Região Metropolitana da Baixada Santista

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Região Metropolitana da Baixada Santista é um pedaço do litoral paulista, cuja capital é a cidade de Santos, único ponto que realmente importa nessa área e que tem sob seu domínio varias cidades próximas de pouca relevância e interesse como São Vicente, Guarujá e São Paulo.

Aguarda-se para os próximos anos que Santos consiga desenvolver seu projeto de cidade submarina anexando aos seus domínios o Reino de Atlântida.

Geografia[editar]

Ao contrário do Nordeste, o estado de São Paulo não foi abençoado com belas praias, mas apenas um litoral feito com praias feitas de areia dura, ondas sem graça e água muito fria que eles ainda fazem o favor de poluir jogando todo o cocô produzido na Baixada Santista por lá.

O nome "baixada" não é por acaso, pois toda aquela faixa de terra está na altitude do mar, e embora a humanidade num geral tenha fomentado o aquecimento global desejando derreter umas calotas polares afim de afundar Santos no mar, ainda não houve sucesso nisso, então o uso de Clorofluorocarbonetos continua incentivado bem como a criação de novas usinas termoelétricas e indústrias poluidoras do meio ambiente, algo vastamente empregado em Cubatão, por exemplo. Nesse sentido a região contribui para o aquecimento global criando vacas, galinhas e piranhas em sua região central e mantendo imensos córregos de merda a céu aberto onde geram milhares de toneladas de metano todos os dias.

Economia[editar]

Quantidades jamais vistas de farofeiros reunidos numa mesma rodovia, chegando na Baixada Santista. Note que a placa não determina a velocidade máxima, pois será impossível mesmo correr a 110 Km/h ali, a placa indica na verdade que 110Kg é o peso máximo que o turista deve ter antes de chegar na Baixada.

Com muito esforço, os habitantes da Baixada Santista, especialmente sua capital Santos, tentam se desvincular ao máximo de São Paulo, chegando ao ponto de transformar alguns de seus bairros (como Guarujá) em municípios só para gerar uma falsa impressão da existência de muitas cidades nessa região. Economicamente a Baixada Santista é pobre como o Brasil num geral e sua única atividade econômica relevante é o que ocorre no porto de Santos, que na prática beneficia apenas a capital São Paulo. A estrutura do porto de Santos é algo maravilhoso, sendo comum todos anos engarrafamentos de milhares de quilômetros de caminhões nas ruelas de Santos e arredores afunilados numa situação precária.

A segunda cidade mais importante é Cubatão, onde estão as indústrias que fabricam coisas inúteis com tecnologia do século passado. As demais cidades são apenas praias mesmo, mas praias ruins de água gelada e poluída lotadas de farofeiros, surfistas atropelando banhistas e toletes de cocô boiando. Estas cidades beneficiam-se, porém, do fato dos brasileiros não terem bom gosto e aceitarem qualquer pocilga como destino turístico.

É portanto a região metropolitana mais inútil do Brasil.

Transportes[editar]

Embora seja um território espremido no litoral, há mais de uma dúzia de rodovias interligando a região para todo lugar. Só para a capital São Paulo há umas 4 rodovias porque na medida que vão todas engarrafando, ao invés de construírem um trem-bala ou algo do tipo, preferem criar uma nova rodovia, e mesmo assim não parece ser o bastante para suportar a demanda de farofeiros turistas que vão para a Baixada todo feriado prolongado.

A Rodovia dos Imigrantes e a Rodovia Anchieta sempre são palcos de acidentes espetaculares, e mesmo assim possuem dezenas de pedágios extorsivos em poucos quilômetros de via.

Municípios[editar]

Intrusos: