Amaturá

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Amaturá é só mais um município aleatório qualquer dos cafundós do Amazonas.

História[editar]

Vista da aldeia cidade.

A cidade foi fundada no início do século XX por padres pedófilos e sado-masoquistas fugidos da Itália e excomungados pelo então Papa João Paulo I (que Deus o tenha..).

Tornou-se nacionalmente conhecida em 1985 após a intervenção da Polícia Federal contra um esquema de contrabando internacional de praticamente tudo o que pode ser ilegal (drogas, madeira, prostitutas peruanas e animais silvestres) onde toras de madeiras eram recheadas com "talco colombiano" e enviadas para zoológicos na Europa por moças, gerando um lucro exorbitante para a cidade. Era como um novo período de ouro da borracha (pena que a casa caiu).

O nome "Amaturá" significa "aqueles que amam uma tora", especificamente de uma espécie de sacola de fibra vegetal onde os indígenas canibais estripadores levavam o seu produto principal, a "erva sagrada", atualmente conhecida na região como "Talco colombiano" ou "Folha mágica de todos os Santos".

Atualmente as coisas só pioram a cada dia mais. Não há empregos (exceto para os moto-taxistas pois ainda sobram 500 vagas para esta profissão em, Amaturá), não há educação de qualidade (os alunos não querem porra nenhuma com vida e os professores mal sabem escrever em língua portuguesa), não há atrativos turísticos (exceto o Hotel dos Bodes). Todo esse esplendor da cidade ficou eternizada em uma poesia recitada em praça publica no dia 7 de setembro por um aluno prodígio da cidade no qual em sabias palavras pichou escreveu (com todos erros de português corrigidos, para melhor compreensão): "Amaturá, terra que não produz, de dia falta água e de noite falta luz, na padaria não tem pão, no açougue não tem carne, na escola não tem livro, o professor faltou porque não recebeu, e o dinheiro? O prefeito comeu? Pronto era só o que faltava, agora fodeu! Não há empregos não sei o que fazer agora. Só me resta o vender talco, e o meu futuro como vai ser? Desse jeito só me resta roubar, pois pelo visto na penitenciária vão pelo menos me alimentar de graça"

Economia[editar]

Atualmente, o principal produto de exportação vem do narcotráfico internacional (farinha branca da Colômbia e vegetais alucinógenos peruanos).

A maioria da população vive com menos de 1 dólar por dia (abaixo da linha da miséria segundo a ONU) enquanto o prefeito é acusado pelo tribunal de contas do estado de um desvio que pode chegar 30 milhões de reais (tem razão dos bodes estarem no bem e bom, como todos dessa cidade queriam ser um bode para pelo menos não estarem o dia inteiro no sol fudido fazendo moto-táxi!).

Lendas urbanas econômicas nutrem o imaginário popular dos habitantes dessa cidade. Entre as inúmeras lendas urbanas que assombram a cidade destacam-se as lendas do enriquecimento súbito, onde um humilde, sujo e fedido trabalhador rural teria enriquecido do dia pra noite apenas vendendo pão, outro exemplo seria de um ex-pedreiro que alcançou uma fortuna incalculável apenas sentando em tijolos (mentiras ou verdades?).

Geografia[editar]

Morador caminhando nas ruas de Amaturá.

Localizada nas entranhas mais longínquas, esquecidas e assombrosas do rio Solimões, na fronteira com a Colômbia e o Peru, na região do alto Solimões, Amazonas. Puta que pariu longe pra caralho!

Política[editar]

Governada por praticamente toda sua historia por um prefeito (ditador!) burro, cruel, corrupto, sem consciência e inescrupuloso.

Entre os outros míseros sanguessugas que foram prefeito destacam-se aqueles que faziam a festa com o dinheiro público gastando toda a verba do município com garotas de menor em orgias homossexuais, chegando até a confiscar o décimo terceiro e o último salário de todos os funcionários (que ficaram na merda) para eleger seu sucessor fraudando uma eleição vencida nas urnas pelo adversário.

População[editar]

Cerca de 10.000 habitantes sendo que mas ou menos 9.500 são moto-taxistas, e os demais só se interessam em falar mal da vida alheia, além dos índios Ticunas preguiçosos e safados que são sustentados pelo governo.

Cultura[editar]

As principais representações culturais da cidade nada mais são de que meras copias importadas de outros lugares, como é o caso da Dança do Mascarado, uma apresentação folclórica meramente importada da cidade de São Paulo de Olivença. Por último a Dança do Café, encenada nos meses de julho por todos homossexuais da cidade.

Turismo[editar]

A cidade desfruta de belezas naturais deslumbrantes, como o lixão a céu aberto na beira da principal estrada, e para receber os visitantes, o luxuoso e magnífico Hotel dos Bodes, construído pelo prefeito com verba pública desviada de um conjunto habitacional (que não foi construído pois o dinheiro foi investido nos bodes) onde o mesmo fez um hotel de dois andares, com iluminação e refrigeração para os seus bodes descansarem enquanto a população só se fode!