Argentina

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Federación Peronista de Pueblos Blancos de la Coca Platina Egocéntrica y Eguísta
República Egocêntrica Asgentinha
Argayntina
Bandeira da Argentina
Brasão de Armas da Argentina
Bandeira Brasão
Lema: Maradona es mas grande que Pelé
Hino nacional: Don't cry for me Argentina - Madonna

Localização de Argayntina

Capital Bois nos Ares
Cidade mais populosa Bois nos Ares
Língua Espanhol, Guarani
Religião oficial culto a Maradona
Governo Ditadura Peronista, Kirchnerista
 - Führer, Díos Maradona
Heróis Nacionais Maradona, Messi, Che Guevara, Evita, Perón
Área  
 - Total 2.780.400 km² de geladeiras brasileiras e fábricas de alfajor. km² 
 - Água (%) está toda nas geleiras.
Analfabetismo 0 (Lá ninguém lê pois não gostam de conhecer a verdade) 
População Discutível, já que todo argentino diz valer dez vezes o que vale um europeu. 
PIB per Capita menor que o da cidade de São Paulo 
IDH 666 
Moeda Peso argentino
Fuso horário Meridiano de Machowitch
Clima Tundra inóspita
Website governamental http://www.gayinbuenosaires.com.ar


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Wikipedia em espanhol sobre Argentinos
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Argentino discutindo com alguém.
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Comentarista de rádio babaca

Argentina (também conhecida como A-gente-tinha, ArGentinha ou ArGAYtina) é um país que se acha europeu mas é só um dinotopiano sul-americano, o que significa que sua população tem a mentalidade menos evoluída do globo terrestre pois só agora saiu do Período Jurássico, sendo uma nação quase que inteiramente constituída por adolescentes nerds, gordos e suados jogando Counter-Strike dentro de uma Lan House, criadores da Reversal Russa do Extremo norte SocioNazista sem verbo, pelo fato de serem sub-nazistas negros e não aprenderam o que é um verbo. Ultimamente vem sendo utilizada como shopping center pelos brasileiros.

A Argentina sempre se mete em cagadas quando tenta conquistar territórios alheios, sendo o segundo país no mundo com maior número de derrotas em guerras (nem nisso consegue ser primeiro) atrás apenas da Alemanha, mas vale constatar que a Argentina foi a vice-campeã da Guerra das Malvinas. O único combate territorial vencido pelos argentinos foi a guerra dos 17 anos pela posse da Antártica, onde a Argentina conseguiu o que denominou criativamente como Antártica Argentina. Justamente por este motivo, o brasileiro só toma Skol, Heineken e Brahma.

História[editar]

Período antigo[editar]

Sítio arqueologo da Cova dos Manos onde vários antigos argentinos através de arte rupestre demonstram que não tem vergonha em serem campeões de uma Copa do Mundo com gol roubado de mão, já desde a antiguidade demonstrando sua índole.

Ao contrário dos europeus que não perceberam isso, os indígenas sul-americanos já evitavam a Argentina sabendo muito bem que as únicas pessoas capazes de habitar tal região eram argentinos, seres insuportáveis, arrogantes, metidos a besta e nada humildes. Simplesmente impossível de conviver, os índios preferiam viver no Paraguai e no interior do Brasil.

O povo argentino crê em uma lenda cachaceira de criação de sua nação que diz o seguinte: "Tudo começou quando Alá fez uma aposta com o Brasil e o Japão: Nessa competição um país seria assolado por terremotos, tsunamis, vulcões ativos e constantes ataques de Godzilla, enquanto o outro seria apenas vizinho da Argentina. Então Deus, com toda a sua sabedoria, mandou-os jogar uma moeda para ver quem ia ficar com a Argentina. O Brasil perdeu."

Durante a Idade do Bronze, turco-espanholas (ancestrais diretos dos filisteus, e posteriormente dos argentinos) se estabeleceram na atual Pérsia e, liderados por Xerxes I (interpretado por Rodrigo Santoro na versão para o cinema), aterrorizaram a América. Seu último grande líder, Átila, o Huno, também conhecido como Átila, o Destruidor, foi quem organizou a invasão da Grécia, quem destruiu a Torre de Babel, quem derrotou o Egito, quem destruiu a Grande Muralha da China pela primeira vez, quem derrotou os Titãs na Guerra de Canudos entre outras coisas. Nessa época os argentinos se fixaram na Palestina e demonstram ser o tipo de ralé espanhola que explora onde passam até deixar tudo na miséria e começaram a perseguir ferrenhamente os israelitas, egípcios, mesopotâmios e todos seus demais correlatos fecais como os muçulmanos e mouros quando passaram então a ser chamados de filisteus.

Os argentinos enviaram tropas aos Coríntios para auxiliar na Guerra do Peloponeso, o que não deu muito certo, resultando na derrota, sublevação dos coríntios para os espartanos e rebaixamento para série B. Logo em seguida, os últimos filisteus tiveram que fugir do Oriente Médio pois haviam despertado a ira de todo o mundo, como até hoje os argentinos o fazem.

