Bélgica

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Belgique, België ou Belgien (depende pra quem você pergunta)
Reino Imaginário nem francês, nem holandês, nem mesmo alemão da Bélgica
Vila dos Smurfs
Bandeira da Bélgica
Brasão de Armas da Bélgica
Bandeira Brasão
Lema: Ceci n'est pas la France, ceci n'est pas les Pays-bas et ceci n'est pas la Allemagne. (Essa não é a França, não é a Holanda e não é a Alemanha)
Hino nacional: La Brabançonne/

Localização de Vila dos Smurfs

Capital Pros que falam holandês: Antuérpia (Chamada de Anvers pelos que falam francês). Pros que falam francês : Namur (Chamada de Namen pelos que falam holandês). Pros que falam alemão: Vielsalm (não existente para os outros "belgas"). Pros moradores de Bruxelas: Bruxelas.
Cidade mais populosa Pros que falam holandês: Antuérpia. Pros que falam francês : Liège (Chamada de Luik pelos que falam holandês). Pros que falam alemão: Eupen (não existente para os outros "belgas"). Pros moradores de Bruxelas: Bruxelas.
Língua Alemão, Holandês e Francês.
Religião oficial Igreja Católica Apostólica Romana (40%), Luteranismo (50%), David Hasselhoff (10%)
Governo Guerra Civil
 - Papai Papai Smurf
Heróis Nacionais Enzo Scifo, Michel Preud'Homme, Jacky Ickx, Jean Claude Van Damme, Tintin e aquele Negão
Área  
 - Total 30528 km² km² 
 - Água (%) 6,4
Analfabetismo
População De acordo com os que falam holandês e com os que falam alemão, não existem belgas. De acordo com os que falam francês, existem em torno de 10 milhões de belgas, sendo que aproximadamente 4 milhões deles são superiores aos outros 6 milhões. 
PIB per Capita Isto non ecxiste! 
IDH 1,0 
Moeda Batatas fritas com chocolate.
Fuso horário BZT (Belgium's Zone Time)
Clima Bom para comer batas fritas
Website governamental Isto non ecziste!


Cquote1.svg Nós inventamos a batata frita e nossa capital foi mencionada numa música do Men At Work Cquote2.svg
Guia turístico
Cquote1.svg Bem-vindo à sede da União Europeia Cquote2.svg
Placa de Trânsito indicando um ponto turístico inútil
Cquote1.svg Esse prédio tem formato de Seta. Parece pedir para irmos embora. Cquote2.svg
Turista sobre Bruxelas
Cquote1.svg Na União Soviética, a Bélgica é enganada por VOCÊ!! Cquote2.svg
Reversal Russsa sobre a Bélgica
Cquote1.svg No Imperivm Nazistvm, Hitler invade a Bélgica e extermina VOCÊ! Cquote2.svg
Exterminio Nazista sobre Bélgica
Cquote1.svg Na Bélgica, a Bélgica é criada pela NWO e quem acredita é VOCÊ! Cquote2.svg
Conspiração Belga sobre Bélgica
Cquote1.svg Já comi Cquote2.svg
Napoleão sobre a Bélgica
Cquote1.svg Já comi Cquote2.svg
Hitler sobre a Bélgica
Cquote1.svg Já comi Cquote2.svg
Imperador Júlio César sobre a Bélgica
Cquote1.svg Ah! Vem, então gostoso...enraba a sua putinha...enraba Cquote2.svg
Belga gostosa pedindo pra ser invadida

Bélgica (em neerlandês: Koninkrijk België, que significa "Suíça do Pântano") é um país-tampão entre a Holanda e França que se recusa veementemente em ser Holanda mas que age como se fosse uma província da França. Trata-se de uma nação imaginária criado como instrumento para difundir políticas ao redor do mundo que beneficiem a Europa (leia-se, a Alemanha). É desde a idade média um pseudo-país criado com esse claro intuito de servir de saco-de-pancadas e ser invadido e estuprado por vizinhos ao longo dos anos vindouros.

A existência do suposto país europeu por anos foi dada como certa por liberais. Durante muito tempo tem sido um exemplo brilhante das filosofias liberais em ação. Entretanto, agora é hora da verdade ser dita: A Bélgica não existe. Pense no Acre: Ele é um mísero estado fictício que não existe, mas muitas pessoas acreditam no Acre mesmo sem ter nada importante no Acre; Agora pense na Bélgica, um país rico e famoso da Europa que 12 a cada 9 pessoas conhecem, um país que já "realizou" muitas coisas importantes e participou de muitos fatos conhecidos, como alguém não acreditaria em uma mentira tão bem forjada como essa?

História[editar]

Antiguidade[editar]

Os primeiros a terem essa péssima ideia de inventar a Bélgica foram os romanos, sempre eles com suas ideias geniais. Júlio César é quem deu o nome de "Bélgica" para a Bélgica ao se referir a região com a interjeição "Bhelgh" que acabou posteriormente adotada.

A província foi então oficialmente nomeada como Gallia Belgica e sua utilidade para o Império Romano era muito próxima do nulo porque não havia nada por ali e nem os rivais dos romanos quiseram invadir a região. Os únicos que tinham algum leve interesse na Bélgica eram os bárbaros do Reno, afinal eles já tinham características dos atuais traços do povo alemão, e invadir a Bélgica é uma das tantas manias bizarras desses germânicos.

Bélgica dos outros[editar]

Uma nova era começou para a Bélgica quando Carlos Magno dividiu a região em aproximadamente 27 pequenas províncias e obrigou que cada uma dessas pequenas províncias falassem um idioma diferente próprio. Há muitos mistérios sobre os reais motivos de Carlos Magno ter feito isso, mas aparentemente ele queria vários príncipes pra puxar o saco dele, e obrigou a criação dos diversos idiomas porque aí nenhum deles ficariam amigos entre si. Desde então a Bélgica passou a ser conhecida como "Bélgica dos outros", pois sempre havia algum outro governando a região.

É claro que essa divisão da Bélgica trouxe consequências para o futuro da Bélgica pois agora todo mundo que conquistava a região encontrava como única solução dividir ainda mais. Os cidadãos ricos de Flandres não estavam satisfeitos com esta divisão constante e resolveram fazer algo até então inédito na Europa: Se venderam para a Espanha, que compraram a Holanda junto e fizeram os Países Baixos Espanhóis. A ideia era adquirir remessas de presunto jamón com nenhum imposto para assim incrementar a culinária belga conhecida por ser excessivamente gordurosa, salgada e oleosa. Os espanhóis, entretanto, eram barulhentos demais e os belgas chatos como são decidiram expulsá-los, indo procurar um povo mais pacato para se venderam e escolheram os austríacos porque eles são alemães disfarçados e todo mundo sabe que a Bélgica sempre quis ser a Alemanha, e então foi criado os Países Baixos Austríacos.

Quando Martinho Lutero decide acabar com a Idade Média e começar a Idade Moderna, os austríacos cansado da chatice belga decidem se casar com os franceses que são amantes muito mais fogosos e empurram a Bélgica de volta para os espanhóis. Nesse momento os belgas preferem é se separar em vez de se tornarem espanhóis de novo e travaram várias guerras que foram totalmente esquecidas (ou você já ouviu falar de guerra da Bélgica contra Espanha?). Então a ideia foi criar os Estados Belgas Unidos, uma ilusão que foi rapidamente desmantelada pelos franceses que simplesmente alegaram o que todos nós sabemos, que a Bélgica é só uma província da França e que assim ela iria se manter, embora Napoleão nunca tenha sido bem vindo na Bélgica, como sabemos a consequência da visita do imperador francês em Waterloo.

Quando a Bélgica percebeu que não fazia mais parte da França subitamente passou a fazer parte do Reino Unido dos Países Baixos por dez anos. A Inglaterra havia prometido isso aos Países Baixos para compensar a ocupação das Ilhas Meu Pau (atual Palau). Foram ótimos anos para a Bélgica graças à benevolência do estado holandês representado pela figura caridosa de Guilherme I dos Países Baixos que combateu o analfabetismo na parte sul da Bélgica por meio de uma política escolar massiva. Os belgas não conseguiam entender por que de repente se viram obrigados a ler e escrever em neerlandês mesmo que fossem franceses.

