Aripuanã

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Mico azul.JPG



O Mico Azul passou por aqui em 1942!!!



Aripuanã é uma pequena aldeia no norte mato-grossense, reconhecida por ser o antigo lar dos Hobbits, é muito famosa por ser a última cidade com telefone (mesmo que funcionando à lenha e manivela) no caminho do Acre.

História[editar]

Uma das poucas opções de lazer na cidade é ir de trator rebocar carros atolados na rodovia MT-420.

Povoado criado em 1943, quando nem Mato Grosso existia direito. Não se sabe quem foram os gênios que decidiram ir viver num fim de mundo desses, mas, pelo menos de acordo com o IBGE, essa cidade oficialmente existe, mesmo que existam controvérsias sobre isso.

Aripuanã foi um dos locais que o famoso Marechal Rondon passou durante a sua épica jornada de encontrar o Acre e sair construindo telégrafos pelo interior da América do Sul.

Segundos grandes historiadores, Aripuanã já foi o maior município do mundo abrangendo todo o noroeste no estado de Mato Grosso. Porém, devido as longínquas distâncias entre os antigos distritos, algo numa média de 300 km entre um vilarejo e outro, as pequenas vilas foram sendo uma por uma emancipadas e se tornaram municípios, como por exemplo, Rondolândia, Colniza, Cotriguaçu, Juruena, Castanheira e Juína. Ninguém sabe explicar direito quando exatamente a própria Aripuanã virou município, mas isso pouco importa, quem em sã consciência se interessa com a história de Aripuanã?

Atualmente é um desses municípios mato-grossenses com menos de 20 mil habitantes que não possui zona urbana, tampouco coisas como shoppings, áreas de lazer ou internet decente.

Como se não bastasse esta cidade ser o fim do mundo, algum sem terras desocupados e sem vontade de trabalhar invadem fazendas formando pequenos vilarejos piores ainda que a própria cidade de Aripuanã. Como exemplo a Vila Conselvan, um pequeno aglomerado de rondonienses foragidos à cerca de 80 km da cidade, que além de não possuírem qualquer estrutura urbanística, vão alem das precariedades aripuanenses, isso mesmo algumas pessoas ousam dizer que seria um lugar pior que o Acre, não possuindo celular, nem qualquer tipo de agência bancaria ou caixa eletrônico, sendo que a internet funciona quando quer e a qualquer suspeita de chuva a conexão para de funcionar por vários dias. Isso porque não citou-se as vilas Morena, Medalha Milagrosa e Lontra que são ainda piores.

Geografia[editar]

É uma cidade perto de Rondônia, então já deu para ver que fica longe pra burro. Era para ter uma Floresta Amazônica lá, mas o desmatamento criminoso só deixou um rastro de solo estéril.

O município abrange algumas belíssimas cachoeiras, mas e daí? Quem é louco de ir lá na puta que pariu só para ver umas cachoeirinhas que podem ver em fotos ou mais bonitas em regiões mais seguras do Sudeste?

Fazendinha de Escargot em Aripuanã.

A fauna local é composta basicamente por caramujos-africano, lagartixas, formiga, cupins, aranhas, cobras, passarinhos, onças e bois.

Clima[editar]

Possui apenas duas estações no ano, seca extrema com muita poeira, ou chuva extrema com muita lama, resumindo muito poeira e muita lama. Se você for mulher e quiser andar de salto, sem chance em Aripuanã.

Economia[editar]

Economia completamente baseada na destruição insustentável da floresta para a exploração da madeira para ser vendida em forma de lenha, pois quase tudo na cidade ainda é da tecnologia do movido à lenha. E assim eles ainda contribuem para o aquecimento global. Mas o que esperar de um povo que mal completa o ensino fundamental pela falta de escolas e renda familiar?

O setor de serviços é basicamente feita pelo comércio de carros e motos roubadas nos povoados adjacentes. Há também uma forma muito comum de arrecadação de dinheiro: Fecham-se as (pinguelas) pontes feitas de troncos paralelos e cobram pedágios dos caminhoneiros e outros que rumam para lá em busca de sexo fácil.

Aripuanã também importa vários bens de consumo advindos do Brasil, tais como celular fabricados na Baixada Fluminense e sal (muito sal mesmo) direto de Mossoró no Rio Grande do Norte. Os celulares são para as mulheres manterem contatos com os caminhoneiros e barrageiros que elas juram serem os homens de suas vidas. Já o sal, quando não são para o bois de lá comer, servem para matar os caramujos que invadiram aquele mar de poeira e lama. Dizem que algumas vezes esses caramujos costumam carregar para longe os barracos dos pobres flagelados habitantes daquela região que costumam fazer ensopados desses caramujos para tirar onda de que estão comendo escargot enquanto fofocam pela janela tentando saber quem ponhô esses moluscos importados da África ali no seu quintal.

Há uma hidrelétrica, mas ninguém sabe dizer de onde veio o dinheiro da construção, mas agora o povo vai poder trocar as velas por energia elétrica, caso os índios a deixarem funcionar.

Outro meio de sobrevivência que os beiradeiros (expressão usada para definir aqueles preguiçosos que vivem na beira do rio comendo peixe com farinha) encontraram como forma de sustentar a família, geralmente em torno de 10 a 16 filhos, é se registrarem como índios e, além de viver nas custas do governo, ir para alguma das precárias estradas e colocar uma corrente na pista e cobrar pegadio. Para se cadastrar como índio é muito simples, até mesmo loiros dos olhos azuis são dados como índios, basta ir até a FUNAI e dizer que é um índio. Pronto, já está com a vida ganha, só vai andar de Hillux e comer bem.