A fuga argentina da Europa gerou a Peste Negra, a peste espalhou-se até a China, e também ocasionou a grande Guerra das Malvinas. Durante a fuga de Buenos Aires a cidade foi pelos ares e o Maradona foi parar na Patagônia. Desde então a Argentina se tornou num país pobre, miserável e maior reduto de escória do planeta, virando uma colônia da Espanha.

Colonização[editar]

Ninguém nunca deveria visitar a Argentina. Quando Deus criou o homem e o deixou na Mesopotâmia (para os criacionistas) ou na África (para os evolucionistas) não importa as duas opções, a Argentina é o ponto mais distante a pé, porque após colonizar toda a Europa, África e Ásia, atravessando o congelado estreito de Bering para a América do Norte ainda tem toda uma caminhada para o sul. Mas como a humanidade gosta de desafiar Deus, fizeram as Grandes Navegações, e coube ao espanhol Juan Díaz de Gayz descobrir a Argentina, e batizar o local primeiramente como Culo del Mundo ou Cancro del Sur.

Mas foi o famoso navegador Dom Diego Escoroto que teve a ideia de realmente colonizar aquela região que não tinha nada a ver ser colonizada, só por pura teimosia mesmo. Diego Escoroto fundou uma colônia trazendo 1.500 putas de baixa "catiguria" de Sevilha e todos os cornos que pode encontrar na Espanha, sonhava em criar uma nação de filhos da puta, putas, cornos e escrotos. Após vinte anos de colonização iniciaram o bizarro e podre costume do casamento entre irmãos que depois de seis gerações foi responsável pelo surgimento do argentino típico que conhecemos.

Durante o governo Rosas, tropas inglesas comandadas por John Smith vieram com a intenção de tomar essas terras, mas quando chegaram perceberam que a Argentina já era um grande quilombo naquela época, por isso deram meia-volta e foram colonizar a Austrália , Nova Zelândia e continue saqueando a Índia . No caso do primeiro país, eles não se privaram de dizimar seus habitantes originais. Embora essa teoria tenha mais de 300 anos, sabe-se que eles não estavam errados.

Independência[editar]

A Casa Rosada, sede do governo argentino, simplesmente fashion! Uma homenagem a Juan Manuel de Rosas, o primeiro ditador populista que trouxe a primeira crise econômica da Argentina

Farto da incompetência dos espanhóis, os argentino se achavam superiores demais para serem uma mera colônia e por isso proclamam a independência em 9 de julho de 1816, embora ninguém tenha ligado pra isso atpe 1863. Hoje entendemos que ditadura militar, populismo democrático e crise econômica são três pilares essenciais no cotidiano argentino, mas para tudo há uma origem, e Juan Manuel de Rosas é aceito como herói nacional pelos argentinos por ter inventado a Confederação Argentina e reunido numa mesma colônia independente o amálgama de ditadura militar, populismo e crise econômica, algo que muitos líderes argentinos tentaram imitar mas nenhum conseguiu.

O nome adotado pelo novo país seria "Argentina" que vem do latim as gentiña, que em português significa "As Gentinhas" ou ainda "A Gentália" ou ainda "As Genitálias", numa alusão ao magnífico povo que habitava aquelas terras. Do original asgentiña o termo virou argentina graças ao lento processo de enrolação linguística. Foi a Dona Florinda, uma das muitas mulheres que ocuparam a presidência daquele país, que deu este nome. Outra versão afirma que Argentina vêm do termo em latim argentum, que significa "prata", mas isso é uma tremenda baboseira visto que a Argentina, sendo um país tão miserável, é totalmente desprovida de prata e de qualquer outro tipo de minério. Mas também se pode afirmar que a questão da prata refere-se ao fato do país nunca ganhar ouro em competições esportivas, ficando sempre o segundo, perdendo sempre para o Brasil, e nessa hipótese a prata faz mais sentido.

Na língua portuguesa as palavras "Argentina" e "argentino" são gírias brasileiras muito utilizadas para falar sobre coisas degradantes ao longo de todo território nacional, podendo significar várias expressões, como por exemplo as expressões vistas no Brasil:

  • Eitâ sô! Isso aqui tá uma argentina que só vendo, uai!! (típico dos caipiras. Significado: A situação tá ruim!.
  • Pô meu você é argentina ou o quê, hein mina? (típico dos Paulistas). Significado: Porra meu, cê é chata pra caralho hein?.
  • Mas bah! Volta para Argentina tchê! (típico dos gaúchos). Significado: Tu não é normal!.
  • Esse aí tem que jogar na Argentina! (típico dos futebolistas). Significado: Jogador de futebol com muita habilidade, que acha que joga mais do que joga, humilha adversários fracos. Mas na hora de enfrentar a "AMARELINHA" sempre some e fica com cara de bosta ou melhor, com cara de argentino mesmo.
  • Argentino! (De uso geral). Significados: Pessoa arrogante, metido a besta, catimbeiro, Filha da puta, etc...

Década infame[editar]

A década de 1930 da Argentina é conhecida como "Década infame" porque foi marcada por uma grave crise política unida a uma severa recessão econômica. Se o motivo for esse, então essa pode ser considerada a década mais longa da história da humanidade, pois essa década já está quase durando 1 século porque hoje mesmo o que se vê na Argentina é crise política e recessão econômica.

