Beatrice Portinari

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

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Beatrice idealizada na imaginação de Dante.

Beatrice Portinari foi o grande amor da vida do aclamado poeteiro Dante Alighieri. Sensual, inteligente e caridosa, pouco ou nada se saberia sobre sua vida se não fosse os escritos deixados pelo tarado do Dante que passava os dias a descrevendo.

Dante era um nerd de nariz caduco constipado com um péssimo senso de moda gostando, por exemplo, de utilizar gorros vermelhos de Papai Noel, enquanto Beatrice era a filha do governador, bela, descolada, sensual e inteligente, o fato é que a moça era muita areia para o caminhãozinho de Dante, o poeta não tinha chance alguma de conseguir uma mulher daquelas, e por isso acabou desenvolvendo com ela um namoro unilateral.

Viciado em jogos de RPG, Dante escreveu uma série de fanfics com auto-inserção onde ele se narra miguxo enamorado de Beatrice.

Vida[editar]

A pose de gostosão de Dante ao encontrar Beatriz na rua.

Filha de Folco Portinari, um poderoso político, desde a sua juventude foi criada para o melhor da vida noturna local, em Florença. Na tenra idade de nove anos, durante a Oktoberfest, encontrou Dante engasgando com um gole de suco de laranja, Beatrice que conhecia métodos de primeiros socorros, abraçou Dante por trás e apertou seu esôfago salvando-lhe a vida. Imediatamente Dante se apaixonou por aquela menina de doce vestido vermelho-sangue (que na verdade era branco, mas haviam acabado de derramar uma garrafa de vinho tinto sobre ele).

A documentação sobre a vida de Beatrice sempre foi muito escassa, a ponto de se duvidar da sua real existência, atribuindo-a apenas como uma personagem criada por Dante, afinal, ele era nerd, poderia sim ter se apaixonado por uma personagem fictícia que ele próprio criou. De qualquer forma, a única prova sobre a existência da real Beatrice era o testamento de Folco Portinari, datado de 1287. Ali se lê: ...item d. Bici filie sue et uxoris d. Simonis del Bardis reliquite[...] Note que nem esse texto vale, pois "Beatrice" é chamada de "Bice".

Sobre o que se sabe de sua vida, ela fora transferida para Florença, e morava na casa vizinha de Dante, que ficava louco ao saber que o banheiro dela era separado apenas por uma parede de pedra de sua casa. Situação que inspirou a peça teatral melodramática, que virou filme em 2004, Show de Vizinha (La ragazza della porta accant no original italiano).

Enquanto Dante ficava dias se masturbando pensando em Beatrice (o que lhe garantiu a alcunha de "poeteiro") Beatrice só na farra, chegou a ter seis filhas (lembre-se que naquela época não existia camisinha, pílula anticoncepcional, nada disso).

Entre os feitos de Beatrice está a fundação do hospital Ospedale di Santa Maria Nuova, criado para atender enfermos da sífilis.

Beatrice pensando na morte da bezerra.

Tornou-se famosa como uma stripper e traficante de drogas. Fez o teste para o Big Brother Florença mas não foi chamada, trabalhou também de garçonete e assistente de palco do Silvio Santos, diz-se ser a tia-avó de Britney Spears, apoiou a apresentação do Kiss em Florença, e embora com toda essa obra, infelizmente, caiu em escândalo devido a algumas fotos comprometedoras suas que caíram na rede, tiradas da webcam. Entrou em depressão e entrou no mundo sem volta das dorgas. Exagerando nessa vida matou seu pai para conseguir a herança e mais dinheiro para sustentar o vício (morte do velho que Dante tinha previsto em uma de suas viagens do ácido ao notar a ausência de grana de Beatrice) e finalmente Beatrice morreu, de uma overdose nove meses depois (fato que Dante também previu, o que não é difícil de se prever sobre quem consome heroína).

Após morrer, Deus que gostava das apresentações de cabaré de Beatrice, fez vista grossa para os pecados da dama, e a alocou no Paraíso, de onde ela reparou que era figura constante nos sonhos pervertidos de Dante. Irritada, manda o poeteiro ir passear no Inferno para este observar a punição dos injustos e ver se ele toma jeito na vida.

Beatrice e Dante[editar]

Beatrice prestes a pagar mais um sapo para Dante.

Dante conheceu Beatrice quando os dois tinham nove anos. Ele ficou tão impressionado com a beleza da menina, que caiu em amor imediatamente, mas devido ao seu nariz esquisito e os odores desagradáveis exalados de suas axilas, envergonhado, decidiu usar de poemas de amor para falar dela, sem tentar nenhuma aproximação na vida real.

Aos 18 Dante reencontra Beatrice. Naquela mesma noite, ele tem um sonho erótico, no qual vê "Amor" que aprisiona Beatrice em seus braços. A donzela tem nas mãos o coração de Dante, que devora em lágrimas.

A morte de Beatrice que ocorreu em 1290 abalou Dante profundamente, que indignado cai na vida do pecado dos prostíbulos.

Após um período de intenso sofrimento, o poeta manifesta interesse por outra donzela Sophia Loren, mas logo descobre que ela é napolitana e descarta essa paixão ao descobrir que sua preferência não eram seios grandes, e revive a memória de Beatrice, escrevendo em sua homenagem a Divina Comédia

La Vita Nuova[editar]

Beatrice reparando no esquisito nariz de Dante.

Nesta obra que ninguém conhece Dante e Beatrice se encontraram apenas duas vezes em toda vida, narrando-se assim um amor cortês platônico nerdístico de Dante, que nas duas vezes que a encontrou, nada conseguiu falar além de uns gaguejos, com certeza Beatrice comentava com as amigas "Nossa, sabe aquele tal de Dante? O do nariz caduco? Acho que ele está afim de mim... Tadinho, ele é nerd demais. Hahahaha!"

Neste livro Dante descreve todos os sonhos e fantasias eróticas que tinha com Beatrice, até o dia da morte da dama.

A Divina Comédia[editar]

Nesta obra, a única conhecida de Dante, o papel de Beatrice, já morta e como espírito, é o de substituir Virgílio que por ser pagão não pode entrar nos Céus.

Beatrice aparece como uma mulher de gênio forte, que paga altos sermões para Dante, exibindo um certo lado masoquista do poeta.

Ver também[editar]