Independência[editar]

Como a França queria promover muitas revoluções ali nessa época de 1830, os franceses decidiram apoiar a Bélgica revolucionária separatista. Nesta situação de tensão todos os países da Europa olhavam para os Países Baixos com desconfiança no que o país neerlandês, no entanto, não tinha nenhuma vontade de organizar uma guerra por causa de uma revoltinha belga. Mas, para pelo menos fingir que estavam indignados com a Revolução Belga e a planejada intervenção francesa, o rei William Guilherme I das Calças Baixas ordenou que alguns soldados holandeses acorrentados à algumas vigas invadissem a Antuérpia e que deveriam ficar lá até serem libertados pelos soldados franceses.

Em 1839 o rei belga Leopoldo I das Costeletas anunciou que a Bélgica permaneceria neutra para sempre em relação a todos os outros estados europeus. Naquela época, porém, a maioria dos chefes de Estado já se perguntavam: "Quem ou o que era a Bélgica mesmo?". De qualquer forma, apesar de declarada a independência em 1830, somente em 1839, enquanto limpava sua mesa do gabinete, o rei William Guilherme da Holanda encontrou o tratado de paz no qual reconhecia a soberania da Bélgica, então assinou-o casualmente e rapidamente mandou aquele papel de volta à Inglaterra.

Bélgica colonial[editar]

Imagem chocante de um belga colonizando um congolês.

A Bélgica seria só um país qualquer da Europa, tipo uma Eslováquia da vida, se não fosse por seu segundo rei, Leopoldo II, que ao receber o Estado """Livre""" do Congo como propriedade privada na Conferência do Congo em 1885 levou a informação ao pé da letra demais e passou a usar o Congo como sua privada mesmo. Leopoldo II acreditava veementemente que tinha direito de defecar numa sacolinha e enviá-la ao Congo e era grande crítico daqueles a quem ele considerava "preguiçosos congoleses" a quem ele afirmava que não aguentavam um mero turno de 16 horas de trabalho não remunerado nos seringais da Bélgica.

Nesses 20 anos da amizade belga-congolesa cerca de 10 milhões de pessoas morreram praticamente de trivialidades, conforme Loeoldo II, até que em 1908 o monarca belga se viu forçado a vender o seu enorme quintal africano. Leopoldo II vendeu o seu Congo para a Bélgica, o país que ele próprio governava. A venda foi feita embora o Congo representasse um modelo de negócios favorável para a Bélgica: os belgas exportavam terror, racismo, ódio e tortura, e importavam borracha para a fabricação de material escolar (os belgas sempre prezaram pela educação desde Carlos Magno).

A Bélgica também atuou na Ruanda-Urundi um funcionário belga exemplar pensou que seria uma boa ideia dividir a população local em hutus e tutsis para que os registros demográficos estivessem em ordem. É claro que nenhum belga se importou com o fato de que esses grupos étnicos por tantos anos pacíficos logo se tornariam hostis graças aos novos nomes diferentes.

Guerras Mundiais[editar]

Em 1914 a Bélgica, que já naquela época almejava tornar-se a Meca do direito internacional, agora tinha todos os motivos na Europa para ficar chateada com as violações do direito internacional promovidas pelo Reich alemão. A fim de realizar uma cruzada contra a França, os alemães decidiram violar a neutralidade belga, mas os alemães só disseram isso aos belgas quando milhões de soldados alemães já estavam no país graças às impecáveis redes ferroviária e rodoviária belgas. Mas como os alemães queriam continuar sua marcha para a França, que ao contrário dos belgas tinha exército e aliados decentes, os alemães tiveram que realizar toda a guerra no interior da Bélgica e basicamente todos países do mundo explodiram ao mesmo tempo a cidade de Ypres. Os alemães foram expulsos e perderam a primeira guerra, mas não por belgas.

Por raiva dos alemães, os belgas plagiaram a bandeira alemã, mas isso levou Hitler em 1938 a acreditar que a Bélgica então era dele, por isso ele a conquistou com espantosa facilidade por mais neutra que a Bélgica fosse. Novamente os alemães seriam derrotados na guerra, e novamente não seria graças ao exército belga.

