Butão

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Druk Yul
Botão
Bundão
Bandeira do Butão
Brasão de Armas do Butão
Bandeira Brasão
Lema: Pum!
Hino nacional: Druk tsendhen ("Vai Popozuda")

Localização de Bundão

Capital Teuku
Cidade mais populosa Nádegas
Língua hindu das montanhas
Religião oficial Bundismo
Governo Popozão democrático
 - Chefe de Estado Mestre Kame
Heróis Nacionais Primeira-Dama Clodovil
Área  
 - Total o popzão é grande km² 
 - Água (%) depende da excitação
Analfabetismo 70 
População Desconhecida 
PIB per Capita passar a mão 10 conto 
IDH
Moeda Ngultrum
Fuso horário +5
Clima Mau-cheiroso
Website governamental Governo Butanês


Cquote1.svg Você quis dizer: Botão Cquote2.svg
Google sobre Butão
Cquote1.svg A maior goleada do dia ficou por conta da China, que enfiou no Butão nada mais, nada menos do que 12 a 0. Huehuahuaueheu, quifoi Antero? Cquote2.svg
Paulo Soares sobre Butão
Cquote1.svg Futebol de Butão? Aquele de tampinhas? Cquote2.svg
Joselito sobre Butão
Cquote1.svg O Butão se recusou a abrir-se para meu longametragem. Cquote2.svg
Kid Bengala sobre Butão
Cquote1.svg Prefiro a República Checa Cquote2.svg
Eu sobre Butão
Cquote1.svg Gosto deste país, mas ainda sim prefiro o Peru Cquote2.svg
Clodovil sobre Butão
Cquote1.svg Nádegas a declarar Cquote2.svg
Gabriel o Pensador sobre Butão

Butão(pt-pt) Botão(pt-br) (que em butanês se escreve como "👌🏼", ou então transliterado para *) é um grande mosteiro de nome não menos exótico localizado lá no meio da Ásia. É membro honorário da APD ("Associação de Países Desnecessários") e por ser um reino fechado e de difícil acesso, acredita-se que ali estejam escondidas pelo menos quatro das sete Esferas do Dragão, o que é representado em sua bandeira nacional.

Como todo o território do Butão está no Himalaia, onde ninguém quer morar, ninguém nunca se interessou em invadir este país desde a sua fundação do país sendo o Butão um raríssimo exemplo de país que nunca foi colonizado por algum outro. Apesar da óbvia rivalidade com o país vizinho Meu Pau, a proibição do sexo anal segue vigente.

História[editar]

Origens[editar]

Um bando de quinquilharia butanesa que na verdade não dizem muito sobre a história desse país.

A maior parte da história do Butão está completamente perdida nos anais da história e muito provavelmente deve se tratar de algum tipo de segredo de estado. A única fonte de onde pessoas comuns podem aprender pelo menos algo sobre a história do Butão é numa crônica de vinte DVDs piratas das Brasileirnhas chamada "O Conto dos Ânus Passados" escrita, roteirizada e filmada por monges butaneses em colaboração com as previsões de Nostradamus. O primeiro não butanês que teve acesso a tal material foi o sósia do Wellington Muniz que descobriu que esses antigos anais escondia as pregas perdidas da HotKinkyJo.

Os primeiros a habitarem o Butão chegaram no século VII quando um monge xaolin bem doido de chá de papoula decidiu ir para as montanhas do sul do Tibete armar um mosteiro para ganhar direito treinando kung fu, o problema é que nenhum aluno apareceu e o negócio faliu. O único negócio que prosperou foi uma alfaiataria e uma fábrica da K-Y Gel, os alicerces de tudo o que futuramente seria a cultura e a identidade nacional butanesa.

Para não dizer que o Butão é virgem e nunca foi invadido, o Império Tibetano já invadiu o Butão, comprovando que por trás daquele rostinho sereno de budista zen está uma perversão típica de qualquer asiático. Mas depois dos tibetanos o Butão nunca mais foi invadido, muito porque o povo deste país usa o budismo como arma para se defender, convertendo todos os invasores em monges butaneses.

Unificação butanesa[editar]

Somente muito tempo depois no século XVII, Ngawang Namgyel, o pai fundador do Butão, chegou na região fugindo de um calote que havia dado numas gueixas no Tibete. No meio daquelas montanhas inóspitas Ngawang Namgyel encontrou o povo local muito separado e com o intestino mais preso que uma língua tentando pronunciar "Ngawang Namgyel" e foi então que ele teve a ideia de falar para o povo da região como a palavra "Butão" era a palavra do idioma dos humanos que mais se aproximava do Nirvana pois nada mais no léxico de qualquer idioma do mundo pode ter significados tão díspares, como "cu", item de abotoar roupas, ou mecanismo para ser apertado.

