Agatha (Claymore)

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Night creature.JPG Agatha (Claymore) surgiu das trevas!!

Vamos mergulhar o mundo nas trevas!!

Puro osso.gif
Dark-Art-Grim Reaper 01DesktopNexus.jpg Agatha (Claymore) já morreu!

E fizeram festa no velório!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno


Agatha
Cquote1.pngSangue RubroCquote2.png
Agatha (Claymore) 9.png
Agatha, a nudista.
Informações inúteis
Classificação Psicopata pelada.
Ranking Claymore Ex-nº2
Técnicas Cabelo.
Parceiros Jason Voorhees, Angela Baker
Status Atual Fatiada em finos pedaços simétricos.
Símbolo Supererro.jpg

Cquote1.png Você quis dizer: Elizabeth Bathory Cquote2.png
Google sobre Agatha (Claymore)
Cquote1.png Não deu nem pro cheiro. Cquote2.png
Clare sobre Agatha

Agatha é uma vilã secundária que aparece na sanguinária obra japonesa conhecida como Claymore, sendo a guerreira de n° 2 em alguma geração aleatória do passado. Cerca de 80% das pessoas nunca ouviu falar dessa personagem, tendo em vista que ela só aparece no mangá e a maior parte da população é preguiçosa e ignorante demais para exercitar a prática da leitura. Se você leu o mangá e conhece a personagem, é bem provável que se trate de um pervertido que veio até aqui procurando por algum tipo de hentai (se fodeu! Isso aqui não é o Rule 34, seu punheteiro!), já que Agatha fica durante toda sua aparição com as vergonhas à mostra. Agatha apareceu na história inicialmente como a típica vilã apelona, que mata mais de mil e ainda dá uns belos de uns sopapos em outros figurantes que só foram colocados ali para apanhar. Mas como todo personagem desse calibre, seus 5 minutos de fama foram pelo ralo rapidamente quando se encontrou com o protagonista (no caso, a protagonista).

História[editar]

Agatha em um revigorante banho de beleza de fim de tarde.

Agatha nasceu em um dos vilarejos mais ricos do continente de Claymore. Desde pequena, foi criada como uma legítima patricinha pelos seus pais, rodeada por todos os mimos que a época em que vivia poderia oferecer. Por ser uma fedelha mimada, volta e meia fazia birra para conseguir o que quisesse. Seus pais, como perfeitos bocós, para não ficarem com dor de cabeça, sempre acabavam cedendo no final, deixando sua filha mais estragada que o pão de massa sovada que sua mãe deixa criando mofo no armário.

Agatha em dia de TPM... Péssima notícia para os vizinhos punheteiros pervertidos.

Como sempre teve tudo o que queria, Agatha não se preocupava com mais nada na vida, apenas com sua própria vaidade. Em dado momento de sua vida, Agatha teria ficado tão obcecada com sua própria aparência, que chegou a conclusão de que roupas eram apenas um empecilho que obnubilavam a verdadeira essência de sua beleza. Assim, Agatha passou a andar nua pela casa sempre que podia, admirando seu próprio corpo, tornando-se assim uma adepta fiel da prática do nudismo. Seus pais estavam pouco se lixando, é claro, afinal de contas, enquanto estivesse ocupada com suas práticas narcisistas, Agatha os deixava em paz, sem fazer qualquer tipo de chantagem sentimental ou barraco para que eles comprassem roupas novas.

Porém, foi questão de tempo até que os vizinhos pervertidos descobrissem sobre as práticas secretas de Agatha, e passaram a espiá-la pela janela por meio de lunetas improvisadas. Aquilo teria deixado Agatha puta da cara, pois era inadmissível que outra pessoa além dela apreciasse sua beleza, sem contar que não gostava nem um pouco da ideia de ser constantemente homenageada por virjões desocupados. Agatha então passou a convidar seus vizinhos para inocentes visitas a sua casa, que por pensarem que iria rolar alguma sacanagem, aceitavam na hora. Mas quando chegavam lá, se davam conta de que a história era outra: Agatha nunca tivera a intenção de fazer amizade ou ser legal, muito pelo contrário, seu real objetivo era dar fim àquela corja de punheteiros que a ficavam espionando escondidos. Assim, sempre que seus convidados chegavam em sua casa (geralmente em noites que seus pais não estavam), Agatha os esfaqueava até a morte. Em dado momento, a psicopatia de Agatha atingiu patamares tão grandes, que ela passou a se banhar com o sangue de suas vítimas, alegando que aquilo fazia bem para a pele e a deixava mais bonita.

