Assassin's Creed II

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Credo! Dois Assassinos
Credo Dois Assassinos.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Bugsoft Acre
Publicador Bugsoft
Ano 2009
Gênero Simulador de parkour
Plataformas PolyStation, PC da Xuxa
Avaliação 60%
Idade para jogar ¨Livre

Assassin's Creed II é a tão esperada sequência indireta de Assassin's Creed I, sendo muito superior ao primeiro jogo, só que a série parando por aí mesmo, porque as sequências seriam uma mais enjoativa que outra.

Enredo[editar]

Introdução[editar]

O jogo começa com Desmond (o noobão) e Lucy (a enfermeira gostosa) fugindo do prédio da empresa Microsfot Abstergo aonde ele passou o primeiro jogo inteiro preso. Enquanto fogem, Desmond continua tendo alucinações e vendo com seus poderes "mágicos" do Altair coisas estranhas escritas nas paredes com o que aparenta ser esperma velho que só pode ser detectado com luz negra. Desmond descobre que além de gostosa e ter uma bundinha empinada bem sedutora, Lucy também é praticante de parkour e fodona (coisa que o Desmond não é!) e sai dando bordoadas nos guardas da Microsoft Abstergo. Então depois de Lucy enfiar (ui!) Desmond no porta-malas do seu carro eles fogem para um esconderijo dos Praticantes de Parkour onde encontram alguns vagabundos atuais, que na verdade nada mais são que simplesmente dois nerds, mostrando como a Ordem dos Assassinos decaiu bastante, estes que colocam Desmond numa máquina chamada Ânus-mus 2.0 (puta criatividade!) aonde ele começa a ver as memórias de outro antepassado e de novo é na mente dele que a bagaça toda acontece.

O jogo se passa na Itália do século XV, durante a Renascença, onde Ezio em Florença é um traficante playboy nobre e ladrão cuja família foi acusada de traição por terem mocozado o carregamento de gatinhos do Papa e superfaturado as obras da construção da Capela Cristina. Considerando isso um sacrilégio o então Papa Rodrigo Borgia manda prender a família de Ezio para serem enforcados, mas os soldados do papa são tão noobs que não conseguem capturar as inofensivas irmã e a mãe de Ezio. Depois de esconder o que restou de sua família num barraco, Ezio vai falar com seu pai no Monte-Regão (que tem um casebre de merda em qual o Ezio mora no sotão). Daí o pai conta pra ele a história toda sobre a Ordem dos Praticantes de Parkout e a pedido de seu pai, Ezio entra no covil do Batman no escritório secreto de seu pai e pega seu antigo uniforme de passista do Salgueiro de seu pai e passa à vesti-lo para começar a dar cambalhotas e andar nos telhados da cidade. Então Ezio vai até a praça da cidade e assiste o seu pai e seus irmãos serem enforcados por um carrasco azarado pra cacete que 15 minutos depois foi encontrado morto no banheiro.

Traição e entrada na Ordem dos praticantes de Parkour[editar]

Junto dessa fantasia que Ezio pegou havia uma carta que deveria ser entregue à Umberto, suposto amigo de seu pai preso. Como na série Assassin's Creed não se deve confiar em gordos, obviamente tal Umberto era um traidor desgraçado que não gostava de samba e queimou aquela carta, acusando e condenando o pai de Ezio à morte, junto de seus dois irmãos.

Com a morte do pai, banqueiro que era único provedor daquela família, Ezio teve que ter a desgraça de presenciar a irmã e a mãe passaram a trabalhar no puteiro de Paola. Sedento de vingança, Ezio primeiro tem que consertar sua Hidden Blade, levando-a assim para seu mecânico particular Leonardo da Vinci que só precisa de um papel velho para consertar a engenhoca, e assim Ezio pode matar Umberto antes de fugir da cidade com a mãe e irmã.

Peguei, tá com você!

Ezio se fudeu todo para proteger sua mãe e sua irmã mas no final conseguiu enfiar elas numa favela pertencente ao seu Tio Mário (que te comeu atrás do armário). Ezio aproveitou para fazer um curso intensivão e ser treinado pela Ordem dos Praticantes de Parkour, já que ele não era tão fodão assim naquela época que nem o Altair. Mario disse para Ezio encontrar alguns pergaminhos que Altair escreveu chamados Fodex (pois além de assassino fodão, Altair também era escritor.) que fala sobre a fórmula secreta da Coca-Cola que está dividida em várias peças. Tio Mário também diz para Ezio encontrar seis frisbes para cachorro que seriam utilizados para abrir uma caverna secreta do Batman que daria acesso a uma fantasia de carnaval secreta do Altair (ninguém sabe por que ele usou isso, já que ele nunca foi pra Itália... ou não). Depois de muito sofrimento, Ezio pega as chaves e veste a roupa do Altair.

Aventuras na Itália renascentista[editar]

Antes de enfrentar o papa, Ezio então começa a entrar em aventuras sem sentido para ajudar pessoas necessitadas. Como a prostituta Caterina Sforza que precisa que Ezio encontre e mate o velhinho que comeu e não pagou, e depois Antonio de Magianis que é um bandido (thief) que deve ser ajudado a cometer suas pilantragens afinal o jogo é sobre ser um fora da lei assassino, depois ajudar Teodora Contanto outra puta nos mostrando que Ezio tinha sim a intenção de virar cafetão, e ajudando também Bartolomeo d'Alviano o principal cliente das putas de Ezio. Todos esses vagabundos depois se unem ao lado de Nicolau Maquiavel para revelaram que todos são integrantes da Ordem dos Praticantes de Parkour, e assim jurar lealdade à Ezio. Na cerimônia de iniciação de Ezio, todos aqueles vagabundos praticam a marca registrada dos praticantes de Parkour, se jogando do alto num monte de feno, procurando o suicídio talvez.

