Otávio Augusto

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HÆC ARTICVLVS ROMANVM EST. LATIM LOQVÆBITVR. NON INTERLEGIT? HVMORIS PRIVATVS NON EST. MVITISSIMVS ENGRAÇATVS! SED ROLA MEAM VADE MAMARE! VADE FŒDERE CVM PORRIBVS NOSTRVM.

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Augustus...Ninguém sabe até hoje porque há um gordinho pedurado em sua toga... O artista deve estar rindo até hoje...

Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus (Augustinho para os íntimos) é o famoso herói da novela cinematográfica escrita por Mel Gibson, O Declínio e Queda do Império Romano. A história conta as aventuras de Otávio Augusto que viaja pelas terras do fictício Império Romano matando inimigos até conseguir tornar-se imperador de Roma.

Biografia (Segundo Hollywood)[editar]

A primeira reação no Senado Romano ao ouvirem falar que o jovem Otávio estava se candidatando a alguma coisa

Retirado dos poemas de Virgílio, a história começa quando Augustus recebe um anel mágico de seu pai adotivo Julio Cesar, com as inscrições "quisquis hoc fert, ille rex erit". Seu pai, em suas últimas palavras, pede para que Augustus cuide do anel com sua vida. O terrível Marco Antônio, o vilão da história, descobre que o anel está com Augustus e começa a tramar um plano diabólico com os orcs e anões para assumir o poder.

Sem saber o que significava aquela procaria que estava escrita no anel, Augustus viaja a Alexandria no Egito, para procurar as respostas na biblioteca da cidade. Assim, encontra-se com Cleopatra, uma cigana que ensinou Augustus a usar seu anel mágico.

Ao voltar a Roma, a sua cidade estava tomada pelo Rei dos Orcs Brutus, mas Augustus usou o seu novo poder do anel e assim inventou o senado, expulsando todos os bárbaros para a Escandinávia

Uma das grandes batalhas ocorreu no pequeno vilarejo de Actium, onde seus melhores amigos e amantes mais tórridas morreram em combate. A cada dia que passava Augustus ficava mais e mais obcecado por seu anel, mas seu arqui-inimigo Marco Antônio parecia ser imortal, ele sobrevivera e 5 enforcamentos e mais de 200 flechadas e golpes de espadas. Lendo antigos manuscritos, ele descobre que a fonte de poder de seu inimigo é aquele seu anel. Depois de atravessar uma longa jornada ao lado de alguns líderes dos hobbits e elfos da aliança, arremessa seu anel no fogo do Farol de Alexandria, e assim Marco Antônio morre.

Augustus por sua vez, morreu anos depois engasgado com um caroço de uva.

Grandes Obras[editar]

Grande visionário, Augustus inventou muitas coisas, entre elas a burocracia, a política e a hipocrisia.


Biografia Verdadeira (de acordo com a Desciclopédia)[editar]

Infância obscura[editar]

Otávio no Fórum Romano fazendo política. Ele é aquele ali no canto vestindo uma toga branca com uma listra vermelha. Achou?

Otávio Augusto, ou Augustinho, como era conhecido quando criança não tinha nenhum tipo de parentesco próximo ao do então imperador, Adriano Júlio César. Era filho de um senadorzinho que se contentava em roubar dinheiro do governo para aplicar nos paraísos fiscais da época, como Patmos, e que passava a maior parte do tempo viajando para diversos lugares da Itália com dinheiro do povo. Sua mãe, de nome Átia, era sobrinha e servente sexual do imperador, e era a única de sua casa que podia dizer que tinha um trabalho honesto e direito, e que era um exemplo para todos.

Desde pequeno lhe foi ensinado que seu pai verdadeiro era o imperador, mas que ele nunca deveria falar isso perto dele, senão toda a sua família poderia ser morta, inclusive ele. A única forma encontrada para se achegar mais próximo à seu verdadeiro pai foi acompanhando sua mãe durante as visitas ao palácio real nas madrugadas, onde ao invés de ver o que a mãe fazia, ia para a biblioteca ler livros de educação sexual. Com isso, ele foi ganhando o carinho e a confiança do imperador (que não tinha filho homem), e passou a ser criado e molestado educado por ele, tendo a melhor formação profissional e moral possível, estudando nas melhores escolas e faculdades do império.

Otávio sempre procurou agradar a César de todas as formas e posições, e como recompensa por todos os agrados feitos a este, foi reconhecido em testamento como filho do imperador e futuro sucessor no trono, o que não demoraria muito a acontecer, como poderemos ver no próximo capítulo.

"Titio morreu, César sou eu"[editar]

Júlio César entrou de repente no quarto de Otávio sem bater e não gostou nada nada do que viu...

Estava Otávio servindo refeições ao exército em uma das milhares de guerras em que Roma estava lutando, quando soube que seu tio-avô-pai Júlio César havia sido assassinado brutalmente por alguns de seus melhores amigos. Imediatamente Otávio abandonou o campo de batalha retornou para a capital, na intenção de acompanhar o velório e o enterro de seu pai, para depois poder se vingar de quem o matou, quando foi informado que havia sido registrado como filho único de Júlio César (sim, ele não sabia de nada!), e que devido a este fato, era o único herdeiro do trono imperial romano de Roma, na Itália.

