Arujá

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png Você quis dizer: Guarujá Cquote2.png
Google sobre Arujá
Cquote1.png Você quis dizer: Cidade dos prédios azuis Cquote2.png
Google sobre Arujá
Cquote1.png Arujá? É bom morar na praia? Cquote2.png
Qualquer um sobre Arujá
Cquote1.png Arujá, Cidade Natureza Cquote2.png
Arujá sobre Arujá
Cquote1.png Terra do Nunca? Cquote2.png
Vizinhos sobre Arujá
Cquote1.png Sou feudo, na horta te esculacho! Cquote2.png
Avassaladores sobre Arujá
Cquote1.png Tô com fome, quero leitee Cquote2.png
Crianças após trabalho feudal sobre Arujá


Arujá, também conhecida por "Cidade Natureza", "Cornso do Além", vizinha a Mogi das Cruzes, Santa Isabel, Itaquaquistão e Guarulhos, é um lugar tranquilo para se desperdiçar a vida nas numerosas moitas que lá existem, sendo o terceiro lugar preferido para moradia dos milionários paulistanos (cansados de terem suas mansões e carros importados roubados) e também pelo o coitado que não consegue pagar as contas (e vai morar no Barreto), de onde provavelmente nunca mais sairão. Atualmente Arujá está passando pela Idade Média (lá tudo é atrasado), onde senhores feudais são servidos por vassalos, planta-se milho e vende-se sal, e várias mocinhas vendem seus corpos para pagar tributos aos senhores. Com um cenário totalmente feudal, são encontrados vários jovens trabalhando no campo após voltarem da escola (acredite, vários arujaenses estudam em Mogi das Cruzes, a vizinha caquizeira, num inferno chamado Etec Presidente Vargas). São utilizadas tecnologias medievais como rotação de cultura e carroças puxadas por bois.

Cultura[editar]

Arujá é uma cidade que valoriza a natureza, uma vez que, sendo proibida a existência de Motel, a população recorre ao mato, estimulando assim o contato com a natureza. O amor também é valorizado, uma vez que também não existem prostíbulos, ou seja, se quiser dar umazinha vai ter que convencer a mocinha (o que convenhamos, não é difícil se ela for de Arujá).

Transportes[editar]

O transporte em Arujá foi estrategicamente projetado para impedir os moradores a saiam da cidade, valorizando assim o comércio local, a mesma estratégia faz com que trabalhadores de outras cidades não consigam chegar nela, evitando que as empresas contratem alguém que saiba o que está fazendo, mas mora longe. Esta estratégia faz com que a cidade de São Paulo, que se situa na Grande Grande Arujá, se sinta isolada e sua economia se ressinta da concorrência exercida pela Cidade Natureza.

O Trânsito em Arujá consegue ser precário com apenas 3 carros (BMW, Audi e Ferrari), 5 carroças e 7 cavalos, o resto é moto 125 cg. Existe um projeto de lei que prevê uma redoma em volta da cidade, vedando assim o contato com o mundo externo, dando total condição ao morador Arujaquiano de viver como nos anos 20.

A rodoviária de Arujá é um ponto de ônibus rodeando algumas lanchonetes, bares e lojas de tranqueiras, a noite, o cenário é utilizado para gravação de filmes de terror Lado B.


Projeto Redoma[editar]

Imagem de satélite do início da construção da redoma

O Projeto Redoma foi pensado por excêntricos e desenhado por Oscar Niemeyer, sendo aprovado na Câmara Municipal de Arujá em 18 de Abril de 2012. Com apoio dos moradores dos Condomínios, foi o único projeto público a ser quase que imediatamente executado.

O projeto inicial da Redoma previa isolar a província de Arujá do Alto Tietê visando a regressão da cidade em 90 anos, tal que os moradores teriam seu estilo de vida muito parecido com o dos EUA no início do século 20. A economia giraria em torno da revitalização da cidade, extração de sal e, principalmente, da produção de musicais de época. O controle de natalidade seria bem rígido. Não excedendo 3 moradores por km², a estimativa de vida prevista saltaria para 97,3 anos.

Na impossibilidade de tornar o projeto concreto por motivos políticos extraterréstricos e na falta de exército próprio, foram criadas duas entradas na Redoma. Em acordo com a CCR Nova Dutra, os moradores de Arujá não precisam pagar pedágio para sair da redoma (apenas visitantes pagam).

A Redoma foi construída por chineses-escravos em 5 partes no subsolo de Arujá. Constituída por dois bulbos acrílicos transparentes e auto-limpantes em camadas com espessura de 10 cm cada com vácuo entre bulbos, a redoma trouxe um isolamento acústico e tornou vários aparelhos de comunicação por ondas inutilizáveis, tais como os celulares da operadora T1M.

