Alfácia-Lorena

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Republouquet Demörskr'hasntik Ditetoriet de Alfacet-Lowhrenëhennshens
República Democrática Ditatorial de Alfácia e Lorena
Alfácia-Lorena
Bandeira
Brasão
Bandeira Brasão
Lema: "Lorenas comem alface, outras mulheres não"
Hino nacional: Blue (Da Ba Dee) de Eiffel 65, cantado em alfacialorenês.

Localização de Alfácia-Lorena

Capital Präbatetièrre
Cidade mais populosa Piérre - Föurhrherh, a cidade meio-francesa, meio-alemona
Língua Alfacialorenês
Religião oficial Catolicismo
Governo Democracia Ditatorial
 - Alface Piérre-françois
Heróis Nacionais Xuxa, Beckham, Zidane
Área  
 - Total n metros quadrados km² 
 - Água (%) 9
Analfabetismo 300% (ninguém sabe se fala francês ou alemão) 
População exatamente 444 mil, desde 2007 d.c. 
PIB per Capita 1000 Euros 
IDH 99998 
Moeda Euro
Fuso horário ?
Clima -999999 °C/ +50°C
Website governamental http://www.pudim.com.br


Alfácia-Lorena é o nome dado ao país que acabou de surgir entre a Alemanha e a França. Apesar da localização, é um país da América do Norte. Caracteriza-se pela sua grande produção de alfaces e pelo seu clima que oscila entre -999999°C no inverno e 50°C no verão. Havemos de convir que na Europa é difícil o verão durar mais de um mês.

História[editar]

No começo era uma região da França, depois passou para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para sua Vó, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha, depois para França, depois para Alemanha até que resoveram se livrar logo do território, dando a independência a ele.

Idioma[editar]

No meio desse toma lá dá cá, o que aconteceu é que o francês dos alemães e o alemão dos franceses se misturou e acabou formando o alfacialorenês, ou, pros nerds, alsácia-lorenês (por que alguns idiotas ainda chamam a Alfácia de Alsácia), uma mistura de alemão-francês com francês-alemão. Um exemplo de alfacialorenês:

  • Vöafsdnsshëns vet ehñ le-Mercadet Hojjañhaddal'shnukür? (você vai ao mercado hoje?)
  • SzxcadkjfbasdjäsdfkhjépofighseddbgdiimET (sim)

Lorenas[editar]

Mapa político bem claro da Alfácia-Lorena. Note que a França está ali, a Alemanha um pouco pra lá, a Bélgiga acolá e a Suíça um pouco mais pra baixo

Por algum motivo, todas as mulheres que nascem nesse território tem Lorena como primeiro nome, ou como segundo, terceiro ou como sobrenome, claro que Lorena é a forma aportuguesada. Seguem as duas versões do nome:

  • Alfacialorenês francês: Lorenet
  • Alfacialorenês alemão: Lowhrenëhennshens
  • Português: Lorena

Agricultura[editar]

Intrínseco ao nome do país (intrínseco? O que é isso?), 50% da área total do país é composta de plantações de alfaces. Lá o cultivo de agriões, couves-flores, milho e qualquer hortaliça é proibido por lei, sendo as únicas culturas permitidas: alface, maconha, alface, coca, alface e alface.

Pecuária[editar]

Não existe cultivo de animais na Alfácia-Lorena. Lá eles são criados mesmo. Entre eles: Porcas (todas com o nome de Lorena), Vacas (Lorenas) e Cabras (também lorenas). Os machos são importados da Alemanha, da França ou da Antuérpia.