Absurdismo

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Absurdismo em todo seu esplendor.

Cquote1.png TUTUTU-TURUTUTUTU-TURULITUTITARANANA! Cquote2.png
Super Mario sobre no fantástico mundo lisérgico do Reino do Cogumelo do absurdismo

Cquote1.png Absurdismo é gostar de RBD só porque passa exaustivamente na televisão modinha, por mais óbvio que parecesse o fim inevitável dessa desgraça Cquote2.png
Arthur Schopenhauer sobre absurdismo

Absurdismo ou filosofia da teoria do suicídio é uma corrente filosófica que busca entender nada, pois estuda a tua mera existência mesquinha e irrelevante, afirmando que em sua miserabilidade, burrice e incapacidade tamanhas culmina inevitavelmente na impossibilidade categórica de sanar quaisquer dúvidas como o sentido da vida, sem recorrer a pressupostos absurdos e falaciosos como a existência de um Deus bondoso e todo poderoso que te criou, te ama que preparou um Paraíso bonitinho te esperando.

Para o absurdismo, a vida, a morte e Deus são, a priori, absurdos por natureza tanto quanto fumar crack num trem voador. Quaisquer tipo de métodos são falseáveis, e da mesma forma que não é seguro comprovar a existência dessas viagens, não é possível também negar a existência de anjos e espíritos bondosos, logo surgem os jogos de RPG e videogame que simplifica o sentido da vida.

Pensamento[editar]

O absurdismo está correlacionado com o existencialismo, o niilismo, o surrealismo, o humor randômico e o ato de alguém bater na mãe (com uma chave inglesa, só para assaltar a velha para comprar maconha). É um tipo de pensamento essencialmente angustiante, pois considera em primeira instância a incapacidade de compreender ou responder qualquer questão.

O conceito de absurdismo foi inicialmente idealizado por Søren Kierkegaard, durante um porre de três semanas de conhaque. Seu conceito gira em torno da lenda dinamarquesa de que se for dado um prazo de tempo infinito em uma sala com um número infinito de macacos com instrumentos musicais, poder-se-ia recriar através da aleatoriedade a música "vai pamonha vai cural (o funk do cural)". Ao cogitar essa ideia, enquanto sofria um semi-coma alcoólico, Kierkegaard exclamou: "isso é um absurdo!". E assim, o conceito de absurdismo nasceu.

Posteriormente, Albert Camus de Aquário, um cara comparável àquele seu tio cachaceiro, viria à crer que tentar descobrir o sentido do universo era impossível para o ser humano. Afirma-se que, você consegue, no máximo, pegar seu celular e ficar vendo futilidades que preenchem seu ego e sua vida social. Não há, meu caro amigo, sentido nenhum em nossa mera existência, e esse é o tão aclamado sentido do universo.

Camus ainda explorou os significados e motivos do suicídio, e afirmou que sua prática não passa de uma fuga de um mundo absurdo rumo ao Inferno, sendo sua execução o caso mais extremo de absurdismo, pois obviamente não é se suicidando que conseguirá se desprender da falta de sentido da natureza, mas sim aprimorando sua sexualidade, que talvez, seja a única resposta a priori do sentido da vida. Afinal, o sexo na hora do orgasmo, aquela sensação de gostosura maior que um trator, talvez seja o sentido da vida.

Dostoiévski é outro que explica a miséria humana através do absurdismo, sendo o maior nome da literatura emo.

O absurdismo moderno está representado por Quentin Tarantino como seu maior expoente. E também em você por ficar perdendo seu tempo lendo um site de humor numa página da web.

OH MEU DEUS HÁ PORCOS AMARELOS COM BOLINHAS VERDES VOANDO NO CÉU NOTURNO DE SATURNO CARREGANDO PÉS DE CABRA PARA ASSALTAREM CAMINHONEIROS ESPACIAIS!!!![editar]

Hummmm... Que absurdismo.

O sentido da vida[editar]

"Qual o sentido da vida?" É uma pergunta que o absurdismo se recusa a responder, assim como qualquer outro questionamento que se requeira a ingestão de LSD.

Algumas pessoas mais folgadas com preguiça de pensar talvez respondam esse questionamento com o clichê "viver a vida com alegria", o não passa de um retórica barata de alguém que tem medo da morte e do Inferno. O sentido de algo está em seu propósito superior, e ninguém realmente sabe o sentido da vida porque ninguém morreu ainda para saber como é empiricamente. Ao passo que as entidades que morreram e apertaram o continue antes de dar Game Over, como o Super Mario por exemplo, descobrem o sentido de suas vidas, que ao caso, é pular em tartarugas num mundo cheio de cogumelos alucinógenos.