Aluno de Filosofia

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Pensador trabalhando.jpg Aluno de Filosofia é um filósofo
Portanto também é um deficiente mental...

Este é mais um desocupado que não tinha porra nenhuma pra fazer além de contemplar a empolgante vida sexual dos caramujos-de-jardim. Se você é uma pessoa provida de um pouco de sanidade mental, vá procurar algo melhor para ler, como uma bula de remédio!

Vanudorgas.jpg Aluno de Filosofia dá um tapa na pantera!

E é aprovado pelo Tio Bob!

Clique aqui se você quiser dar um tapa também.

Típico professor de filosofia de uma universidade brasileira.

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Qualquer calouro empolgado sobre a filosofia
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Aluno de filosofia sobre si mesmo
Cquote1.png Filosofia é coisa de comunista, porra!!!! Cquote2.png
Aluno de Filosofia sobre Olavo de Carvalho
Cquote1.png A estupidez é um ser intrigante. Um dia ele matará todos nós... PORCARIA, NÃO SINTO MEUS RINS *morrendo de crise renal* Cquote2.png
Aluno de filosofia sobre juízo final

Seminarista.

O aluno de filosofia, por mais que afirmem o contrário, existe. Este ser nada homogêneo divide-se entre alguns espécimes tais como os desistentes, os pretensos literatos, tocadores de viola, hippies, os homossexuais, os "era-o-curso-com-menos-candidato/vaga", as bruxas, os engajados políticos,

Típico aluno de filosofia relaxando em sua casa: o mundo.

as professoras do interior, os velhos em crise existencial, os punks, Góticos, celebridades de nível municipal, seminaristas, jogadores de RPG maníacos sexuais e, às vezes, até mesmo a sua mãe, entre outros.

Por que se estuda filosofia?[editar]

Se fosse outro curso, esta questão seria desnecessária. Mas, sendo filosofia, a questão perpassa a mente de

Professor de filosofia falando sobre o fato da filosofia não precisar servir para nada.

99% das pessoas que sabem da existência de um curso de filosofia (o outro 1% deseja fazer filosofia). E a resposta, muito mais fácil do que se imagina, é simples: ninguém aprende filosofia.

Dependendo do espécime do aluno, ele pode sair com os seguintes conhecimentos: obter/manusear/usufruir de substâncias como: pinga, maconha, tiner, cola de sapateiro, gatinho e todas as outras substâncias possíveis. Enviadar de vez, tanto os machos quanto os alunos fêmeas. O aluno também poderá aprender algumas normas da ABNT e recitar pedaços de livro. Pode se graduar em ser dependente dos pais, rebelar-se e se tornar caixa de padaria. No mais, o curso básico fica só na vadiagem mesmo.


Os espécimes de aluno de filosofia[editar]

Diferente do que pensa o senso comum, o que não falta é diversidade dentro dos cursos de filosofia espalhados pelas Universidades (e também fora delas). Seria impossível descrever todos os espécimes, então nos ateremos aos universais.

Aluno de filosofia

Desistentes: é a grande maioria, normalmente desistem depois de uma aula em que o professor ficou o tempo inteiro discutindo o possível significado de um termo em alemão. Também costumam desistir ante a insistência em que os professores alardeiam que a “filosofia não serve para nada, vocês serão apenas bons leitores de um autor qualquer”.


Arrogantes. Acreditando que a capacidade de ficar a vida toda remoendo um capítulo obscuro de um filósofo delirante lhes dá o direito de se considerarem a raça superior do campus universitário. Desconhecem os pobrezinhos que o curso de filosofia, seus professores e alunos, são motivo de piada na Universidade que os considera os portugas da academia: Qual é a diferença entre o aluno burro de filosofia e o aluno inteligente? Na aula, quando o professor escreve na lousa, o aluno burro copia, e quando o professor apaga, ele apaga também. Já o aluno inteligente de filosofia não escreve nada porque sabe que vai ter que apagar depois.

Pretensos Literatos: grupo numeroso, é composto por aqueles “aborrecentes” que ao lerem dois ou três livros se consideram futuros poetas ou escritores. Acham que filosofia tem alguma coisa a haver com os seus delírios subjetivistas/relativistas e acreditam que estudando Kant e Heidegger irão se tornar os Dostoiévskis brasileiros, ou, o que é mais comum, vão escrever resenhas de filme para sites na internet e resumos de autores para os vagabundos dos alunos do nível médio copiarem e colarem trabalhos.