Não bastasse estar em crise, a Argentina ainda tinha que se preocupar qual lado tomar na Segunda Guerra Mundial. A Argentina acabou se aliando ao Brasil porque o Sauron ordenou a eliminação do povo argentino, a ideia era capturá-los, mantê-los em campos de concentração e depois enviá-los para as câmaras de Jazz para morrerem, ou seja, caso o Nazismo tivesse saído vitorioso, ao menos algo de bom teria acontecido: o extermínio da Argentina.

Peronismo[editar]

Com o fim da Segunda Guerra Mundial elegeu-se a nova presidente da Argentina, a carismática Evita Perón que inventou o peronismo, um mero plágio de Getúlio Vargas que escondia sob o populismo uma ideia de que "democracia na verdade é um presidente fazendo bem ao povo", ignorando a real semântica da palavra democracia que significa "povo burro elegando o pior candidato" que era uma ideia repugnada por Evita Perón.

Para impor o peronismo na Argentina, Evita Perón fundou o Partido Independente Peronista Internacional (PIPI) e exigiu igualdade de direitos para homens e mulheres, solicitando ao congresso leis que obrigassem a fabricação de navalhas para mulheres também, concedendo às argentinas o direito de depilar-se. Entre outros grandes marcos de seu governo feminista, Eva também criou leis trabalhistas especiais para que todas as donas de casa, para que não ficassem submissas aos maridos, tivessem direito a ter uma empregada doméstica paga pelo governo, criou leis que permitiam que meninas entrassem em boates nas quintas-feiras e criou leis garantindo às argentinas o direito de usar minissaias.

Ditadura militar e Guerra das Malvinas[editar]

Principal arma da Argentina. A catimba. Garantiu a vitória da Argentina em 1986.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Guerra das Malvinas

Em 1976 os argentinos deixaram um bêbado assumir a cadeira de presidente, o genral Jorge Rafael Videla, que como esperado de um general instaurou a ditadura militar. Este homem tentou de tudo para conquistar o amor do seu povo, trazer prestígio aos militares e manter o ápice de popularidade que seu governo alcançou durante a Copa do Mundo de 1978. Como realizar isso? Videla olhou as Malvinas no mapa e não teve dúvidas de que conquistá-las seria a melhor opção em trazer uma vitória para os argentinos e poder permanecer ainda mais alguns anos no poder governando um povo feliz. O plano era simples: arquitetar uma trama na qual um inimigo externo ameaçasse a soberania argentina, forçando assim uma união do povo argentino por um ideal comum que não fosse protestar batendo panela ou essas coisas que enche o saco.

Os argentinos nem sabiam o que era Inglaterra, eles eram europeus o bastante e o melhor país do mundo o bastante, não precisavam mais de Europa para ensiná-los como serem europeus arrogantes. Então quando os jornais avisaram que uma tal de Inglaterra queria invadir a Argentina, o povo se mobilizou e não toleraria tal agressão. O presidente Videla, satisfeito, saiu do cargo, e deixou a desgraça para o tal general Reynaldo Bignone tomar contar.

"Nós estamos ganhando!!" eram o que os jornais noticiavam na Argentina cada vez que um porta-aviões inglês humilhava a marinha argentina. "A vitória é iminente nas Malvinas!" noticiavam jornais renomados como o Olé enquanto o Boca Juniors perdia mais um Mundial de Clubes pro Liverpool. A Argentina perdeu a guerra, mas os governantes não podiam aceitar tal humilhação, ser eliminado pro Brasil no futebol até vai, mas perder uma guerra? Seria uma ferida muito profunda e irreversível no ego argentino. O governo então, após ter se rendido e devolvido as Malvinas para a Inglaterra, declarou que haviam vencido a guerra, por isso até hoje os argentinos acreditam piamente que as Malvinas ainda são deles, pois não toleram a ideia que a Inglaterra nunca invadiu Fernando de Noronha.

Democratização e Kirchnerismo[editar]

Quando os argentinos recuperaram a democracia, não votavam há muito tempo e estavam meio esquecidos, então de cara escolheram Raúl Alfonsín, mais um populista. A frase favorita de Alfonsín era "A casa está em ordem", embora os preços das coisas nem tanto. Havia hiperinflação, de manhã um produto tinha um preço e de noite outro 100 vezes maior. A solução que Alfonsín e seus sucessores encontraram para resolver essa crise foi privatizar tudo e deixar o povo argentino refém de empresas que estavam cagando e andando para eles. Mas foi um Gollum chamado Carlos Menem que elevou essas privatizações a ponto de transformar a Argentina num anarcocapitalismo que não deu certo.

Néstor Kirchner foi quem reverteu tudo o que Menen fez e começou a nacionalizar tudo de volta, a começar pela água potável. Agora o povo argentino não era mais refém dos péssimos serviços da iniciativa privada e podiam gozar dos péssimos serviços públicos novamente, bem como pagar ainda mais imposto por estes péssimos serviços. A hiperinflação foi controlada graças ao congelamento do peso argentino um a um com o dólar norte-americano, uma medida econômica que pode ser realizada graças a sucessivos empréstimos feitos no Fundo Monetário Internacional. A morte de Néstor não foi o fim da dinastia, pois a democracia argentina segue os moldes da monarquia, então a sua viúva Cristina Kirchner foi a sucessora natural (tal qual Juan Domingo Perón foi sucessor de Eva Perón após sua morte).