Todo tipo de emoção brotou de dentro do coração de Otávio, ódio, com tristeza, com felicidade, com vontade de comer umas putas, veio tudo isso ao mesmo tempo. Mas ele soube se controlar, pensou com a cabeça de cima, antes de usar a de baixo, e começou a se interessar mais pelo cargo de imperador romano, coletando informações por onde quer que passasse a respeito do que estava acontecendo após a morte de seu pai-tio-avô. Uma das informações obtidas, foi a de que ele tinha um concorrente ao trono, e um concorrente de peso, ninguém menos que Marco Antônio, fiel companheiro do finado imperador, e logo ele tinha que pensar em uma forma de dar cabo deste, antes que ele fosse morto primeiro, ou deportado para algum país africano, como aconteceu com Tarzan, um cara que passou pela mesma situação que ele.

"Cade minha herança, Marco Antônio?!!!"[editar]

Marco Antônio com a irmã de Otávio, absolutamente morto de preocupação com as demandas dele sobre a herança de César

Após a morte de seu tio-pai-avô, Otávio parte em busca de poder. A primeira atitude, foi definir para si a alcunha de Filho de Deus, quem tem duplo significado. O primeiro, é de que provavelmente, ele tenha nascido de uma virgem também, logo, assim como Jesus Cristo, ele era filho de Deus. A segunda, é uma alusão à divindade mentirosa de seu itio-pai-avô, Júlio César, o qual ao seu ver, era Deus e ele como herdeiro legal, era o filho do deus Júlio César. Como de se esperar, o povo adorou esse novo status dado para si, e cada vez mais aumentava o número de cabos eleitorais deste.

Após toda essa perda de tempo com relação à escolha do apelido, Otávio partiu atrás do que era seu por direito, da sua herança, que havia sido roubada na maior cara de pau por Marco Antônio. Após forçar algumas legiões do exército romano a jurarem lealdade a ele, Augusto parte para a capital, na intenção de reconquistar a sua herança. Chegando em Roma, Marco Antônio tenta uma negociação, na qual ele ofereceria segurança pra Otávio e toda a sua família, e em troca, queria o controle total do universo. É óbvio que Otávio de cara rejeitou.

Então, Otávio resolveu lutar com unhas, dentes e armas pela sua herança e o papel de César da vez. Para isso, ele se aliou com alguns políticos corruptos da época, que se venderam por cinco pães e dois peixinhos. O mais influente deles, Cícero, custou sete pães e seis peixinhos, mas mesmo assim se vendeu, e em todas as raras sessões do senado, aproveitava para atacar Marco Aurélio e puxar saco de Augusto.

Mesmo tendo o apoio de um dos senadores mais influentes de Roma, Otávio cometeu um erro, o qual nunca mais tornaria a repetir (ou não): discursar de ressaca. Ao iniciar o seu discursar perante eles, Otávio falou muita merda e asneiras, devido à ressaca, e não foi bem visto pelos demais senadores, e como resultado, teve que fugir da cidade. Como era muito novo e ainda não podia exercer nenhum papel político ou mesmo higiênico, Otávio reuniu todas as tropas que haviam jurado lealdade à ele para invadir Roma. Com a invasão da cidade, Otávio se fez cônsul a si mesmo, levando Marco Antônio a buscar aliança com outros prefeitinhos de pequenas cidades italianas.

A batalha de Mutina ou "Como pegar uma batalha já ganha e dizer que foi sua vitória"[editar]

Augusto mandando a legião lutar. Não pergunte sobre o bebê agarrado em sua saia.

Após a morte de Júlio César, o estado ficou um caos. Guerras de torcidas organizadas, assaltos à bancas de revistas, cachorros correndo atrás de gatos, e demais atos de vandalismo eram constante em Roma. Mais parecia o fim do mundo. Para tentar resolver esse problema, Marco Antônio, que havia se apossado da herança deixada por César, diz que vai fazer uma guerra contra alguém, e que ganharia de goleada. Isso foi suficiente para acalmar o povo e fazer a rotina da grande capital romana voltar ao normal.

Quis o destino (ou Marco Antônio mesmo) que a guerra fosse realizada em Mutina. Por coincidência (ou não), quem vivia em Mutina era Brutus, o assassino e algoz de César. Marco Antônio, que detinha o controle sobre grande parte do exército acabou vencendo a primeira batalha, mas ainda não a guerra. Por estarem travando batalha por mais de três dias ininterruptos, após a vitória, os soldados romanos nem quiseram saber de comemorar, foram logo comer alguma coisa no mercadinho do seu Zé. Essa parada foi suficiente para que o exército de Brutus se reunir novamente, e para se preparar para a segunda e ultima batalha.

