Bangladesh

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Bagalhabbalnga manguak bengaleledesh
Reino Democrático Subaquático Ultrapopuloso de Bangladesh
Bangladesh!!!
Bandeira de Bangladesh
Brasão de Armas de Bangladesh
Bandeira Brasão
Lema: Calce suas galochas para sair de casa
Hino nacional: Vamos fazer mais dez filhos

Localização de Bangladesh!!!

Capital Daca
Cidade mais populosa Benga (a benga é sempre a maior)
Língua bengalelê
Religião oficial Islamismo de má vontade, Hinduísmo imposto
Governo Reino da Democracia Socialista Marinha
 - Homem que não se molha Iajuddin Ahmed
Heróis Nacionais Abu Simbel
Área  
 - Total Só gente, nada de espaço km² 
 - Água (%) 70
Analfabetismo 99%, 1% fugiu a nadar 
População Gente pra caralho!1 trilhão aproximadamente 
PIB per Capita 465 
IDH 0.000000000000000000001 
Moeda Taca
Fuso horário +6
Clima Pantanoso e alagado
Website governamental O servidor de Bangladesh pifou depois de ser inundado
Fatos.png
Conheça os fatos sobre Bangladesh


Cquote1.svg Bangladesh, Bangladesh, where so many people are dying fast... Cquote2.svg
George Harrison sobre Bangladesh
Cquote1.svg Na verdade, a única coisa de que podemos nos orgulhar é o fato de termos um time de críquete melhor do que o dos Estados Unidos Cquote2.svg
Presidente de Bangladesh sobre as façanhas alcançadas por seu país

Bangladesh (saúde!) é um país alagado da Ásia conhecido por sua altitude de -50 metros acima do nível do mar e um trilhão de indivíduos fazendo filhos o tempo inteiro e todo dia indo trabalhar em fábricas têxtis, tendo até mesmo entrado no livro dos recordes como a maior sauna do mundo. Sua bandeira é uma cópia da bandeira do Japão mas com umas cores nada a ver.

História[editar]

Antiguidade[editar]

Os primeiros relatos de humanos no local datam do ano 727 a.C., época em que monges budistas idiosos chamados Bengalas (apelido que fazia alusão aos seus membros de tamanho avantajado), decidiram morar num vasto mangue de merda o qual batizaram de "Bangladesh" (que em língua bengali significa "isso aqui fede"). Esses monges passaram a cultivar urtiga e deram origem ao Império Sunga, afinal já em 185 a.C. aquilo ali já estava tudo alagado e era melhor star de sunga mesmo.

Diversas dinastias bengalas[editar]

Bangaladesh passaria vários séculos sendo governada por vários monarcas hindus, budistas, jainistas e muçulmanos, por isso num curto espaço de tempo você ouve falar de Reino de Gauda, Samatata, Reino Jaintia, Reino Gour, Reino Laur, Reino Mallabhun e isso para mencionar alguns poucos das 400 dinastias que passaram por ali, cada uma com seu idioma, religião e trajes próprios. Quem mais sofriam eram os camponeses que as vezes saíam pra trabalhar de manhã falando marata e praticando o jainismo, mas quando retornavam pra casa de noite tinham que aprender mandarim e praticar budismo porque a dinastia governante mudou, mas então no dia seguinte precisava aprender o alfabeto bengali e os costumes do sikismo porque uma outra dinastia havia ocupado o trono.

Genghis Khan foi quem pôs fim a essa palhaçada quando se apoderou da região durante sua vida, usando Bangladesh como fonte imensa de adubo para arar e fertilizar as terras mongóis em que porra nenhuma crescia.

Os séculos foram se passando e os mongoloides acabaram virando escravos sexuais na China, e então vieram os árabes que com 30 esposas por indivíduo e muitas surubas com direito a festas na lama difundiu essa ideia de criar uma média de 7589 filhos por homem, o que obviamente resultou na criação do maior pulgueiro do mundo. A população de Bangladesh desde então cresce exponencialmente e dobra a cada novo século. Por isso alguns cientistas dizem que bengalis na verdade são bactérias que vivem na água e se reproduzem por meiose.

