Borderlands: The Pre-Sequel

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Virtualgame.jpg Borderlands: The Pre-Sequel é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Lavos destrói o mundo.


Borderlands: Um DLC em formato de jogo
Borderlands The Pre-Sequel.jpg

Capa do jogo, embora a figura em destaque nem apareça

Informações
Desenvolvedor Gearbox Software
Publicador 2K Games
Ano 2014
Gênero RPG com tiro e muitos DLCs mesmo
Plataformas Prei 3, Caixa 360 e Janela
Avaliação 50%
Idade para jogar Livre

Borderlands: The Pre-Sequel é um DLC de Borderlands 2 que é um DLC de Borderlands 1, jogo de mediano sucesso que posteriormente foi vendido em mídia física como pacote de expansão. Por ser um pacote de expansão e não um jogo propriamente dito, não é o Borderlands 3, e o jogo segue a mesma linha de seus jogos anteriores, trazendo apenas personagens novos, mapas novos e alguns poucos elementos novos.

Enredo[editar]

A história de Borderlands: The Pre-Sequel começa com Athena (uma sapatona à moda antiga, que se faz de machona e se veste como menino) sendo capturada por Lilith, após os eventos de Borderlands 2. Antes de ser executada, Athena conta a sua história, que então se passa antes de Borderlands 2. O jogo então começa com Athena e seus amigos indo investigar a estação espacial de Helios, pois como ela é uma lésbica assumida, decide investigar os detalhes da suposta aparição do Monstro-Buceta-Gigante que foi o chefão final do primeiro jogo. Em sua companhia estão Nisha (outra lésbica), Wilhelm (um cafetão aposentado) e Claptrap (apenas um brinquedo sexual com inteligência artificial).

Ao chegar na base espacial Helios, Athena encontra Jack, um famoso ex-ator pornô dono dos fetiches mais bizarros e que sonha um dia visitar a Cidade das Bucetas e dirigir o maior filme pornô da história intergalática. Seduzida pela ideia de contracenar em tal filme ao lado do Monstro-Buceta-Gigante, Athena decide aliar-se à Jack nesta jornada e para tal precisa disseminar a viadagem no mundo, para que as pessoas estejam mais culturalmente propícias a receberem a apreciarem o maior filme pornô de todos os tempos que Jack planejava fazer. Todavia, a estação Helios foi naquele momento invadida pela Coronel Zarpedon e seus capangas. Zarpedon, por ser muito feia, foi negligenciada em todos testes para se tornar atriz pornô da Hyperion (espécie de Brazzers do planeta Pandora) e revoltada, decidiu tornar-se assexual, reuniu um exército de outras pessoas assexuais, fez todos eles usarem capacetes para manterem o anonimato, e começaram a fazer estardalhaço no Twiter, Facebook e outros locais de gente fútil para conseguirem fazer seu manifesto. Com o movimento #OcupaPandora, ele e outros militantes ocuparam a base Helios e prometeu sair dali apenas quando todos desistissem de procurar o Monstro-Buceta-Gigante. Zarpedon inclusive assume o controle do Olho de Helios, uma arma que começa a disparar raios laser gigantes na Lua de Herpes afim de destruí-la, sendo este o único modo que ela encontrou de exterminar todos os puteiros daquele local.

Durante a confusão da ocupação, Athena foge para Herpes, o nome da lua que circunda o planeta de Pandora onde acontecem os dois primeiros jogos da série, a lua foi batizada com esse nome justamente em homenagem à DST que todos os habitantes promíscuos dali possuem, afinal você não vê uma camisinha sequer no jogo itneiro. Nesta lua, Athena encontra a sua amante, a lésbica Janey Springs, uma loira que é tão insegura que precisa a todo momento relembrar o jogador que ela é uma lésbica. E exatamente por este motivo, ser uma lésbica, ela decide ajudar Athena em sua jornada para encontrar o Monstro-Buceta-Gigante, e leva o jogador até a favela de Concordia.

Moxxxi, a famosa atriz pornô do segundo jogo, na época era apenas uma prostituta de um bordel bem barato de Concordia, e namorada de Jack, e por isso decide ajudar. Nesse momento o jogador descobre que ela também tem fetiches por mecânicos. O primeiro passo para conseguir retomar Helios é depor Meriff (Mayor + Sheriff) da prefeitura de Concordia, e como ele é só uma baleia gorda, isso é fácil de ser feito.