Tocadores de viola: É outra desgraça que infesta o curso. Pelo amor de deus, o cara acha que tocando duas ou três notas em um violão é músico, e, pior, acha isto o capacita a estudar filosofia. Por favor, a besta nunca leu um livro de história, sociologia ou economia e acha, assim como os "Pretensos Literatos", que filosofia vai ajudá-los a serem grandes artistas. São estas bestas/artistas que fodem com o curso.

Seminaristas: A grande maioria das faculdades de filosofia são administradas por entidades religiosas católicas e seus alunos, quase todos, são seminaristas e futuros padrecos. Homossexuais enrustidos, entraram na Igreja Católica para poderem queimar a rosca longe da família e, de quebra, dar uma “atracada” nos coroinhas. Desta forma, além de estudar os Padres da Igreja e seus delírios retrógrados, os seminaristas aprendem várias profissões, tais como padeiro (queimando a rosca e dando a ré no quibe), técnicas agrícolas (agasalhando a mandioca, trepando na bananeira e dando como chuchu na cerca) e, mais importante, aprendem o valor da caridade, pois é dando que se recebe. A vozinha fina e o jeitinho assexuado que todo padre tem é conseguido com muito treino, na disciplina de felação e sodomia. Filosofia que é bom, não aprendem nada.

Hippies: Até hoje a ciência não sabe explicar o porque da alta incidência de hippies nas salas de filosofia. Alguns podem ser encontrados também no curso de história, talvez no de psicologia. Não há relatos de hippies verdadeiros

Aluno hippie de filosofia procura o argumento dentro da caixinha: "Pô, bicho, loco demais, cara. Aquela parada de filosofia é tipo assim... Pô, bicho, vou pegar um fininho aqui pra nois que cê vai ver. Loco demais, pô!"

em algum curso de letras. São os que mais levam o curso a sério; ao mesmo tempo em que são os que menos leem os textos, menos fazem os trabalhos e menos vão às aulas.

Talvez justamente por isso gostem tanto de filosofia.

Homossexuais: Em busca do conforto que só a lógica aristotélica, o existencialismo ou a distância da casa dos pais pode dar, os homossexuais caem de boca e tudo no curso de filosofia, e são alunos expressivos. São uma categoria a parte, indo de seminaristas a artistas de teatro. Os muito feios podem achar consolo na filosofia em si, o que os torna alunos quase exemplares; já as mulheres não precisam deste consolo, mesmo as muito feias arranjam uma coisa qualquer, seja ela homem ou mulher, num salão de sinuca.

Quase sempre são artistas também (exceto no caso dos seminaristas), o que torna o contato com a filosofia contemporânea "u ôh!". Depois de decorarem as frases "a existência precede a essência", "o inferno são os outros" e "não se é mulher, torná-se mulher", correm para colocar uma foto de Sartre no profile do orkut.

É que era o curso com menos candidato/vaga, porra...: Este é o aluno de filosofia que funciona sob pressão: pressão dos pais, da namorada, do patrão, seja lá de quem for. Ele tem que fazer um curso, qualquer curso, olha lá no livreto do vestibular e, entre filosofia e pedagogia, escolhe logo filosofia. Talvez por um resquício de lembrança do glamour que a filosofia teve em tempos aureos, talvez por pensar que pedagogia é coisa de bicha ou de velha. Ou talvez por nada mesmo. Estes alunos são conhecidos por fingir interesse em tudo e não se interessar em nada.

Bruxos e bruxas: Acredite, há bruxos e bruxas no curso de filosofia. Saindo de diversas estirpes, o bruxo e bruxa não encontram nada que preste no curso de filosofia. Mas, antes de descobrirem que não encontram nada no curso,

Como aluno de filosofia, Paulo Coelho aprendeu a voar, mexer com nuvens, fazer ventar e, indiretamente, vender livros sem dominar a norma culta do português. "Sabe... Acho que a magia só não funciona mesmo pra calvice", ele explica.

enchem o saco de todos os outros alunos de filosofia com seus papos mágicos. Há três tipos de bruxos, às vezes até misturados numa só pessoa: o gótico, o hippie e o esotérico. São muito inconvenientes, transformam chumbo em ouro em plena a aula e até fazem chover em dias de festividade na faculdade. Os bruxos esotéricos, já para o final do curso, desambientados com as teorias mal ensinadas (ensinadas?) de física quântica, gostam de fazer fissão nuclear com a energia da mente em plena sala de aula. Há quem use esse poder para conseguir mulher; inutilmente.