Geografia[editar]

Embora os argentinos ainda creiam que o planeta constitui-se de basicamente um único continente, Pangea, e ignore totalmente a existência das Américas ou do resto do mundo (exceto a Europa). Oficialmente e de acordo com o Pacto de Varsóvia e a Convenção de Viena, à oeste o país faz fronteira com a Muralha dos Andes, dando no Chile; ao norte faz fronteira com o estado brasileiro do Chaco, formado pelo território anexado na Guerra do Paraguai; à nordeste faz fronteira com a Mesopotâmia do ditador Adolfo Hitlera; à sudeste faz fronteira com a Inglaterra, no Oceano Atlântico (chorando olhando em frente as ilhas Malvinas Falklands); e finalmente ao sul vai dar em lugar nenhum.

A área da Argentina cobre quase 3 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 1,7 milhões de km² são ocupados pelo Río de la Plata. Outros 1 milhão de km² estão disponíveis para os agricultores locais como pastagens para seu gado e lhamas. Os 300.000 km² restantes formam Buenos Aires, a única cidade do paíus, que acaba sendo a sua capital.

Basicamente a Argentina tem mania de dizer que locais gelados e inabitados pertencem a eles também, por isso essa estranha fixação não apenas pelas Malvinas, mas também pela Antártica Argentina.

Clima[editar]

A maior parte do país está na zona. Qualquer zona. O clima varia, portanto, entre frio pra cacete (no sul) e fresquinho igual São Paulo (no norte), mas em geral os habitantes preferem quando está bem quentinho atrás com grandes variações de altitudes.

População[editar]

Essa é a Argentina que todos nós queremos! ¡Gracias Hermanos!

De acordo com as últimas contas são 43 milhões de argentinos, ou excesso desnecessário, mas que está lá e agora precisa ser tolerado. Desses argentinos todos eles se subdividem demograficamente em 100% de latrinos, 1% de brancos europeus, -1% de brancos muito brancos, 198% de hispano-indígenas, 97% de índios, 170% de racistas e 100% de marcións. Os argentinos, portanto, se confundem com as de um estado brasileiro onde também há muitos pálidos azedos descendentes de italianos que comem mortadela e arrotam caviar, são fãs de Carlitos Tevez e falam com um sotaque histriônico e supostamente metido a italiano.

A nação argentina realmente acredita em sua superioridade racial, e dizem que o melhor negócio do mundo é comprar argentino por quanto ele vale e vender por quanto ele "pensa que vale", pois seus ancestrais foram os poderosos homens de neandertal, expulsos da Europa por serem muito afeminados até mesmo no padrão francês de boiolagem. Na verdade, os argentinos são basicamente uma mistura de índios e mulatos de pele clara, além de espanhóis e italianos sendo que destes últimos dois povos, contrariando todas as leis de manipulação genética, eles só conseguiram herdar mesmo os aspectos e traços negativos: são prepotentes, convencidos, arrogantes, racistas e extremamente corruptos é claro. Por isso, entres os argentinos e os demais povos da América do Sul, é comum o famoso ditado: "o argentino é um índio italiano que fala espanhol, pensa que é francês, tem uma economia pior que a do Peru e políticos mais corruptos que os do Sudão e Angola e um ego maior que os dos americanos."

O povo argentino existe desde a época em que a Bíblia ainda estava no rascunho, quando eram chamados de Homo Filistelis e quase sempre - ou seja, quando não estavam jogando Bocha - Corriam pra caralho do seu predador natural, o Homo Sapiens. Entre seus feitos estão a fundação de Sodoma e Gomorra, o nascimento de Judas, a morte de Maomé, a Inquisição Espanhola, a escravização dos judeus durante o holocausto do Egito, a destruição da Camada de Ozônio e em menor grau de importância a criação do Ebola e da AIDS.

Não se sabe ainda o real motivo de todos os argentinos homens possuírem o mesmo tipo de cabelo. Alguns dizem que o Maradona abriu um cabeleireiro no centro de Buenos Aires ou então todos argentinos são filhos bastardos de Maradona. Outros dizem que não, que é mania dos argentinos pedirem ao cabeleireiro “dois deditos na friente e pica atrás!” deixando aquele desfiadinho raspadinho pica atrás.

Mulher argentina[editar]

A típica argentina dos fetiches brasileiros.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Mulher argentina

A mulher argentina é o exemplar de mulher mais liberal do continente sul-americano, muito mais que as mulheres brasileiras. No Brasil as mulheres dançam seminuas no carnaval, mas vai conversar com uma dessas piranhas, é um cu doce inacreditável para comer uma brasileira gostosa, contrariamente às argentinas que embora não andem seminuas em suas festas, com 30 minutos de papo furado um brasileiro já consegue pegar. Como na Argentina abortar é normal, camisinhas também não são necessárias.

