Assassin's Creed: Brotherhood

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Credo! Assassinos - Capuz Irmão
Assassins Creed Brotherhood.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Bugsoft Acre
Publicador Bugsoft
Ano 2010
Gênero Simulador de parkour
Plataformas PolyStation, PC da Xuxa
Avaliação 60%
Idade para jogar ¨Livre

Assassin's Creed: Brotherhood é um caça-níquel criado pela Ubisoft para lucrar um dinheirinho a mais após o sucesso do Assassin's Creed II. Durante dois anos este jogo foi chamado de "Assassin's Creed III", até que lançaram o Assassin's Creed III mesmo e Brotherhood virou só uma espécie de "Assassin's Creed II 2".

Enredo[editar]

Introdução[editar]

O jogo começa com o nosso sempre protagonista Desmond que quer pegar o corpo sagrado do benito, artefato que através das eras recebeu diversos nomes, como Maçã do Éden, Esfera do Dragão e Ovo Esquerdo do Daileon. Além deste pedaço, que seria capaz de revelar a fórmula secreta da Coca-Cola há mais uma putaria de pedaços do éden para serem coletados e assim Desmond ficar extremamente ultra fodão e evitar o fim do mundo que aconteceria em 2012, profecia que aquela passista de escola de semba no holograma futurístico nos informou nos últimos minutos do Assassin's Creed II, e o único que pode salvar a todos é o Desmond PUTA MERDAAAA FUDEU TAMO TUDO MUNDO MORTOO!!!

Então você começa no Ânus-mus com o Ezio lá na puta que pariu do Vaticano direitinho onde você terminou com ele no Assassin'1s Creed II. Ezio tenta pegar o báculo de Atena que o Papa enfiou no chão. Ezio até tenta puxar o item, mas a merda do báculo começa a descer e desaparecer num buraco. Para a sorte de Ezio aparece do nada nas catacumbas secretas do Vatina, o seu Tio Mário de maneira muito suspeita e inesperada, sendo que para entrar no Vaticano o Ezio fez muito de parkuor e lutou com mais de trezentos guardas e se camuflou no meio de um monte de freis franciscanos! E aí vem a pergunta, como aquele velho pançudo fez tudo isso? Bom, tudo bem que ele era o Líder Atual dos Assassinos, mas por essa eu não esperava!

Invasão da Vila Auditore[editar]

Então aí eles dois saem do Vaticano e vão para a Vila Auditore, (sim, aquela que você pode ir vagabundear, pegar estatuetas para ganha um dinheiro, essas coisas que só os nerds viciados tem paciência de fazer) e por lá Ezio faz um monte de vagabundagem, aprende a usar um canhão que é muito chato de usar, carrega flores e depois ainda come a bunda da Caterina Sforza (aquela vadia que ele salva no Assassin's Creed II numa ilhota lá no meio do nada, enquanto ela estava dando o cu para os tubarões), e enquanto estava rolando a putaria na sua casa, ele nem tinha percebido que estava havendo uma baita guerra naquela vila, só percebe quando cai um chumbo de canhão no quarto e acaba com a putaria e ainda mais com a sua roupa de Assassino Preta (mais puto que isso ele não pode ficar)!

Aí ele vai lutar, usa os canhões chatos de usar, até que o Cesare Borgia invade a vila e aí vem um fim trágico, lá se vai o seu pobre Tio Mário, enquanto Ezio vê seu tio ser assassinado pela pistola do Bowser (as armas de fogo portáteis foram inventadas naquela época, quem mandou não estudar) leva uma flechada no peito e por fim escapa da vila com sua irmã e mãe e parecem ser imunes a invasões. Aí por raiva dos Borgia ele resolve ir a Roma (lá que tem o Vaticano para quem não sabe) e tacar fogo em tudo dos Borgia querendo como alvo principal matar os seus líderes, que são o papa Rodrigo Borgia, gordo que incrivelmente Ezio mesmo sendo um assassino inescrupuloso poupa no Assassin's Creed II não se sabe o porque e mais o Cesare Borgia, um playboy de voz irritante e sua irmã patricinha e prostituta Lucrezia Borgia.

Aventura em Roma[editar]

Ezio e a sua nova banda de tecnobrega, com seus trajes típicos.

Chegando em Roma, Ezio é instruído por Maquiavel, que o coloca a par da situação na cidade, que agora é dominada por Cesare Borgia e pedindo para Ezio tomar um cuidado especial com os becos escuros de Roma pois começara a surgir uma Seita de Seguidores de Rômulo, pessoas que se tornaram fãs de furry demais ao ponto de começarem a se vestir de lobos, darem uivos agudos e desconcertantes e tentar a todo custo molestar as pessoas que pudessem encontrar pela frente. Esses furries na verdade eram financiados pela Igreja Católica, que eram pagos para fazer atrocidades sexuais e assim forçar os cidadãos de Roma a buscar refúgio na igreja onde pouca vergonha era proibida.

