou para a origem do gênero: pessoas se decepando!

Tudo começou na Grécia Antiga, quando uma penca de machos iam pra guerra e poucos infelizes feridos e semi-mortos conseguiam retornar da treta. Dai quando isso acontecia esse sujeito era considerado um herói (mesmo que ele tenha sido só um daqueles soldadinhos medrosos que ficam se cagando de medo no canto esperando todo mundo terminar de se matar pra depois sair de seu esconderijo e ficar andando solitariamente sobre os cadáveres de seus ex-coleguinhas) e se tornava motivo de inspiração para poetas gays que ficavam invejando esse pitoresco indivíduo escrevendo e cantando sua historinha nada gloriosa. Devido ao grande número de batalhas que aconteciam na Idade Antiga, era praticamente imenso o número de manes que voltavam dessas brigas (muitas vezes sem uns braços, umas pernas ou talvez só com a cabeça) e com isso esses poetinhas noobs buscavam nesses machos bombados, musculosos e corajosos a sua inspiração para contar um conto mirabolante para pobres criançinhas, aborrecentes revoltados e até alguns virgens de 40 anos. Como eles sempre se masturbavam pensando no bofe antes de desenvolver a história, o nome do gênero se dá ao que eles mais admiravam nesses homens, ou seja, é a pica; dai o nome épica, pro masculino Épico. Sacô?

A história épica[editar]

Uma típica cena épica em que o herói se dá no lugar da linda donzela (já que ele não pode come-la por não ter... pinto?)

Há diversas formas de contar uma história desse gênero: a mais comum é o plágio de contos de fadas, onde temos o herói cavaleiro que chega no castelo com seu cavalo branco alado derrota o dragão, salva a linda e inocente princesinha, e por fim se casa com ela. Pronto! Tem coisa mais escrota que isso? Pior que tem!
Com o decorrer dos tempos a população foi ficando mais exigente e criaram o conceito de que uma história épica tem que ter mais treta, mais ação, mais briga, mais inimigos, mais perigos, mais sangue e mais violência, alem do velho contexto de que deve se tornar algo praticamente histórico para no mínimo 1/4 da humanidade.

"Isso é Épico, Diva!"

E assim foi feito: a primeira ideia de uma história épica não foi descartada, mas apenas aperfeiçoada, ficando mais ou menos assim: um bravo e marrudo cavaleiro negro carregando dois enormes machados nas mãos e montado em seu cavalo negro com asas de um morcego mutante chega a uma terra tomada pelas trevas cheia de demônios e monstros gigantescos por todos os lados, sai matando todos eles, conseguindo ficar mais poderoso a cada inimigo que vence, ganha a espada do Cloud e o escudo do Golias, dá um jeito de entrar no castelo mal assombrado onde enfrenta mais uma penca de perigos, enfrenta mais de 10 dragões mil vezes mais bombados que o dos contos de fada, e lá pra última sala dessa joça depara-se com uma verdadeira aberração universal que o esmaga, quebra e lhe enche de pancada até o deixa todo ensanguentado e quase morto, mas logo ele se levanta revida tudo isso e estraçalha o desgraçado com a espada e os machados, e por fim, come as dez princesas gostosas virgens que estavam se trocando entre si até o cara chegar, e assim ele passa a governar esse mundo.
Notou quanta diferença de uma historinha pra outra? Pois bem, para não deixar as pobres criançinhas sensíveis traumatizadas com toda essa violência, nossos queridos amigos escritores resolveram fazer uma fusão desses dois modelos, ou seja, um cavaleiro num cavalo alado que após derrotar vários inimigos com um machado velho e um escudo, consegue uma espada fodona e depois de entrar no castelo enfrentá alguns dragões de contos de fada e por fim mata o feiticeiro/ vampiro/ cavaleiro do mal ou qualquer outros indivíduo que possa virar um mutante gigante pra no final das contas comer a princesa gostosa e governar o reino. Hoje em dia, qualquer merda que fez história no Brasil e no mundo é considerada épica (inclusive você... ou não).

Os personagens[editar]

Em geral, as histórias épicas possuem sempre cinco tipos de personagens (sendo que apenas três ganham destaque enquanto os demais só ficam acenando de besta). Caso você já tenha visto alguma história desse tipo sabe muito bem que estes personagens são:

Herói[editar]

Exemplo de herói épico pronto para o cacete

É o protagonista dessa budega, em quem toda a historinha se centra e praticamente só fala dele. Pode-se dizer que os demais personagens que atuam nessa história só ganham um reconhecimentozinho se tiver algum tipo de relacionamento com ele (quer seja amigo, rival, inimigo, amante, traira, negão que pegou ele dentro do armário... em fim!). É o único personagem que pode variar bastante, pois pode ser um herói fodão e imbatível que ninguém consegue destruir e que sempre vence o vilão sem escorrer uma única gota de suor, ou também pode ser aquele mané que apanha feito um condenado do início ao fim mas lá pro final da história apanha ainda mais e vence o vilão. Num análise geral sua função nesse troço é só matar o vilão e salvar a donzela em perigo (ou o mundo/universo em 75% dos casos).