Segundo uma pesquisa recentemente divulgada pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Gozação com Estrangeiros, cerca de 170% dos brasileiros tem a fantasia sexual de comer uma mulher argentina de quatro, estando ela vestida apenas com a camisa 10 da Seleção Argentina e de alcinha preta, de preferência de quatro e xingando em castelhano. Mas apenas 169% dos brasileiros conseguem realizar tal feito. Os outros 1% são filhos da tua mãe.

Política[editar]

O atualmente defunto ex-presidente da Argentina, Nestor Kirchner, mostrando um comportamento digno do cargo.

A Argentina é um exemplo de democracia perfeita, talvez o único país do mundo onde não há uma corrente política dominante e toda hora as coisas mudam, sendo possível num mandato presidencial de quatro anos a maconha e o aborto ser crime com pena de morte, e no mandato seguinte a maconha e o aberto serem liberados como práticas recreativas, e então no mandato seguinte ser novamente transformado em crime. A Argentina então segue um ciclo de: líder radical - ditadura militar - Peronismo/populismo - ditadura militar - líder radical - ditadura militar - Peronismo/populismo - ditadura militar, que se repete desde Rosas.

Quanto às relações internacionais argentinas elas estão sempre muito tensas, pois os argentinos conseguem provocar a ira de todo mundo e todo mundo os odeia. O Chile construiu os Andes, um muro de 66 km de altura com 302 torres de observação, 27 redes metálicas eletrificadas com alarme, 255 pistas de corrida destinada aos ferozes cães de guarda e um vasto deserto sem uma gota de água sequer, para impedir os argentinos de atrapalharem o modo de vida sofisticado dos chinelos. Segundos estudos dos roteiristas da série "O Que Aconteceria Se..." da Marvel, caso o muro não tivesse sido construído, o Chile teria se tornado a Argentina do Oeste e hoje estaria em uma crise econômica.

Subdivisões[editar]

A Argentina encontra-se dividida em 23 províncias, cada uma com sua própria moeda e forma de governo, vão do feudalismo ao peronismo (que, em termos práticos, são sinônimos). Das 23 províncias os argentinos conhecem apenas uma, Buenos Aires, que é a única província que os brasileiros conhecem também.

O país tem ainda três territórios federais: As Malvinas, uma alegação que todos ignoram; A Antártica que é outra alegação que todos ignoram; E o mais oriental e representativo território da Argentina, o Uruguai , conhecido por seu arroz e soja e pelas melhores praias da região sendo habitada por criaturas antes violentas conhecidas como "Yoruguas", mas que desde a legalização da maconha em 2013 (em inglês, significa "maconha") os yoruguas agora estão muito menos propensos a atacar e mais propensos a comer grandes quantidades de arroz e soja enquanto deitados na praia.


Economia[editar]

A melhor carne argentina.

A economia da Argentina é inteiramente baseada em crise econômica, em mais de três séculos de existência nunca se ouviu falar de qualquer momento da história argentina em que o país não estivesse sob forte crise econômica. A crise econômica na Argentina é essencial porque só com ela os políticos conseguem por em prática populismo e demagogia, algo que seria impossível se o país tivesse o mínimo de decência econômica.

O PIB argentino é baseado na venda de Alfajor da mais ótima qualidade, motivo pelo qual o país é subdesenvolvido. Outras duas atividades econômicas são plantar mandioca (velho hábito indígena) e assaltar turistas brasileiros. Esta última é a atividade mais rentável do país, já que um Real está valendo aproximadamente 3220 pesos.

Dadas as dimensões gigantescas do parque industrial argentino, os principais produtos exportados são: Mandioca, assalto de turistas brazucas, Cumbia (aquela dancinha ridícula que os jogadores argentinos fazem quando marcam gol), strippers e putas (que trabalham principalmente em Floripa e Porto Alegre), jogadores de rúgbi (quando eles cansam de se agarrar na sua terra natal vão rolar na grama e carregar a bola com bofes estrangeiros taludões), lfarrrrores de vários sabores (tratar com Dueña Maria, Calle La Boca, fundos, Buenos Aires), jogadores de tênis metidos a galãs, sabonete "Pomba" (vulgarmente conhecido como Dove), Ex-BBBs loiras e burras, potes de McFlurry do Mcdonalds, Fuscas, desodorante Rexona, mais alfarrrrores, creme antisudoral Noveltex, ceroulas de Mendoza, mães e avós da Praça de Maio, erva-mate (vulgo mato), strippers e vagabundas, pegador-de-bolas, chicletes de caixinha, aspiradores de pó da marca Mar-a-dona, tango, propagandas do chiclete Bubbaloo (aquelas do gato preto e umas crianças feias), novela Chiquititas (vai me dizer que você não assistia?), camisas da Seleção Argentina, alcatra, chorizo, picanha, costela de boi, carne angus, ancho e bois inteiros.

Turismo[editar]

O Obelisco de Buenos Aires, revelando do quê argentino gosta.