Na segunda, Otávio estava presente, e como a vitória era certa, pois o exército inimigo tinha menos soldados, uns 11 para ser mais exato, ele nem precisou fazer muito esforço. Só que o melhor de Deus ainda estava por vir. Um dos melhores, mais forte e mais lindo e mais competente dos generais romanos, chamado Aulus Hirtius, foi ferido mortalmente durante a batalha. Otávio viu aí a chance de se tornar o grande herói da guerra. Ele saiu, no meio da batalha, carregou o corpo do general em um ombro, e carrega o estandarte da legião urbana de Hitius em outro, sendo assim, aclamado como o grande herói da guerra, tendo o respeito e a reverência de todos os outros soldados medrosos presentes.

A partir daí, Otávio afirmar com todas as palavras que a vitória nesta guerra havia sido consquistada por ele, por manter o estandarte de uma legião de pé e por ser fortinho o suficiente para carregar o maior general da época com apenas um braço, o que causava delírio nas mulheres presentes, assim como em todo o povo.

O Segundo Triunvirato[editar]

Perceba o famoso olhar assassino de Otávio morrendo de inveja do Marco Antônio

Muito magoado por Otávio ter sido declarado herói da guerra em butina Mutina, Marco Antônio resolveu que iria matá-lo para sempre. Mas por ser um cara novo e esperto, Otávio, ao perceber isso, tratou de colocar o nome de Marco Antônio nos créditos do filme que estava sendo gravado sobre a guerra. Com isso, Antônio ficou mais tranqüilo e calmo, e Otávio, sem perder tempo, lhe fez uma proposta assaz tentadora.

Inicialmente, Otávio propôs a Marco Antônio uma divisão do reino em 30% pra Marco Antônio e 70% pra Otávio. Com a recusa dessa primeira proposta, Otávio deu chane para Marco Aurélio fazer sua própria proposta, que foi a seguinte: 49,3% pra Marco Antônio, 49,3% pra Otávio e apenas 0,4% pra Lépido, um antigo general de César que estava pra morrer e não faria diferença alguma na administração imperial. Estava formada a Sociedade Romana Ltda, também conhecida por Segundo Triunvirato. O nome oficial dessa organização era Triunviros Para Organização do Povo, mas realmente, não passava de uma guerra de interesses políticos e financeiros.

Após a aprovação dessa aliança junto aos órgãos competentes, que teria duração inicial de cinco anos, a primeira medida dos três reis magos novos governadores foi o de ir atrás dos assassinos de Júlio César. O primeiro a a deixar essa vida rumo ao além foi Cícero, isso mesmo, Cícero, o mesmo cara que apoiou Otávio e criava fofocas no horário nobre sobre Marco Antônio. Cícero foi capturado e torturado com cócegas nos pés até a morte, enquanto que Brutus e Cassius deram no pé rumo à Grécia, para não correrem o risco de ter o mesmo fim que Cícero.

Porém, toda a harmonia demonstrada por Otávio e Marco Antônio perante o público não passava de fachada, pois pelas costas e por detrás das cortinas eles costumavam a se digladiar até a morte. O ódio chegava a ser tanto, que eles só conversavam quando era necessário, e nunca apertavam as mãos um do outro em qualquer tipo de evento, público ou não. Quanto à Lépido, este era apenas um fantoche dos outros dois sedentos por poder, e mais tarde acabaria deportado para algum vilarejo italiano, vindo a morrer de diarréia.

E mais uma vez Otávio tenta o olhar assassino contra Marco Antônio... Mas não estava dando muito certo não...

Após os cinco anos iniciais, o triunvirato foi prorrogado por mais cinco, sendo que foi neste período que ocorreu o afastamento e posterior morte de Lépido, e quando Marco Antônio se preparava para atacar Otávio com as suas tropas que se encontravam no Egito maltratando dos judeus. Após o fim dessa segunda parte da novela do triunvirato, Marco Antônio ataca Otávio com todas as suas forças, e apelando inclusive para forças do inferno, para ver se conseguia alguma coisa. Porém, Otávio também havia feito pacto com o tinhoso, antes de Marco Antônio. Essa briguinha das moças ficou conhecida como a incrível batalha de Actium, que culminou com o suicído de Marco Aurélio, que não suportou o peso de ser derrotado por seu maior rival e cortou os próprios pulsos com o prestobarba de sua esposa, a rainha Cleópatra.

Assim, Otávio se tornou soberano sobre Roma, mandando e desmandando no que quisesse.

"Matem todos!!" - As proscrições[editar]

Matar Fulano, beltrano, Sicrano, Detonano, Kohlano, Simonano, Thorano, Sarano...

Otávio e Marco Antônio tinham um pequenino problema em mãos. O Senado Romano conspirava nas suas costas. E eles estavam sem dinheiro. E também estava a fim de mandar alguém pro outro mundo. Então, tiveram uma brilhante ideia que já tinha sido utilizada por Sula, as proscrições.

