Averroísmo

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Para o averroísmo tudo é possível, seja através da filosofia, seja através da religião.

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Averróis sobre averroísmo

Averroísmo é uma escolástica de babação de ovo de Averróis, um filósofo muçulmano que passou nas cotas islâmicas para "grandes filósofos célebres da humanidade". Para que serve exatamente o averroísmo, ninguém sabe direito.

Pensamento[editar]

O averroísmo não passa de uma cômoda mistura de aristotelismo, paganismo e islamismo desenvolvida pelo Averróis (famoso médico muçulmano da Idade Média especialista em verrugas, como diz o nome, que significa "a verruga" em árabe) enquanto escutava Tunak Tunak Tun. O averroísmo é reconhecido por ter imortalizado o famoso provérbio árabe: Atrás da cruz está o diabo.

As principais doutrinas filosóficas do averroísmo são todos tópicos do aristotelismo acrescentados da palavra "religião" no final:

  • Há apenas uma verdade, e duas formas de alcançá-la: através da filosofia ou através da religião.
  • O universo é eterno, e para entendê-lo são duas formas: através da filosofia ou através da religião.
  • Só existe um tempo, e duas formas de encará-lo: através da filosofia ou através da religião.
  • A alma é divida em duas partes: a filosofia e a religião.
  • A alma individual não é eterna, mas sim a coletiva, formada substancialmente por filosofia e religião (típica afirmação aleatória sem base em qualquer estudo empírico aprofundado, coisa típica da filosofia árabe).
  • Monopsiquismo, ideia de que todos os seres humanos compartilham de uma mesma existência superior formada de filosofia e religião.
  • A ressurreição da morte é possível e, para alcançá-la, há duas formas: através da filosofia ou através da religião.
  • Um atentado terrorista é uma paixão, e para executá-lo uma pessoa é motivada por duas coisas: através da filosofia ou através da religião.
  • Homossexualismo é coisa do diabo que possui seu corpo gay e te dá coceira no rabo, e para se desvencilhar dessa maldição só há duas alternativas: através da filosofia ou através da religião.

Averroístas[editar]

Al-Ghazali era averroísta antes mesmo de Averróis nascer, e com seu livro Incoerências dos Filósofos onde dizia que a razão filosófica era inútil e dispendiosa e que as respostas dos filósofos para suas próprias dúvidas sempre eram aleatórias e inconclusivas. Anos mais tarde, Averróis, instigado por este livro, lançou a obra A Incoerência da incoerência criticando a incoerência de Al-Ghazali em criticar a filosofia filosofando.

Outro averroísta foi Tomás de Aquino, que através do monopsiquismo averroísta encontrou a resposta para o seu recorrente questionamento: "Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?". A resposta simples está no fato dele compartilhar, através do monopsiquismo, um dualismo entre o fato de patos não se incomodarem em estarem pelados, e o fato humanista de ter vergonha na cara de não sair peladão do banho.

Bento de Espinoza, outro averroísta, justificou a sua teoria do panteísmo através do monopsiquismo de Averróis. Para Espinoza Deus estava em tudo, e tudo estavam em todos (era o slogan de uma casa de swings que chamou a atenção do filósofo).