Ingresso na Organização[editar]

Representação artística de Agatha feita por algum nerd, otaku ou desocupado qualquer.

Certo dia, a Organização oficialmente responsável pela criação de Claymores no continente, que tinha olhos nos quatro cantos do mundo, se interessou por Agatha, e decidiu que seria interessante ter uma pessoa com ao perfil de psicopata entre suas guerreiras. Assim, eles minuciosamente arquitetaram a entrada de Agatha, ao enviarem um Youma sanguinário para matar os pais da moça bem na frente dela. Após a morte deles, Agatha se viu num mato sem cachorro, pois não teria mais ninguém para tolerar seus mimos e fazer tudo o que ela quisesse. É claro, a única alternativa de Agatha seria arranjar um marido pau-mandado para essa função, mas a ideia de que talvez ela acabassem sendo tocada pelas mãos sujas e imundas de um tarado qualquer não lhe agradava nem um pouco, fora o fato de ela ainda ser jovem demais para casar.

Nesse meio tempo em que pensava o que ia fazer da vida agora que seus pais tinha ido comer capim pela raíz, a Organização pôs em prática seu plano hediondo. Sabendo do ódio que a moça provavelmente teria adquirido dos Youmas, eles enviam um de seus homens de preto para trazer Agatha para a organização, que aceita de bom grado, afinal de contas, agora não tinha mais nenhum motivo relevante para viver. Agatha então é levada para um dos centros de treinamento da Organização, onde é apresentada aos métodos mais variados para se esquartejar Youmas.

Conforme seu treinamento se intensificava, Agatha ia adquirindo cada vez mais gosto pela coisa, sobretudo pelo fato de estar em contato com sangue o tempo todo, algo que alimentava seu fetiche bizarro. Agatha ia ficando cada vez mais forte a medida que se lembrava de todos os luxos mundanos e bens materiais que poderia ter caso seus pais estivessem vivos, mas que devido a sua morte, são incapazes de serem realizados, já que agora que era uma Claymore. Com o decorrer do tempo, Agatha acabara por tornar-se rapidamente a número 2 de sua geração, e sua personalidade sádica impedia que qualquer outra guerreira abaixo dela sequer pensasse em levantar sua espada contra ela para roubar seu ranking Claymore.

Despertar[editar]

Agatha e sua cara de psicopata ao fitar uma futura vítima.

Por ser a segunda mais forte do ranking (não se sabe quem eram a primeira e a terceira de sua geração, já que por ser uma figurante, nada sobre ela foi revelado em detalhes), Agatha era na maior parte das vezes enviada para caçar Seres Despertados (digievoluções dos Youmas comuns) sozinha, afinal, seu poder insuperável lhe permitia fatiar qualquer aberração com apenas um golpe, fora o fato de que as outras Claymores se borravam de medo da ideia de ter que compartilhar uma missão com aquela doida varrida, que podia inclui-las em seu tratamento de beleza diário na base de sangue.

Sangue: o melhor condicionador para seu cabelo.

Em uma dessas ocasiões, um grupo de bandidos pés-de-chinelo que habitavam uma cidadezinha fantasma onde Judas perdeu as botas, enviaram uma solicitação para Organização, alegando a existência de uma colônia de Youmas na região, e que precisavam de ajuda o mais rápido possível. Como Agatha era a melhor para o serviço, eles decidiram enviá-la para o local. Ela teria gostado muito da ideia, afinal de contas, quanto mais inimigos existirem, mais sangue haverá para que ela pudesse se banhar.