Em Roma Ezio precisa começar a construir sua reputação para conseguir rivalizar com os Borgia, e para tal começa a financiar e ajudar guildas de bandidos, marginais, badernistas, arruaceiros e tudo o que há de mais repugnante, inclusive transformando a própria irmã na maior cafetina de Roma, para também ter influência nos bordéis. Enquanto Ezio fica chafurdando nesse submundo de marginais e mulheres de má reputação, ele salva civis dos guardas Borgia para transformá-los em praticantes de Parkour divididos nas classes de bandidos, larápios, fora-da-lei e outros tipos de marginais da sociedade, sendo aqueles merdas de cidadãos transformados do nada nuns assassinos fodelões e imortais que podem inclusive viajar para a PQP para fazer missões idiotas, incrível! Ezio então ajuda civis como uma mulher corna, espancando o marido dela que deu umas chifradas nela e por aí você vai indo fudendo tudo dos Borgia, inclusive fazendo fofocas, como por exemplo que Lucrezia Borgia era uma piranha que dava para o próprio irmão e para um amante ator chamado Pietro.

Invadindo Vaticano de novo[editar]

Ezio então invade o Vaticano (de novo) e ainda invade o castelo (sem ser detectado) e vai resgatar aquela vagabunda ruiva do inicio do jogo, a vadia da Catarina que foi presa porque todos sabiam que Ezio era um galinha pilantra que viria atrás dela. No final Ezio termina salvando-a e acaba não matando os dois antagonistas ainda (César e Rodrigo) dessa vez.

Depois ele invade o Vaticano (outra vez) e invade o castelo (outra vez) e aí sim ele vai para ter resultados, aí quando ele chega Rodrigo e César estão discutindo porque César quer o corpo do benito, e o Papa quer a Microsoft para se tornar imortal. César porém não sabia que a maçã (a fruta mesmo) que ele estava comendo estava envenenada, aí vem a irmã Lucrezia Borgia de Rodrigo (que não é maçã mas foi comida por Cesar) e diz que a maçã está envenenada a qual ele enfia na goela de Rodrigo matando-o. Lucrezia Borgia (puta que está sempre com um decote indecente) diz onde estava o tal corpo do benito que serviria para fundar a Apple. Todavia, Ezio sabe o lugarzinho exato e pega a bola anal o corpo do benito antes de Cesare e fica tacando fogo nos inimigos, mas é idiota e não mata Cesare, afinal se fizesse isso estragaria o roteiro do jogo.

Como Ezio não matou Cesare antes, ele precisa localiza-lo no Acre e enfim matá-lo com a Faca de Brutus e depois jogá-lo do alto de uma muralha (satisfeito nerd do caralho). E então, Ezio decide esconder e guarda o Corpo do Benito num esconderijo nos subsolos do Coliseu de Roma.

Então voltamos para Desmond no presente, que com sua turminha de nerds agora visitam o coliseu para encontrar a fórmula secreta da Coca-Cola. A senha de acesso, claro é 42 72 (nada a ver) que invoca a Triforce que abre um portal para um galpão de escola de samba, repleto de enfeites e coisas brilhantes. Enquanto Desmond vai parkour num labirinto de TARS enfileirados enquanto escuta outra sambista, de nome Juno, falar sobre humanos terem 5 sentidos e que ele precisa despertar o sétimo sentido usando o cosmo e que foi um erro criar humanos.

Numa tentativa de final surpreendente, Desmond é possuído por uma mulher ciumenta de TPM do passado, uma combinação perigosíssima, e forçado a matar a gostosa da Lucy, porque é revelado que Lucy na verdade era uma agente dupla que dava para todo mundo e tinha AIDS, e era intenção da Juno preservar Desmond de se contaminar com ela. E o jogo acaba assim, decepcionante igual aos dois primeiros da franquia.

Jogabilidade[editar]

O terceiro jogo da franquia quase não traz inovação, e na prática o jogo é visivelmente apenas um DLC de Assassin's Creed II, pois o jogo é absolutamente a mesma coisa que o seu anterior, com as mesmas missões, mesmos inimigos, mesmos golpes, mesmos itens, só mudando apenas a cidade, que agora é Roma, um novo lugar para vadiar, com a novidade de poder escalar o Coliseu de Roma.

Há ainda agora as guildas, uma formada por bandidos e arruaceiros que podem ser contratados para cometer alguma arruaça, outra guilda formada por marombeiros badernistas que podem ser chamados para cair 5 minutos de porrada com alguém, e as putas que poderiam ser acionadas para dar para os guardas inimigos distraindo-os.

Agora o jogo criou um sistema de recrutamento, no qual Ezio pode salvar cidadãos de serem estuprados e transformá-los em praticantes de parkour. Uma vez convertidos eles podem ser materializados com a força de um simples assobio, cagar em alguém e ir embora correndo. Estes mesmos escravos que Ezio compra podem fazer missões no exterior e trazer dinheiro para você, afinal são todos seus escravos.

Para quem não sabe, dá para pegar seis chaves (agora sim parecem chaves) para abrir uma cela dentro de um labirinto que é foda de achar, e lá você adquire a Roupa de Brutos e a Faca de Brutus que fazem Ezio parecer mais bombadão.

Cquote1.png Mas ai faz sentido, porque Brutus na historia real matou o Cesar, ai o Brutos seria o Ezio Cquote2.png
Nerd do caralho falando da historia do jogo.

v d e h
Assassins-Creed-logo.jpg