Vilão[editar]

É sempre assim que o vilão se mostra numa historinha desse tipo (gracinha, não?)

É o oposto do herói (lógico, né?), logo é o antagonista da história. Depois do herói, ele é a figura de maior importância nessa joça, já que é aquele personagem que todo mundo ama odiar e xingar por ser mal, cruel, terrível, diabólico, sadomasoquista, egoísta, de visual macabro que quer sempre ferrar com a vida do protagonista e de toda a cambada que o cerca. Este personagem quase não sofre variação, sendo sempre marcado por ser um bicho feio dos infernos como um dragão, gárgula, ork e minotauro, ou quando humano (ou quase isso) tende a ser um cara bombado com uma armadura negra, capa preta que usa os poderes do capeta pra voar, desaparecer, ficar maior e soltar raios de energia vermelhos ou roxos (se possíveis pretos). Seu maior sonho é simplesmente ficar com a mocinha nos seus aposentos para fazer com ela o que bem lhe der na cabeça e claro dominar o mundo (ou os mundos... tem sempre algo desse tipo pra deixar essa porra mais foda).

Mocinha indefesa[editar]

Típica mocinha num momento relaxante

É o elemento visado por ambos os sujeitos já citados e também o sonho de consumo dos dois, razão porque a briga se dá só por causa dela. Como é a personagem mais visionada tanto pelo herói quanto pelo vilão, chega a ser usada muitas vezes como uma espécie de cabo de guerra entre os dois, alem de cooperar para a existência do que chamamos triangulo amoroso na história. Seu visual é sempre de uma princesinha da realeza no estilo da Peach, com um semblante delicado e desesperado que fica sempre gritando por socorro por não aguentar a entrada do vilão em sua xereca esperando pela boa vontade do herói para ir salvá-la, sendo que sua única função em toda essa merda se resume a isso mesmo: ficar choramingando na janela de uma torre pra que alguma alma piedosa tenha pena dela e vá resgata-la.

Inimigos[editar]

Segunda escória de maior volume na história (perdendo apenas pro número de figurantes dessa desgraça), ele são os capangas que o vilão jogou pelas suas terras a fora pra cansar o herói pra que finalmente quando este vier chegar a enfrenta-lo (se é que ele vai chegar...) apanhe pra cacete até a semi-morte, já que o herói não pode morrer até matar o vilão (no máximo ele morre matando o dito-cujo ou cai morto depois de acabar com ele). Esses infelizes são tão inúteis quanto aqueles projetos mal-feitos de bonecos caratecas da série Power Ranger, pois estatisticamente eles sabem 10% de combate e 90% de como levar uma surra. São tão noobs que chega da pena ver que há momentos em que o herói recebe um golpe deles. No final das contas todos morrer mesmo...

Figurantes[editar]

A cambada de maior volume nessa joça. São aqueles personagens que praticamente ninguém dá importância na história, pois só aparecem num determinado momento da história para ajudar ou atrapalhar o protagonista e depois ninguém mais tem noticias destes. Em geral, são as pobres vítimas do vilão que vivem sendo sodomizadas maltratadas e oprimidas pelo mesmo, e que ficam o tempo todo enchendo o saco do herói pra que ele acabe logo com toda essa maldita palhaçada. No final ficam livres dessa penca desgramada e voltam a viver suas estúpidas vidinhas inúteis (isso até um outro vilão aparecer e começar tudo de novo...).

Classificação das camadas épicas[editar]

O termo épico não se resume a apenas plágios adulterizados dos contos de fada, podendo assim ser um, duas ou 189721397079 outras coisas diferentes; veja a seguir as mais comuns para a nossa pobre (e podre) sociedade contemporânea:

Literatura épica[editar]

Só rola isso nesses livrinhos imprestáveis de literatura estrangeira

Este é de cara a versão mais comum e noob do que nós chamamos de épico; é praticamente tudo o que já foi citado à cima: uma historinha faz de conta onde um herói salva a princesinha (ou o mundo, ou se puder o univero) de um vilão que quer dominar toda a parada. Como esse papo de literatura já soa antigo pra caramba, as histórias contadas sempre se passam lá pro tempo da velha Grécia, Império Romano ou Medievalismo com heroizinhos que se acham o tal, já que os escritores sempre censuram as partes em que ele apanha pra cachorro e só ressaltam que o dito-cujo matou sete num só golpe, decepou a cabeça de um bicho só com as mãos ou matou alguém só com o seu olhar intimidador. Em geral são tão antigas que quase ninguém mais se lembra delas.