A Argentina possui apenas um destino turístico, a capital Buenos Aires, que aparentemente é a única cidade que existe naquele país, aí os turistas (95% brasileiros) visitam a cidade pra ficar fazendo porra nenhuma por lá, vendo um monumento de uma piroca gigante, vendo um palácio rosa, comendo bastante churrasco e zoando argentino por não ter 5 copas do mundo. Há divergências conquanto qual seja sua capital verídica, pois o conceito de centralização de poder é muito avançado para o primitivo povo argentino. E também por essa razão os argentinos vem se recusando a aceitar seu país como mais uma colônia Brasileira, e assim continuam no cu do mundo. A Argentina foi alugada para o Brasil durante a Copa de 70, e posteriormente discutiu-se um projeto de construção de um grande estacionamento de Shopping naquela área, mas o Brasil caiu na real e acabou abandonando seus investimentos na Argentina. Buenos Aires é a maior produtora mundial de cocô de cachorro, o que pode ser facilmente constatado caminhando-se pelas ruas da cidade. A marca De La Bosta divulgou hoje que a merda é tanta, que está se refletindo até no futebol.

Uma rola foi construída no meio de Buenos Aires, e como foi mal construída, está entrando cada vez mais no fundo argentino. Embora pelo Tratado de Munique possamos identificar uma cidade central rodeada de favelas que pode ser considerada a capital: Boi nos Ares.

O segundo destino turístico é uma cidade chilena chamada Bariloche que fica nos Andes e as pessoas vão esquiar e ver gelo e neve. Essa cidade é responsável pelos argentinos se sentirem europeus pois realmente acreditam que aquilo chega perto de uma Suíça ou Áustria.

Agora um destino ainda mais inóspito é a Patagônia, que é tipo alguém visitar o Brasil e querer conhecer Boca do Acre. Visitar a Patagônia é entender que apesar da Argentina ser o segundo maior país da América do Sul nem é grandes vantagens se é tudo um vasto pedação de nada.

Infraestrutura[editar]

  • Expectativa de vida ao nascer: 24 anos (viados, bichas e emos 24,24; vagabas, raparigas, e biscateiras 79,06)
  • Taxa de fertilidade: 0,00002 filhos por biscateira (dada a expressiva quantidade de emos e viados)
  • Sexo anal: Muito menos que o Maradona e pouco mais que o Gardel.
  • Consumo de KY e outros lubrificantes anais: 10 toneladas/habitante/semana.
  • Parceiros sexuais: abóbora, extintor de incêndio, berinjela, mastro de bandeira e qualquer estrangeiro que possa fornecer um trocado por um boquete.
  • Sex-shop: 15 por habitante.

Saúde[editar]

A Argentina, apesar de sua mortalidade infantil de 1445,4 por mil, é responsável por vários avanços na medicina no Cone Sul, sendo a maior disseminadora de sífilis, gonorréia, cancro (nome arraigado a sua história), e AIDS da região, forçando os médicos locais saberem decorado como lidar com cada uma dessas doenças.

Educação[editar]

Anagrama proposto em 1724 por Oscar Wilde que revela o verdadeiro significado de "Argentino".

A Argentina exibe uma taxa de analfabetismo de 47,3% (2006), estatística determinada por quantidade de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever "Maradona". O motivo de tantos argentinos analfabetos é que para torcer para time de futebol, ser açougueiro ou ser puxa-saco de políticos, em nenhum dos casos é necessário saber ler ou escrever.

O argentino que não queira ser açougueiro, torcedor do Boca, ou puxa-saco de político vai precisar estudar, mas vai precisar optar entre universidades públicas decrépitas entupidas de abortistas, eutanasistas, homossexuais e ateus, ou então universidades privadas falidas que vão fazer qualquer coisa pela grana do estudante, inclusive dar o cu se for preciso.

Cquote1.svg Hum... e o que é isso mesmo? Cquote2.svg
argentinos sobre educação
Cquote1.svg Mas o que diabos é educação? Cquote2.svg
Argentinos sobre Educação
Cquote1.svg La Pergunta? Cquote2.svg
Tevez sobre Educação
Cquote1.svg Temos o Papa e temos Messi Cquote2.svg
Argentinos sobre Educação

Cultura[editar]

Madona Perón cantando o hino nacional "Don't cry for me Argentina".

Os Argentinos não tem cultura, mas adoram imitar a cultura europeia, sendo que, a única coisa europeia que a Argentina tem são as Ilhas Falkland, embora cultivem também (na ausência de outra cultura) muita maconha para fins "terapêuticos". A cultura também é muito influenciada pelo futebol, e maconha, contando com times ridículos e pobres, como o Bosta Júniors e o Horríver Plate, eternos protagonistas do Campeonato Mundial Argentino, anualmente disputado em Buenos Aires, na quadra dos Júniors. Se dão bem com os gaúchos. Tão bem que toda a gauchada bate um rango neles ou vice-versa.

No âmbito musical o povo argentino basicamente escuta dois tipos de músicas: Cumbia ou tango.

A Cumbia é a música de favela popularizada por Carlitos Tevez. Cumbiancheros são caras que passam o dia se drogando, embebedando-se, badernando, peidando em lugares públicos e recolhendo moedas no fim de semana para ir ao shopping center beber água de graça da torneira. A vida dos cumbiacheros se limita a assistir jogo de futebol e ouvir os últimos sucessos refinados de sua "música".

Ritual de acasalamento de argentinos.