Foi super divertido e engraçado, de acordo com as testemunhas dos proscritos (que era quem matava os carinhas lá). Uma bela noite ensolarada os soldados cercaram Roma e publicaram uma listinha. Lá tinha uma relação com os nomes de todas as pessoas que Otávio, Antônio e Lépido não gostavam. E o nome dos sobrinhos destas pessoas. E os nomes dos primos de segundo-grau destas pessoas. E o nome de seus cachorros e papagaios. Estas pessoas deveriam ser mortas pelos soldados. Legal. E todo seu dinheiro, ia para a conta corrente de Otávio, Antônio e Lépido. Legal mesmo. Além de se livrar de seus inimigos, eles ficavam ricos e com a vida feita. Isso sim é legal. Marco Túlio Cícero morreu na listinha.

Pois é... estava na lista... fazer o quê?

A ideia era tão boa, que os triúnviros colocaram na listinha quem não tinha nada a ver com o pato, mas era cheio da grana e influente. Pode-se dizer que Otávio foi um comunista, que roubava dos ricos para dar para si. Apesar que um bom comunista também rouba dos pobres para dar para si, vide Fidel Castro e Lula.

Para quem estava na listinha, foi um momento de terror, pânico e tentativas desesperadas de fuga, além de gritos histéricos, onde os homens mais pareciam bixinhas loucas. E para quem não estava, também, porque as vezes confundiam seu nome com quem estava, já que os romanos tinham sempre os mesmos nomes.

A Batalha de Filipos[editar]

Imagens raras da cruel e sangrenta Batalha de Filipos. Aqui vemos um cruel soldado romano pedindo pra ser estrupado por essa dama.

A batalha de Filipos foi um onda que aconteceu na mesma cidade onde Alexandre, o Grande começou a despontar para o mundo transformista. Além disso, foi a cidade onde Brutus e Cassius se refugiaram após terem matado o todo-poderoso Júlio César, goleiro da seleção brasileira o até então manda-chuva de Roma.

Após a formação do segundo triunvirato, Otávio e Marco Antônio saíram à caça dos assassinos de seu herói. Após uma longa procura por toda a terra, cansados de cavalgarem dia e noite atrás dos meliantes fugitivos, eles resolveram parar em Filipo (a cidade) para beber um pouco de kátia e desposarem algumas moças de esquina. E foi no caminho, já chegando próximo aos portões de Jericó Filipos que eles puderam avistar os exércitos de Brutus e Poppeye Cassius. Mas mesmo assim eles não mudaram de ideia, e foram para a cidade fazer aquilo que estavam decididos a fazer.

Após a putaria da noite anterior, o exército do triunvirato estava de pé às cinco da matina, já amolando seus facões, preparando seus arco e flecha, e carregando suas armas a laser que passaram a noite ligadas na tomada para serem carregadas. Só que um pequeno contratempo apareceu. Otávio, que na época tinha 21 anos nunca havia tido uma noite como a anterior, e no outro dia, a ressaca o deixou de cama durante um bom tempo. Assim, Marco Antônio viu-se obrigado a seguir sem o jovem tarado, e assumiu o controle de todas as tropas que estavam com eles.

Após cercarem o exército de Brutus e Cássius, e realizarem a dança da vitória, antes mesmo de ter lutado, todo o exército de Brutus e Cássius tremeram nas bases, e abandonaram seus postos de batalha, voltando com o rabo entre as pernas para a casa de suas mamães ou indo diretamente para Roma, pedir perdão pelos pecados e se aliar ao exército do Triunvirato. Restou à Brutus e Cássius, os traidores do império, ter o mesmo fim que Judas Iscariotes. Eles se auto mataram-se a si mesmos e não foram para o céu.

Dividindo o mundo[editar]

E assim ficou dividido o mundo. Uma parte para Marco Antônio, outra pra Otávio Augusto e a parte do meio para Lépido. Daí a afirmação: Cú do Mundo.

Após vencerem Brutus e Cassius Clay, os três reis magos participantes do triunvirato resolveram dividir as terras romanas entre eles. E como manda o figurino, tudo foi decidido em um jogo de azar: a porrinha. O jogo durou certa de duas semanas, mas acabou com a seguinte divisão: Marco Antônio, por ser experiente nesse tipo de jogo, ficou com as terras orientais, que por um acaso do destino, eram as mais ricas. Augusto, por ser o mais novo e mais inocente de todos (pelo menos eles imaginavam isso), ficou com as terras ocidentais e Lépido, que não fedia nem cheirava, se contentou com uma fazenda e algumas cabeças de gado e búfalo, e alguns escravos negros, na África.

Não se contentando com pouca merda, Augusto queria porque queria o controle total da Itália, mas para isso, ele não iria lutar. Ao invés de meter a cara e ir pra muvuca, Otávio e Marco Antônio tentaram mais uma vez fazer a paz reinar em seu lar, e como prova de que tudo ficaria muito bem para sempre, Otávio literalmente deu sua irmã pra Marco Antônio, como prova de confiança, amizade e coragem. Porém, o que Marco Antônio não sabia, era que Otaviana, irmã de Otávio, tinha HIV e a intenção de Otávio era de matá-lo, através desta.

