Beto Barbosa

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Doriapinga.jpg Este artigo é sobre uma subcelebridade

e nunca saiu na Veja.

Cuidado: Beto Barbosa pode cobrar cachê por ler este artigo.
Rossi.jpg Este artigo trata de coisas muito bregas, bicho!

Se você acha que a moda é coisa só pra gente chique, esqueça isso aqui e tome seu rumo, mas se você é um mal-amado fã de José Augusto, pegue a cadeira porque o bingo já começou.

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Beto Barbosa sobre Preta

Cquote1.png Adocica meu amor, adocica! Cquote2.png
Beto Barbosa sobre qualquer coisa

Cquote1.png Ela é céu, ela é mel, ela é créu ! Cquote2.png
Beto Barbosa sobre sua mãe


Quem é[editar]

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Beto Barbosa.
Beto Barbosa no auge de sua carreira musical

Beto Barbosa nasceu há vários anos atrás no Brasil, mais precisamente no estado do Rio Grande do Meio, sua família era rica e abastada. A irmã mais velha, doente mental, adorava homens de que perdiam seu tempo escrevedo besteiras na Internet, mais precisamente na Desciclopédia. Seu pai era astrólogo e trabalhava para a Folha de São Paulo. Sua mãe era mineralogista e rodava o mundo atrás de aerolitos ainda não datados e documentados. Portanto, Betinho viveu sem a presença materna no seio familiar. Já moço, escreveu sua primeira canção inspirada por um insight facisto-canibal, intitulada: Adocica. A música fez um sucesso estrondoso e levou o nome de Beto à vários continentes e planetas. Como sua carreira já nascera e desabrochara com apenas uma música, Beto decidiu abandona-la.


O Auge do Sucesso e a Queda Iminente[editar]

Com o lançamento de Adocica, Beto Barbosa se tornou o ídolo da população diabética no Brasil. Neste mesmo ano obteve três indicações ao Gremmy Latino (melhor música, melhor efeitos visuais e melhor ator coadjuvante). A quantidade de shows chegou a incrível marca de 90 shows por mês. Tamanho sucesso foi reconhecido pelo governador do Estado de Rio Grande do Meio, Tonho da Lua, que o homenageou com um monumento feito em ouro maciço. Tal monumento foi roubado horas após a inauguração. O sucesso estrondoso de seu álbum Adocica fez com que sua gravadora o pressionasse para que os próximos álbuns obtivessem o mesmo sucesso. Tal pressão fez com que Beto Barbosa abandonasse a música e se aventurasse como dublador no mundo do cinema mudo pornô, porém não obtivera o sucesso e a fama de outrora.

Fim da vida[editar]

Decidiu que iria fazer alguma coisa que o possibilitasse de ser famoso, e 17 minutos e 25 segundos mais tarde iniciara sua carreira poética. Terminou sua vida numa sala em sua casa, com um paletó do século XVIII, bebendo absinto, fumando charutos e esperando pela inspiração que, diga-se de passagem, nunca vinha. Os familiares diziam que ele sentava-se na cadeira de sempre, acendia o absinto, bebia o charuto, olhava para cima e esperava pelo amor com uma pena de pomba, um tinteiro e um papiro na sua frente.

Beto Barbosa no auge de sua carreira jornalística

Saída do túmulo[editar]

Em 2010 saiu do túmulo onde estava morto, enterrado e esquecido. Quem proporcionou essa incrível volta a mídia foi a marca cervejeira Skol que lançou uma campanha publicitária com ele dançando Adocica igual um maluco drogado. Na verdade o comercial só ridiculariza o eterno Beto Barbosa... mas é melhor do que ficar falido e esquecido (ou não).