O Tango, que nos primórdios da Idade do Ferro era usado como arma química provocando choro e dores nos que ouviam o estilo de música mais chato de todos os tempos, é um ritmo bastante disseminado na região. O tango é aceito por qualquer psicólogo ou pedagogo como "sexo dançado", por assim dizer. Mulheres de saias curtíssimas e vestidos decotados são rodopiadas e encoxadas sem parar por homens com cabelos oleosos e ternos suados, um espetáculo maravilhoso para os turistas, especialmente quando a própria esposa está envolvida.

Um terceiro ritmo musical que tem se tornado popular é o panelaço, na verdade de origem chilena. Turistas podem apreciar um panelaço pelo menos uma vez por semana em frente à Casa Rosada.

O cinema argentino também merece ser mencionado, o país possui os melhores filmes desconhecidos do mundo. Os filmes argentinos são amplamente aceitos como muito bons, mas ninguém os conhece nem nunca teve interesse em assistir. O único filme argentino a ter reconhecimento internacional foi o O Segredo de Brokeback Mountain, um sucesso de bilheterias no mundo todo que conta a história do amor proibido entre um torcedor do Boca e um torcedor do River, um drama acompanhado por argentinos eletrizados.

No mais, são seres que desconhecem o termo "família" já que cerca de 60% desconhecem a mãe e 99,9% desconhecem também o pai. Por isso xingara família dos outros é tão comum por lá ao invés de xingar diretamente as pessoas.

Culinária[editar]

A variedade gastronômica na Argentina se destaca pela sua ausência. Os argentinos comem pastas, pizzas, as famosas "empa-nadas", churrasco, massa, pizza, massa com recheio de maconha e churrasco. Apreciam em geral pratos sem tempero, sem condimentos, sem sal e sem óleo (por causa da falta de dinheiro em importá-los).

Os pratos mais famosos da Argentina são:

  • Churrasco
  • Churrasco de macarrão
  • Churrasco de empanada
  • Churrasco de salada
  • Churrasco de queijo
  • Churrasco de chocolate
  • Churrasco doce
  • Churrasco de vento
  • Churrasco de gato
  • Churrasco de nada
  • Churrasco frito
  • Churrasco ao molho de porra nenhuma
  • Churrasco gelado
  • Pizza de churrasco
  • Sopa de churrasco
  • Suco de churrasco
  • Sorvete de churrasco

E ainda acreditam que possuem uma variedade culinária, mas que em prática não existe.

Idioma[editar]

A língua oficial de fato é o espanhol, falado por quase todos os argentinos. Um argentino é, portanto, universalmente entendido por todos os falantes de espanhol, exceto aqueles que vivem fora da Argentina. Isso ocorre porque o país emprega o pronome vós em vez de tu, usa formas verbais alternativas, incorpora gírias da Itália e de outras partes da Europa e da América Latina, e tem várias variações que variam em várias variedades regionais. Por esse motivo, a maioria dos argentinos agora fala inglês.

O aspecto intrigante (que tem relação com o trigo, também produzido nesse país de merda – que por ser tão miserável cobra um absurdo por esse produto deixando cada vez mais caro nosso pão do café da manhã) do idioma argentino é que atualmente ele é aceito como um dialeto do castelhano ao qual alguns chamam de "portenho". Esse idioma foi criado no Castelo de Greyskull (também conhecido pelo nome de "castelo de GAYS do SUL" ou argentinos) – por isso o nome de castelhano. Mas o importante é que ninguém entende porra nenhuma do que eles falam, já que falam cuspindo e com a língua para fora.

Esportes[editar]

O esporte mais popular na Argentina é o hóquei sobre grama e o orgulho nacional é a Seleção Argentina de Hóquei sobre a grama feminino, a seleção esportiva com mais gostosas por posição do mundo, mas muitas vezes sendo vice nisso porque a Seleção Neerlandesa de Hóquei sobre a grama feminino também é cheio de gostosas.

Os argentinos são tipo os hipsters dos esportes, sendo popular em seu país esportes como pólo, críquete e pelota basca, só podem estar de palhaçada mesmo.

Seleção Argentina[editar]

Fútbol Argentino 96, jogo de videogame hackeado muito popular para o Super Nintendo.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Seleção Argentina de Futebol

O futebol não é um esporte muito apreciado na Argentina porque a sua seleção nacional só traz decepção, e quando vence só consegue na base do roubo e da catimba, isso explica porque os torcedores vão pro estádio cantar e dançar, porque assistir o jogo é uma bosta. Motivo de vergonha nacional, a Seleção Argentina conseguiu a façanha de ser bicampeã Mundial de futebol. A primeira vez compraram o resultado do Peru, que tinha um goleiro argentino. A segunda vez o melhor jogador deles (fechou o set) marcou o gol da vitória com as mãos. O juiz, o jovem Lula, falou que não sabia de nada.

De qualquer forma, a Argentina ainda é uma das potências futebolísticas das Américas (em questão de guerra de verdade foi vice-campeão da Guerra das Malvinas, perdendo a final, que era um jogo único, para a Inglaterra da Rainha Beth II), ocupando o glorioso 30º lugar de 35 países americanos. Eles estão à frente de São Vicente e Granadinas, Bielorrússia, Ilha de Páscoa, Canadá e Estados Unidos (os dois últimos por consideração, porque ninguém em sã consciência acha que eles jogam futebol com os pés).