Engajados políticos: Os mais radicais encontram-se em cursos como história e sociologia, mas alguns (talvez aliados com os "é o curso com menos candidato/vaga") preferem se tornar alunos de filosofia. Minoria da minoria no curso, entram pensando que iriam encontrar outros “politizados”, mas ao se depararem com professores e colegas aparvalhados, se tornam uns chatos e ficam resmungando pelos corredores: “bando de alienados”, “freaks”, “pequena-burguesia reacionária”. Na verdade os “engajados políticos” ficam putos mesmos pelo fato de não comerem ninguém. Extremamente engajados, adoram denunciar em sala de aula as mazelas da televisão, das novelas e até mesmo do futebol. Tal como pessoas criadas por vó, só torcem para a seleção brasileira e desejam que o mundo inteiro seja feliz, justo e livre; tal como é a casa de sua vozinha.Engaajadíssimo, este aluno de filosofia cita constantemente Boça: "Puta mundo injusto, meo!"]] para as suas namoradas - a mão esquerda e a mão direita. Depois de formados vão envelhecer na casa dos pais, proibindo a vó de assistir novela e denunciando os males do mundo através de blogs da internet.

Alguns iluminados descobrem seu verdadeiro sonho: serem jornalistas. São os melhores, já que vão encher o saco em outras paragens.

Professoras do interior: De uns anos pra cá, o MEC exigiu de todos os professores de seu ensino básico algum curso superior. Enfim, Magistério não contava mais. Professoras de todos os cantos muniram-se do "curso com menos candidato/vaga" e tornaram-se alunos de filosofia.

Não há explicações científicas válidas para o fato de todas as professoras do interior serem mulheres. Talvez por serem professoras, e não professores, elas sejam mulher. O fato é que não há homens nessa categoria.

Velhos em crise existencial: Religião hoje saiu de moda. Você já é avô, seu corpo já não presta pra nada, sua mulher já encheu o saco? Seja aluno de filosofia e excremente a sua vida.

Ficam ali lendo, escrevendo, quietos... Lendo, escrevendo, quietos... Tantos os exemplares machos quanto os fêmeas.

Punks: São raros, mas nem tanto. Os que chegam a se tornar aluno de filosofia e continuam punks é porque são chegados mesmo no negócio. Mas, diferente dos engajados políticos, os punks normalmente participam das aulas, estudam e trabalham. Denunciam as mesmas bobagens, mas não se filiam a partido nenhumm, preferindo cantar músicas punks (longe da universidade) enquanto bebem vinho barato.

Celebridades de nivel municipal: Conhecidos por escreverem livros que ninguém lê, pintarem telas que ninguém compra ou montarem peças que ninguém vê (isso quando não são atores de nivel municipal), também podem ser escritores de artigos para jornal de bairro. Invariavelmente são bichas (claro, há excessões). Estes encontram-se, como alunos de filosofia, em seu habitat natural. Estudam, discutem, escrevem; são os mais esforçados dos alunos de filosofia, sem obter qualquer sucesso.

Nas salas de aula são conhecidos pelos outros alunos de filosofia como simplesmente ridículos. Alguns por inveja, outros por falta de paciência mesmo.

Condição básica para ser aluna de Filosofia é a baixo auto-estima.

Jogadores de RPG: Há os que já vem de dado na mão. Junte-os com os bruxos e os seminaristas e você terá um AD&D quase instantâneo. Eles tentam buscar embasamento filosófico para as magias de seus magos. Dizem que já até criaram um MOD (seja lá o que isso for) baseado no Crítica da Razão Pura, do Kant.

