Allan McNish

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William Wallace.jpg Thws artekille ys Scotch!

Este artigo é escocês! Ele usa Kilt, bebe whisky e Irn-Bru, arremessa troncos de árvores e martelos, toca gaita-de-foles, é fã do David Coulthard e é primo do Duncan MacLeod!

Se você traiu William Wallace, caia fora daqui!

Paisagem escócia.jpg
Allan McNish
Allan McNish.jpg
Fazendo aquela propaganda de óculos que todo piloto da Audi faz
Nascimento 29 de dezembro de 1969
Dumfries, Bandeira da Escócia Escócia
Nacionalidade Bandeira da Escócia Escócia
Ocupação Piloto
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Allan McNish.

Cquote1.png Correu na F1? Nem percebi... Cquote2.png
Você ao descobrir que Allan McNish já esteve na F1
Cquote1.png MORRE, CAPETA! Cquote2.png
Piloto amador que foi pago pela Peugeot para sabotar a corrida das Audis na Le Mans de 2011 sobre Allan McNish
Cquote1.png Faz bem a parte dele na conspitação Cquote2.png
Chefe da Audi sobre Allan McNish
Cquote1.png Nem lembrei dele lá... Cquote2.png
David Coulthard sobre Allan McNish na F1

ALLAN McNISH é mais um do Eixo dos 9 que tomou as 24 Horas de Le Mans para a Audi, colocando em vigor a “Fórmula Audi” na corrida.

Apesar de ninguém conseguir ter percebido, ele correu na Fórmula 1, mas, ninguém percebeu isso. Talvez porque ninguém conseguiria percebê-lo. Se ele fosse o escocês trdicional que usasse Kilt e tocasse gaita-de-foles, talvez prestassem atenção nele.

Nascido em Dumfries, em 29 de dezembro de 1969, o ano mundial da putaria segundo a ONU, o que faz com que ele tenha um conceito e um status diante dos rivais, além de ter várias facilidades e “acesso irrestrito” às Pit Babes antes das corridas e nas festinhas posteriores, é a Escócia tentando vender whisky em Le Mans, já que conseguia vender nos Esteites com Dario Franchitti, na Europa e Oriente Médio com Paul di Resta e na Austrália com Dario Marino Franchitti.

O fato de ele estar na Audi é justificado pelo fato de a Audi querer patrocínio das destilarias, para poder aditivar o combustível e deixar o carro mais invncível que já é. Ainda há negociações.

A Infância:[editar]

Ele não era um bon vivant como o Coulthard e não poderia intimidar o mundo com o prefixo “ítalo” como o Dario, então, teria que vencer na vida com as próprias pernas.

A família dele tinha o dinheiro o suficiente pára viver, já que eles agenciavam uma companhia de tocadores de gaitas-de-foles e ainda trabalhavam pirateando kilts para venda fora da Escócia, ou seja, dava para faturar uma certa quantidade de Libras com 5 dígitos com todos pertencentes aos números inteiros e com o 1º maior ou igual a 1.

Mesmo assim, preferiu jogar futebol, sonhando em um dia jogar no Nottingham Forest e continuar escrevendo a história do melhor time da época e entrou no time dente de leite do clube. Seu sonho era se tornar o principal jogador daquele time que ele acreditava que, lá pros anos 90 seria o time imbatível, o fodão do futebol mundial. Foi jogando, mas, como acharam que ele seria mais útil em Le Mans, ele optou por trocar de esporte. Rsultado: o Nottingham tá na merda atualmente.

Já bem dentro do orçamento dele, já que juntou uma grana jogando bola, trabalhando na FPPP (Filhos Patrocinados Pelos Pais) e ainda tirava um extra no comércio dos pais. Ali começava a carreira de Allan.

A Carreira:[editar]

Kart e Fórmulas de Base:[editar]

Vidão que os pilotos da Audi levam

Allan começou a correr no kartódromo dos pais de David Coulthard, onde lá conheceu Dario Franchitti, Marino Franchitti e o Paul Franchitti di Resta ainda como um esperma nos testículos do pai dele.

Como ele não conseguia muito destaque, além de não poder ter um equipamento melhor por não ser tão rico quanto a concorrência, então, estava fadado a pegar só o refugo nas corridas, mas, ainda sim, com muito talento e alguma peça extravida aqui, ali e acolá, ele conseguiu vencer alguma coisa .

Depois da debandada dos principais pilotos escoceses que tocvaram o terror nos ingleses no kart, ele finalmente conseguiu vencer algo, e chamar a atenção de uma equipe da Fórmula Vauxhall, assim, conseguindo um contrato.

Lá, ele correu, venceu o campeonato e começou a assombrar os ingleses, após anos onde os ingleses assombravam os escoceses.

Anos batendo em galinha morta a bordo de Vauxhall, e ele se encheu. Era a vez de ir para a Fórmula 3000. Correu, correu e ficou de saco cheio de esperar uma chance na F1, então, como Coulthard já estava lá e Franchitti já começava na CART ou Champ Car? Sempre me confundo... Também, é a categoria com o maior número de nomes da história... Então, ele teria que procurar outro lugar para vender whisky. Após peregrinar, ele resolveu correr na FIA GT.