Além do problema entre eles, Otávio e Marco Antônio ainda tinham que dar um jeito em Sexto Pompeu, filho do grande Pompeu, que controlava os mares, rios e lagos de Roma. Para isso, eles fizeram um acordo com Poseidon, e este tratou de eliminar Sexto Pompeu. Problema resolvido. Após isso, Otávio tratou de eliminar as chances de Lépido de tentar assumir o império, mandando-o para a casa da mãe Joana e tirando-lhe os poderes de triunviro.

O feitiço de Cleópatra[editar]

Provas de que Cleópatra era uma feiticeira: Aqui, ela durante a luz do dia com um pouco de cólica menstrual...

Se existem Marias gasolina, Marias chuteira dentre outras, também não seria estranho naquela época existir Maria Imperador, que são aquelas putinhas que só se aproximavam do cara quando ele era imperador, filho de imperador, ou algum parente bem próximo deste que pudesse vir a assumir o reino em um futuro próximo. Assim era Cleópatra, a putinha dos imperadores de Roma, mais precisamente de Júlio César e de Marco Antônio.

...e aqui ela durante a noite.

O primeiro, ela seduziu e deu muito pra ele, e em troca, ficou responsável por governar o Egito. Porém, com a morte de César, ela foi logo voando e jogando seus feitiços para cima de Marco Antônio. O que ela não contava, era que Marco Antônio não seria o manda chuva de Roma, e o tiro acabou saindo pela culatra. Ao perceber que Marco Antônio estava perdendo seus poderes e estava se tornando humano e estava começando a ser ameaçado mais ainda por Otávio, Cleópatra tentou ajudá-lo, emprestando alguns soldados para Antônio, que começou a se preparar pra guerra contra Otávio.

O resultado da guerra foi um sucesso. Para Otávio. Marco Antônio foi derrotado de forma humilhante, e saiu correndo para o Egito, na tentativa de construir um novo império por lá. Cleópatra ainda tentou usar suas artimanhas de sedução pra cima de Otávio, mas o feitiço virou contra a feiticeira, e Cleópatra acabou sendo morta por Otávio, bem como todos os seus descendentes, empregados, agiotas, colegas de faculdade e todo o tipo de gente que se relacionava com ela. Ao ver o fim de sua amante, Antônio se mataria mais tarde, depois do chá das cinco.

A Batalha de Actium[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Batalha Naval de Actium
Interior do barco de Otávio. A tecnologia mais avançada da época.

Esta foi a guerra divisora de mares, e que aconteceu em um mar. Foi uma batalha naval que ocorreu entre os barquinhos de Otávio e os barquinhos de Marco Antônio e Cleópatra. Após uma briga que tiveram em um barzinho, após entornarem algumas biritas além da conta, Otávio e Marco Antônio combinaram de se encontrar em Actium, perto da Grécia, pra resolver essa parada. Marco Antônio foi correndo pedir ajuda à sua putinha de plantão, Cleópatra, que imediatamente, alugou uns barcos pra ele, além de acompanhá-lo durante o jogo. Ao total, Marco Antônio devia ter uns 400 barquinhos, 300 canoas e alguns submarinos nuclear. Sendo que ele ainda contava com a magia e misticismo emprestado por Cleópatra e que iam como brinde nos barcos alugados.

Barco de Marco Antônio momentos antes de sumir do mapa.

Já Otávio, pegou todos os navios de guerra, submarinos, caças, e tudo mais que tinha ao seu dispor. Foi uma frota com mais de 8 mil barcos, sem contar as canoas e bananas de passeio. Como líder, chefe e diretor presidente, Otávio nomeou Marcus Vipsanius Agrippa, um cara que manjava demais das paradas de guerra na água, e que se contentava em arrancar cabeças ao som de Slayer como pagamento. A guerra começou, e contou com os comentários de Arnaldo César Coelho e a narração de Galvão Bueno. O grande general Agrippa foi logo detonando os barcos maiores de Marco Antônio, que ao ver que não teria nenhuma chance de sobreviver, fugiu com Cleópatra para as montanhas, deixando sua frota ao relento. Como não perceberam que ele tinha fugido, os pobre coitados dos soldados continuaram lutando até a morte, até que não sobrou nenhum vivo.

Assim, Otávio foi campeão nessa batalha, e aos poucos, se tornar mais ainda o manda-chuva de Roma. Mais tarde, algumas horas depois da guerra, após ter comido e se fartado, Otávio organizou uma comitiva para sair comemorando a vitória por todo o império. E sem querer, acharam Marco Antônio e Cleópatra escondidos atrás de um arbusto. Sem dó nem piedade, eles foram mortos, e seus corpos foram esquartejados e depois sodomizados em todos os orifícios.

O senhor de Roma - "Não rei, apenas príncipe"[editar]

Otávio "esquecendo" das vantagens de ser imperador

Depois de Marco Antônoi ter se dado mal, Otávio era o único soberano, manda-chuva, e diretor-presidente de Roma. Mas ao contrário do que todos imaginavam, ele não queria ser imperador, ou rei, ou rainha, ou até mesmo presidente do senado, claro, depois do que aconteceu com Júlio César, era até considerada aceitável a atitude dele. Mas pelo menus um título ele queria ostentar, o de Pequeno Príncipe.