As mais de 51 tribos das montanhas da região se renderam à sapiência de Ngawang Namgyel e ele tornou-se o primeiro Shabdrung ("aquele a cujos todos toletes se prostram") do Butão.

Quase-colonização britânica[editar]

Quando a Índia foi colonizada pelos britânicos, o Butão sempre tentou manter uma certa autonomia e fingir que nada de mais estava acontecendo ao seu subjugado vizinho, e na verdade conseguiu manter o seu território intocado por meio de vários tratados e pactos com os britânicos, muitas vezes consistindo na doação de um tributo de mulheres butanesas aos invasores (nestes anos, por razões desconhecidas, a prostituição na Inglaterra aumentou 444%). Como não havia demasiado interesse dos britânicos por botões, o Butão foi deixado pra lá até porque só tinha montanha mesmo.

Mas apesar de sua soberania, o Butão sempre teve um grande respeito pelo Peru, pela Tchéquia e pelos Países Baixos e por isso na Primeira e na Segunda Guerra Mundial o Butão fez questão de se aliar à Alemanha, levando-os a tomar duas vezes na bunda, especialmente do exército dos pauleses que dizimaram os alemães em ambas oportunidades, com direito a surra de pau mole na última invasão de Berlim de 1945.

Eventos recentes[editar]

O Butão então torna-se um país nada a ver e puxa-saco da Índia que está ali só para servir de tampão e encher o saco dos chineses que tem uma fixação inexplicável em querer algum dia anexar o Himalaia para si.

A televisão e a internet chegaram no país apenas em 1999 porque o rei acreditou que o bug do milênio era real e seu plano era frustrar sua população com PCs bugados e provar que essa bruxaria ocidental era apenas prejudicial. O plano deu muito errado porque o Bill Gates impediu o bug mundial e a única coisa que o governo de Butão pode fazer foi proibir a pornografia pagando 150 carneiros-butaneses por mês para o Google filtrar e não exibir resultados para as pesquisas por "butão cheiroso", "butão arrombado", "butão peludo" e "butão esporrado".

Geografia[editar]

Não há rios ou lagos, nem mar, nem planícies, nem chapadas, nem praias, nem campos, nem bosques. Não existe nem mesmo estações do ano ou algum clima porque o ar é tão rarefeito que o clima nem chega por ali. A única coisa que existente são montanhas.

Localizado na Ásia Central, perto da República Democrática Federal do Meu Pau, os dois países só não fazem conexão (Butão+Nepal) porque a Índia fica empatando a foda no meio dos dois. O Butão é conhecido como o "cu do mundo", alcançando esse título por ser uma região de difícil acesso e do conhecimento de poucos, situado entre duas grandes montanhas o Butão é um pais de altos e baixos, tendo entre as montanhas um grande e profundo vale.

O relevo deste país resume-se a duas montanhas principais, a Popozaum Direitus à leste e a Raba Iskerda a leste, com um vasto e profundo vale central chamado Teuku onde está a capital do país.

População[editar]

Uma butãozuda exibindo o orgulho nacional.

Com menos de 1 milhão de habitantes, isso é menor que a quantidade de partículas de coliformes fecais no butão da Tigresa VIP, o que faz do Butão um país limpinho e cheiroso. O povo do Butão tem características próprias e os Butãozudos e Butãozudas normalmente não são muito receptivos e requerem lubrificação e carinho, porém, algumas butãozudas são sim bem receptivas, como a Sandy e a Valesca Popozuda.

O principal problema do Butão é o seu relativo número alto de mulheres bonitas somado ao fato do Butão ser uma obsessão para homens de qualquer país do mundo. Até por isso existe uma lei que proíbe casamentos com estrangeiros, o que aliás torna o rei do Butão muito popular entre seus súditos por se importar tanto em ter um país com o menor número de incels possível.

Demograficamente o Butão se divide etnicamente em 39% por Bundões; por 27% - Bundas; 40% por Tua mãe; e 4% por Outros.

Política[editar]

Em geral, o Butão é considerado a "Coreia do Norte bem-sucedida" se isso for possível, pois tem um ditador maluco mas todos ali no país estão genuinamente felizes. A corrupção não existe, até porque a corrupção é quase impossível, pois o país está prestes a abolir todo o dinheiro e não há com o que pagar as propinas.

