Borba

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Borba é apenas mais uma dentre a infinidade de municípios inúteis do interior do Amazonas que ninguém nem dá falta. Apesar do nome, o bandeirante Borba Gato jamais esteve lá, pois até o mais intrépido dos bandeirantes também tinha seu limite sobre explorar regiões inóspitas.

História[editar]

Ir para a Praça da Basílica apreciar o por-do-sol ao invés de estar trabalhando é um dos principais lazeres do povo desta cidade.

A história desse município começa em 1712, quando um padre ali aportou fugindo de acusações de pedofilia, encontrou no meio do rio Madeira o local ideal para se refugiar, pois não existe poliça louca o bastante para ir vasculhar aquele fim de mundo. Havia no local a tribo nativa dos Sapucaia-Oroca os quais foram catequizados por este padre que inovou no método de benzer seus seguidores, substituindo o vinho por uma dose de cachaça 51, o que arrebatou um enorme rebanho de índios que se converteram ao catolicismo de muito bom grado.

Sabe-se que em 1765 foi oferecido aos portugueses que se casassem com índias receberiam enormes quantias em dinheiro, terras e isenção fiscal infinita. Tantos benefícios eram concedidos porque todas as Marias que habitavam Lisboa tinham a axila peluda, barba e bigode e o motivo dos portugueses gostarem tanto de bacalhau era para se embriagarem no cheiro forte desse peixe para disfarçar o incômodo do cheiro do órgão sexual mal lavado de todas as portuguesas. As índias por sua vez tomavam banho todo dia, tinham uma pele lisa e impecável e aquelas de peito caído se resolvia com um simples sutiã, e o governo português tinha um plano de dominação mundial em criar uma enorme população de caboclos plantadores de café e tabaco que fossem civilizados mas ao mesmo tempo higienizados. O problema é que a região era tão isolada que os caboclos acabaram ficando todos por lá.

Com a independência do Brasil, Borba foi invadida em 1833 pelos cabanos, um grupo de nordestinos sem educação que acreditavam ser a solução para todos os problemas da miséria em que viviam sair matando a todos que fossem mais bonitos que eles. Deste conflito denominado Cabanagem é que surgiu o estado separatista do Amazonas em relação ao Grão-Pará, e a cidade de Borba foi inútil nessa época, já que todos lá foram estuprados.

Por mais de 10 vezes ao longo do século XIX foi estabelecido e suprimido como município, até que em 1888 essa palhaçada acaba e torna-se definitivamente um município, sendo hoje apenas mais um vilarejo desses de beira do rio cujo único orgulho é o de ter praças na orla ao invés de mendigos ou palafitas.

Geografia[editar]

A aldeia localiza-se na beira do rio Madeira, o rio mais barrento da Bacia do Amazonas, mas mesmo assim há quem se arrisque mergulhar nele, sendo comum aqueles que submergiram completamente nunca mais emergirem aos erem sugados para o Reino de Atlântida.

Economia[editar]

A cidade é grande produtora de todo o tipo de fruta de pobre que não sofre nada caso venha alguma alagação, tais como mamão, maracujá, banana, abacate e limão, com destaque para as plantações de urucu uma fruta para enfiar no cu para simular marcas de sangue.

Lazer[editar]

Os habitantes do local tem como principal diversão irem para a Praça da Orla, observar um enorme obelisco e ficar fazendo brincadeirinhas sem graça de insinuação sexual com os colegas sobre tal monumento e apreciar o por-do-sol na maior vagabundagem, jogando conversa fiada fora e falando da vida dos outros.

Turismo[editar]

A cidade de Borba até oferece alguns lindos balneários, mas estes estão a até 4, as vezes 11 ou mesmo 32 quilômetros de distância da cidade, tal que quanto mais longe melhor e mais limpo, mas por outro lado é difícil de se chegar.

Destaque para a Basílica de Santo Antonio de Borba que se auto-proclama a única basílica do norte do Brasil onde há uma grande estátua do fundados da cidade, um frei pedófilo fugitivo, e por isso ele é retratado na estátua carregando uma criança de maneira insinuante.