Teoricamente, deixar de ser imperador para se tornar príncipe poderia ser considerado um retrocesso cultural e psicosocial. Mas na prática, tudo continuava a mesma merda. Todo o poder estava centralizado em Otávio, nada acontecia no império e no mundo sem a bendita assinatura dele. Qualquer inauguração de pequeno ou médio porte ele também deveria estar, além dos jogos e dos concursos de beleza. Além do mais, ele manteve todos os poderes e cargos comuns no governo de Roma, e propôs um projeto de lei, que mais tarde foi aprovado pelos deputados, que lhe concedia todos os poderes constantes na hierarquia governamental de Roma. Traduzindo: todo o pode estava literalmente, em suas mãos.

Como forma de puxa-saquismo e também de medo, o Senado, foi além de tudo isso, eles concederam a Otávio o direito a veto e controle total das assembléias que eram realizadas. Será que o garoto era fraco? E Otávio, ganhou de brinde, o máximo controle sobre as províncias. O que mais ele poderia querer? Resposta: faltava o exército. Lá por volta do ano 29a.C, ele se tornou comandante-chefe-dono-proprietário das Forças Armadas, e dois anos depois, ainda não satisfeitos com tanta babação de ovo, o Senado lhe concede o título de Augustus (Augusto em português), que significa "santo" ou "consagrado", e até "santo consagrado". Desde então, ele exigiu ser conhecido como Otávio Augusto.

O século de Augusto[editar]

Essa imagem está aqui só pra enfeitar, o Coliseu foi construído por Vespasiano, não por Augusto

A paz, a felicidade, alegria, amor (ao próximo e a si mesmo), compaixão, dentre outros adjetivos positivistas começaram a imperar em Roma. Não haviam mais guerras, nem dor, nem choro, nem nada disso. Parecia até que todos estavam no céu. Além de tudo isso, a arte e a cultura romana evoluíram de forma a superar a cultura grega, pois até então, Roma não passava de uma cópia paraguaia da Grécia. Dizem que essa foi a época em que o baitolismo também imperou em Roma, já que tais seres podia fazer suas artes aonde e quando quisessem que com certeza seria apoiado. Foi praticamente uma época perfeita, tirando essa parte do baitolismo.

Otávio Augusto (novo nome sendo utilizado) deu total liberdade a Agripa pra fazer o que bem entendesse. E este, por sua vez, não perdeu tempo. Foi logo construindo panteões, e estátuas e outras coisas que você pode observar se for até Roma qualquer dia desses. Juntamente com Agripa, Mecenas, amigo do Augusto recebeu o apelido de Pai dos artistas, por além de ser pai dos artistas mesmo, sempre os patrocinar com dinheiro, passagens aéreas e cursos no SENAI. Com isso, o Século de Augusto ficou marcado para todo o sempre nos anais da humanidade. Não sei quanto a você, mas no meu anal não ficou marcado porra nenhuma!!

A guerra lusitânica[editar]

Principal acusador e inimigo de Augusto na guerra lusitânica. Um fanfarrão mesmo.

A guerra lusitânica foi uma parada armada com Portugal e Espanha. Ambos os países estavam se preparando para descobrir os continentes do novo mundo, o que viria a acontecer alguns séculos depois. Estes países se preparavam em total silêncio, era segredo de estado. Mas a informação acabou vazando, e os Estados Unidos, antes mesmo de serem descobertos, acusaram estes países de terem armas nuclear e ameaçaram invadir, levando o caso até a ONU.

Bem de longe, Otávio Augusto apenas acompanhava o desenrolar dessa história sem dar nenhum tipo de opinião, pois ele é a favor do seguinte lema:"Não mexa com quem está quieto". Pois desde que acabou a Segunda Guerra Mundial, Augusto prometeu que nunca mais se envolveria em qualquer tipo de confusão alheia, pois sempre dá merda. Esta era a posição de Augusto, ele estava disposto a cumpri-la, até que...

...até que os EUA acusaram Roma de patrocinar Portugal e Espanha. Isso foi a gota d'água para Augusto, que imediatamente mandou reunir todas as suas tropas, e marchar em direção à Portugal e Espanha, na intenção de formarem a extraordinária Liga da Justiça Desportiva contra o país que sempre queria mandar em todo mundo mesmo antes de existirem. A intenção, era eliminar toda a população desconhecida deste país, na intenção de fazê-lo ficar mais deserto ainda, dando assim, trabalho para os ingleses quando fossem colonizá-lo novamente.

A investida foi iniciada com um ataque aéreo executado por Portugal e seus potentes aviões do 14-Bis confeccionados com papel de seda nas bases militares mais fortificadas. O ataque foi um sucesso, toda a frota aérea americana foi dizimada, e apenas restaria a destruição total de seu exército e sua população. O que aconteceu imediatamente, pois soldados espanhóis e romanos logo após o bombardeiro aéreo, saltaram de pára-quedas e foram logo trucidando tudo o que viam pela frente. Nada sobrou, nem mesmo o resquício de vida naquele local, que ficou completamente inabitável e foi riscado do mapa, vindo a ser descoberto anos mais tarde.