Tabela de preço:

  • Cerveja Skol em lata: R$16,00
  • Cachaça (dose): R$13,00
  • Celular do Paraguay: R$4.712,67
  • Aparelho de som 3 em 1: R$13.453,38
  • Melancia (Kg): R$43,00
  • Castanha do Pará (Kg) R$75,00
  • Perereca da muié do dono do buteco: R$0,25
  • Comer Escargot (caramujo africano) com manjoca: Não tem preço, apenas ache um andando na rua
  • peixe com farinha: 10,00

Cotação

  • Dólar Americano: C$5,00 (Cinco coquinhos)
  • Real Brasileiro: C$2,50 (Dois coquinhos e meio)
  • Peso Boliviano: C$0,25 (Um quarto de coquinho)
  • Buceta: C$1,50 (Um coquinho e meio)

Obs.: Os coquinhos são extraídos dos cocões de castanha do Pará.

População[editar]

Fim de semana no Shopping em Aripuanã.

Povo conhecido por sua mentalidade pequena, a começar que por lá todo mundo tem celular de última geração que custam os olhos da cara, bem o triplo do valor normal no restante do Brasil. Quem já morou lá apelida a cidade de "Cu do Mundo" ou "lugar onde judas perdeu as meias", sendo longe de tudo, e isolado do mundo, mas por incrível que pareça, uma hora ou outra essas pessoas sempre voltam.

O povo local são demograficamente divididos em 30% Índios, 20% Barrageiros, 15% Índios misturados, 15% Bandidos que se refugiam, atrás de começar uma nova vida, 10% putas velhas que é só pagar que elas mandam brasa, e 10% sulistas ou rondonienses.

Muito cuidado porque quem visita a cachoeira e toma banho no rio, logo em seguida costuma se agregar a população local e ficar para sempre preso na cidade. Por isso então tome muito cuidado.

Moradia[editar]

Se você tiver coragem de ir morar lá, nem que seja a trabalho na usina de lá, pode ter a certeza, você só encontrará casas de madeira com um aluguel absurdo, ou compra uma fortuna.

Transporte[editar]

Aeroporto Internacional de Aripuanã.

Os principais meios de transporte na cidade são pernas, bicicletas, veículos não identificados construídos pelo próprio condutor que os denominam de "girico", motos roubadas, motos que ainda não foram roubadas e em último caso tem um avião onde a passagem até Juína custa o mesmo que uma viagem de Cuiabá Várzea Grande até Buenos Aires.

A cidade é pequena, mas mesmo assim as lojas e casas costumam ficar muito longe umas das outras, a distância é proporcional a necessidade, quanto mais você precisa de algo, mais longe fica, como por exemplos boas lojas e restaurantes que geralmente vão estar em Juína (maior bairro de Aripuanã localizado a aproximadamente 250km de seu centro).

Cultura[editar]

O poligamismo é a marca da cultura local. Os matutos locais contam que em época remotas (bem antes daquele corno ter construído a Caixa D'água), os garimpeiros foram atraídos àquele local pela riqueza dourada ali encontrada em abundancia. Posteriormente as putas também foram atraídas pelo mesmo motivo, surrupiar o ouro desses garimpeiros em troca de sexo fácil.

Com o tempo as putas ficaram velhas demais para doarem o melhor de si aos garimpeiros, que por sua vez já exauridos de todo o seu ouro para aquelas vagabundas velhas, resolveram casar com as putas e terem filhos. Por absorverem a mania indígena de meter, meter, meter e dar a bunda, os habitantes dessa cidade não sentem nenhuma cisma de emprestarem suas mulheres aos caminhoneiros, mascateiros, punheteiros, fuzileiros, paneleiros, bandoleiros, pistoleiros, maconheiros, barrageiros, pedreiros e tudo que termina com eiro, que constantemente visitam aquele local em busca de sexo fácil e animal.

Musicalmente a cultura da cidade é diversificada, escutando principalmente coisas como forró, sertanejo, forró com sertanejo e sertanejo com forró, sendo possível escutar em cada esquina Xitãozinho e Xororó, Bruno e Marrone e aquele cantor cujo o nome não me vem na memória, que canta "Xupa que é de Uva".

Turismo[editar]

O pseudo-turismo local abrange os monótonos passeios de barco onde você pode ficar pescando enquanto é devorado vivo pelos mosquitos (alguns chegam a ter mais de cinco centímetros de tamanho).

Aventura ecológica também é uma opção. Entenda isso como acampar no meio do mato e de noite enfrentar onças no braço.

Você pode também visitar monumentos históricos tais como a famosíssima "Caixa D'água de Pedra" que foi construída pro algum garimpeiro corno que passou por aquele local. A caixa d'água de pedra também é utilizada para inúmeras outras utilidades, o que a torna muito visitada por sua versatilidade e estilo arrojado de dar inveja aos mais renomados arquitetos. A caixa d’água é usada como, motel, cagador, dormitório, esconderijo de veados, fortaleza contra invasões indígenas (embora isso ainda não foi comprovado) e como caixa d’água também.