Americano (bebida)

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Nota: Não confundir com Americano, ou um americano vai te comer
Mafiapre.jpg PORCA PUTTANA!!

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Eis o gringo.

Cquote1.png *TRIGGERED* Cquote2.png
Um terço do mundo quando alguém pede um Americano.
Cquote1.png Essa caralha tá fraca, mete mais álcool! Cquote2.png
Conde de Negroni sobre Americano.
Cquote1.png Vai se foder, James Bond! Cquote2.png
Americano sobre opinião de James Bond em relação a ele.
Cquote1.png Vem me foder, James Bond... Cquote2.png
Pensamento de qualquer bondgirl quando o James Bond bebe um Americano.

O Americano é um coquetel europeu feito com ingredientes originários da África e da Ásia que eu não faço ideia se faz sucesso na Oceania ou não.

História[editar]

Eu avisei que se você confundisse, seria comido por um americano, sorte a sua que ele ainda está na entrada...

Há muito tempo, antes da minha avó nascer, pois a sua já tinha nascido havia um tempão e já tava dando por aí, haviam duas famiglias que moravam em cidades importantes do norte da Itália, aquele país da Europa que, segundo a Vitória, fala holandês: os Camparis, que residiam em Milão, e os Martinis, de Turim.

A famiglia Campari conseguir o feito de sobreviver à Inquisição Espanhola e não conheceu os eunucos de vermelho do Monty Python, logo, suas bruxas continuaram com seus feitiços macabros e conseguiram juntar mais de 8000 ervas, raízes, cascas de árvores, de frutas e quaisquer pedaços de asno de cadáveres de plantas para criar um elixir da morte que só afetasse seres inferiores que acreditavam no Catolicismo. Um licor tão amargo que a boca de quem bebesse fecharia mais que cu de político depois de vazamento de conversa do whatsapp. Nem preciso dizer que esse licor é nosso querido e amargo amado Campari, só que o Campari das antigas tinha um amargor 6 vezes maior.

A famiglia Martini, por outro lado, lidava com algo bem mais doce (ou seco) e bem menos maligno (ou feminista): vinhos... melhor dizendo, vermutes. Usando 69, 171, 666 ou até 1337 pedaços lindos e cheirosos iguais aos dos Camparis pra fazer seus vinhos causarem efeitos alucinógenos, já que a vida era uma merda e eles não conheciam LSD, os Martinis criaram bebidas tão doces quanto a simples camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha e tão secas quanto ameixas depois de ressecadas para virarem ameixas secas. Ao mesmo tempo, outras trocentas famiglias também criavam seus vinhos lisérgicos, como a Cinzano.

Um Americano abrindo o show da Glória Groove na Parada Gay. Ao fundo, seus pais assistem de camarote, orgulhosos e aliviados de não ser o show do Pabllo Vittar.

Em algum momento, essas duas bebidas, o elixir da morte dos Camparis e o vermute alucinógeno, neste caso aquele que era tão doce quanto aquela camponesa de nome gigante, deram match no tinder se encontraram e tiveram uma história de amor melhor que fanfic de Crepúsculo. Um belo dia, durante o encontro de número ah, sei lá!, o Campari deu uma casca de limão de presente ao vermute doce, igual quando sua namorada vem com um papo de que "viu uma parada num blog e achou que seria legal tentar" e mostra um cintaralho, então algum empata-foda resolveu jogar água com gás em cima dos dois só de sacanagem. SmileySmall.png

A combinação da proposta indecente com o momento "sorria, você está na Record" criou uma birita que ficou conhecida como Milano-Torino. Como a ordem dos fatores não altera o produto, uns gatos pingados começaram a chamar de Torino-Milano, que rapidamente acabou se transformando em Americano, graças ao analfabetismo dos estadunidenses que iam pra lá fazer dieta emagrecedora, comendo pizzas, lasanhas e minestrones.

O motivo do Campari parecer ser a mulher da relação não é por acaso: volta e meia um Americano é feito com um vermute diferente, ou seja, o "pai" muda toda hora, mas a mãe sempre é a mesma, é a que cuida, é a morena, é o forró ou seja, é o Campari. Posteriormente, o Campari acabou tendo um filho mais novo chamado Negroni, que era mais forte, menos explosivo e totalmente dedicado a delícia, mas isso é história pra outro artigo...

Aparência[editar]

Você acabou de ver, seu asno! Imagina aquele peixe amarelo retardado do Procurando Nemo e um observador com Síndrome de Down usando o Elvis tendo que responder se abre ou fecha pra uma farofa de suco entrar no aeroporto. Se você imaginou "bolhas" e "vermelho", você entendeu a referência e é digno.

Modo de preparo[editar]

Partes iguais de vermute doce e Campari misturados com água com gás até encher o saco copo. A quantidade ideal é 30 mL de cada, exceto a água, mas como o copo não tem restrição de tamanho, as partes iguais de bebida alcoólica podem ser bem grandes. O super espião e super comedor James Bond acha que a combinação é uma fracassada e exige que seu Americano seja feito com uma água cara pra caralho chamada Perrier.

Tutorial pra não confundir o Americano com o Negroni[editar]

Ver também[editar]