BioShock Infinite: Burial at Sea

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BioShock Infinite: Caça-Níqueis Oficial e Autorizado
BioShock Infinite Burial at Sea.png

Capa de cada um dos episódios

Informações
Desenvolvedor Irrational Games
Publicador 2K Games
Ano 2013/2014
Gênero Episódio 1: Simulador de incesto, Episódio 2: Simulador de puta mal paga
Plataformas Um monte de console
Avaliação 50%
Idade para jogar Maiores de 18 anos (incesto)

BioShock Infinite: Burial at Sea é um embuste em formato de DLC (Dá Logo o Cascalho) que busca confundir ainda mais o já mal contado enredo da série BioShock, em especial BioShock Infinite onde as coisas são menos explicadas ainda. Trata-se daquele tipo de conteúdo direcionado especialmente para fãs retardados que realmente acreditam que uma historinha clichê sobre viagem em universos paralelos é algo de mais que valha absurdos 60 reais.

Enredo[editar]

Episódio 1

O enredo se passa logo o final de BioShock Infinite, após Elizabeth afogar o próprio pai no passado e evitar que o mesmo aceitasse se converter para a IURD o que desencadearia ele fazer cosplay de Karl Marx, criar uma cidade voadora e ser o responsável pela merda todo do jogo a qual tentamos evitar. Porém um desses Cumshoot (apelido que Booker assume quando faz cosplay de Karl Marx) decepou o bebê Elizabeth na cena do sequestro ao utilizar indevidamente a pistola de abrir bucetas dimensionais do Atlas (não o Atlas de Rapture, o Atlas de Portal 2 que tem essa arma). Arrependido pela merda que fez, o último Cumshoot se teletransportou para a cidade de Rapadura em 1958, localizada na fronteira entre Fernando de Noronha e Acre onde imaginou jamais poder ser encontrado, reassumindo sua personalidade de Booker, tornando-se um detetive carente que adotou uma garotinha chamada Sally, a qual sumiu e ele por ser um detetive incompetente jamais encontrou.

Elizabeth reaparece fazendo cosplay de pin-up da Greta Garbo como sua fantasia para o carnaval da cidade de Rapadura, um dos carnavais mais movimentados do Nordeste, mas claro que tudo era só um disfarce para finalizar sua vingança de matar o último Cumshoot a quem o jogador assume o controle achando ser o Booker, que paspalho e incestuoso é facilmente seduzido por Elizabeth para participar de uma festa chamada De Olhos Bem Fechados realizada por um psicopata chamado Stanley Kubrick, que usava o codinome de Sander Cohen e por ter sido o responsável por levar o homem à Lua, foi chamado por Andrey Ryan para vir viver em Rapadura, a cidade dos gênios da humanidade.

Booker (que na verdade é Cumshoot disfarçado) e Elizabeth pin-up com cinta-liga, meia arrastão e batom de boqueteira, descem para a prisão onde Atlas (não o do Portal 2, mas o Frank Fontaine) está preso, pois acreditam ser o paradeiro de Sally.

Sally na verdade estava traumatizada, e não é para menos, afinal com apenas 11 anos de idade foi violentada por um japonês pervertido (sempre eles) chamado Suchong que quis fazer hentai na vida real injetando um pepino-do-mar no ânus da pobre garotinha num dos momentos mais revoltantes do jogo. Traumatizada a tal Sally passou a frequentar esgotos e teve que ser fritada viva para um Big Daddy aparecer e matar Booker.

Ao invés de matá-lo prontamente, Elizabeth fez tudo isso só para ver Booker (Cumshoot) empalado por um Big Daddy, só pelo regozijo do fanservice da cena de abertura de BioShock 1, momento em que as tripas de Booker espirram ketchup no lindo rostinho de pin-up de Elizabeth numa cena notadamente de teor sexual implícito.

Cquote1.png Mas já acabou? Cquote2.png
Jogador que percebeu que gastou uma grana preta para jogar só 1 horinha de um DLC ruim

Episódio 2

Após gastar uma nota preta jogando o Episódio 1 dessa porra, o jogador paga outra nota preta para jogar o segundo episódio no qual irá se decepcionar mais ainda. O jogo começa com o jogador assumindo o controle de Elizabeth sob a visão de como uma guria retardada enxerga o mundo a seu redor, no caso vivendo em São Luís no Maranhão, mas numa versão fictícia da cidade onde não há violência, pobreza, engarrafamento e tudo é muito perfeito. Mas então Elizabeth encontra Sally, a garotinha abusada do Episódio 1 que foi frita no final, ela que transporta Elizabeth de volta para a cidade de Rapadura.