Maníacos Sexuais: Estes fazem filosofia por um único motivo: mulheres. Não se sabe porque, mas eles imaginam que no curso de filosofia haverá muitas alunas disponíveis. Depois de sucessivos fracassos, já que o sujeito é um nerd de carteirinha e só sabe amolar ou, quando muito, tentar agarrar a mulher a força, o maniaco descamba para a bruxaria, mais especificamente a Física Quântica, tentando com isso fazer nascer uma mulher através da fissão nuclear. Sem o domínio da técnica, afinal, não são bruxos, os maníacos sexuais são perigosos. Já na década de 40, duas cidades japonesas sofreram as consequências dessa prática arriscada.

Aluno do Mestrado: São necessários alguns pré-requisitos para ser aluno do mestrado em filosofia:

- tomar remédio tarja preta;

- ter problemas de dicção (ser gago) e

- ter saco para ficar a vida inteira remoendo o mesmo texto filosófico.

Se for mulher e boa (algo raro na filosofia), para fazer mestrado deve dar para o professor. O problema é achar algum professor não seja viado, assexuado ou aparvalhado.

Aluno do Doutorado: Se o aluno sobreviveu ao mestrado, certamente continuará seus estudos no doutorado. Passará 5 anos com uma bolsa da Capes e escreverá uma interessante tese (sobre algo que certamente JAMAIS terá a mínima aplicação prática). Tanto para o Mestrado quanto para o Doutorado, as linhas de pesquisa se resumem a três tipos básicos: masturbação mental, erudição vazia e diletantismo acadêmico. Terminado o doutorado, o aluno será especialista em um parágrafo ou capítulo de uma obra, mesmo nem sabendo o nome do presidente da república, e irá se considerar o máximo, exigindo que a mãe, o pai, a vovó e o porteiro do prédio que o chamem de "dotô". Logo após a pós graduação, o aluno de filosofia irá descobrir que seu diploma não serve nem com papel higiênico e prestará concurso público para cargo de assistente administrativo, passando o resto da vida como barnabé em uma repartição pública. Ou, pior, fará concurso para ser professorzinho de escola pública de nível médio, repetindo em sala de aula aquilo que mais escutou dos mestres durante a graduação: esta parede existe ou não???????


Conceituado pesquisador e orientador de tcc's em filosofia. Em seu trabalho mais recente, traduzido para 15 idiomas, estudou a metafísica das relações dialéticas entre a população filosoficamente ativa das ilhas Malvinas, sobre a perspectiva de Hobbes.

Vantagens de ser aluno de filosofia[editar]

Depois de formado, o aluno de filosofia pode ter:

Aquilo que todo bacharel em filosofia é: um inútil.
  • Cela especial na cadeia, pois o curso de filosofia é considerado um curso superior.
  • Pode fazer concurso de nível superior (para aqueles que não especificam que curso superior é).
  • Dar aula sobre absolutamente nada em escolas ou universidades (Heidegger aprovaria).
  • Usando da dialética materialista, da fenomenologia e do existêncialismo, ele pode ser pansexual assumido, dando palestras para públicos de até 15 pessoas.

Os ídolos do aluno de filosofia[editar]

Hipátia[editar]

Foi uma filósofa sapatão do século 3 depois do Jezuiz. Por ser sapatão (nunca quis se casar com pessoas que pudessem lhe dar estocadas) e por fazer experimentos que comprovavam que se a Terra se move a gente não tem que cair no chão feito sacos de esterco, Ai Pa Tia foi considerada bruxa pela ontológica-teológica-bostológica da ciência reinantes nos rincões do Aegyptus, na cidade de Alexandria (a qual Alexandre, o Grande, nomeou assim porque ele mesmo queria ser "Alexandra"). Os padres e os bons homis do sinhô tacaram-lhe pau (e pedra) hasta la muerte.

São Tomás de Aquino[editar]

Teve o grande mérito de cagar com a filosofia do Aristóteles. Acreditou que brincando com silogismos ele poderia provar até a existência de Deus. Um dos seus silogismos mais famosos foi:

- todo padre é pedófilo;

- eu sou padre;

- portanto, sou pedófilo.

Martin Heidegger[editar]

Repare na influência nazista de Heidegger em seu bigode. De sua obra, Ser é Termos: "O ser-do-ente é culpa do SUS, o SUS enquanto coisidade da coisa, como tal, é uma bosta."