Filme épico[editar]

Cinematograficamente, seguindo o mesmo perfil da literatura, um filme só pode ser considerado épico se tiver um enredo baseados no medelinho acima ou se fizer história no cinema. Há muitos casos de livros que viraram filme, mas nem sempre isso quer dizer que tal besteira chegará a ser épica. Em geral os filmes épicos sempre possuem como personagem mais marcante um cara bonitão, marrudo, idiota, bombado ou feio pra caralho. Há uma porrada de filmes deste gênero, sendo os mais comuns aqui no Brasil aquele que envolve um bando de sem teto lutando pra sobreviver num quebra-pau pras bandas do Nordeste e Sudeste. Já mundo a fora (segundo as produtoras hollywoodianas) os únicos filmes épicos que todo santo babaca já assistiu foram Star Wars e Indiana Jones, já que o resto é tudo plagio deles.

Jogo épico[editar]

No mundo dos jogos, só esses dois ganham cachês pra serem lembrados daqui a não-sei-quantas-gerações no futuro

Se você acha que pode haver epicidade em jogos do tipo futebol e baralho, pode ir tirando o cavalinho da chuva, já que os únicos jogos épico você só vai encontrar nos videogames (e nem em outro lugar nenhum). No início, um jogo só poderia ser considerado épico se fosse lançado pra Arcade (bem aquela máquina velha e suja que todo mundo encontra hoje em dia num parquinho de shopping ou num fliperama), ou seja, só mesmo a bosta do Pac-man, mas depois que Super NES e Mega Drive passaram a ser pré-histíricos, só jogos lançados pra esses três tipos de porcaria são considerados épicos. São raros os games que conseguiram aguentar a pressão gráfica 3D e continuam sendo idolatrado por nerds, tipo Street Fighter e Zelda. Hoje só Sonic e Mário são considerados jogos épicos, sendo logo seguidos pelas belas porcarias antigas com Castlevania e Final Fantasy, e outras drogas mais recentes tipo God of War.

Desenho épico[editar]

Enquanto a maioria dos animes antigos só querem saber de hentai, apenas os que tem muita porrada entram na galeria dos épicos

Nessa qualificação, só aqueles desenhos norte-americanos dos anos 70 e 80 (raríssimos dos anos 90) se encaixam na categoria de serem chamados épicos. Em geral só animações com furries tipo Cavalo de Fogo, Ursinhos Carinhosos e My Little Pony se encaixam nesse contexto (mesmo sendo desenhos muito gays). Há sempre também aqueles defensores de animes desses tempos passados que dizem que algumas artes nipônicas entram nessa joça, como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Yu Yu Hakusho e Dragon Quest Fly. Claro que se tratando de animes existe uma penca que foram feitos nesses tempos de velharia, mas como o resto só ressaltava mais hentais do que brigas propriamente ditas, não podem ser considerados épicos.

Música épica[editar]

Solos de guitarra são sempre épicos (pelo menos para rockeiros e metaleiros)

Alguns espertinhos, vendo que dava pra contar tais historinhas desse tipo na forma de canção, decidiram criar o gênero musical épico, só que o "épico" era tão chato que fazia até pagodeiros sofrerem. Daí o que passou a se chamar de épico em relação ao estilo musical foram aquelas batidas com clima de aventura, presente em todos os muitos filmes, músicas de jogos e derivados do rock e do metal. Ah! Se você é pagodeiro, funkeiro, MPBista ou axezeiro, saiba que seu estilo musical NUNCA será considerado épico, pois não passa de batidas pra dançar e não tem nada a ver com aventura.

Façanhas épicas[editar]

Entre algumas coisas que qualquer babaca consegue fazer e que pode ser chamado de épico tem:

  • Se você conseguir ficar mais de uma hora fazendo embaixadinha;
  • Caso o mundo venha a ser destruído no Apocalipse;
  • Se algum ninja conseguir vencer o Chuck Norris (essa eu quero ver!);
  • Quando um mudo disser ao surdo que um cego viu um alejado andar;
  • Caso um noob venha a ter um encéfalo mais desenvolvido que um nerd;
  • Quando AAA consegue zerar um jogo no modo super hard com Rank S e só de Perfect;
  • Caso você vencer Shao Kahn no modo "Very Hard" sem morrer em nenhuma fase no Mortal Kombat;
  • Quando você encontrar um super humano;
  • Caso um skatista sobreviva a rampa da morte;
  • Se você completar 100 anos sem ter nada (pode não ser a melhor das lembranças pra você, mas será eternamente memorável pra mim, já que eu odeio você);

O que é épico atualmente?[editar]

Hoje qualquer porcaria pode ser considerada épica, desde uma historinha de contos de fada (que você já está mais do que de saco cheio de ouvir essa besta-fera como exemplo) à uma bosta de propaganda velha pra cachorro que ninguém se lembra mais. A verdade é que qualquer velharia hoje em dia se encaixa nesse gênero, ou seja, se você pegar um vídeo pornô da Dercy Gonçalves e exibir ele em TV aberta, isso para o pessoal dos 50 anos em diante vai ser considerado épico, pois alem de pré-histórico é uma raridade. De fato, se você fizer hoje qualquer tipo de merda e registrar para as gerações futuras, isso será épico (pelo menos para os noobs que ouviram falar de você).