Entretanto, assim que Agatha chega na cidade, não consegue identificar porcaria nenhuma de Youmas, e pergunta para aquele bando de vagabundos que tipo de piada teria sido aquela. Eles então revelam que tudo não passara de um trote para que eles enviassem alguma de suas guerreiras, pois ficarem sabendo por meio de algumas fofocas que Claymores eram terminantemente proibidas de encostar em humanos, por mais que a intenção dos mesmos fosse a pior possível. Como para um bom entendedor meia-palavra basta, Agatha de cara se deu conta do que estava se passando ali. Mas diferentemente da reação que os bandidos esperavam, Agatha não estava disposta a deixar que eles fizessem o que queriam. Muito pelo contrário, ela tinha virado no tinhoso ao saber que um grupo de porcos imundos como aqueles vigaristas estava pensando em se aproveitar da situação para se aproximar de seu belo corpo. Assim, num surto de raiva, ela decepa todo mundo e pendura suas cabeças em árvores na entrada da cidade.

Após o ocorrido, Agatha começa a sentir algumas estranhas transformações em seu organismo, e assim que se dá conta, percebe que tinha se transformado numa criatura grotesca, constituída basicamente de uma cabeleira descomunal e pernas gigantes de siri. Obviamente a Organização, que sem sombra de dúvidas ficou se cagando de medo daquela monstruosidade, deixou-a vagar pelo mundo afora em paz. Até porque, aparentemente mesmo a número 1 da geração de Agatha provavelmente não ia dar conta do recado, sendo portanto mais fácil ignorar a existência de Agatha e deixá-la fazer o que desse na telha com os humanos, afinal, pimenta nos olhos dos outros é refresco.

Aparição em Rabona[editar]

Agatha no momento em que dá o ar da desgraça graça em Rabona.

Após ter despertado e ter saído da organização, Agatha ficou sem muito o que fazer, e a vida rapidamente tinha se tornado chata e desinteressante. Porém, tudo muda quando ela escuta falar sobre uma comunidade de evangélicos conhecida como Rabona, onde os seus habitantes alegavam ser de sangue puro por estarem sempre em contato com um tal de Deus. Agatha então fica interessada, afinal, a ideia de um sangue exótico era bastante agradável. Assim, ela acaba se infiltrando sorrateiramente no local, evitando por hora chamar atenção dos curiosos.

Como não estava a fim de se estressar, já que isso fazia mal pra pele, Agatha decidiu se alimentar apenas quando fosse necessário, por mais que seus instintos sádicos de Despertado ficasse o tempo todo mandando que ela matasse e desse início a uma chacina daquelas na cidade. Certo dia porém, a cidade de Rabona recebe a visita de uma Claymore cagona e outra esquizofrênica, que tinham sido enviadas para a cidade à mando da Organização, visando eliminar uma freira cega ninja tocadora de piano de Acapulco chamada Galatea, que nada mais era do que uma guerreira desertora que estava escondida na cidade.

Agatha tendo de lidar com um de seus rotineiros assédios por parte dos fãs.

Logo, as três começam a cair na porrada entre si, enquanto Agatha ficava entediada de longe. Cansada de tanta monotonia, ela finalmente decide mandar tudo para o raio que o parta, e deixa de ficar parada criando mofo para entrar e ação, já pegando embalo no barraco que tinha se iniciado com a briga entre as Claymores em público. Assim, Agatha começa a atacar todos os soldados próximos com tentáculos sua cabeleira, esquartejando todo mundo que aparecesse pela frente se banhando em seus respectivos fluídos corporais. Após despedaçar uns fracotes aqui, mutilar uns figurantes lá, Galatea surge do nada, e fica cara a cara com a fera, após salvar o inútil do Sid da morte iminente.

Agatha, Galatea e Miata[editar]

Agatha dividindo o espaço com outras duas figurantes em uma capa de mangá. Grande feito para um personagem secundário.