Porém, sabemos que apesar da eliminação precoce, os fulanos desse continente não aprenderam como se comportar e vivem acusando os outros de terem armas nuclear. Sendo verdade ou não, seria bom que Otávio Augusto ainda fosse imperador nos dias de hoje.

"Quem em Roma não dormiu com minha filha???"[editar]

Um dos pequenos namorados/ficantes de Júlia

Cquote1.png Já comi! Cquote2.png
Resposta comum, dada pelos funcionários de Augusto quando perguntados sobre Júlia.
Cquote1.png Demitido! Passe no RH para pegar suas coisas Cquote2.png
Augusto respondendo à todos que afirmaram a frase anterior.

Se a vida de Augusto administrando Roma estava cada vez melhor, não podemos dizer o mesmo de sua vida pessoal, principalmente, de sua filha Júlia. Por ter o pai distante a maior parte do tempo, Júlia não teve a melhore das educações (podemos dizer que ela nem tinha educação). Como seu pai passava a maior parte do tempo no escritório ou em guerra, Júlia se trancava dentro do quarto e ficava horas e horas, assistindo filmes pornôs. E assim, Júlia foi aprendendo que o sexo pode ser feito com quem quiser e onde quiser, de acordo com os filmes altamente educativos.

Então, ela passou a liberar a perigosa para todo mundo do império. Não havia um soldado, um faxineiro, um auxiliar de trocador de lâmpadas que ainda não havia traçado a filha do imperador. Sempre na intenção de realizar suas fantasias, ela liberava para quem achasse mais interessante. Ou não. A fama dela crescia com o tempo, até que o imperador ficou sabendo de suas peripécias no palácio e a mandou para um lugar muito distante, onde os homens não queriam saber de putaria e ela poderia ser purificada. O Japão. Mas mesmo assim, antes mesmo de chegar à terra do fogo, Júlia ainda liberou geral para a tripulação solteira do avião que estava, sendo esta, a sua ultima aventura sexual.

Mais tarde, totalmente purificada e transformada, Júlia foi dada em casamento, por livre vontade de seu pai, para Agripa, grande general e amigo de seu pai, tornando-se assim, quase uma mulher de bem.

Como ver morrendo todos seus netos e não achar nem um pouco estranho[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Lívia

Lúcio César, neto de Augusto, todo arrebentado depois de ter brigado na escola

Cquote1.png Bom como herdeiro, escolherei Marcelo! Cquote2.png
Augusto, comunicando quem seria seu herdeiro.

Cquote1.png Senhor, Marcelo morreu Cquote2.png
Mensageiro real comunicando Augusto sobre Marcelo.
Cquote1.png Bem, então neste caso, escolherei Agripa! Cquote2.png
Segunda opção de Augusto para herdar o trono.
Cquote1.png Senhor, Agripa morreu na batalha, e agora? Cquote2.png
Mensageiro de guerra que acabou de chegar do campo de batalha avisando Augusto sobre Agripa
Cquote1.png Então, pelo menos me restam meus netos, filhos de Agripa e Júlia Cquote2.png
Augusto, já triste, mas mesmo assim esperançoso
Cquote1.png Aaaaahhh...(silêncio) Cquote2.png
Algum grito dentro do palácio.
Cquote1.png Oh Deus, nããããããão! Cquote2.png
Augusto, ao ver que seus netos também haviam morrido.
Cquote1.png Hehehehehehe...agora tudo será meu, MEEEEUUU! Cquote2.png
Tibério (depois você vai saber quem é esse cara).


O tempo ia passando e Augusto, como todo ser humano comum, ia envelhecendo, apesar de todas as cirurgias plásticas que fazia, as rugas e os pés de galinha já tomavam conta de sua cara. Com isso, era grande a necessidade de encontrar um bom herdeiro para assumir as broncas imperiais romanas no seu lugar. Augusto casou-se três vezes, para garantir que teria um herdeiro que preste. No primeiro casamento, ao descobrir que sua esposa era estéril, ele a matou com pauladas. No segundo casamento, ele conseguiu uma parideira, mas ela lhe deu uma filha mulher e puta, Júlia, e quando casou a terceira vez, descobriu que sua então esposa já havia feito a ligação das trompas e portanto, não poderia ter filhos.

Como já estava cansado de tentar, Augusto partiu para os sobrinhos. O primeiro foi Marcelo, mas morreu misteriosamente ao comer uma batata. Augusto não desistiu, e tentou fazer de Agripa o novo imperador. Mas este também morreu em batalha, mesmo ganhado a batalha, ele foi atingido por uma bala perdida vindo de um dos morros vizinhos ao local da batalha. Não só Agripa morreu, mas seus filhos também morreram afogados após beberem um copo de leite. Após a morte de seus netos, Augusto já havia perdido as esperanças. E mesmo com tanta coisa estranha por trás da morte deles, Augusto continuou buscando um herdeiro, até que...