FIA GT e Le Mans:[editar]

Lembrança nenhuma dessa épcoa. Bateu saudades da Mulsanne, não?

Allan conseguiu uma vaga para correr na FIA GT de Porsche, ou seja, vivia tomando vareio da Mercedes-Benz e da McLaren, ou seja, tinha que estar ali para pegar carro e correr em Le Mans. Finalmente estreou na corrida de 24 Horas, mas, como manda a praxe, arregou na Mulsanne, mesmo vandalizada, como todo o piloto iniciante na corrida, mesmo com um ex-ex-piloto, Karl Wendlinger e alguém que achava que jamais venceria a corrida, Stephane Ortelli.

Após o abandono, fez o que era esperado que ele faria: figuração para as Benz e os Porsches.

No ano seguinte, com um Porsche bem mais forte que o do ano anterior, ele achava que agora ia, mas, Mercedes e McLaren também ficaram mais fortes, ou seja, não valeu de porra nenhuma a melhora. Em Le Mans, Ortelli conversou com McNish e concluíram que o Wendlinger estava afundando o trio. Troca feita, Wendlinger na sarjeta e os 3 no topo do pódio na corrida de 1998. Ali descobriram porque eles não venceram em 1997.

No ano seguinte, já com o status de fodão por ter aguentado 24 Horas numa boa, troca a Porsche pela Toyota, sob a promessa de um cockpit na F1, quando os mãos-de-vaca resolvessem por a mão mais fundo no bolso. Enquanto isso não acontecia, teve que lidar com gente incompetente que o tirou da corrida.

F1:[editar]

O pessoal da Toyota resolveu entrar na F1 finalmente, querendo que a indústria japonesa fosse levada a sério na categoria, após anos e anos de pilotos locais fazendo vergonha. Mas, como nem eles confiavam no taco local, optaram pelo escocês em questão e pelo tupiniquim Cristiano da Matta.

Lá, correu e mostrou ao mundo que na F1 ele tinha um futuro excepcional nas 24 Horas de Le Mans, já que o carro não ajudava e ele ainda deu a zica de correr contra o Maior de Todos, então ele resolveu voltar a correr em Le Mans.

Em Le Mans De Novo:[editar]

O carro era tão bonito antes da tentativa de homicídio...
Quando a Peugeot pagou para que pilotos amadores tirassem os pilotos da Audi da corrida. Só que não concordou com tentativa de homicídio

De volta aonde ele se arrependeu de ter saído, já chegou acreditando no processo de Dominação Mundial da Audi, fazendo com que ele se juntasse ao clã que transformou as 24 Horas de Le Mans em “Fórmula Audi”, sempre com Frank Biela, que era o cara que não deixava os novatos na equipe fazerem merda. No 1º ano, um dos novatos fez merda, o trio ficou de fora da corrida, foi chutado e substituído por Emanuele Pirro, tentando viver do passado, ou seja, só faltava pegar um Auto Union para correr na edição de 2005. Eles optaram por correr com McNish porque eles já estavam velhos e podiam parar a qualquer tempo. As artrites estavam incomodando e as colunas, nem se fala. Naquela edição, eles conseguiram o que queriam: o pódio, já que é meio complicado derrotar Tom Kristensen, o que chegou mais perto sem ter que trapacear e/ou com um Audi mal montado morreu tentando.

No ano seguinte, McNish se junta ao trio mais temeroso de Le Mans na 2ª metade da década de 2000, quando se juntou a Kristensen, colocando o mundo com o cu na mão, e ainda com Rinaldo Capello, o elo mais fraco, mas, com o apelido “Dindo”, os rivais têm medo de ele ser um homem de famiglia e que os mandasse desaparecer após o derrotarem.

Como Kristensen já estava velho e em sua casa já não tinha tanto espaço para troféus, o trio não arranjou muita coisa, só venceu em 2008, no meio da história, ainda teve aquele fenômeno apocalíptico que foi a vitória da Peugeot e, em 2011, quando Kristensen jurou ao mundo que seria eneacampeão, McNish sofre com uma tentativa de homicídio na corrida. Hoje ele procura vingança.

2013 chegou e, junto com ele, um espírito de vingança contra a Toyota, por ter lhe dado um crachá de figurante na Fórmula 1. Se mostrando duro de matar após sobreviver ao atentado da edição de 2011, percebeu que era imortal. Se juntou ao mIgUXxUu Kristensen, que estava com sangue nos olhos por estar 5 anos na seca, e a Loïc Duval, alguém que a Audi achou fazendo manobras com um carrinho de rolimã nas avenidas francesas, foram a pista. McNish conseguiu conseguiu satisfazer seus desejos de vingança após mais uma vitória. Como a mídia baba demais o ovo do dinamarquês, foi mais a 9ª conquista dele que a sua 3ª conquista. Agora ele quer se vingar da mídia...

v d e h
Pilotos da Fórmula 1