População[editar]

Cquote1.png Já comi! Cquote2.png
Cidade inteira sobre sobre as Gostosas dos Condomínios


A População Arujaense é dividida em três partes:

Milionários dos condomínios: grupo formado por gostosas ricas e playboys comedores de empregadas e sem estilo nenhum (todos ouvem David Guetta e Eminem). Ambos vivem as custas de seus pais, estudam na UMC e Brás Cubas (burros) e Puc, Mackenzie e Faap (Burros, mas realmente ricos).

Riquinhos (Intermediário):é um grupo intermediário formado por nerds (homens e mulheres) que por não terem mais nada pra fazer, conseguem estudar em alguma faculdade melhor. Mas também existem os que não fizeram nada durante todo o tempo de escola e que acham que fazendo um ou dois anos de cursinho vão conseguir entrar na USP ou alguma outra faculdade pública (a maioria desses acaba desistindo e passa a fazer parte do primeiro grupo).

Moradores dos Bairros e Jardins sem Portaria: formado por frustrados de estilos duvidosos, manos, emos, funkeiros, e que se vangloriam por morar em Arujá.

Estilo[editar]

Arujá é a cidade do passado, onde as pessoas só descobrem as novas por andarilhos e mendigos que cruzam Arujá em direção à Guarujá. Influenciados por essa explosão cultural, 70% dos adolescentes da cidade viraram emo (sim, só agora), e como Chuck Norris nunca ouviu falar de Arujá, esses adolescentes ainda sobrevivem.

Putaria[editar]

É sempre bom levar camisinhas quando sei vai para Arujá, os ônibus são lotados e, além do encoxa-encoxa, há relatos de moças que engravidaram espontaneamente após utilizarem o transporte público. Então antes de usar o transporte público de Arujá, vistam suas camisinhas e sejam felizes.

PS: Amarre-se nos bancos dos ônibus pois os acidentes devido a atropelamentos de cavalos são frequentes.

Bairros[editar]

Barreto: no barreto pode-se sempre contar com os manos pra tudo, a atração principal do bairro é o pastel do zoio. Se ainda há algum amor por sua vida, nunca ande sozinho de noite por lá.

Mirante: nunca vá lá.

Jordanópolis e Nova Arujá: um cemitério é mais movimentado.

Planalto: tem como sua única atração o Banana's, mas não há importância porque ninguém nunca foi lá.

Jardim Emília: se você nunca viu barro na vida, Jardim Emília é uma ótima opção. A prefeitura de Arujá cansada de receber multas por não fiscalizar a exploração de Reserva da Mata Atlântica assinou um projeto de lei para compensar o dano ecológico construindo um pântano artificial, mas as obras ainda estão no começo. Ainda podemos encontrar por lá um pedágio e uma das melhores escolas municipais de Arujá mas ainda assim a população recebe os andarilhos por "tarrrrrrrrrde".

Correas: o centro da terra é mais perto.

Rincão:a galera lá se acha rica por morar no bairro do condomínio e mesmo assim frequenta os mesmos lugares que o resto da população.

"Qual a diferença entre o Barreto e o Mirante? Um só tem bandido e o outro traficante."

Noites em Arujá[editar]

Há muito o que fazer nas noites de Áruja. Há boas pedidas como sair de casa às 19:10h e ver o vento passar ou assistir um filme na televisão, pois não há cinema em Arujá. Por volta das 20h a cidade fica aos vultos e aos maconheiros que a dominam e depois pra suas casas comer. E há ainda os sortudos que reservam suas moitas em lugares com uma vista bonita, como o Mirante, com cocotinhas dos condomínios. Há também alguns bares frequentados por ricos e alcoólatras e ruas desertas onde baianos viajantes ligam o som de seus carros no máximo para matar a saudade dos trios elétricos da Bahia.

Adolescentes[editar]

Os Adolescentes saem muito, como ir depois da escola para sua casa e ficar dormindo ou no computador, mas ainda há jovens que se voluntariam a ir ao Promenor fazer algum curso que ninguém nunca verá no currículo, mas são artesões muito necessários nessa era feudal, pintam vidros e fazem tricô. Essa é a vida dos adolescentes em Arujá. A cidade de Pixels...

Curiosidades[editar]

  • Quase ninguém no mundo conhece japoneses, porque todos eles moram em Arujá.
  • O filme "Onde os fracos não tem vez" foi filmado em Arujá.
  • Escolas de Arujá tem nome de prefeito, não de professor.
  • Os semáforos de Arujá não acendem em respeito aos cegos.
  • Até 2006, a cidade possuía apenas um semáforo. Este funcionava apenas nos horários comerciais, tirando folga nos fins de semana e feriados.
  • Arujaquianos não conhecem o Bonde do Tigrão.
  • Lars é uma das principais religioes da cidade.