Desde os primórdios o Butão vem sofrendo invasões de nepaleses, algumas delas mal-sucedidas, sendo impedidos pelas butãozudas mais ortodoxas, porém, sabe-se que as butãozudas mais liberais, e butãozudos do Partido GLS - Gyll Lnos Santh (Partido da Frente Liberada), vem facilitando a entrada de frentes inimigas. O Meu Pau após conquistar a Chechênia passou a sua investidura para o Butão, o qual apoiado pelas butãozudas liberais e butãozudos do Partido GLS, cedeu e se abriu à frente Nepalzuda, daí em diante não teve mais jeito, as invasões são constantes, há quem duvide da hostilidade do Nepal, mas o fato é que o Butão já se acostumou.

Subdivisões[editar]

O Butão se subdivide em 20 Dzongkhag (butanês: pregas do c*) que são respectivamente as 20 províncias autônomas que foram unificadas no século XVII pelo mesmo doutor através da mesma cirurgia restauração do hímen que a Ângela Bismarchi. Por ser um negócio butanês, todos esses dzongkhag são impronunciáveis, tipo Trashiyangste ou Wangdue Phodrang, certamente apenas onomatopeias para peido.


Economia[editar]

O Sagrado Botijão Cromado de Gás Butano, o símbolo máximo da prosperidade butanesa.

O Butão é aquele país que mede seus índices econômicos através da Felicidade Interna Bruta, pois felicidade é um sentimento subjetivo e facilmente coersível que a frieza da matemática da economia financeira não pode medir. Uma mera poça de lama pode causar alegria, dependendo do contexto, por exemplo. Então,s eguindo o velho provérbio de que "dinheiro não traz felicidade", o rei do Butão se certificou em não dar dinheiro para seus habitantes, mas apenas felicidade e por isso a população do Butão é uma das mais felizes do mundo, ou pelo menos é isso que respondem sempre que os guardas do rei visitam a cidade para fazer o novo censo de felicidade. Para muitos estados ocidentais é inimaginável como um povo que trabalha sete dias por semana desde os 10 anos de idade podem ser tão felizes, mas tudo isso é algo cultural, pois no Butão eles acreditam que o trabalho edifica a alma e não veem qualquer problema em sacrificar os domingos e a infância para trabalhar. Os Estados Unidos são, em particular, os maiores críticos desse sistema para medir a economia porque sabem que num futuro jamais conseguirão atingir o Butão com qualquer embargo econômico, pois é possível proibir todos países do mundo a vender petróleo para o Butão, mas é impossível proibir os butaneses de serem felizes. Até agora, porém, nunca houve intervenção militar.

Quanto à economia monetária, o governo butanês expressamente a ignora, até porque é um país sem rota marítima e nos Himalaias o que torna o Butão pouco convidativo como local de negócios. E embora o país esteja bastante protegido de líderes empresariais gananciosos internacionais que escravizariam a população do Butão com muito dinheiro mas muita infelicidade, o Butão obtém apenas um pequeno lucro com a exportação de gás butano e artistas de circo que são muito procurados em todo o mundo por suas grandes habilidades de malabarismo. O gás butano sem dúvida existe em excesso, sendo possível ver o ar amarelado lá do Tibete. Mas felizmente os butãoneses conseguem pelo menos respirar e viver graças a ventiladores de oxigênio importados com a renda obtida pela exportação de botões, seja de camisetas, blusas ou pijamas, e também botões de controles de Playstation (Button-triangle.png, Button-square.png, Button-x.png, Button-circle.png e vários outros) que são exportados todos para o Japão.

Turismo[editar]

Visitar uma sex shop butanesa é praticamente obrigação para o turista. A variedade é infindável graças à obsessão butanesa com o país vizinho Meu Pau.

As principais cidades turísticas do Butão são Amsterdam, Lugano e Praga, que embora não incluídas no território do Butão, essas três cidades são consideradas uma espécie de exclaves já que a maioria das atividades da cidade são administradas por uma população de origem butanesa. Cidades famosas não apenas por seu patrimônio artístico, mas também pelos suntuosos e numerosos bordéis e cafés administrados pelos butaneses.

