Anestesia

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Paciente anestesiado pela ingestão de soluções aquosas de etanol, pronto para o procedimento de pagar a aposta de truco valendo o toba que perdeu.

Anestesia, segundo a Ui! Que pédia!, é definida tradicionalmente como a condição de ter a sensibilidade (incluindo a dor) bloqueada ou temporariamente removida. Isso permite que os pacientes passem por cirurgias e outros procedimentos sem a angústia e a dor que experienciariam de outra maneira, consistindo numa ausência de consciência generalizada ou parcial induzida por certas substâncias. As substâncias que promovem a anestesia são camadas de agentes anestésicos.

História[editar]

A historiadora Dercy Gonçalves relatou que na época que trabalhava na antiga Mesopotâmia (há uns 3000 anos atrás), os agentes anestésicos utilizados nas cirurgias da época eram extraídos de ervas (destaque para o extrato concentrado de Cannabis sativa), ou de animais (destaque para o pelo de gatos criados no Egito Antigo). Ainda hoje, sociedades alternativas encontradas na Jamaica, no Uruguai, na Holanda e nos cursos da área de Humanidades da USP ainda preferem utilizar anestésicos artesanais nos procedimentos médicos.

Ver também[editar]