Colonização[editar]

A vida era tão ruim para os bengalis que, quando os britânicos apareceram, eles pensaram: "Ah, que diabos? Eles não podem ser muito piores!" e languidamente saudaram a invasão estrangeira. Depois de milhares de anos de anarquia, sexo e putaria os ingleses finalmente chegaram e falaram "Chega de putice!" e as surubas foram extintas por quase 100 anos o que diminuiu drasticamente a população de Bangladesh para apenas 350 bilhões de pessoas, porém começou a chover como nunca antes e os bengalis aumentaram sua resistência contra seus colonizadores e a putaria continuou debaixo da água. Os britânicos se renderam, eles só queriam um lgar pra plantar chá mesmo..

Devido à mão de obra barata do país, várias potências europeias tentaram colonizar Bangladesh, mas todos eles se arrependeram rapidinho. Os portugueses tentaram colonizar Chittagong, mas quando perceberam o tanto de nome que teriam que transliterar (porque em Portugal isso é obrigatório) eles desistiram e foram embora pra Macau. Os neerlandeses tentaram fazer sua base em Chinsurah, mas os nativos usavam as folhas de maconha como papel higiênico e os holandeses também desistiram de Bangladesh. Os franceses fizeram sua base em Chandannagar, mas não importava quantos perfumes eles trouxessem a cidade não parava de feder, e eles também desistiram de Bangladesh. Os dinamarqueses fizeram sua base em Serampore, mas para eles até a Groenlândia era um lugar mais interessante. Os austríacos fizeram sua base em Bankipur, mas como a Áustria não tem mar também não tinham barcos pra visitar a cidade.

Independência[editar]

Os ingleses se retiraram em 1947 e deixaram como herança muitas fábricas que deixam o céu da cor verde e o Sol um cor alaranjado morto, fato esse representado em sua bandeira cujo verde representa o gás letal que permeia o céu da região. Essa independência veio após a conclusão Segunda Guerra Mundial, época em que tornou-se tendência das colônia declararem independência da Grã-Bretanha. Índia e Paquistão conquistaram a sua independência, o segundo com o enclave chamado Paquistão Oriental, que na verdade era Bangladesh. Os bengalis se sentiram roubados porque, no final, eles nem se tornaram realmente independentes.

Acabou sendo muito fácil para o Paquistão governar a Bengala Oriental, tanto que as primeiras coisas que os paquistaneses fizeram foram suprimir a língua bengali, forçar todos bangladeshianos a aprender falar urdu diariamente, mudar o nome do país para Paquistão Oriental, e ainda dar uma bandeira do Paquistão para Bangladesh. Os paquistaneses perceberam rapidamente que os bengalis estavam tão acostumados a morrer que não se importavam se os paquistaneses os ameaçassem de morte, por isso uma guerra civil acabou ocorrendo e Bangladesh se tornou o primeiro país do mundo que se tornou independente duas vezes.

Como em todo país recém-independente, havia um golpe militar alternado a cada dois meses, seguido por um contragolpe militar. Atualmente já é aceito que alternância de poder seja por golpe militar.

Geografia[editar]

Cidadão bangladeshiano a caminho do serviço.

Bangladesh é um país cercado de Índia por todos os lados e um pedacinho de Myanmar (o que não melhora as coisas). O maior problema natural para Bangladesh é claramente sua localização no epicentro das monções do oceano Índico sendo o único país no mundo que chove mais do que na Inglaterra e em Belém juntos. E após um dia de forte chuva a maioria da população está desabrigada porque as caixas de papelão estão todas encharcadas, ou seja, todo dia.

Em Bangladesh não há montanhas, todas as montanhas ficaram para a Índia (embora a China goste de ter umas montanhas também). Em Bangladesh tem apenas dois grandes rios, o rio Ganges e o rio Buriganga, perfeitos para resolver o problema sanitário das cidades bangladeshianas porque basta despejar todo lixo doméstico, farmacêutico, químico, hospitalar e industrial no rio que os espíritos fazem o trabalho de levar tudo embora.