Eventos recentes[editar]

Após a Segunda Guerra Mundial a Bélgica de repente se tornou o centro da Europa. Na verdade, a Bélgica foi o único país onde todos os estados aliados da Europa puderam entrar sem preocupação para fazer sua reuniões depois de 1945 porque não a Bélgica nunca teve relações diplomáticas com nenhum deles. Afinal a Suíça e o Vaticano eram as únicas alternativas. Além disso, os belgas ainda tinham algumas mesas de reunião sobrando e eram o único país europeu onde nem os russos ou nem seus próprios compatriotas haviam desparafusado os últimos interruptores de luz. Políticos de diferentes nações passaram a se reunir em Bruxelas onde ao longo dos anos ficaram falando de si e negando o passado recente. O curso natural das coisas foi terminar com a Bélgica sendo declarada a capital da União Europeia.

Como a Bélgica agora finge que não é racista e se proibiu de atirar nos pretos de suas próprias colônias, o estado colocou suas tropas à disposição da OTAN para que elas pudessem atirar nos pretos das ex-colônias belgas que estivessem em guerra civil.

Geografia[editar]

Fronteira da Bélgica com a Holanda mostrando que na Bélgica você é obrigado a ficar de pé.

A Bélgica não pode ser encontrada em muitos atlas escolares porque geralmente desaparece em uma pequena dobra ou protuberância no papel do mapa ou porque a legenda do nome "BELGICA" foi impressa sobre ele escondendo-o completamente.

A característica geográfica mais importante da Bélgica é o equador belga que atravessa o país latitudinalmente de Liège a Tournai criando uma geografia que define o uso obrigatório de qual língua do país. Essa fronteira de linguagem absolutamente natural resultou em uma divisão topográfica clara em duas partes desde 1960. Assim, no norte em Flanders se fala um idioma orc e no sul se fala fazendo biquinho. Por exemplo, rios que possuem nomes em francês que correm no lado sul da Bélgica devem ser represados ​​antes de chegarem em Bruxelas e então direcionados para o oeste para que continuem permanentemente com o nome em francês.

Devido a esta separação estrita de idiomas a Bélgica vem perdendo muito turismo de caminhadas em trilhas, pois quem aceita andar em círculos no montanhoso sul da Valônia, se todas as trilhas foram transformadas em trilhas circulares para impedir que os turistas acabem no lado neerlandês da Bélgica?

Política[editar]

A Bélgica é um enorme Frankenstein geopolítico, com a diferença que o Frankenstein era grande e forte. Por sua origem vir de uns 75 mini-reinos diferentes a Bélgica certamente é um país complexo que nem os belgas entendem direito como funciona. Mas o que se sabe é que a Bélgica é o país mais liberal do mundo que cobra impostos de sua população.

O direito penal belga é conhecido por respeitar os direitos humanos. Na Bélgica, caso algum criminoso, por exemplo, um estuprador de criancinhas, sofrer um resultado desfavorável na corte local, ele terá a sua disposição a Suprema Corte da Bélgica para a elaboração, sanção e promulgação de uma lei que possa garantir a sua absolvição. No exemplo mencionado, o pedófilo passa então ser considerado um doente e o estado, graças aos impostos muito bem arrecadados, consegue pagar o tratamento psicológico, a comida e a moradia do ex-condenado. Um exemplo de humanidade!

População[editar]

Como os "belgas" são programados para se verem (esquerda) e como eles realmente são (direita, tirada recentemente por uma expedição francesa e, apesar da pessoa ficar extremamente chocada com a VERDADE, foi desprogramada e hoje tem uma vida normal como barista em Seattle).

Você deve estar se perguntando: "Se a Bélgica não existe, então quem são essas pessoas alegando serem Belgas?" Ou, talvez a questão seja mais pessoal: "Se a Bélgica não existe, significa que eu e meus pais não somos belgas? O que nós somos?" A resposta para essas questões é inquietante e pode ser difícil ouvir para aqueles que foram doutrinados na mentira Belga, mas a verdade deve ser dita.

