Bruce McLaren

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Bruce McLaren foi só um piloto medíocre que ninguém nem sabia que existiu, só conhecem a equipe e não ele, mas apesar de ser medíocre pra ruim, era um playboyzinho e portanto teve bastante espaço na Formula 1 da década de 1960. Adorava o laranja e fez questão que vários de seus carros usassem essa cor porque acreditava que realçava mais na televisão preto e branco da época, muito embora se saiba que originalmente ele quis carros na cor do kiwi, mas como seria custoso demais fabricar uma cor tão rara, então preferiu utilizar a coloração cor-de-burro-quando-foge em seus anos de Cooper e depois laranja na equipe McLaren.

Carreira[editar]

Cooper[editar]

Na época era permitido dirigir alcoolizado.

Na Formula 1 começou a carreira comprando uma vaga na Cooper Car Company, afinal se a Nova Zelândia não é conhecida hoje, não seria em 1960 que alguém saberia que esse lugar sequer existe, então Bruce precisou jogar um pouco de dinheiro fora para conseguir pelo menos ser conhecido. A desculpa para ser contratado, todavia, foi o seu suposto bom desempenho no Grande Prêmio da Nova Zelândia de 1968, corrida a qual ele nem ganhou aliás. Mas em 1958 correu lá umas etapas da Formula 1, surpreendendo a todos quando mesmo com um carro café-com-leite ficou quinto, provando que ele tinha talento para um dia morrer num trágico acidente automobilístico, já que nessa época os bons pilotos não eram medidos por ousadia, mas por falta de medo de morrer.

Em 1959 estava junto com Jack Brabham, até ganhou sua corridinha e realmente parecia um piloto promissor, mas é aí que seu jeito de mecânico maluco entrou em ação, e ao invés de concentrar-se em vencer corridas ou algo do gênero, preferia passar dias na oficina dando uma de Professor Pardal maluco, fazendo engenhocas e transformando seus carros em perfeitos postulantes a competidor no seriado animado Corrida Maluca. Aí faltava energias para competir nos fins-de-semana, e McLaren nunca ganhava, gostava mesmo é de ficar em segundo e terceiro, tipo um Rubinho de sua época, mas sabendo mais de mecânica.

Bruce McLaren Motor Racing[editar]

Em 1963 fundava a Bruce McLaren Motor Racing, atualmente só McLaren. Mas os seus próprios carros, frutos de sua mente fã de Transformers, eram tão ruins que o próprio Bruce McLaren continuou correndo na Cooper, deixando correrem na sua equipe só um seleto grupo de suicidas, que testavam seus protótipos revolucionários, carros especialistas em chegar só em segundo no final das corridas.

Bruce só mudaria para a própria equipe em 1966, onde passaria 5 temporadas e ganharia só uma mísera corrida, tipo o carro da McLaren de hoje em dia.

Morte[editar]

Morreu em desgosto em 1970, testando mais uma de suas bugigangas malucas, o protótipo para competir nas 24 Horas de Le Mans, o McLaren M8D (Meu Deus, ou Deus nos Acuda), carro carinhosamente apelidado de "Batmóvel laranja" porque era cheio de cheats e gadgets. Mas uma das novas funções inovadoras foi ele ter criado um carro sem freio, ao considerar que perdia corridas demais por estar acelerando pouco, então achou que a solução seria cortar os freios e isos ainda deixaria o carro mais leve. Infelizmente a experiência não deu certo e logo na primeira curva do Circuito da Madeira Boa na Inglaterra, foi reto, bateu e se matou.

Bruce McLaren morreu sem nunca ver a sua equipe fazer algo de útil, sempre sendo só uma secundária para a Ferrari. A sua morte heroica fez com que o seu legado fosse respeitado e continuasse, e a equipe McLaren firmou-se como a mais tradicionalmente derrotada equipe da Fórmula 1.

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Pilotos da Fórmula 1