Bruna Lombardi

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Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, mano! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!
Bruna Patrizia Maria Teresa Romilda Lombardi
Carla bruna lombardi.jpg
Bruna Lombardi antes da fama, trabalhando como atendente de telessexo
Nascimento 1 de agosto de 1952
São Paulo
Nacionalidade Brasileira - Bandeira do Brasil Brasil

Bruna Lombardi é uma modelatriz que fez muito sucesso no passado, tendo sido considerada talvez a mulher mais desejada do Brasil em seus tempos áureos. Está um pouco afastada da mídia brasileira atualmente, pois se mudou com o marido e o filho para os Estados Unidos, onde tenta sobreviver escrevendo poesia.

Vida pessoal[editar]

Nasceu em São Paulo, mas por algum motivo desconhecido, ou talvez por mera incompetência de seus editores mesmo, a Wikipédia em língua portuguesa contesta esta informação e sugere que, na verdade, ela pode ter nascido no Rio de Janeiro. Como você já deve estar cansado de saber, a Desciclopédia é bem mais confiável, então acredite em nós ao invés deles.

Conforme já indica pelo sobrenome, Bruna é filha do falecido Lombardi, o eterno amante, digo, locutor do Sílvio Santos. Talvez isso explique porque na versão dublada do Chaves o Seu Madruga citava o nome da atriz quando se referia a alguma mulher bonita, mesmo Bruna sendo global, já que seu pai trabalhava no Sistema Brasileiro de Televisão.

Carreira[editar]

Revista que mudou a vida dos antigos homens.

Começou a trabalhar em 1967, como modelo, pois chamava muita atenção com sua beleza um tanto quanto exótica para aquela época. Em 1977, já foi convidada para atuar na televisão, e logo de cara foi contratada pela Rede Globo. Seu papel de estreia foi como a protagonista de uma novela chamada Sem Lenço, sem Documento, o que foi um grande desafio, mas não por ela ser uma atriz novata, e sim por ter que fazer par romântico com Ney Latorraca. De tão traumatizada que ficou por ter que encarar aquele velho, Bruna deixou a Globo já em 1978, trocando-a pela extinta TV Tupi, onde conheceu o ator com quem viria a casar-se futuramente, Carlos Alberto Riccelli, que contracenou com ela na novela Aritana. Em 1980, também deixou a Tupi e foi para a Rede Bandeirantes, atuando em uma novela chamada Um Homem Muito Especial.

Após ter atuado em todas essas inutilidades citadas no parágrafo acima, Bruna chegou à conclusão de que teria sido melhor não ter saído da Globo, já que era a única emissora que pagava um salário decente. Assim, em 1982, ela voltou ao seu canal de origem, desta vez em uma minissérie intitulada Avenida Paulista. A partir de então, foi emendando um trabalho atrás do outro, até que em 1993 recebeu uma proposta da Rede Manchete para apresentar um programa dominical de entrevistas. Como não aguentava mais interpretar o mesmo papel de gostosa aleatória em todas as obras para as quais era cotada, ela aceitou o convite. Assim, foi apresentadora do Gente de Expressão até meados de 1995, quando a Manchete já estava dando seus primeiros sinais de falência e acabou cancelando a atração.

Em 1996, retornou mais uma vez para a Globo, e desta vez recebeu o ultimato de que se abandonasse o barco novamente e fosse trabalhar em alguma concorrente, sua demissão seria definitiva e não poderia mais voltar mendigando emprego. Bruna concordou e aguentou o tranco até 2002, quando decidiu migrar sua carreira para o cinema. Seu último trabalho televisivo foi em 2007, na minissérie Mandrake, do canal pago Home Box Office. A decadência foi tanta que essa joça teve até Wanessa Camargo no elenco, o que desmotivou Bruna de seguir atuando.