Anthem

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Virtualgame.jpg Anthem é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Ike solta mais um Great Aether.


Antena
Anthem capa.png

Capa da versão sincera do jogo

Informações
Desenvolvedor Biowave
Publicador Electronic Loot Boxes
Ano 2019
Gênero Pay-to-win; FPS online sem campanha
Plataformas PS4; Xbox 1 e PC
Avaliação 0/10
Idade para jogar +18 (contém práticas extorsivas de microtransações)

Cquote1.png Já fazem 84 anos Cquote2.png
Senhora da cena de abertura de Titanic sobre tela de loading de Anthem

Anthem é uma loja virtual de microtransações de skins, texturas e armas para crianças e adolescentes, desenvolvido por uns capachos da Electronic Arts (Bio Ware) e lançado em 2019 como símbolo máximo do câncer que se tornou a indústria dos videogames. Além de ser um jogo ruim, extremamente bugado e extorsivo, é este o jogo o responsável por Mass Effect: Andromeda ser povoado por personagens com paralisia facial e poliomielite, porque a equipe da BioWare precisou entregar aquele jogo pela metade para ir trabalhar no Anthem. Como Anthem precisou ser desenvolvido na mesma pressa (para a equipe ir fazer mais um Dragon Age) o resultado final foi um jogo que conseguiu ser pior que Destiny 2 na jogabilidade, pior que FIFA 19 nas práticas de extorsão, e pior que Mineirinho Ultra Adventures no saldo geral de custo-benefício. Como jogo completamente online, não durou nem 6 meses até tornar-se um jogo morto e abandonado, e quem gastou o salário gastou e não tem mais volta.

Desenvolvimento[editar]

Todo mundo sabe que a Electronic Arts é uma empresa idônea que respeita seus clientes, e que suas práticas de capitalismo selvagem e extorsão de crianças que usam cartão de crédito do pai até falir famílias inteiras é um evento infeliz que não pode ser imputado diretamente à EA, por isso a empresa determinou que fosse criado um jogo que reunisse tudo o que há de podre e ruim na indústria de videogames, para ser lançado em 2019, não porque eles são vilões sedentos por dinheiro, mas porque eles desejavam conscientizar as crianças sobre como melhor administrar seu dinheiro, alertando-as sobre o vício em jogos de azar, não disponibilizando um sistema de jogo de azar (loot booxes comprados com dinheiro real) para que essas crianças e adolescentes exercitassem o auto-controle em não torrar o dinheiro nessas besteiras. Os executivos e acionistas da EA amaram a ideia e apoiaram o projeto imediatamente.

Com muitas mudanças de última hora, inúmeras mudanças de liderança e relatos de intenso estresse e crise na equipe o ambiente interno da empresa não poderia ser mais propício para que o jogo fosse terrivelmente canceroso. Isso inclui membros da equipe sendo ordenados por médicos para deixar o emprego por meses para o bem da sua saúde mental, alguns dos quais nunca retornaram. O jogo foi desenvolvido com ódio, angústia, remorso e stress, os ingredientes perfeitos para a EA conquistar exatamente o que queria: Um jogo com todas as práticas abusivas de mercados possíveis.

Sendo assim, ao comprar o jogo, você podia escolher entre o Stardart Pre-Order, o Legion of Dawn Pre-Order, o EA Acess, o Origin Access Basic, o Origin Access Premier ou comprar o jogo normal na loja após o lançamento. Cada pacote desses fora disponibilizado com preços altamente injustos, já gerando um desafio ao consumidor antes mesmo dele adquirir o jogo, algo inédito, que é saber qual pacote escolher, se vale a pena passar 3 semanas jogando uma demo, ou se vale a pena ter acesso antecipado de 1 semana, um desafio mental que nem jogadores de Dark Souls tem.

Recepção[editar]

O jogo foi elogiado pela meia-dúzia de youtubers e sites especializados que recebem propina da Electronic Arts, e execrado pelo todo resto. As pessoas normais infelizmente não compreenderam a ideia da EA de que eles precisam extorquir seus fãs para sustentar um servidor por tantos meses. A prova de que esse jogo é bom é como as telas de loading demoram e que pode fritar seu PlayStation 4 a ponto de explodi-lo para sempre. Só um jogo muito bom com gráficos maravilhosos pode exigir tanto assim das máquinas.

Enredo[editar]

Até existe um enredo, algo sobre os habitantes de Destiny 2 terem ido para um planeta dizimar a fauna local e sair voando por aí procurando baús e matando o mesmo chefão mais de 8000 vezes na vaga esperança dele fornecer algum item raro.

Jogabilidade[editar]

Tela de gameplay do jogo, onde devemos passar a maior parte de nosso tempo executando as microtransações disponíveis pelo jogo.

Anthem é um jogo de gastar dinheiro real com milhares de inutilidades como skins, texturas para armadura e adesivos para armaduras, além de outras coisas inputeis caras pra cacete, que também possui leves elementos de jogo de tiro em terceiro pessoa online. O objetivo é reunir o máximo de texturas para armadura possíveis, o que é possível gastando uma enorme fortuna com as microtransações disponibilizadas pelo jogo.

Para incentivar o jogador a continuar na tela de compra de itens, o loading para começar as fases de tiroteio dura o tempo de ler e estudar uma apostila inteira de Direito Administrativo para concursos, algo que os jogadores de Anthem não fazem por serem vagabundos demais. Com esses loadings semi-inifintos, é sempre melhor manter-se na tela de compra de itens.

Mas, nas raras oportunidade em que você vai se aventurar como se fosse um Homem de Ferro paraguaio, como jogo de tiro, Anthem é um excelente simulador de abrir baús em locais altamente escondidos em fases incrivelmente repetitivas. E quando você se deparar com aquele item lendário dourado ou épico roxo, nem se iluda, naquele ponto teu inventário estará cheio das armas bostas coletadas pelos amigos e não é possível dropar os itens ruins para pegar algo que preste. Para resolver isso, a BioWare decidiu remover o loot do seu looter shooter.