Cidadãos "Belgas" são na verdade inocentes (a maioria) pessoas (a maioria) que foram sequestradas pela divisão Conspiração Belga da New World Order e submetidos a uma lavagem cerebral utilizando controle de mente psicotrônico, cerveja psicotronicamente modificada, e programação neurolinguística, para acreditarem que eles são belgas. Todas as suas memórias são reprimidas - trocadas por memórias falsas de uma vida superior belga. Alguns desses Belgas-Nascidos-De-Novo sofrem cirurgias cosméticas e mandados de novo a outros países para espalharem a mentira da existência da Bélgica. O resto é levado a um complexo subterrâneo enorme, debaixo da EuroDisney, onde são ligados a uma rede de computadores de realidade virtual (conhecidos amavelmente pela NWO como "Bestas de Bruxelas") que interage diretamente com os centro sensoriais de seus cérebros para que acreditem que estão vivendo na Bélgica (ou a Simulação Belga, como é chamada pela NWO).

Nem todos que são sequestrados pela Conspiração Belga acaba re-educado ou escravizado. Turistas são deixados "entrar" no "país" para "testemunharem" a "existência". Na verdade, essas pessoas são deixadas na fronteira da Alemanha, França, Holanda ou Luxemburgo e levadas à sede da NWO onde falsas memórias de campos vastos de couve de bruxelas e de chocolates são implantadas em suas mentes. Todos os voos aparentemente destinados à Bélgica na verdade pousa no campo aéreo secreto da NWO em Luxemburgo após os passageiros dormirem sobre efeito de um gás. E as janelas dos aviões voando sobre a "Bélgica" são substituídas com telas de plasma de ultradefinição para continuar com a ilusão.

Cidadãos "Belgas" são tristes, vítimas iludidas de uma vasta conspiração. Eles ajudam forças maléficas a perpetuar a crença que a Bélgica existe (e escrevendo irritantes emails pró-Bélgica para todos os mensageiros da VERDADE, assim como eu) mas não o fazem por sua própria vontade. Eles necessitam de nossa ajuda! E mesmo que a programação deles faça com que reajam violentamente a essas verdades desconfortáveis, eles podem ser ajudados.

Subdivisões[editar]

A constituição belga contém uma piada que tem sido ótima desde os anos 1960, um negócio chamado federalismo. Basicamente a Bélgica divide-se em três regiões fictícias: O Flandres, a Valônia, e Bruxelas. Nos Flanders as pessoas andam com uma batata enfiada na boca, por isso as suas regiões se pronunciam Antwerpen, Vlaams Brabant, West-Vlaanderen, Oost-Vlaanderen e Limburg, como se estivesse engasgando mesmo. Na Valônia as pessoas andam com a mesma batata, mas enfiada no cu, por isso as suas províncias se pronunciam Brabant Wallon, Hainaut, Liège, Luxembourg e Namur.


Economia[editar]

A Bélica detém o modelo de negócio mais eficiente da face da Terra: A economia belga consiste em deixar os outros se fuderem e trabalharem, enquanto eles apenas administram o Euro e a riqueza dos outros. Você absolutamente nunca ouve falar de qualquer tipo de commodity que seja tradicionalmente produzida na Bélgica, e isso porque além de não existirem, eles não produzem nada, apenas pegam o dinheiro dos outros e usam em políticas públicas. O máximo que você vê é o fato da Bélgica ser o maior produtor de chapéus-coco e bolas de bilhas do mundo, mas fora isso não se conhece o que mais a Bélgica teria.

Turismo[editar]

Um típico prédio da Bélgica... ou assim foi nos falado.

Não há nada para ver na Bélgica, todos preferem visitar Amsterdã, sempre. A Bélgica consiste exclusivamente em autoestradas, e mesmo assim, se você escolher dirigir nessas belas estradas bem asfaltadas, não importa a direção que você dirija, você acaba em um lugar que não é mais a Bélgica. Por isso não estranhe se não encontrar nenhum cartão postal na Bélgica, afinal eles não tem pontos turísticos com os quais possam fazer cartões postais. Eles possuem apenas uns edifícios feios de arte modernista completamente nada funcionais.