Elizabeth acorda e então encontra um ex-ator pornô chamado Atlas, o vilão final do primeiro BioShock e o maior pedófilo desgraçado da série. Para não morrer, Elizabeth promete para ele que irá trazer remédios contra ejaculação precoce tão potentes que seriam capazes de erguer um prédio afundado inteiro, o Partícula Lutece, e assim o vilão a deixa sobreviver para que traga para ele tal remédio, e assim livraria Sally de abusos sexuais pedófilos.

A surpresa ocorre quando Elizabeth encontra seu próprio corpo morto, afinal com tantas pouca munição oferecida ela vai morrer bastante mesmo. Então descobre que havia retornado para salvar Sally e que essa era a sua missão, mas que em troca da vida eterna perderia seus poderes de achar itens convenientes do nada. De TPM (percebemos isso ao vê-la constantemente manchada de sangue) e com uma incrível falta de rola, por ser ainda virgem apesar de sexy, Elizabeth durante sua aventura começa a conversar com um Booker imaginário, para tentar se sentir menos solitária.

Enquanto buscava o remédio contra impotência sexual para dar à Fontaine e ter Sally de volta, Elizabeth começa a descobrir segredos cruciais que ajudam a bagunçar ainda mais a trama da série BioShock, como por exemplo que o pederasta Dr. Suchong de Rapture e Jeremias Fink de Columbia trabalhavam juntos trocando experiências através de uma buceta dimensional, que consiste numa situação teórica em que a Silvia Saint (grande vilã em BioShock 2) produz tantas cenas de sexo consecutivas de tal modo em que o friccionar contínuo entre um pênis gordo de ator pornô contra as suas paredes vaginais cria uma ruptura no espaço-tempo, abrindo uma buceta no tecido quântico do espaço-tempo, permitindo então a viagem entre Columbia de 1912 para Rapture de 1948. Elizabeth então entra nesta fenda em formato de buceta para chegar em Columbia aonde pode pegar o viagra especial que deveria entregar à Atlas para cumprir seu acordo. Porém Suchong é um japonês, e portanto um tarado pervertido, e ele portanto alega que só abriria uma fenda de buceta para que Elizabeth voltasse à Rapture apenas se ela trouxesse para ele os primeiros pelos pubianos da Elizabeth original de Columbia, que Jeremias Fink, outro taradão, guardava para si para realizar seus próprios fetiches.

Na saga para resgatar os primeiros pelos pubianos da Elizabeth original, a Elizabeth pin-up controlada pelo jogador explora agora Columbia de 1912 e descobre diversas coisas importantes aos enredos dos jogos anteriores que irão estragar completamente a história já estabelecida do jogo, como fato de que a filha da Beyonce e líder da Vix Populi na verdade jamais iria matar o garotinho filho de Jeremias, e que aquilo era uma encenação para a Elizabeth original matá-la e assim menstruasse, desencadeando o universo onde ela então precisasse trocar de roupa para o vestido da mãe com um decote absurdamente indecente, aumentando a intensidade do incesto entre Booker e Elizabeth em BioShock Infinite, tudo muito planejado. Outra descoberta é que Jeremias Fink utilizou as pesquisas com o Big Daddy para a construção de seu Pica-Pau Drogado de Aço (o Songbird), e que na verdade não houve nenhuma tecnologia envolvida no processo, apenas o poder do amor, gerado no momento em que Elizabeth, quando pirralha, ajudou o pássaro e ele ficou eternamente grato.

Elizabeth explorando uma sex-shop secreta de Rapture. Típica fan-service para atrair fãs desatentos a gastar dinheiro comprando esse negócio

Com os seus próprios pelos pubianos de outra Elizabeth em mãos, a Elizabeth prostituta da década de 50 (protagonista que você controla) retorna para Rapture, porém Walt Disney aparece dizendo que não toleraria pornografia explícita em sua cidade, e que sob seu comando toda putaria na Disney deveria ser feita em mensagens subliminares, e furioso manda seus capangas estuprarem Elizabeth, mas como são todos retardados, com um pouco de "stealth" você mata todos eles com porradas na nuca.