A filosofia de Heidegger é de caráter nitidamente fascista. O incrível é que os estúpidos da filosofia são tão alienados que muitos nem percebem que o cara era nazi. Idolatrado, entre outras coisas, por escrever livros que ninguém entende, mas importantes para os alienados subjetivistas/relativistas. Também satisfez o desejo secreto dos "fiz-filosofia-por-ter-menos-caditado/vaga" ao bancar o médico, tratando do Ser-do-ente. É também muito lembrado por usar seu conceito de "coisidade da coisa", sem nem ao menos estar bêbado. Por ser a maior besta filosófica que já existiu, é o preferido dos "Pretensos Literatos" e dos "Tocadores de Viola", já que dá vazão a todos os delírios destes retardados mentais.

Hannah Arendt[editar]

Coerente em tudo, mesmo sendo de origem judia, namorou o seu mentor intelectual, o notório nazista Heidegger. Intelectual independente, foi financiada pelo Departamento de Estado americano. Profunda, escreveu sobre diversos assuntos após longas pesquisas de quinze minutos na WEB. Crítica, foi propagandista do “American Way of de Life” e em plena guerra fria se alinhou ao imperialismo americano. Isto tudo explica a grande popularidade dela no curso de filosofia.

Arendt.Filósofa (sic) da moda, escrevia como jornalista.

Nietzsche Jagger[editar]

Este é outro grande fazedor de frases (o instituto de pesquisa Datafoda-se revelou que em 2006 citações de Nietzsche no Microsoft Orkut só perderam em quantidade para as de Fernando Pessoa, Simple Plan e Antônio Roberto). São dele:

Nietzsche Jagger sem bigode e em sua última fase, conhecida como Rolling Stones. Sem dúvida, Além do Bem e do Mal.

"Globo e você, tudo a ver."

"Viva a morte do meu pau." (Parafraseando Gil Brother.)

"Deus está morto". (em outras palavras, queria dizer que a Razão está morta. Com certeza se referia a ele mesmo, pois terminou a vida completamente louco).

"Calestenia, a gente vê por aqui".

Sem contar sua contribuição à história do pensamento, foi também o fundador da banda Rolling Stones, com o nome artistico de Nietzsche Jagger. O que reforçou ainda mais seu apelo junto à classe hiponga.

Foucault[editar]

Muitos alunos, desiludidos com a masturbação mental da filosofia acadêmica, partem para masturbação anal e elegem Foucault como guia intelectual. A subjetividade como parâmetro filosófico deu aos foucaultianos as bases teóricas para desbundarem sem culpas ou arrependimentos. Acreditando que a vontade de dar o rabo tem importância teórica, os foucaultianos foram metendo o nariz em todo lugar, procurando explicar a escola, o hospital, a família etc etc pela ótica da viadagem. Não explicaram nada, mas são muito requisitados pelas escolas de samba como desenvolvedores de adereços, fantasias e enredos.


Foucault. A micro-importância do micropoder sintetiza a estatura do pensamento foucaultiano.

Hegel[editar]

"Vai tomar no Hegel!", assim se inaugurou a nova etapa da filosofia, começada por Schopenhauer. Junto com Descartes, Hegel é o protagonista da filosofia e um dos patronos dos trampos de hippie, como veremos.

Os hippies devem muito ao Hegel, visto que foi ele o primeiro a instituir o trampo como ofício e, mais que isso, ofício sagrado, ao escrever o livro, em pleno século XIX: "Fenômeno: lojinha do espírito". Depois disso todo o mundo foi obrigado a reconhecer os brincos de hippie como patrimônio inútil universal do reino de Deus. O que deu espaço para as feiras hippies e as lojas de indianos.

Hegel. Feurbach, participante ativo da esquerda Hegeliana, recomendava os filósofos a tomar no Hegel com muito cuidado.


Suas principais contribuições à história do pensamento foram:

"Vai tomar no Hegel!".

"Enfia no Hegel que é bom".


Karl Marx[editar]

Só por ser pai biológico do Che Guevara, da Coca Cola, do Fidel Castro e ter participado ativamente do terceiro disco do The Clash, já merece toda a admiração do aluno de filosofia. Isso sem contar o seu trabalho extra como papai noel.

Karl Marx na saída da 1ª Internacional. Não dando ouvidos às recomendações de Bakunin, Marx entornou uma garrafa inteira de dialética hegeliana.

Atualmente, por Marx ter considerado que existe um mundo real exterior ao sujeito, passível de entendimento e transformação pela práxis, não é tido como filósofo, mas economista.

