Aviation

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O Aviation é um coquetel oficial da Associação Internacional de Bartenders classificado como inesquecível [1]. Se isso foi antes ou depois de se esquecerem dele, eu não sei, esqueceram de me avisar...

História[editar]

O Aviation, ao vivo e em cores.

Há 100 anos [2], quando a paz reinava no mundo (ou não) e Avatar mantinha o frágil equilíbrio entre as 4 nações, Guarulhos, Santos, México e Paraguai, as pessoas começaram a ficar de saco cheio da demora e do fedor desgraçado das charretes movidas a jegue jumentio, exceto algumas pessoas que sentiam dor ao se sentar, veteranos de guerra que perderam o nariz e psicopatas em geral [3], então uma galera resolveu fumar um baseado e inventar o avião. O começo foi uma merda: dois gringos safados roubaram uma catapulta e lançaram um planador na mó vula, um alemão gordo criou um supositório gigante que pegou fogo e matou umas 200 pessoas, coisa que só Congonhas teria estrutura pra fazer, e os avós da Marina Silva fundaram uma escola de voo na França, onde passaram a ensinar a arte de voar com uma bicicletinha.

Inspirado pela fumaça do baseado arte de voar de bicicleta, um João Ninguém que foi morto pelo Chach Viado trabalhava no bar de um motel hotel [2] resolveu fazer um gin sour (gim azedo, com suco de limão e açúcar, pra quem é n00b) com licor de cereja marrasquino (aquela zuada que parece conserva) no lugar do açúcar e um pouquinho de crème de violette, que como você pode deduzir (ou não) é um licor de violetas. Isso deixou o drink bonitão, mas não tinha merda nenhuma a ver com voar, voar, subir subir, muito menos com ir por onde for...

Aviation com seu pai gim morrendo de vergonha de sua mãe licor de marrasquino caída de bêbada no chão.

Anos passaram, EUA e Brasil já tinham começado a treta de quem inventou o avião (com os EUA fazendo embargo econômico com quem discordasse dele), Santos Dumont já estava dodói da alma havia um tempo porque teve que gente morreu pra dedéu devido à ação de aviõezinhos da pesada, e o coquetel foi parar num festão de gala quente, onde conheceu outro coquetel bem parecido, White Lady [2], com quem fez Canguru Perneta e enfiou um litro de achocolatado no cu. Entretanto, essa transa mais ardente que as hemorroidas da Hotkinkyjo iria fodê-lo também no sentido ruim: digamos que, na pressa de sair de onde estavam trepando gostoso, o Aviation "se esqueceu" de colocar o crème de violette e acabou voltando pra festa branquinho da silva, igual quando um casal desaparece numa festa, o cara tá sem gravata e a mina tá descabelada.

O infame crème de violette.

Esse esquecimento, em termos não-lisérgicos, se deu com a ausência do licor de violeta quando a receita foi registrada em um livro que viria a ser importante pra caralho. As aspas, por outro lado, remetem ao fato de que ninguém nunca soube se esse esquecimento foi falta de atenção, amnésia, puta falta de sacanagem ou um contingenciamento corte de ingredientes para baratear a produção, e depois quase todos tacaram o foda-se pra isso, exceto uns gatos pingados obscuros [4], já que o esquecimento fez com que geral se tocasse que era muita burrice fazer um licor de VIOLETAS [2]: sabe água de rosas? Ninguém gosta daquilo na real, é puro fingimento, agora imagina com uma flor menor.

O Aviation foi ficando no esquecimento popular, junto com vários outros coquetéis, incluindo sua amante tarada, mas quem era da área ainda se lembrava, parabenizando o fidalgo que por ventura sabia de sua existência como uma dádiva dos ninjas [4], mas cagando e andando pro coquetel em si, fazendo sem o treco violeta chatolino mesmo [1], até que em 2007, um filho da puta teve a audácia de ressuscitar o licor. Dois anos depois, outro licor, chamado Creme da Yvette, ainda mais escroto, pois também tinha morangos selvagens comedores de gente, framboesas vermelhas comunistas do diabo, essência de baunilha, casca de laranja do PSL, suco de buceta e outros ingredientes que você nunca vai ver na vida, também foi ressuscitado. Com isso, o Aviation pôde ser roxo novamente sem que tivesse que pagar 200 dólares em ticket alimentação ou comer ração de cachorro, igual ao neném do trote da Eliana.

Receita[editar]

Com o licor chatolino [4]
  • 60 mL de um gim que não tenha gosto de areia
  • 22,5 mL de suco de limão espremido com ódio
  • 11,25 mL de licor de chuchu convertido em cereja por Satanás
  • Outros 11,25 mL do licor chatolino
Sem o licor chatolino [1]
  • 45 mL de um gim que não tenha gosto de areia
  • 15 mL de suco de limão espremido com ódio
  • Outros 15 mL do licor de chuchu convertido em cereja por Satanás

Variações[editar]

Os dois Aviations reais estariam olhando torto para os coquetéis ao lado, se eles soubessem ler...
  • Blue Moon - Um primo confuso, que achou que seria melhor excluir o licor de cereja ao invés do licor de violeta.
  • Moonlight - Um tio mais clássico, que trocou o licor de marrasquino por Cointreau.
  • Blue Moonlight - A fusão potara entre pai e filho: com curaçao blue.
  • Égua Voadora - O amigo mexicano, com tequila no lugar do gim. Quem tomar junto com pílulas de Nanicolina se torna capaz de mover aerolitos com a força da mente. Ao contrário de todos os outros, ele PRECISA do crème de violette, ou se tornará um Prado. Eu sei, parece frescura...
  • Rachador de parafuso - O amigo macho virgem, com suco de laranja no lugar do suco de limão. A desculpa pra esse drink grande e gostoso existir é que "licor de marrasquino" pode virar "queimar uma rosquinha" em eventuais brincadeiras de telefone sem fio entre homens sarado.
  • Dumonet - Uma enganação ideal para brasileiros ressentidos com os Irmãos Wright: é só encontrar um vinho amargo chamado Dubonet. Se você vai conseguir, não tô nem aí.
  • Falsiation - Outra enganação, com curaçao blue e grenadina no lugar do licor de violeta. Ao contrário de outros coquetéis com grenadina, NÃO HÁ nenhuma chance de poder usar groselha no lugar, ou o drink vai ficar nojento de tão doce.

Ambas as falsificações podem ser vendidas como Aviations, mas qualquer um com língua vai saber a diferença, então torça para que o cliente otário não seja alguém importante, ou não tenha uma arma, ou tenha o olfato de um esquizofrênico [3], caso você queira passar a perna em burguês safado que toma coquetel pra mostrar que é rico.

Galeria das várias facetas do Aviation[editar]

Durante a fase de coquetel obscuro, o Aviation acabou ficando zoado da cabeça e teve que ir ao psi... psi... ver o doutor, que o diagnosticou com transtorno bipolar: ora o Aviation manifestava uma personalidade roxa, ora uma branca. Contudo, o diagnóstico de araque foi refutado pela própria White Lady, que usou seu Ph.D de medicina rolística em Harvard para descobrir que seu fogo no rabo deixou seu amigo colorido com transtorno de MÚLTIPLAS personalidades, que se manifestam dependendo da paciência do bartender em colocar o licor de violetas ou não. Até hoje, o coquetel precisa tomar remédios tão intragáveis quanto inseptos (ou groselha), sendo necessário misturar todos os trambolhos do Creme da Yvette com balas de alcaçuz pra tirar o gosto ruim da boca.

Referências[editar]