O visitante também precisa de um dicionário trilingue para saber que "Liége" e "Luik" são o mesmo lugar, que "Mechelen" e "Malines" também são o mesmo lugar, que "Antwerpen" e "Anvers" também são a mesma cidade, e o mesmo para "Gent" e "Gand", e assim por diante para cada cidade. Não há explicação para isso a não ser que os belgas são chatos e discordam em tudo. Aliás, é inútil pedir orientação a um habitante locais, pois ele se recusará a responder por arrogância francesa ou por orgulho nacional flamengo e a resposta sempre será uma pista falsa sobre te fazer dirigir até fora da Bélgica.

Cultura[editar]

Observando a suposta história fabricada da Bélgica, notamos que os belgas na realidade não possuem história própria. Durante milênios você só vê atuando na história da Bélgica apenas romanos, holandeses, alemães, franceses, espanhóis, austríacos, luxemburgueses e nunca um belga. O motivo disso é simples: Os belgas não existem.

Mas apesar de não existirem, isso não impede os belgas de tentarem ter um mínimo de identidade própria e eles valorizam demais os artistas nacionais. Por isso o país idolatra um dos mais renomados artistas da história da humanidade, o Stromae, quem não gosta de Stromae? Basta ouvir suas canções insípidas e chatas que não se sabe se são rap, jazz, hip hop, ou possivelmente uma mistura estranha e francamente nojenta dos três, para entender o que são os belgas.

Culinária[editar]

Principal prato da culinária local: Batata frita com batata frita, com batata frita com acompanhante e uma guarnição de batatas fritas. Claro, sem esquecer a batata frita de sobremesa.

O orgulho nacional belga não se expressa apenas politicamente, mas também culturalmente, por exemplo, em numerosos crimes culinários contra a humanidade. A Bélgica é aceita como uma das piores culinárias do mundo junto das culinárias da Papua-Nova Guiné e do Uzbequistão, mas com o agravante de não ter nem leite de burra como os uzbeques tem para fazer descer a comida deles.

Por ser um país cujos alimentos visam aumenbtar o colesterol das pessoas, tudo na Bélgica tem que vir com batata frita. Os pratos mais comuns são: frango frito com batata frita, bife com batata frita, batata frita com batata frita, lagosta com batata frita, e assim por diante. Tanto que o prato culinário considerado o símbolo nacional é o mexilhão com batata frita, um prato tão asqueroso que os belgas comem só para chocar os visitantes, nem é por gostarem daquilo.

Para sobremesa a Bélgica é famosa por seus doces sem graça, como chocolates com gosto de leite desnatado e uma espécie de biscoito que tem tanto açúcar que nem tem gosto porque as papilas gustativas humanas não conseguem reconhecer tanto açúcar, os famosos waffles.

Idioma[editar]

Cquote1.svg Você quis dizer: Mantenha o Google Translate sempre ligado Cquote2.svg
Google sobre Bélgica

A Bélgica possui dois idiomas oficias que estão surpreendentemente bem divididos: No norte nos Flanders se fala a idioma orc e no sul na Valõnia se fala usando biquinho. Do ponto de vista flamengo (norte), o norte holandês da Bélgica é o epítome do orgulho nacional rústico e realista da Bélgica, mas os 80% dos habitantes belgas que adotaram a língua francesa, alguns dos quais infelizmente ainda vivem no norte afirmam que é mais fácil falar francês do que holandês.

Por ser um país bilingue várias leis existem para fazer o controle de onde e quando usar cada idioma para não confundir os cidadãos. Onde e quando cada idioma pode ser usado é fácil de determinar pois é definido de forma clara e precisa por essas leis. Essas leis, claro, devem ser emitidas em versões bilingues e traduzidas para alemão. Essas leis determinam, por exemplo, que todos em Bruxelas sejam obrigados a aprender neerlandês e francês, enquanto nos Flandres todos saibam falar em neerlandês e fazer tradução para o francês, enquanto na Valônia todos são obrigados a saber falar francês e traduzir para neerlandês e alemão. Essas leis também determinam que nada em alemão possa ser traduzido para francês, necessitando uma tradução para neerlandês e então para francês. A linguagem de surdos deve ser sempre traduzida para francês, neerlandês e alemão também. Conforme a legislação belga, cada cidade é livre para fazer suas próprias leis de idiomas, então na cidade de Eupen, por exemplo, é obrigatório que todos saibam falar alemão mas saibam traduzir para francês e neerlandês.

