Benjamin Constant

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Benjamin Constant é uma distante aldeia ribeirinha localizada onde o vento faz a curva (junto com a curva do rio) absolutamente no final do Brasil, sendo mais longe e posterior à localização do Acre para se ter ideia de como talvez essa cidade nem exista, ou no mínimo seja só mais um território esquecido.

História[editar]

Típica calçada da criativa arquitetura benjamin-constantense.

As primeiras habitações na região surgem em 1750 no final do Rio Javari, tão longe que nunca chegou a ser reconhecida pelo governo brasileiro, e até hoje permanece num imbróglio jurídico no qual tanto governo peruano quanto governo brasileiro negam a existência de Benjamin Constant e negam qualquer ajuda ou fomento econômico a esta localidade alegando a sua inexistência. O governo do Acre, por sua vez, e que também não existe, é o único estado do mundo que reconhece a existência de Benjamin Constant, doando-a ao Reino de Atlântida, o que explica porque a cidade amazonenses todo ano aparece alagada.

O nome do município é só uma homenagem aleatória a Benjamin Constant Botelho de Magalhães, um ex-político qualquer aí, mesmo que este homem certamente nada tenha a ver com este município carente de figuras icônicas locais para dar seu nome.

A cidade sofre com enchentes todo ano dado o seu processo de anexação pelo Reino de Atlântida. O governo amazonense já nem se preocupa quando o município anuncia estado de calamidade pública, porque não sabe o motivo de construírem uma cidade na beira de um rio e ainda reclamar depois de cheias.

Geografia[editar]

A cidade está localizada no começo do Rio Solimões no Peru, mais distante que o Acre, o que torna a sua existência duvidosa, tanto que o Senado brasileiro propôs a criação do Estado de Solimões para separar municípios ainda não comprovados cientificamente (como Benjamin Constant) do restante do Amazonas. Mas, por não existir habitantes nesse local para que algum plebiscito seja votado, este estado nunca pode ser criado.

Economia[editar]

A cidade é tão desinteressante que é a única cidade brasileira de fronteira que não possui um vizinho do outro lado, no caso, o Peru. A cidade nada produz, nem muamba consegue ter direito.

Turismo[editar]

A cidade tem seu próprio Festival Folclórico fracassado e desconhecido, apenas uma tentativa absolutamente frustrada de imitar o sucesso da festa de Parintins.