Antes de a luta começar de fato, Galatea e Agatha começam a falar umas abobrinhas uma para outra. Agatha aparentemente fica puta da cara ao ver que enviaram para lutar contra ela uma fracota medrosa, uma freira cega e uma guria retardada com sérios transtornos mentais. Galatea então afirma que ela já sabia da existência de Agatha pelas redondezas, mas que só não desafiou ela antes porque não era burra e sabia que ia levar uma coça descomunal se fosse sozinha. Logo, Galatea estava estrategicamente esperando que um grupo de loiras suecas da Organização fossem enviadas para ajudá-la a dar cabo da aberração.

No entanto, as frustrações não demoram a chegar, pois só enviaram uma para capturar Galatea. Teoricamente foram duas, mas Clarice era tão inútil que nem contava como uma guerreira, e estava mais do que óbvio que não poderiam esperar que fizesse algo de útil. Agatha novamente fica puta da cara, já que nem em um milhão de anos só aquelas duas conseguiriam vencer. Quando ela começa a girar seu cabelo recém-lavado com Seda, eis que a pirralha chapada a ignora completamente, e começa a atacar Galatea com tudo. Ao mesmo tempo, Agatha ataca de longe, e Galatea se vê num mato sem cachorro, enquanto é quase feita de saco de pancadas das duas.

No meio da pancadaria, Galatea acaba perdendo um de seus braços, mas não se sabe ao certo pra quem, já que ambas estavam atacando-a ao mesmo tempo. Agatha então se volta para sua oponente, dizendo que ela foi uma trouxa em pensar num plano tão besta como esse, afinal de contas, sua probabilidade de sucesso era a mesma que ganhar na Mega-Sena. Assim, a mesma ladainha prossegue pelo capítulo inteiro. Vendo a freira apanhando daquele jeito, Sid se vira para Clarice, que como de costume, estava parada feito uma tonta sem fazer porra nenhuma, e pergunta porque ela estava lá criando teia de aranha enquanto Galatea praticamente lutava sozinha contra a monstruosidade. Clarice olha para ele com uma cara de bunda e diz que não podia fazer nada, pois estava se cagando de medo a prioridade das duas era eliminar Galatea.

Agatha vs Claymores[editar]

Agatha e sua cara desprezo ao se dar conta do quão broxante e inútil era Clarice.

Enquanto Agatha assistia de camarote Galatea apanhando de Miata, o grupo de soldados de Rabona novamente arremessa suas lanças feitas de madeira vagabunda com ponta de alumínio em direção a Agatha, sem surtir efeito algum, é óbvio. Clarice, que estava lá no meio feito uma monga, diz que aquilo não ia adiantar de nada, mas acaba sendo repreendida por eles, que a mandam sair do caminho para não atrapalhar, já que diferentemente dela, eles não pretendiam ser de completa inutilidade. Após Agatha falar a mesma ladainha de sempre, um dos soldados, de alguma maneira, consegue cortar sua cabeça. Obviamente aquilo não passara de uma pegadinha do malandro, e logo em seguida, asquerosamente um novo corpo começa a ser expelido da cabeça de Agatha. Os soldados próximos acabam morrendo após vomitar suas vísceras devido a presenciaram cena incomparavelmente nojenta.

Tentativa frustrada de Clarice de golpear Agatha. Primeira vez na história em que ela tenta fazer algo que preste...

Galatea tenta aproveitar que Agatha focava-se nas iscas vítimas para atacar, mas a fedelha chata da Miata a impede, atacando-a e nem se dando conta da bronca em que estava se metendo, já que pouco a pouco, ela era golpeada sorrateiramente pela Despertada sem nem ao menos perceber. Quando Miata se dá conta da situação, já estava com mais buracos pelo corpo que queijo suíço, e finalmente decide atacar a aberração. Agatha começa a lançar sua cabeleira contra Miata, mas a pirralha era mais forte que o Superman, e começa a puxá-la apenas com força bruta. Como a jovenzinha estava bagunçando todos os seus fios e destruindo a natureza limpa e sedosa dos mesmo, Agatha passa a navalha nas mãos de Miata.