Immanuel Kant[editar]

A contribuição dele é nenhuma. Nunca teve mulher, era só um filósofo louco que passeava todos os dias às três da tarde. Juntou toda estupidez cética do Hume com os delírios religiosos do Descartes e, mesmo sendo um carola cristão, tem retardado que ainda o considera Iluminista. Por se um péssimo escritor e um especialista em construir textos que tem por base apenas sua própria imaginação (tirava tudo do chapéu), é a maior fonte de teses de doutorado. Por exemplo, em brilhante tese, recentemente uma aluna da UFPR demonstrou que na 1ª versão da "Crítica da Razão Pura" foram utilizadas 12.823 vírgulas, enquanto na 2ª versão foram 13.244 vírgulas.

Kantiano estudando Kant.

Claro, existem os alunos de filosofia que não se prezam, pois unindo-se à CNPQ, ao governo Lula,

Kant apresentando os princípios da razão pura e do imperativo categórico ao coconut. "Robotinick que se cuide".

à sega e ao Silvio Santos, lançaram no mercado o jogo "Kant, the hedhogue (sic) 2", para o console Mega Drive 3: Show do Milhão. Este jogo, inédito para emulação, alcançou a vendagem de 12 unidades, sendo, portanto, a obra sobre Kant mais vendida na América Latina.

Jean-Paul Sartre[editar]

Deu a constituição ontolôgica para a viadagem, junto com sua mulher(?) Simone de Beauvoir. Além de, segundo a tradição literária de seu tempo (escrita por sua própria mulher), ser brocha. "A existência precede a essência", diz Sartre, e com isso queria dizer que não se precisa ter pau pra ser homem.

Provando que a filosofia se faz com a vida, foi um sujeito bastante engajado. Seguindo a risca os preceitos de seu existêncialismo ateu, tratou logo de aprender a tocar guitarra, fazendo discos e shows por todo o mundo, com a alcunha de Joe Sartriane, o virtuose da guitarra.

Simone de Beauvoir[editar]

Mulher(?) de Jean-Paul Sartre, roubas as ideias do marido, complementando-as para o seu lado. "Ninguém nasce mulher ou nasce homem: torna-se mulher ou torna-se homem"; em outras palavras, usando da hermenêutica, "não se precisa ter pinto para ser o homem da relação.

O ex aluno de filosofia[editar]

Estamos aqui falando do futuro do aluno de filosofia. Vamos explorar algumas de suas possibilidades:

  • Abandonar a faculdade, tornando-se assim um ex aluno de filosofia.
  • Escrever textos escolares no site Infoescola para os alunos do nível médio copiarem e colarem os trabalhos.


  • Começar a sair com a mulher do coordenador (daí vai ter que sair da faculdade mesmo, logo se torna ex-aluno).
  • Se mudar e voltar para a casa dos pais
  • Virar professor e ensinar absolutamente nada, seja em escolas de ensino fundamental e médio, seja em universidades.
  • Perder a vergonha na cara e se tornar filósofo clínico.
Para os alunos de filosofia, estamos todos vivendo em um mundo virtual MATRIX, desta forma, a realidade não existe e não vale a pena saber nada...vivem, assim, na completa alienação.
  • Largar tudo e se cair no banditismo.


  • Casar com mulher rica, mais velha, engordar, escrever livros que ninguém vai ler, ser sustentado por essa mulher e morrer. Depois de morto algum aluno de filosofia (protótipo do que você era) descobre seu livro e gosta. Um dia ele se torna professor respeitado e, de quebra, leva seu livro junto.

Mas ai você já tá morto e se fudeu de qualquer jeito.

Acima de tudo temos que dizer que o ex-aluno é um agarra sacos em potencial aristotélico para tentar arrumar uma boca na ex-faculdade que fez.

Aí é que dá uma preguiça muito grande!



Doenças Relacionadas[editar]

Bronquite[editar]

O encadeamento da doença em um aluno de filosofia está relacionado com o excesso de porra acumulada, já que essa espécie de indivíduos não costuma expeli-la, seja por ato sexual, seja por masturbação – devido ao costume de se masturbar mentalmente. O líquido acumulado sofre refluxo e acaba por se depositar no pulmão do estudante, causando infecção nos brônquios do mesmo.