Andrea de Cesaris

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Google sobre Andrea de Cesaris

Andrea de Cesaris, a Chicane Ambulante, foi um piloto (piloto?) italiano de Fórmula 1.

Início da carreira[editar]

Começou na categoria em 1900 e guaraná com rolha. Conhecido por ser um piloto muito rápido, porém, um batedor emérito (era uma espécie de Nakajima italiano), teve a incrível sorte de nunca sair ferido de seus acidentes.

Devia ter um anjo da guarda muito, mas muito forte mesmo; sim, porque bater do jeito que ele batia e conseguir sair do carro absolutamente ileso, principalmente em uma época onde os carros se desintegravam com facilidade e eram mais frágeis que uma lata de sardinha. Não há dúvidas, ele tinha um santo muito forte para proteger sua vida.

Porém, ele não tinha o mesmo êxito em pontos: marcou apenas 59 pontos em 15 temporadas (Média de menos de 4 pontos por temporada). Também, vocês queriam o quê??? O cara batia mais do que o Mike Tyson nos seus oponentes e do que os trombadinhas fazem com as carteiras dos transeuntes pelas ruas das cidades.

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O famoso piloto Luciano Huck Andrea de Cesaris

Caracteristicas como piloto[editar]

Tinha fama de ser atrapalhado nas pistas. Certamente era o próprio Jerry Lewis sobre quatro rodas. Destruiu 22 chassis da McLata durante sua segunda temporada completa na Fórmula 1, (é isso mesmo que vocês ouviram, na sua segunda temporada na F-1, não foi no decorrer de sua carreira, não)causando completo e absoluto descontentamento e emputamento ao seu então chefe, Ron Dennis. Em 1993, um piloto da Fórmula Indy de nome Michael Andretti resolveu se unir à McLata com o objetivo de prosseguir com o trabalho deixado por De Cesaris. E conseguiu, já que nas três primeiras corridas não passou da primeira volta.

Carreira[editar]

Um piloto assumidamente errante, De Cesaris pilotou para várias equipes, tais como: Braba, Darda e Sal Beer. Sal é a abreviação de Sociedade dos Automobilistas Loucos. O Beer era o patrocinador da equipe (detalhe: quando correu por esta equipe, procurava beber todo o estoque de cerveja da equipe para poder estar bem calibrado, e poder acertar os seus alvos com maior frequência e precisão.

Durante testes da equipe no circuito de SeiLáAonde, lá onde o vento faz a curva, De Cesaris escolheu o alvo. Seria o paiol do exército do distrito de VentoQueVentaCáVentaLá.

Mas, para que pudesse obter êxito, teria que ganhar imensa distância assim que entrasse na reta - era uma reta de mais ou menos - 4.500 metros.(sic!!!) E lá foi ele, a toda velocidade, a mais de 335 km/h(antes de ir pra pista, De Cesaris pediu aos mecânicos que colocassem aerofólios pesados, tanto spoiler quanto bico, para que pudesse ter um ganho extra de velocidade. E assim foi!!).

De Cesaris foi pra pista, quando apontou na reta, meteu o pé na tábua, e enquanto isso cantava uma musiquinha muito antiga cujo refrão era: "É fé em Deus e pé na tábua." Não parava de cantar o refrão. Faltando cerca de 500 metros para o fim da reta, De Cesaris tomba seu carro, fazendo-no correr com o santoantônio arrastando no chão, soltando faíscas, igual quando se acende um palito de fósforo.

Com o carro já em chamas, ele sai da pista e atinge o paiol com toda força. A sequência de explosões foi impressionante. Depois disso, o carro para, ele sai do carro e começa a comemorar sem parar. São pulos e mais pulos de alegria. Parecia uma criança quando ganha um brinquedo novo. Sem dúvida, entrou para o Guiness.

E tinha um patrocinador forte também. Ou você nunca notou que todo carro que essa besta dirigia tinha o logo da Marlboro? Explica-se: Seu papi era diretor da Marlboro da Itália. Ahhhhhhh agora tá explicado, né? Quando pilotava pela Braba, ele tentou ampliar o seu recorde de cacetadas. Mas, estava sem dinheiro para poder continuar com o seu objetivo. Estava ameaçado até de não disputar a temporada, porque a equipe Braba ficou braba com ele por não ter o dinheiro para correr a temporada. O chefe da equipe lhe disse:"Andrea, se não conseguir o dinheiro para a temporada, nem precisa aparecer. Afinal, eu é que não vou gastar do meu. Sabe como é, a equipe é decadente, está sempre sem dinheiro até pra pegar o busão de R$1,00." "Mas, chefe, como é que fica a minha carreira de destruidor??? Eu tenho uma reputação. Preciso mantê-la." "Então vamo fazê uma coisa. Tu arruma o patrocinador e depois a gente conversa. Mas vê se arruma um patrocinador que pague bem, porque eu já calculei quanto será o prejuízo. Não fica por menos de US$25.000.000,00 e mais 15% em cima desse valor. Então, cê tem que conseguir um patrocinador que cubra esse prejuízo. Senão, no deal(nada feito)"

Andrea de Cesaris consegue o patrocinador (milagrosamente, pois as inscrições já estavam nos acréscimos)Durante os treinos para o GP do Brasil de 1987, na época em Jacarepaguá, De Cesaris saiu da pista três vezes pra tentar bater literalmente o seu recorde, mas não conseguiu porque a área de escape era muito grande. Quem se deu bem foi o dono da Braba, que lucrou um dinheirão, pois não teve nenhum carro destruído naquela semana.

Final da carreira[editar]

No GP de Mônaco em 1989, ao contornar a descida pra 3ª divisão, De Cesaris encontra Nelson Piquet pela frente. Pronto pra arrebentá-lo, e de quebra, se arrebentar no muro que leva o nome em sua exclusiva homenagem Jerry Lewis, ele mete o pé na tábua, e , Piquet, percebendo a manobra,mete o pé no freio da sua flor de Lótus amarelona, amarelona. O resultado foi um DeCesaris totalmente descontrolado, começa a dar seus chiliques e discute asperamente com Nelson Piquet, acusando a este de impedi-lo de ampliar seu recorde. Piquet, por sua vez, diz que aquilo não é nada, que ele não sabe bater porra nenhuma e que batida de verdade foi aquela em que ele (Piquet) deu no Salazar. E ainda falou:"Eu bati no Salazar e na Tamburello. E você bateu o quê??? Só se foi a carteira do Luca de Montezemolo pra poder comprar sua vaga." Nisso, De Cesaris sai do carro com um porrete na mão e diz a Piquet:"Então agora você vai ver. Vou dar as minhas maiores batidas na sua cabeça oca. Vou te mostrar porque meu apelido é destruidor, seu palhaço duma figa."

Depois de tantos anos destruindo carros, o dinheiro acabou e ele não pôde mais continuar com sua diversão favorita. Mas, certamente, este célebre destruidor de carros de corridas entra para a história.

De Cesaris disputou 208 corridas e não venceu nenhuma!!!!

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Pilotos da Fórmula 1