Uma vez que Meriff é eliminado, começam planos para retomar Helios. Inicialmente o jogador invade uma base para recuperar uma Inteligência Artificial chamada Felicity, que é mantida como escrava sexual (waifu) de Bosun, um pervertido tão punheteiro que não levanta de sua cadeira onde passa dias se masturbando nem na hora da batalha contra o jogador. Uma vez que Felicity é resgatada das garras desse pervertido, ela é instalada num robô gordo destinado a fabricação em massa de brinquedos eróticos, e ela reprogramada para deixar de ser uma waifu e tornar-se uma máquina de guerra. Como ela passou vários anos servindo de waifu para o punheteiro Bosun, Felicity desenvolveu uma espécie de Síndrome de Estocolmo, e se revoltou negando-se se transformar numa máquina de guerra fabricante de dildos, mas nada que uma batalha não resolva.

Com agora um exército de robôs e o mais variado tipo de brinquedos sexuais, é chegada a hora de retomar a base Helios dos assexuados seguidores de Zarpedon, numa das batalhas mais difíceis do jogo, visto que por ser assexuada, Zarpedon é imune a todos brinquedos sexuais produzidos pela Hyperion, mas com paciência, o jogador pode vencê-la. Uma vez retomada a base Helios, o jogador descobre que o olho de Helios que ficava atirando raios lasers gigantes na lua de Herpes, era na verdade o olho do cu da Buceta-Monstro Gigante que foi solta e morta em Borderlands 1. Para acalmar esse olho do cu, Moxxxi orienta Jack injetar um anestésico nas pregas daquele cu gigante, mas quando tudo parecia resolvido e a última dose é injetada, descobre-se que estavam injetando pimenta naquele cu gigante, que não apenas se explodiu como também criou uma singularidade e sugou parte de toda estação Helios. Desse desastre foi criado a Hot Kinky Jo, uma boneca sexual dona do maior ânus do universo capaz de devorar bases espaciais inteiras.

Revoltados com a traição de Moxxxi, que só queria mais uma puta para seu prostíbulo, Jack e Athena voltam para a lua Herpes em busca da Buceta Sagrada (o Vault) para usá-la contra todas prostitutas do mundo, e chegam a um local defendido por hordas de ETs de Varginha. O chefão final, todavia, é o ET Bilu, que cospe fogo, vomita veneno, solta raios pelos olhos e peida gelo, sendo um grande desafio.

Após vencer o ET Bilu, o jogador não encontra nenhuma Buceta Sagrada, mas apenas um dildo flutuante, bem pequeno e bem rústico. Ao tocá-lo, Jack tem a visão de um Godzilla e decide que sua vingança seria fazer esse Godzilla ejacular em cima de todos os habitantes de Pandora, mas durante essa sua epifania, Lilith aparece, faz Jack engolir aquele dildo ancestral tão fundo que ele chegou a ficar com a cara deformada, precisando depois inclusive fazer uma máscara para ele. Athena então percebe que Jack ficou maluco, e decide deixá-lo.

Assim, de volta ao presente, Lilith ordena a execução de Athena, mas as balas do fuzilamento são paradas no ar devido à chegada da esposa do ET Bilu.

Jogabilidade[editar]

Em termos de jogabilidade, Borderlands The Pre-Sequel traz o mesmo estilo dos outros jogos da série, misturando FPS com RPG gerando o velho sistema bizarro no qual não importa se você fuzilar a cara de um malandro, se ele estiver uns 6 levels acima de você ele apenas não vai morrer como vai te matar com um tiro no teu pé. Antes de morrer, aliás, o jogador recebe a chance de poder se regenerar instantaneamente, caso mate algum vacilão que estiver por perto.

As novidades do jogo são primeiramente o ambiente de baixa gravidade da lua de Herpes, no qual o jogador tem a capacidade de dar longos e lentos pulos. A física é totalmente ignorada nesse jogo, pois é possível ouvir sons no vácuo, dar tiros no vácuo, prender o ar no vácuo e diversas outras aberrações só possíveis em joguinhos de videogame. Outras habilidades a possibilidade de soltar bufas (pum) para ganhar mais propulsão durante saltos em ambientes de microgravidade e armas de gelo.

Personagens[editar]

Os quatro protagonistas do jogo são apenas 3 chefes reaproveitados de Borderlands 1 e Borderlands 2:

Athena - Gladiadora que apareceu num DLC do primeiro Borderlands, é a figura que aparece nas poucas cutscenes do jogo, sendo mais uma lésbica da série.
Nisha - Somente uma subchefe que morre fácil em Borderlands 2, é apenas uma maluca que se acha o Woody de Toy Story.
Wilhelm - Em Borderlands 2 é só um robô amarelo gigante, mas que nesse jogo é um tiozão repleto de brinquedos sexuais usados para tortura e sodomia.
CL4P-TP - O mesmo claptrap de sempre. Apenas um erro (mistake) segundo o próprio jogo.
v d e h
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