3-D Bomberman

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Virtualgame.jpg 3-D Bomberman é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Sua Irmã isola seu controle do Wii.


Bomberman no Labirinto do Fauno
3-D Bomberman.png

Nem para ter uma capa decente essa desgraça serve...

Informações
Desenvolvedor Hudson Soft
Publicador Hudson Soft
Ano 1984
Gênero Labirinto, Terrorismo
Plataformas MSX, Sharp X1
Avaliação A mesma merda do jogo original, só que em primeira pessoa e mil vezes pior.
Idade para jogar Livre

3-D Bomberman é um jogo tosco lançado nos tempos da brilhantina, em um período obscuro da história da humanidade onde os games da série Bomberman não eram protagonizados pelo carismático Shirobon, e sim por um caipira alienígena humanoide com fetiche em vandalizar muros e paisagens urbanas. O jogo foi lançado em 1984 para MSX, Sharp X1 e outras plataformas com as quais Oscar Niemeyer brincava em seus tempos de infância.

Sobre o game[editar]

3-D Bomberman na verdade não passa de uma versão piorada do primeiro jogo da série, que por si só, já não era lá essas coisas. Não há muito o que falar sobre esse jogo além do fato de que é possivelmente o segundo game mais podre a carregar "Bomberman" no seu título, só não sendo pior que Bomberman: Panic Bomber lançado para várias plataformas, incluindo o falido Virtual Boy, cujo visual preto e vermelho e música escabrosa criavam um clima essencialmente satânico, propício para invocação de demônios enquanto você jogava o mesmo. No caso de Panic Bomber, por ser uma versão cretina e mal desenvolvida de Tetris, ele acabou frustrando inúmeros fãs que esperavam explodir objetos ambulantes em labirintos de blocos.

Não se sabe porque diabos alguém teve a ideia de jerico de criar essa segunda versão do jogo original, só o que podemos dizer é que aquilo que o jogo anterior tinha de bom foi completamente cagado com a mudança de perspectiva dessa versão. Poucas pessoas tiveram acesso a esse game, sendo que devido ao fato de o mesmo ter sido lançado só no Japão, os únicos que tinham acesso a ele eram os hipsters e indies japoneses. O mais provável é que na sede por lucro, esse jogo foi criado com o intuito de pegar carona no "sucesso" do primeiro game, mas por ter sido feito nas coxas e de qualquer jeito, acabou fracassando miseravelmente naquilo que se propunha.

Gameplay[editar]

Para vencer no jogo, basta se mover entre retângulos vermelhos e explodir quadrados verdes com círculos pretos.

Não há muito o que falar sobre a jogabilidade desse game pelo fato de os seus elementos serem basicamente a mesma porcaria do jogo anterior. O protagonista é aquele mesmo infeliz sem-graça que apareceu no primeiro jogo e o inimigo é aquele mesmo balão do Capeta do primeiro jogo. O seu objetivo também é a mesma droga do jogo anterior (e também das próximas 8000 versões de Bomberman que viriam a ser lançadas anos mais tarde): explodir aberrações pixeladas e avançar nas fases.

Entretanto, existem algumas pequenas diferenças entre essa versão e a versão original que devem ser levadas em consideração. A primeira delas é sem sombra de dúvidas a visão. Enquanto no jogo na anterior você tinha visão aérea dos atos de terrorismo do personagem principal, esse jogo é caracterizado por uma visão em primeira pessoa, que para variar, conseguiu ferrar com uma das únicas coisas razoavelmente suportáveis da versão anterior. Até porque, um jogo do Bomberman em primeira pessoa é tão inaceitável quanto um jogo do Assassin's Creed sem o Le Parkour.

Um outro detalhe importante, que também só foi incluído nesse jogo para ir na direção contrária de tudo aquilo que caracteriza um jogo do Bomberman, é o fato de que não existe a possibilidade de você abrir caminho explodindo os blocos, o que só reforça o fato de que 3-D Bomberman foi uma grande piada de mal gosto criada para deixar putos da cara os poucos fãs que a Hudson conquistou com o jogo original. Obviamente a empresa foi rápida em perceber a burrada que tinha feito, e mais tarde voltou ao estilo clássico lançado pelo jogo de 1983.

Diferenças e semelhanças com o jogo original[editar]

O tenebroso balão satânico retorna nesse game, absurdamente mais tosco e infinitamente mais burro, para mais uma vez tentar assassinar seu arqui-inimigo, o fazendeiro alienígena.

A trilha sonora do game é aquela mesma anomalia dissonante do jogo anterior. O labirinto onde o fazendeiro se encontra sofreu várias mudanças em relação ao do primeiro jogo, sendo agora uma versão em 8-Bits do labirinto do minotauro, só que sem o minotauro (embora se tivesse, talvez o jogo não fosse tão porco assim). Além disso, não existem mais aqueles aglomerados de blocos formando figuras geométricas do Tetris. Seu design agora é composto basicamente por uma série de retângulos vermelhos dispostos um do lado do outro, o que mandou para o espaço o que talvez fosse a única coisa mais ou menos criativa que o game anterior tinha.

Também houve mudança nos inimigos: embora a tela lateral indique que eles continuam sendo os mesmos balões do jogo anterior, no jogo mesmo eles foram substituídos por uns quadrados verdes que parecem ter saído de Minecraft, o que configura-se numa bela de uma propaganda enganosa dentro do próprio ambiente interno do jogo. A explicação mais provável para isso é que a Hudson não tinha dinheiro para pagar o cachê dos balões e teve que substitui-los pelo tal do Creeper, que na época ainda não tinha um emprego fixo e sobrevivia fazendo bicos por aí.

As bombas também mudaram: deixaram de ser figos azuis para se tornarem círculos pretos vibrantes, mudança essa que permanece até os dias hoje. Uma outra mudança notável e claramente perceptível é a a A.I. dos inimigos: enquanto que no primeiro game os balões tinham alta capacidade de raciocínios e de realizar cálculos complexos para evitar suas bombas, nesse jogos eles são mais burros que uma porta, e mesmo vendo que existe uma bomba em seu caminho, eles avançam estupidamente em sua direção, saltando sem hesitar para uma morte medíocre e patética.

Ver também[editar]