Andaluzita

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Andaluzita é uma pedra semi-preciosa, mais para menos que para mais, mas não deixa de ser cara, ou seja, não é coisa pra você, pobre.

Características[editar]

Andaluzita encontrada em algum buraco de algum país subdesenvolvido que será removida pela força-tarefa de uns 50 semi-escravos.

Uma andaluzita genuína é encontrada na natureza selvagem através da mistura de alumínio e silício sob a fórmula Al2SiO5 ou então encontrada em camelôs que vendem cascalho com ferrugem chamando aquilo de andaluzita, mas pelo menos será baratinho, apenas não as lave em água quente.

A rocha é criada através do metamorfismo do alumínio sob altas temperaturas e pressão que transformam os quadrantes cristalizados em cruz em diversos cristais arredondados de silício. O que isso vai te acrescentar na sua vida miserável? Nada!

O seu peso específico varia entre 3,13 e 3,17 não sendo uma das pedras mais gordas, mas também não tão magra, é tipo a Megan Fox, é no ponto! O seu índice de refração (não me pergunte o que é isso) varia entre 1,641 e 1,648. Sua geminação é lamelar (que vem da lama). E a sua dureza é entre 6,5 e 7,5 na Escala de Motumbo.

A sua coloração pode variar entre cor de cocô e cor de burro quando foge para o meio da colheita avermelhada. Sendo uma das pedras sem-preciosas menos belas a disposição.

História[editar]

A rocha foi descoberta pela primeira vez na Espanha em 1754, nas redondezas de Guadalajara, mas os bandidos de Andaluzia roubaram a ideia e o nome da pedra, o que não faz muita diferença, ela nem é conhecida e nem vale tanto assim.

Até hoje não se descobriu uma utilidade para esse treco. Mas existe gente de mau gosto que usam essas pedras como enfeites, vai entender?