Alexander Albon

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Alexander Albon é um piloto de Formula 1 do Reino Unido que por engano corre sob a bandeira da Tailândia só porque ele tem cara de japonês (a FIA não queria cometer o mesmo erro do Lewis Hamilton quando esqueceram de dizer que ele era da ilha de Granada e não do Reino Unido). Mas o fato é que se você pegar a certidão de nascimento de Albon, lá está escrito "LONDRES", e até onde sei a capital da Tailândia é Bangkok, pois a colonização já acabou.

Quanto ao seu estilo automobilístico, ele é conhecido por aprender e se adaptar rápido aos carros que guia, conseguindo sempre péssimos resultados com carros péssimos, medianos resultados com carros médios e bons resultados com carros bons, nunca decepcionando seus patrões.

Carreira[editar]

Formula Renault 2.0[editar]

Após aqueles anos infantis no kart, onde tudo sempre começa, sua estreia no automobilismo profissional ocorreu em 2012, quando aos 15 anos de idade foi correr na PICA Racing. O nome do time já dá a entender que a qualidade dos carros não era das melhores, mas o que um jovem fake-tailandês poderia conseguir melhor? O pai de Albon, Nigel Albon, foi um piloto tão desconhecido quanto o Roberto Pupo Moreno, por isso não tinha nome para conseguir grandes equipes para o filho. Não marcou nenhum ponto, já dava os primeiros sinais que ele no máximo se tornaria um piloto mediano. Nos anos de 2013 e 2014 mudou para a equipe KCT, onde também não conseguiu grandes coisas.

GP3[editar]

Em 2016 assinou com a ART Grand Prix, que é tipo um Sport Recife do automobilismo, é uma equipe boa só nas categorias de base. Nesse bom carro Albon foi vice do campeonato, perdendo o título apenas para o companheiro Charles Leclerc (isso explica porque um está na Ferrari e outro não).

Formula 2[editar]

Ainda na ART, mas agora na F2, estrou na Série B da Formula 1 em 2017, ano em que conquistou diversos resultados medianos mesmo tendo um dos melhores carros da categoria. O seu estilo já chamava atenção da RBR, equipe que tem um gosto em ficar só em terceiro (o que significa para os pilotos constantes quintos e sextos lugares) e este era o resultado mais comum de Albon.

Em 2018 correu na DAMS, só conseguiu resultados médios de novo, as poucas vitórias não serviram para ajudar na classificação geral, era o piloto que a Red Bull Junior Team queria, entrar na Formula 1 era questão de tempo.

Formula 1[editar]

STR e RBR (2019)[editar]

Albon fechando um carro melhor de um piloto melhor e estragando o que poderia ser um ótimo quarto lugar no GP do Brasil de 2019.

Fez sua estreia na Formula 1 em 2019, começando por baixo, na porcaria da STR ao lado do russo Daniil Kvyat. O companheiro já vinha de um rebaixamento, então Albon correria sem pressão, até porque o único objetivo era ficar na frente das Williams e da Haas, algo que só não seria possível se fosse o Ukyo Katayama ali.

Na primeira metade do ano Albon foi um bom coadjuvante, conquistou os esperados resultados médios e fez muito bem em secar Gasly, que estava tão ruim que foi rebaixado após o GP da Hungria. Era a chance de Albon, promovido para a RBR.

Quando teve o carro da RBR nas mãos fez exatamente o que foi ordenado, ficar em sexto em todas as corridas restantes. Com o domínio da Mercedes e Ferrari e com o companheiro Verstappen que parece ter outro carro do tanto que anda na frente de Albon, ficar em sexto para Albon era como uma vitória para si. Foram 9 corridas na RBR e 8 sextas colocações asseguradas (as corridas em que ficou em quinto ou quarto foi porque os da frente bateram ou tiveram problemas). Na penúltima corrida do calendário quase conquistou o seu pódio no GP do Brasil (exatamente pelo motivo já mencionado, os concorrentes melhores tiveram problemas) mas graças a Lewis Hamilton, aparentemente transtornado por Albon ter preferido ser um tailandês fake do que um britânico, foi lá e bateu no cara, Albon girou há duas voltas do fim e foi para último. Nada de pódio para ele.

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Pilotos da Fórmula 1