Elizabeth então sob para o topo do edifício, local onde ativa a Partícula Lutece, o remédio contra impotência sexual mais poderoso do mundo, sendo ele capaz de erguer até um prédio inteiro que foi afundado nas profundezas do oceano. Atlas então fica muito satisfeito, mas é claro que aquele filha da puta que não honraria sua parte no acordo, afinal é um pedófilo incorrigível, e não entregou a garotinha Sally, nocauteando Elizabeth, sequestrando-a.

Algum tempo depois Elizabeth acorda, quando Atlas passa a torturá-la querendo saber onde está o conto erótico secreto do Marcelinho, algo que Elizabeth não sabe porque ela é virgem e apenas havia menstruado, e não fica acessando essas coisas. Porém quando Atlas traz a garotinha Sally amarrada numa cama ameaçando molestá-la, aí Elizabeth relembra que tal conto erótico está no laboratório do pervertido Dr. Suchong, aquele mesmo que pediu à Elizabeth uma amostra de seus pelos pubianos. Para recuperar tal papel com tais contos, no caminho Elizabeth vê duas garotinhas salvarem o Big Daddy, sendo este aquele que mata Suchong do modo que ele sempre sonhou, empalado analmente, corpo este que é encontrado em BioShock 1.

Elizabeth então devolve os contos eróticos secretos de Suchong para Atlas, cujo título era "Would You Kindly" e contava a história de um moço masoquista e submisso que faria tudo o que você pedisse caso usasse tais palavras. Feliz Atlas decide primeiro fazer uma seção de sadomasoquismo pesado com Elizabeth, deflorando-a, deixando-a morrer. Ela porém morre em paz, porque sabe que os eventos de BioShock 1 e BioShock 2 iriam acontecer e que Sally seria então salva no futuro. Elizabeth só não esperava que devido às variáveis e constantes o jogador de BioShock 1 e BioShock 2 pode livremente optar por ser um pedófilo e abusar e matar de todas Garotinhas de Rapture, inclusive Sally, tornando o sacrifício de Elizabeth algo inútil.

Jogabilidade[editar]

BioShock Infinite: Burial at Sea não pode ser considerado um jogo, ele parece mais uma sidequest na qual teremos menos munição, menos magia para soltar, menos absinto azul para encontrar espalhado pelos cantos para restaurar mana. O jogo assim causa uma falsa sensação de que os recursos devem ser muito bem administrados e poupados, quando na verdade em 95% dos casos você pode simplesmente passar correndo pelo cenário que os inimigos são burros e te esquecem 10 segundos após te verem.

O episódio 1 é jogado como Booker, e possui apenas 30 minutos de duração de gameplay, sendo basicamente na prática apenas uma sidequest de BioShock Infinite só que com menos munição e com menos magias para soltar. O objetivo neste episódio é basicamente fritar a menina chamada Sally, então você joga como se fosse vilão pedófilo também.

No episódio 2, todavia, o jogador assume o controle de Elizabeth, e infelizmente por ser um jogo em primeira pessoa não pode ficar espiando os decotes e a bunda dela que é o que a maioria dos jogadores desejariam fazer, mas pelo menos podem conviver mais com a sua voz de pin-up sexy. Como ela nunca recebeu treinamento militar, ela atira muito mal, sendo mais eficaz matar os inimigos com pancadas em suas nucas. Ela também adquire um crossbow de brinquedo que atira dardos nos zumbis do jogo.

Recepção[editar]

Por tratar-se de algo distribuído pela Take-Two Interactive e publicado pela 2K Games, por mais que o DLC fosse claramente e visivelmente um caça-níquel cretino para pegar dinheiro dos fãs trouxas, a crítica em geral teve vergonha de admitir que o DLC é uma porcaria, especialmente o Episódio 1 que pode ser zerado em lamentáveis 30 minutos. O DLC fez ainda o favor de estragar uma boa história forçando uma relação entre as cidades de Columbia e Rapture, mas estranhamente a crítica também gostou do enredo da DLC, talvez porque pela primeira vez na série a história pela menos não foi contada totalmente apenas através de gravadores encontrados no cenário.

v d e h
BioShock logo.jpg