Devido à sua altitude média de -500 metros acima do nível do mar, Bangladesh é comumente chamada de "Países Baixos da Ásia", apesar de que Bangladesh jamais construiu os famosos diques que a Holanda tanto preza, por isso o nível e constância de inundações é elevadíssimo, fazendo do país um grande esgoto e fonte inesgotável de doenças.

População[editar]

Uma cidade de interior pouco povoado de Bangladesh.

Bangladesh abriga um total de mais de 160 milhões de pessoas, o que é uma grande quantidade para um país que é só um brejo. Apear da cólera fazer parte do cotidiano das pessoas nesse país, a população continua a crescer porque os casais em Bangladesh tradicionalmente tem 13 filhos, e esses 13 filhos engravidam aos 13 anos e até os 26 anos serão pais e mães de mais 13 filhos. Há um mês atrás havia nada mais do que 1 ou 2 milhões de pessoas e agora já há bilhões de pessoas.

Um bangladeshiano um segundo depois de ter um filho tem outro filho e ainda tem o neto, a densidade populacional, portanto, é de milhões de pessoas por metro quadrado e o controle populacional é deixar um monte de gente morrer de fome.

Política[editar]

Bangladesh é uma monarquia reivindicada por duas famílias, a família Mujib e a família Zia. Essas duas famílias brigam pelo trono e a cada 5 anos realizam uma eleição para decidir quem ocupará o assento real. Embora o povo tenha adquirido o direito de votar e quem desejar desde que uma tal "democracia" foi criada por ali, na prática os cidadãos bangladeshianos preferem simplesmente seguir o "pacto de reinado alternativo" em que a cada cinco anos uma família deve alternar de poder com a outra. As vezes surge um forasteiro que governa o país por uns dois anos, ou as vezes uma década, mas nesses casos sempre é possível um golpe militar.

Apesar de ser uma monarquia familiar, Bangladesh se apresenta para o mundo como um país democrático e por isso assume nomes democráticos para os títulos nobiliárquicos. O rei ou a rainha assumem o cargo de primeiro-ministro e estes indicam um fantoche como presidente cuja única função é colocar carimbos e assinaturas nos despachos feitos pelo primeiro-ministro. Então, o presidente é na verdade um escrivão, a rainha é a primeira-ministra, a anti-rainha é a líder ou oposição, os puxa-sacos da rainha são os ministros de estado, e assim por diante.

Subdivisões[editar]

Bangladesh não se divide em províncias, estados ou nada disso. Eles preferem algo mais simples e se dividem em divisões, aí ninguém se sente confuso. Bangladesh prefere chamar suas divisões de divisões porque se chamá-las de "província" pode ser que queiram se separar.


Economia[editar]

Dois trabalhadores de Bangladesh durante o intervalo de 10 minutos para fumar um cigarro.

Como o principal produto produzido em Bangladesh não é possível de ser exportado, que são os desastres naturais provocados por ciclones, inundações, fomes, tornados e terremotos ocasionais, o país acaba sendo muito pobre porque nada disso pode ser exportado. As pessoas em Bangladesh, portanto, vivem com um salário equivalente a 10 reais, mas é claro que existem umas pessoas que são mais ricas (11 reais).

Cerca de 80% da população de Bangladesh trabalha em fábricas têxteis que fornecem todos os produtos da H&M e da Zara. Bangladesh é particularmente atraente para esse tipo de empresas estrangeiras pois os trabalhadores locais geralmente sobrevivem com um salário mínimo que nenhum europeu aceitaria, além de não existir direitos trabalhistas absurdos que só atrapalham esses megaempresários. E caso ocorra uma outra enchente que mate metade de seus funcionários, as empresas não precisam se preocupar com possíveis substituições uma vez que sempre haverá gente suficiente disponível que farão qualquer coisa para não ficarem desempregadas. Quem está desempregado em Bangladesh não ganha 400 euros da bolsa-mendigo que a União Europeia oferece, ele apenas passa fome. E se for necessário cortar gastos as empresas podem simplesmente contratar crianças e deixá-las trabalhando por metade do salário, um gesto bonito pois essas crianças poderão contribuir com grande parte na sua renda familiar.