O que se percebe na prática, portanto, é que nos Flandres é proibido aprender francês, a menos que as crianças aprendam o francês em holandês nas aulas. Enquanto na Valônia o uso de outro idioma que não o francês é proibida, caso contrário, toda a complexa legislação linguística belga seria inútil. No que diz respeito ao cotidiano, é claro que é permitido o uso de qualquer língua, exceto em questões contratuais privadas, pois quaisquer certificados oficiais, diplomas, contratos e até mesmo placas de trânsito estarão obrigatoriamente no idioma da região em que se encontram. Por isso em casamentos de pessoas de duas línguas, a regra geral é que a mulher aceite a língua do homem e abandone a sua língua nativa exceto, é claro, se a esposa for bilíngue.

De qualquer forma, não há outras línguas além de francês e neerlandês na Bélgica. Qualquer pessoa que emita sons indesejáveis ​​em um outro idioma, especialmente inglês, é visto com raiva até que comece a falar holandês ou francês.

Há aquele 1% de luxemburgueses (alemães com sotaque francês). Estes são os habitantes que caíram da fronteira de Luxemburgo sem querer dentro de Ouren.

A farsa belga[editar]

Entenda: A Bélgica não existe!

A Bélgica é, e sempre foi, uma estratagema neoliberal, um dispositivo usado para propagar o famigerado neoliberalismo ao redor do mundo. Usar um país para isso seria muito difícil, as pessoas morando lá não conseguiriam suportar tal peso, quando os Estados Unidos tentaram isso uma vez, acabaram criando a Crise de 1929. Daí a ideia de criar um país imaginário, inserido na consciência global, e usar isso como uma ferramenta de manipulação.

Usando a voz de uma nação, a elite maçônica intromete-se em discussões globais, quietamente mudando o tópico das conversas com um adendo aqui, um sussurro ali. Precisa de provas? O país fictício foi um fundador da União Européia, do Euro, da OTAN e da Eurocopa com todas suas sedes em Bruxelas. Assim como outras instituições internacionais, desimportantes e aparentemente sem perigo agora, que terá um indescritível poder de aprovar regulamentos e leis econômicas a serem aplicadas em qualquer futuro cidadão do mundo.

A elite neoliberal trabalhou muito para dissimular nossa realidade. Eles foram capazes de introduzir a Bélgica na história e geografia sem ninguém perceber. A história da Bélgica foi projetada com guerras, lutas políticas e colonialismo suficientes para misturar-se com o resto da europa. Isso, combinado com a adição de figuras históricas francesas e alemãs, cria uma história alternativa que substitui a real. Onde o imaginário acaba e a realidade começa? E pior: sob a vista dos Liberais sobre o Ministério da Educação, nossas crianças são forçadas a acreditar nessa mentira!

Os neoliberais não só nos deixaram crer na existência da Bélgica, como fizeram-nos acreditar que a nação ilusória é Shangri-La. Tipicamente da Media Liberal, temos sido inundados com propaganda pró-Bélgica: alegação de superioridade belga na arte da fabricação de chocolates; o bem reputado valor nutritivo da Couve de Bruxelas; como a batata frita (french fries) é na verdade uma invenção belga; e a arte marcial "superior" de Jean Claude Van Damme, os "Músculos de Bruxelas".

Quando eles aprenderão que não podem esconder a verdade de nós?

Eu até posso ouvi-los falando: "Mas como pode a existência de um país inteiro ser um boato?". Professores diriam que se não fosse pela Bélgica, existiria uma lacuna entre a França e a Holanda nos mapas, esquecendo-se que todos os dados de nossos mapas vêm de satélites controlados pela NASA e KGB.

A razão de como o boato da existência da Bélgica pode ser taxado de verdade é simples: nós não fomos vigilantes o suficiente. Nós deixamos eles ganharem sobre nós o poder necessário para distorcer a realidade para caber seus planos inescrupulosos. Mas não é tarde: a verdade está lá fora!

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