Beto Barbosa

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Aff amaury.jpg Este artigo é sobre uma subcelebridade

PewDiePie pode ser citado nesse artigo.

Cuidado: Beto Barbosa pode cobrar cachê por ler este artigo.
Rossi.jpg Este artigo trata de coisas muito bregas, bicho!

Se você acha que a moda é coisa só pra gente chique, esqueça isso aqui e tome seu rumo, mas se você é um mal-amado fã de Alípio Martins, pegue a cadeira porque o bingo já começou.

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Cquote1.png Az Kunde kunde kunda Cquote2.png
Beto Barbosa sobre Preta

Cquote1.png Adocica meu amor, adocica! Cquote2.png
Beto Barbosa sobre qualquer coisa

Cquote1.png Ela é céu, ela é mel, ela é créu ! Cquote2.png
Beto Barbosa sobre sua mãe


Quem é[editar]

Beto Barbosa no auge de sua carreira musical

Beto Barbosa nasceu há vários anos atrás no Brasil, mais precisamente no estado do Rio Grande do Meio, sua família era rica e abastada. A irmã mais velha, doente mental, adorava homens de que perdiam seu tempo escrevedo besteiras na Internet, mais precisamente na Desciclopédia. Seu pai era astrólogo e trabalhava para a Folha de São Paulo. Sua mãe era mineralogista e rodava o mundo atrás de aerolitos ainda não datados e documentados. Portanto, Betinho viveu sem a presença materna no seio familiar. Já moço, escreveu sua primeira canção inspirada por um insight facisto-canibal, intitulada: Adocica. A música fez um sucesso estrondoso e levou o nome de Beto à vários continentes e planetas. Como sua carreira já nascera e desabrochara com apenas uma música, Beto decidiu abandona-la.


O Auge do Sucesso e a Queda Iminente[editar]

Com o lançamento de Adocica, Beto Barbosa se tornou o ídolo da população diabética no Brasil. Neste mesmo ano obteve três indicações ao Gremmy Latino (melhor música, melhor efeitos visuais e melhor ator coadjuvante). A quantidade de shows chegou a incrível marca de 90 shows por mês. Tamanho sucesso foi reconhecido pelo governador do Estado de Rio Grande do Meio, Tonho da Lua, que o homenageou com um monumento feito em ouro maciço. Tal monumento foi roubado horas após a inauguração. O sucesso estrondoso de seu álbum Adocica fez com que sua gravadora o pressionasse para que os próximos álbuns obtivessem o mesmo sucesso. Tal pressão fez com que Beto Barbosa abandonasse a música e se aventurasse como dublador no mundo do cinema mudo pornô, porém não obtivera o sucesso e a fama de outrora.

Fim da vida[editar]

Decidiu que iria fazer alguma coisa que o possibilitasse de ser famoso, e 17 minutos e 25 segundos mais tarde iniciara sua carreira poética. Terminou sua vida numa sala em sua casa, com um paletó do século XVIII, bebendo absinto, fumando charutos e esperando pela inspiração que, diga-se de passagem, nunca vinha. Os familiares diziam que ele sentava-se na cadeira de sempre, acendia o absinto, bebia o charuto, olhava para cima e esperava pelo amor com uma pena de pomba, um tinteiro e um papiro na sua frente.

Beto Barbosa no auge de sua carreira jornalística

Saída do túmulo[editar]

Em 2010 saiu do túmulo onde estava morto, enterrado e esquecido. Quem proporcionou essa incrível volta a mídia foi a marca cervejeira Skol que lançou uma campanha publicitária com ele dançando Adocica igual um maluco drogado. Na verdade o comercial só ridiculariza o eterno Beto Barbosa... mas é melhor do que ficar falido e esquecido (ou não).