Infraestrutura[editar]

Transportes[editar]

Como a maioria dos residentes de Bangladesh são pobres, carros, motocicletas e até mesmo tuk-tuks não são muito comuns. Os pouco proprietários de motos nem precisam se preocupar em serem furtados porque nas favelas do país nem têm vagas para motos. A maioria da população depende de bicicletas baratas para se locomover, não porque os bangladeshianos se preocupam com emissão de gás carbônico porque eles praticam botam fogo no próprio cocô, mas sim porque é realmente o único meio de transporte disponível. É verdade que por causa disso os residentes rurais geralmente precisam de metade do dia para pedalar até a fábrica de tecidos onde trabalham, mas fazer o quê? Com a alta densidade populacional, Bangladesh é o único país do mundo que tem engarrafamentos de bicicletas, causando essa estranha sensação constante de estar numa versão pobre do Tour de France.

O transporte público é aquela mesma coisa da Índia de trens entupidos de gente. Na Índia não existe encoxadores nos seus trens, está todo mundo tão espremido que não existe na psicologia uma parafilia para um negócio daqueles.

Cultura[editar]

Ao contrário da crença popular de por ser um país islâmico Bangladesh é cheio de homens espancadores de mulheres, Bangladesh na verdade tem sido historicamente campeão dos direitos das mulheres. Enquanto o ocidente apodrece numa cultura de subjugação feminina, Bangladesh foi pioneiro na discriminação reversa contra os homens. Quando um homem e uma mulher se casam, é o homem que muda seu nome, e quando tem um filho o seu nome é modificado para o nome do primogênito. Um pai bangladeshiano tem seu sobrenome modificado e passa a ser Abba ("papai"). Portanto, se a filha primogênita de um bangladeshiano se chama Amanda, seu nome se torna Amanda'r Abba . Isso ilustra com precisão que o primeiro e mais importante papel de um homem de Bangladesh é ser um marido obediente.

Além do salário do marido, as mulheres em Bangladesh ainda têm o controle monopolístico da televisão, dos empréstimos de microcrédito e do cargo de primeira-ministra. Supõe-se que as mulheres em Bangladesh gostam de ser primeiras-ministras por causa das vantagens de serem boas amigas do belo astro de Bollywood, Hussain Muhammad Ershad.

Esportes[editar]

População de Bangladesh praticando o surf no trem, um esporte radical típico da região, herdado da Índia.

O esporte nacional de Bangladesh é a prática do Janen Bhabi. Depois que o homem sai de casa para trabalhar, as mulheres da vizinhança se reúnem, geralmente na frente das escolas de seus filhos, para jogar esse jogo conhecido Janen Bhabi. As regras desse desporto consiste em cada mulher iniciar uma frase com a expressão "Janen Bhabi" e depois dizer uma mentira absoluta sobre um membro da família ("Janen Bhabi, meu marido é formado em engenharia mecatrônica!") e o jogo então segue com a mulher seguinte precisando dizer uma mentira ainda maior sobre um membro de sua família. Desqualificações ocorrem quando falam verdades ou quando não iniciam a frase com "Janen Bhabi".

O esporte dos homens são apenas aqueles praticados na Índia mesmo. O críquete e surf de trem.

Religião[editar]

A religião predominante de Bangladesh é o islamismo, por isso é um país conhecido por sua alta tolerância e pela paz em assuntos religiosos. Eles odeiam apenas quatorze tipos de pessoas: Os africanos, os tâmeis, os indianos, os judeus, os cingaleses, os cristãos, os homossexuais, os bissexuais, as transexuais, os americanos, o ocidente em geral, os paquistaneses, os israelenses e os iranianos. Fora esses, todos os muçulmanos são amados em Bangladesh, especialmente se eles são de Dubai e podem te contratar para trabalhar nas fábricas deles.

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