Invasão ao Vaticano[editar]

Depois de terminar seu treinamento de Assassino, Ezio decide se vingar do tal Papa que matou metade de sua família, e por isso sai matando todos os funcionários da Microsoft que ele encontra pela frente até invadir o Vaticano, fortaleza que muitos achavam impenetrável mas que Ezio provou não ser. Então lá ele tem uma luta com o Papa Rodrigo Borgia que é foda apesar de parecer o Jô Soares, afinal ele usa o báculo de ouro da Atena dos Cavaleiros do Zodíaco, que também é uma das peças que formam a fórmula secreta da Coca-Cola. Ezio luta usando a seu favor uma das esferas do dragão (que depois Steve Jobs, líder dos Assassinos em sua época, usaria para fazer o pedido de fundar a Apple para concorrer contra a Microsoft Abstergo). Com a esfera do dragão Ezio cria clones de si mesmo para atacar o Papa, porém ele comete o maior erro de sua vida e deixa o infeliz do Papa o esfaquear e fugir dali. Daí ele sai explorando as catacumbas do Vaticano até encontrar em seu subsolo secreto os Jardins Subterrâneos da Jamaica, um esconderijo cheio de tecnologia futurística onde inclusive havia o holograma de uma passista de samba que se diz de uma civilização anterior ao carnaval carioca e que esta civilização foi destruída por uma catástrofe que aconteceu há muito tempo, e que esta catástrofe se repetirá em 2012 (por essa ninguém esperava).

Mas como todo jogo da franquia Assassin's Creed se acostumaria a ser, Assassin's Creed II nos entregaria um final inconclusivo e sem respostas. A gente termina com o Desmond (que agora está sabendo usar o Parkour de seus antepassados e dar porrada em todo mundo), mas dessa vez é para pegar o FDP do Vidic que invadiu o covil dos Assassinos. A gostosinha da Lucy passa para o Desmond uma Lâmina Escondida improvisada pro noob se inspirar num Assassino e fazer tudo certo. Assim Desmond e Lucy matam os guardas do velho, mas o FDP é tão covarde que foge em seu caminhãozinho. Mas que merda de outro final.

Filminho secreto[editar]

Antes de Desmond ser usado na Ânus-mus em Assassin's Creed 1, um tal de Clay Kaczmarek é que foi usado para acessar memórias antigas. Como ele era emo cortou seus pulsos e escreveu uma mensagem com sangue no quarto de Desmond querendo dizer algo que nunca foi decifrado, pois a julgar pelo seu sobrenome era era lituano e escreveu em língua lituana. Além disso esse tal de Clay espalhou várias pichações em plena Itália renascentista, rabiscos estes que caso sejam todos coletados destravam um filminho secreto final.

Neste filminho vemos Adão e Eva pelados e sem vergonha, fugindo do que parece ser uma fábrica de dildos gigantes. Eles carregam consigo o ovo esquerdo de Deus (que depois viria a se tornar uma esfera de dragão e por conseguinte um dos componentes da fórmula secreta da Coca-Cola), mas aí eles são pegos por alguém, talvez alguémd e bom senso que decidiu vesti-los. O final do jogo continua merda, como se percebe.

Jogabilidade[editar]

A jogabilidade de Assassin's Creed II é a mesma do primeiro jogo, sem grandes modificações, apenas novos cenários, ou seja, é meramente um jogo de simulação de parkour, o que quer dizer que o jogador é livre para escalar casas, pular de telhados, se equilibrar em piquetes, pular de um lado pro outro, se pendurar em todo lugar, e assim por diante. Para que estas atividades não se tornem enjoativas demais, há a opção de resolver várias missões espalhadas pelo mapa, todas basicamente iguais, afim de fazer qualquer um se enjoar do game o mais rápido possível, pois o mesmo vale para a coleta de penas e fragmentos perdidos de purpurina.

Agora há a possibilidade de usar uma pistola de chumbo que é ruim pra cacete e também a capacidade de nadar. Porém a principal novidade é a possibilidade de dar dinheiro para putas se esfregarem em você, causando enorme vergonha alheia nas pessoas ao redor, assim permitindo que o jogador fique incógnito.

The Ezio Collection[editar]

Acima o jogo original. Abaixo a remasterização. Diferença visível!

Em 2016, a Ubisoft anunciou o lançamento de The Ezio Collection, que seria a remasterização de Assassin's Creed II para PlayStation 4 e Xbox One. A ideia era trazer bugs e bizarrices para os primeiros jogos da série e assim adaptá-los para a prática adotada a partir do jogo Assassin's Creed Unity no qual os bugs deveriam ser muito numerosos e os jogos incrivelmente toscos.

O sucesso foi estrondoso, os melhores jogos da franquia foram estragados com gratificante sucesso e agora toda franquia Assassin's Creed poderia ser apreciada para ser odiada por todos. Até lançaram um filme incrivelmente péssimo para coroar toda essa merda.

v d e h
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