Assembleia Geral das Nações Unidas

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Assembleia Geral das Nações Unidas é o nome da reunião massiva de países lá na ONU para que os presidentes de todos países do mundo falem abobrinhas, acusem uns aos outros, jamais cheguem a algum acordo, continuem fazendo guerra, enfim, tudo o que um grande pique-nique divertido tem que ter, o que inclui campeonatos de luta na lama. Os pronunciamentos mais esperados sempre são dos presidentes da Argentina, único momento de descontração de uma reunião que é tensa, pois é divertido ver como os argentinos conseguem ser arrogantes e prepotentes até quando estão fazendo algum tipo de discurso de mendicância, geralmente citando as Ilhas Malvinas. O pronunciamento do presidente do Irã já foi divertido, mas agora ele só sabe falar de programa nuclear para fins armistícios.

Reunião e composição[editar]

Presidente do Zimbabwe esperando sua vez de falar, coçando o saco.

A Assembleia Geral das Nações Unidas é composta por todos países do mundo, dispostos em ordem alfabética de maneira que o ditador presidente do Zimbabwe, coitado, fica incógnito no último canto do fórum e nunca se pronunciou até hoje, pois o máximo que alguém já chegou foi em São Cristóvão e Nevis... e quando veem que os seguintes são os irrelevantes Santa Lúcia e São Vicente e Granadinas, a assembleia é suspensa e nunca se reinicia.

Nas reuniões da Assembleia Geral os membros começam a cantar seus respectivos hinos nacionais, simultaneamente, em uma apoteótica dissonância caótica que simboliza o caos que a globalização trouxa ao mundo. Como era de se imaginar, a Assembléia Geral é uma sala cheia de intensos debates que levam os países de um lugar para lugar nenhum.

Cada país do mundo (exceto o Curdistão e Taiwan) possuem uma cadeia na Assembleia Geral, de maneira que o país mais bostinha, tipo Tuvalu, teoricamente tem voz igual ao Estados Unidos, sendo portanto a Assembleia Geral a voz mais autoritária no universo e jamais pode ser contrariada (exceto para os países que possuem bombas atômicas ou governos fantoches e são na verdade controlados por terroristas, ambos que não dão a mínima para a ONU). As suas decisões são realizada geralmente pelo vencedor de um jogo extremamente sofisticado de pedra-papel-tesoura, mudaram o mundo de uma maneira drástica.

Eleições[editar]

Todo ano os países votam 5 membros novos para o Conselho de Segurança das Nações Unidas para integrar junto com os membros permanentes Estados Unidos, China, União Soviética, França e Oceania, totalizando 15, para uma mandato de 2 anos. A quantidade de trolls nessa votação é evidente, visto que países como Guatemala, Guiné-Bissau e Azerbaijão já foram eleitos alguma vez, e o record de eleições é ninguém menos que o Brasil, um dos países diplomaticamente mais inúteis que se tem notícia.

Resoluções[editar]

As resoluções são pautas semi-anuais que ocorrem nas reuniões da Assembleia Geral, onde os países conversam sobre os grandes problemas do mundo e uma maneira de piorá-los ainda mais. Como os Estados Unidos apenas invade sem perguntar pra ninguém, ninguém mais traz para a resolução da Assembleia Geral problemas do Oriente Médio, tanto que a última resolução é de 2008 quando foi discutido a situação de Nagorno-Karabakh, mas como dois terços dos membros não sabiam onde ficava esse tal suposto país, e o membro provisório do conselho de segurança Brasil achou que era o som de um espirro e falou "saúde", a discussão foi engavetada.

Sessão especial[editar]

Quando alguns países estão no tédio e sentem uma necessidade de aparecer para o mundo, eles convocam uma sessão especial, ou seja, uma sessão que não foi marcada e chamada de última hora. Nessas reuniões é o único momento em que o Brasil brilha, por uma tradição bizarra denominada em inglês de "pity" (ou "dó"), é dado a oportunidade do Brasil abrir todas sessões especiais, assim o presidente brasileiro é sempre escutado (ao contrário do presidente do Zimbabwe que é deixado por último).