Algumas besteiras consideradas épicas ao decorrer da história da humanidade[editar]

Quem disse que o herói tem sempre que ser um homem? Há mulheres também nesse meio!
Exemplo de protagonista épico... ou não!
Saxofonistas com a cara do Duke Nukem bêbado são MUITO épicos
  • Romeu e Julieta – Uma das histórias mais épicas (e gays) de todos os tempos que mostra dois jovens emos que se apaixonam e chegam a se matar por amor só porque seus pais não os deixam se comer.
  • Hamlet – Também escrito por William Shakespeare, conta a história de outro emo que perdeu o pai e fica delirando falando com a caveira do velho a fim de encontrar a resposta para a vida, o universo e tudo mais.
  • Guerra de Canudos – Treta brasileira que não foi lá essas coisas, mas como está nos livros de história, todo mundo o considera épico.
  • Indiana Jones – Criado por Steven Spielberg, conta a saga de um pseudo-professor-semi-cowboy que vive roubando velharias valiosas pra vender para algum museu barato.
  • Rock'n Roll – Provavelmente o único estilo musical que presta e que conseguiu marcar uma geração escandalosa de adolescentes depravados e drogados que só queriam saber de violência e muito sexo.
  • Dragon Ball – Um dos poucos animes que conseguiu marcar época pelo simples fato de exibir personagens bombados (que usavam esteroides e anabolizantes escondidos antes de ir cair numa luta livre) tão foderosos que eram capazes de voar, soltar bolinhas de energia pelas mãos e destruir luas, planetas e até galáxias usando apenas essas mixarias.
  • Rei Arthur – A história épica de um guri fracassado e noob que vira um rei heroico e famoso depois de puxar a espada de uma pedra.
  • The Legend of Zelda – Um semi-plágio da historinha acima, só que com mais tretas, além de ser um clichê de contos de fadas em que o projeto de Peter Pan tem que salvar uma princesa das garras de um vilão bombado e fodão.
  • Eragon – Mais uma história que se passa na Idade das Trevas, onde um moleque encontra um ovo de dragão e juntos passam a ter um relacionamento furry muito gay épico.
  • Guerra nas Estrelas – Finalmente as produções hollywoodianas partem para o espaço afora, mas ainda com uma mentalidade medieval medíocre, onde em pleno futuro, numa galáxia muito distante, uns tais de cavaleiros com espadas laser ficam lutando sem motivo.
  • Kirby's Epic Yarn – Só é considerado épico por causa do nome, porque sinceramente, o que tem de épico em controlar um pedaço de novelo de lã num mundo completamente bordado em um pano de prato?
  • Epic Mickey – Esse aqui ainda se safou, pois ao menos a Disney teve uma ideiazinha melhor mandando Mickey Mouse para um mundo sinistro e Death Metal, onde ele se reencontra com fantasmas do passado.
  • Thor – O deus nórdico do trovão que depois de ser enxotado pra fora de casa, virou um super-herói ÉPICO que fez parte dos Vingadores e trabalha pra Marvel.
  • Sonic Generations – Até um tempinho atrás, Sonic estava deixando de ser épico para ser um lixo, só que depois que a Cega criou um jogo tendo tanto o clássico com o original, a fama do porco-espinho voltou para os holofotes do sucesso. Haja vista que em todo santo comercial do jogo sempre diz: 3 Ages! 2 Sonics! 1 Epic Adventure!
  • Hércules – Historinha fatídica de um filho de Zeus com uma puta qualquer que teve de enfrentar doze trabalhos para provar pra todo mundo que já era hominho.
  • God of War – Conta a saga de um careca revoltado que resolve foder com os deuses, mas em contra partida acaba se fodendo e tendo que se virar para voltar a ser um cara indestrutível e fodão.
  • Cavaleiros do Zodíaco – A clássica saga de um grupo de garotos gays que se tornam heróis só porque vestem armaduras muito fashion, fazem poses ridículas de super sentai e queimam o cosmo para foder com seus inimigos.
  • Chaves – Quem nunca assistiu Chaves que atire a primeira pedra. A história épica de um guri de rua que passa a morar num barril de uma vila enquanto tem que aturar a pseudo-nobreza, a bruxaria e a gentalha ao seu redor.

Ver também[editar]