Agora se o turismo for mesmo diretamente no território de Butão, aí você tem que pagar algumas centenas de dólares ao rei como forma de homenagem voluntária (forçada), pois com esse dinheiro o rei constrói templos budistas cada vez mais novos e cada vez mais isolados nas montanhas. Como resultado, o Butão tem a maior proporção de templos por km² do mundo. Para ser mais específico, existem 5 templos por habitante. Os moradores, no entanto, não aproveitam o privilégio, pois é difícil para eles subir 1000 metros de escadas para se sentar em um Dzong nada aconchegante, gelado e com ar rarefeito.

Infraestrutura[editar]

Transportes[editar]

O Butão, junto com a Samoa, é o único país do mundo onde não há semáforos e daí já percebemos que nem carros há por lá, no máximo umas mobiletes. Por ser um país montanhoso não faz sentido ter veículos automotores porque não há por onde trafegar com eles, e os butaneses ainda não são suicidas como os bolivianos que se arriscam dirigindo na borda de precipícios. Os principais meios de transporte são o pogobol e o iaque.

Cultura[editar]

Futebol de Butão. Mania nacional.

Povo conhecido por sua felicidade, o que é um grande mistério pois lá tem porra nenhuma, nem Atari, como ser feliz num lugar desses? O segredo, dizem seus moradores, é o Símbolo Butanês da Felicidade, uma piroca que eles desenham na porta de suas casas o que representa que ali há um casal com a vida sexual ativa, o que faz bem para o ego todos da aldeia saberem, o que termina por trazer a imensa felicidade tão característica desse povo, ainda mais quando a mulher butãozuda é conhecida por sua beleza e por seu liberalismo na cama, não há um homem infeliz nesse país, até porque ser incel/MGTOW é proibido e todos homens do país ao completarem 18 anos são levados a um templo especial para tomar chá de butão na cara e largar de ser virjão otário. Por motivos óbvios, sim é claro, o Butão tem uma obsessão quase que inacreditável por cu e pênis, simbolizando isso em quase tudo que podem.

Uma das maiores tradição dos butaneses é cuidar de jardim botânico e manter a vida sexual ativa porque o tabaco é totalmente proibido, ainda mais porque nos 5400 ingredientes nocivos dentro de um cigarro, está também gotas de Lico de Cair Pinto.

A maior e mais tradicional festa do país é o carnaval butanês, uma celebração onde todos butaneses se vestem comi vilões de anime e saem nas ruas dançando algo muito similar a Macarena. O carnaval butanês destaca-se em relação aos outros carnavais do mundo por ser proibido urinar no muro da casa dos outros e por ser proibido encoxar os outros durante a micareta.

Ironicamente, roupas com botões são absolutamente proibidas no país. O botão, um objeto sagrado e de respeito, não deve ser casualmente utilizado como se fosse nada. Por isso calças jeans, bermudas, camisas regatas, camisas polo, ou camisas sociais abotoadas são totalmente permanentemente proibidas. Os homens e mulheres devem usar unicamente tapetes e cortinas enrolados em torno de seus corpos.

Culinária[editar]

Os butaneses, como bom bundistas, são quase todos vegetarianos e o único prato carnívoro permitido no país é a rabada e suas variantes (como rabada com pimenta ou rabada cremosa). Os demais pratos típicos são o arroz com pimenta, a batata com pimenta, o gengibre com pimenta e o palmito com pimenta. Mas o ema datshi é o prato considerado mais típico e também o mais popular do país, uma deliciosa gororoba que consiste em raspas de restos de comida do dia anterior que são oferecidas a um iaque que masca e regurgita aquele material semi-digerido numa pequena vasilha. Para acompanhar as bebidas nacionais são o leite de takin e o leite de iaque, é claro.

Lembrando que não existem frangos nesse país, para uma experiência similar é necessário caçar e fritar um grou-de-pescoço-preto.

Religião[editar]

A autoridade religiosa butanesa, Shen Long, recebe o papa.

O povo butãozudo é muito religioso, sendo as principais religiões do país o Bundismo (80%), o ComPUMcionismo (15%) e sedentarismo (5%). Por seguirem o bundismo percebe-se que a piroca e a bunda são coisas estimadas e veneradas nesse país e muito graças à lenda de criação do Butão. Esta lenda diz que um enorme dragão chamado Shen Long estava fazendo malabarismos com 4 laranjas quando uma dragoa de fartas nádegas distraiu o dragão malabarista que deixou uma das laranjas caírem. Quando a laranja caiu no chão se espatifou e ficou num formato de pizza dando assim origem à teoria terraplanista vastamente aceita da Terra Pizza.

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HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
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Ásia
v d e h

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