Enquanto isso, Galatea, que tinha rapidamente sumido de cena para tomar um cafézinho nos bastidores, reaparece, e já faz uma volta triunfal apanhando, sendo presa contra a parede. Agatha teria sido tão maligno que para tal, usara uma parte de seu cabelo oleosa e cheia de caspa, duplicando a tortura aplicada a ela. Com as duas Claymores úteis já dominadas, só restou a fracote da Clarice. Como era de se esperar, Agatha só precisou olhar de cara feia para Clarice que ela já se borrou toda e saiu correndo, abandonando as duas lá enquanto sumia no horizonte mais rápido do que o Ligeirinho enquanto rezava a Deus para não morrer. Miata de alguma maneira recupera seus braços, e arremessa contra Agatha, enquanto implorava para aquela inútil que ela chamava de mãe não fugir. Mas não adiantou muita coisa, Clarice simplesmente fingiu que não a conhecia, e em pouco tempo já estava a quilômetros de distância dali. Entretanto, para a surpresa de Agatha, Miata, Galatea, cidade inteira de Rabona e até mesmo para o leitor do mangá, Clarice volta para salvar Miata, e quase (eu disse QUASE) consegue arranhar Agatha. Em seguida, ela salva sua filha de mentira e as duas começam a chorar numa cena digna de dramalhão adolescente.

Chegada do reforço e morte[editar]

Agatha após se transformar em Ent, sua verdadeira forma.

Agatha, que já estava entediada com tanta frescura, decide que era melhor acabar com tudo antes que vomitasse. Quando estava prestes a matar todo mundo com um só golpe, uma das suas pernas gigantescas de siri é fatiada em um milhão de pedaços por algo. Eram Clare e sua trupe, que tinha feito em um quadrinho o que as outras três figurantes não conseguiram fazer em três capítulos inteiros da história, o que mostrara que ao longo de 7 anos, Clare tinha conseguido atingir um grau razoável de apelação.

Agatha fica puta da cara, afinal de contas, aquela loira desconhecida simplesmente apareceu e já foi fazendo pouco caso de seu corpo, dizendo que seu cabelo estava cheio de piolhos e que suas pernas eram mais feias que as patas peludas de uma aranha. Assim, ela começa a atacar com seu cabelo, mas Clare, que estava com o braço de Irene e de sobra tinha um pouquinho da apelação de Teresa, começa a cortar seu cabelo, e em seguida, faz picadinho das outras sete pernas restantes de Agatha ao lado das figurantes mais fortes suas companheiras.

Agatha após ter virado (e ser cortada como um) presunto.

Agatha, que tinha sido reduzida a um bloco achatado e nojento de carne, assume sua suposta verdadeira forma: um boneco de Olinda feito de umas coisas achatadas que pareciam as partes fragmentadas de uma solitária (mas que provavelmente eram cabelo). A verdade é que essa suposta verdadeira forma não tinha nada de mais, além da repugnância, o que inicialmente teria deixado as antigas Claymores com um pé atrás. Entretanto, Agatha não contava que entre suas inimigas havia uma guria insuportável que conseguia identificar facilmente força, forma, nome da família e data de nascimento apenas sentindo a energia do oponente. De cara já identifica que aquele corpo era mais uma das pegadinhas de Agatha, sendo que sua verdadeira forma era na verdade sua versão humana, que estava escondida em algum lugar no meio daquela nojeira.

Assim, guiadas por Tabitha, aos poucos eles vão fatiando aquele troço até que a verdadeira Agatha, que continuava como uma pervertida que vivia pelada, foi expelida pra fora daquilo. Numa tentativa desesperada de sobreviver, ela tenta fazer Galatea de refém, mas a única coisa que consegue é ter seu braço cortado feito mortadela. Por fim, Clare acaba de uma vez com Agatha, fatiando-a em várias rodelas de carne viva com sua técnica ultra-apelona da espada rápida. Quando aos restos das pernas de Agatha, eles foram recolhidos pelos cozinheiros de Rabona e servidos num grande ensopado naquela mesma noite, a fim de comemorar a vitória.

Ver também[editar]