Cármen Lúcia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Pao-de-Queijo-1.jpg Minas Gerais... quem te viu, não te esquece jamais...

Uai, sô! Este artigo foi inscrito pur um minerim! Se ele inda num tá completo é por causo de que o disgramado deve tá comeno um pão de quêjo, um paster de milho ou a vaca atolada da tua mãe purque minêro come quéto!


Cármen Lúcia
Ministra do STF Cármen Lúcia como Pepe the frog.jpg
A ministra e seu cargo como intocável
Ministra do STF do Bandeira do Brasil Brasil
Partido PCC
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... , varia dependendo do julgado
Perfil
Nascimento
Brasil
Partido PCC
Profissional
Profissão Deus
Escândalo Tem uma boa relação de parceria com Renan Calheiros, presidiários brasileiros e outros elementos de "boa" índole
Dados Pessoais
Sexo link={{{3}}} Feminino
Nível de Inteligência Alto
Vícios Dinheiro, como todo bom juiz
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png Há injustiças da Parte de Deus?
Música Emblem-sound.svg.png Que país é esse?, Banda de toda rodinha de maconheiro Urbana.
Filme O Juiz.

Cquote1.png Você quis dizer: Benta Carneiro, a vampira brasileira Cquote2.png
Google sobre Cármen Lúcia
Cármen Lúcia Miranda na Rocha (Montes Claros, 19 de abril de 1954) é uma das divindades que integram o Supremo Tribunal Federal brasileiro, tendo sido presidente desta casa e do Conselho Nacional de Injustiça entre 2016 e 2018. A ministra já integrou o Tribunal Superior Eleitoreiro inclusive presidindo esta instituição.

A ministra é conhecida por integrar a turma do deixa disso no STF da mesma forma que fez no TSE. Essa turma é a responsável por mandar arquivar denúncias ou abafar casos contra políticos bastante conhecidos, como foi com os presos do mensalão e mais recentemente, com o atual todo poderoso da Casa Nacional da Trambicagem, Renan Calheiros.

Biografia[editar]

Nascida no dia da mentira, mas registrada apenas 19 dias depois, Cármen da Rocha teve uma infância pobre e bla-bla-bla... Quando atingiu a maioridade prestou catequese (ou não), etc. Vamos ao que interessa.

Cármen Miranda começou sua trajetória numa dessas PUCs da vida, neste caso, Cármen cursou na própria PUC da terrinha já que como uma boa mineira que era, preferia comer queto. Como em toda e qualquer PUC, o intuito do curso que ela fazia na Faculdade Mineira de Direito era defender os mais pobres e oprimidos em portas de cadeia. Em razão disso, uma das primeiras medidas quando foi empossada como presidente do STF foi visitar seus clientes e parceiros nos presídios brasileiros.

A filiação da ministra é um caso curioso de paradoxo. É ela quem Pertence ao Sepúlveda e não o contrário -- neste caso, ela tem apenas um grau muito pequeno de parentesco (prima), mas não deixa de ser parente.

Durante sua vida, a ministra desenvolveu o "complexo do povo"(doença muito presente em políticos). É o "povo pra lá", "povo pra cá", a pessoa que contrai essa doença não consegue falar algo que não seja do "povo". Geralmente, os portadores dessa doença acham que o povo é um conglomerado de animais masoquistas que adora sustentar vagabundo(algo que pode ser verdade ou não, pergunta pro Datafoda-se).

Supremo Tribunal Federal[editar]

Cármen Lúcia foi indicado pelo então presidente molusco em 2006, para ocupar a vaga deixada em aberto pelo Nelson Jobim, que tinha ido se aventurar no comando do Ministério da Defesa (sempre furada igual a defesa do Íbis).

Desde que tomou posse, a ministra tem se empenhado (junto com seus colegas) a livrar todos o tipo de trambiqueiro, das perigosas celas dos presídios nacionais. Começou bem em 2012, quando votou pela absorção de 13 (numero sugestivo) condenados do Mensalão — se comparado com o rombo Lava Jato, já pode ser chamado de mensalinho — e mais tarde, em 2016, votando contra o afastamento do Sir. imperador do Senado Federal, Renan Calheiros.

Já no fim de 2016, para prestar solidariedade aos encarcerados pelo Brasil afora, a ministra resolveu sair de casa, pegar mais sol e fazer um passeio pelos presídios, a começar pelo da Papuda. A ministra foi cercada de pelo menos uns 20 armários armados para o caso dos presos resolverem fazer a festa com ela ali mesmo. O fato que os rolês da ministra deu tão certo, que os presos se sentiram empoderados a ponto de começarem a se comer em alguns presídios federais, na grande série de surubas carnais promovidas pelo Partido do Comando da Capital em parceria com os Filhos da D. Nadir e espalhadas pelos demais presídios brasileiros. Isso mostra que tudo o que aqueles pobres estupradores precisam é de um pouco de carinho e atenção.

Segundo a ministra, com o ato, a mensagem que ela gostaria de deixar para o povo brasileiro é que o crime compensa se você tiver dinheiro — e tiver disposto a abrir mão de uma parte dele.

Ver também[editar]

Precedido por
Nelson Jobim
Ministra do Supremo Tribunal Federal
21 de junho de 2006 – atualmente
Sucedido por
Precedido por
Ricardo Lewandowski
Presidente do Supremo Tribunal Federal
12 de setembro de 201613 de setembro de 2018
Sucedido por
Dias Toffoli
Precedido por
Ricardo Lewandowski
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral
18 de abriu de 201219 de novembro de 2013
Sucedido por
Marco Aurélio Mello