Conta-se que na Guerra contra o Paraguai, os brasileiros, argentinos e uruguaios montaram uma seleção para desafiar os paraguaios. Os argentinos mandaram o técnico, o goleiro e dois zagueiros, mas foram substituídos no segundo tempo (inclusive o técnico), depois que a seleção perdia por 122x1 (gol do Pelé). Com a retirada dos argentinos o time conseguiu empatar com o Paraguai e a disputa foi para os pênaltis. Então o Roberto Baggio dos paraguaios errou e o Brasil, a Argentina e o Uruguai venceram a batalha.

Depois disso nunca mais um argentino e um brasileiro jogaram unidos no mesmo time. A última vez foi a contratação do pop-star e garoto de programa da pasta Sorriso, Carlitos Tevez. Não é a toa que o time que o contratou sofre até hoje.

Em uma atuação "perfeita" no dia 1º de abril de 2009 (isso é verdade), a seleção do maconheiro técnico Maradona perde para a poderosíssima seleção de Bolívia por 6 a 1!

A Selección A-gente-tinha tem dois arqui-inimigos no fútbol: O seu principal rival é o Brasil, considerado um confronto extremamente equilibrado só para eles, já que o Brasil tem cinco copas e a Argentina apenas duas, o que, para ignorantes argentinos, é a mesma coisa. E com a Seleção Uruguaia de Futebol, sua versão pirata, e que não ganha nada há meio século e, no entanto, ainda não foi ultrapassada pela "potência".

É o berço de vários craques, tais como Maradona, Diego Armando Maradona, Dieguito, Diego Armando, o seu genro Sérgio Agüero e vários outros, como Palermo, aquele que errou três pênaltis num mesmo jogo.

Atualmente em guerra contra os argentinos, a aliança luso-brasileira conseguiu interceptar informações sobre Maradona: Segundo o jornal Olé, Maradona é o melhor jogador do mundo e um dos melhores da Argentina. Em uma armadilha, ele foi atacado por soldados disfarçados de policiais federais dentro de um aeroporto no Rio de Janeiro ("River of January") no final de 2005, mas conseguiu escapar.

Sobre Maradona consta também que é dele o recorde mundial de consumo de algumas "substâncias ilícitas", tais como cola branca, cheiramento de gatinhos, Coca-Cola quente, miojo cru, hambúrguer do McDonalds e coisas mais pesadas, como as meias do Pelé (vocês acham que eles são mesmo amigos só porque jogaram bola na televisão?).

Maradona odeia a Argentina como pode-se ver em sua célebre frase: "La peor droga que ya intenté fue presidir la Argentina", frase confirmada tanto na lucidez quanto no estado 'chapado'; ele também nutre um grande sonho que é ser brasileiro, por isso teve grande prazer em participar do comercial do Guaraná Antártica. No intervalo das gravações Maradona afirma enquanto toma mais um gole de seu guaraná e dá uma fungada numa meia do Pelé: "No me gusta nada decir que es un pesadelo ser brasileiro si esto es mi mayor sueño pero tive lo azar en nascer en la Argentina." Na lista de suas conquistas famosas somam-se Colin Farrel, Caniggia e Tevez.

Jogos Olímpicos[editar]

Nos Jogos Olímpicos, a Argentinha sempre tenta ser o país da América do Sul com melhor desempenho, mas sempre é humilhado pelo Brasil, que é detentor de 90% dos recordes sul-americanos na Natação e no Atletismo (e olha que o desempenho do Brasil é sempre pífio).

O sonho da Argentinha é fazer com que o COI considere que nos esporte coletivos, cada jogador do time ganhe 1 medalha, porque é o único jeito do país poder se sair bem no quadro geral. Porém, com sua poderosa influência mundial, a chance disso acontecer é nula.

Se a Argentina Não Existisse[editar]

Provável mapa da América do Sul caso sejam abertas as comportas da Usina de Itaipu.
  • A América Latina seria um lugar mais limpo.
  • O Mercosul funcionaria direito.
  • Não teríamos problemas com os argentinos atrapalhando no futebol, mas também não teríamos como rir na Copa de 2002.
  • Teríamos somente metade de títulos da Copa América.
  • O Japão passaria de fase na Copa de 1998
  • O Brasil seria heptacampeão!
  • O Paraguai e Bolívia teriam praia, ajudando no desenvolvimento e progresso latino-americano.
  • O Uruguai seria a 27ª província brasileira, como posteriormente ficou submetido à simples Estado Cisplatina.
  • As Malvinas ainda existiriam, porque nunca foram argentinas.
  • A Antártida também ainda existiriam, porque nunca foram argentinas.
  • Foz do Iguaçu teria praia, e as Cataratas seriam o maior trampolim do mundo.
  • Buenos Aires seria apenas uma favela do Rio Grande do Sul.
  • A Antonella do BBB não teria aquele sotaque irritante.
  • A América seria mais feliz.
  • Daria para ver melhor o Chile no mapa.
Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Argentina no Mundo do Contra:

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