"Varo, Varo, devolva minhas legiões!!!"[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Públio Quintílio Varo
Varo entrando todo orgulhoso na Germânia, mal sabendo a Vara que ia levar

Públio Quintílio Varo, ou somente Varo, era um cara que estava na elite desde os tempos de Herodes. E só tinha esse prestígio porquê já havia sido de tudo um pouco. Foi consul, pró-consul, governador, prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador de Manaus. Tudo isso deu uma certa credibilidade a Varo junto a Augusto.

Após ganhar algumas batalhas furrecas, Varo foi designado por Augusto para encarar sua derradeira batalha, na Germânia. Ele foi com três legiões, e cada legião tinha aproximadamente 3 milhões de soldados. Era para ser vitória na certa. Mas não foi. Varo foi humilhado, derrotado e esquartejado, juntamente com todas as legiões que ele comandava. Varo foi derrotado por uma tribo de anões cegos, o que fez com que fosse mais humilhante ainda para Augusto.

Esse é o fato narrado historicamente. Mas a verdade, que era comentada nos corredores do palácio e nas principais ruas de Roma, era que Varo havia passado a mão, e conseguiu pegar essas três legiões na surdina, para poder provar a Augusto, que ele ainda era capaz de vencer alguma batalha, mesmo que não ganhasse mais nem aposta de briga de galo. Ele foi bem em roubar as legiões de Augusto, mas não foi tão bem assim na batalha, pois por estar acostumado a ficar em casa jogando War e Age of Empires, achou que seria fácil apenas mandar a galera pra luta e usar algum cheater caso fosse necessário. Deu no que deu.

E assim Varo saiu da Germânia... pensando bem, não saiu. Ficou por lá mesmo, adubando a Floresta Negra

"Ok, Lívia, que seja Tibério"[editar]

Após ter fracassado inúmeras vezes ao tentar dar ao império um herdeiro de mesmo sangue que o dele, Augusto passou a se martirizar por ter conseguido de tudo na vida, menos um herdeiro digno, o que, teoricamente, seria mais fácil. Com todos os seu netos mortos, e sem ele desconfiar de nada, apenas Tibério, filho de sua terceira esposa, Lívia, estava vivo. Que coincidência não? E para não dar o trono para outra pessoa que não fosse de seu agrado, ele passou a analisar a ideia de colocar Tibério como imperador mesmo. Como dizem: "Só tem tu, vai tu mesmo".

A principal força para que Tibério assumisse ao trono, foi dada por Lívia, que por coincidência, queria que o seu filho fosse imperador. Mas mesmo assim, Augusto foi ingênuo o suficiente para nem sequer imaginar que Lívia e Tibério foram os responsáveis pelasmortes de todos os seus herdeiros legais. Além do mais, quando começava a pensar algo a respeito, Lívia vinha, com aquele tipo de veneno que só as mulheres têm, e o fazia esquecer tudo o que estava pensando, transando com ele por horas.

Assim, antes de morrer, Augusto ensinou a Tibério o caminho das pedras para ser imperador de Roma. Mostrou para ele como seus inimigos eram tratados, e ensinou a Tibério que quando o povo estivesse insatisfeito, era só realizar um campeonato de futebol onde o Flamengo deveria ser campeão, pois só assim, os ânimos se acalmariam e ele teria pelo menos uma semana para pensar em algo pra fazer. Com todo o conhecimento passado à Tibério, Augusto julgou que este já estaria pronto pra governar de uma forma aceitável, e antes de morrer, passou o seu anel (ui!) para Tibério, que era o novo Imperador Romano.

E Póstumo Agripa? Ele não entra nessa história?[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Póstumo Agripa

Calma carinha de cuzinho, agora é a vez dele!

Mas um pequeno contra-tempo viria aparecer para atrapalhar o plano infalível de Lívia e Tibério. E o nome desse contratempo era Póstumo Agripa. Alguns diziam que Póstumo foi o primeiro filho de Agripa, e que Agripa não quis reconhecê-lo como filho legítimo pois na época ainda era um jovem cheio de expectativa e também porque estava pré-selecionado para participar do BBB Romano. Para isso, Agripa pediu auxílio de Augusto para matar a criança, e se não matasse, que a mandasse apenas para o Acre. E assim foi feito, a criança foi mandada para o Acre e até então não se sabia mais nada a respeito dela.

Até que, pouco antes de morrer, Augusto fez uma visita para Póstumo, pois queria que ele assumisse o trono, apesar de ter ficado louco durante sua estadia no Acre, Augusto o julgava capaz de se tornar um bom imperador. Só que o erro fatal do imperador foi ter levado Nelson Rubens como segurança. E ao voltar para Roma, após ter seu convite ter sido recusado por Póstumo, Augusto ficou sabendo que Nelson havia espalhado para os quatro cantos de Roma sobre a existência de Póstumo. Resultado: Nelson teve que fugir para uma ilha desconhecida habitadas por estranhos seres pelados e que faziam sexo ao ar livre, e Augusto teve que matar Póstumo Agripa, pois ninguém poderia saber dele. Assim, sem movimentar um dedo sequer, Tibério mais uma vez, eliminou um participante no paredão concorrente ao trono e se tornou imperador absoluto sobre Roma.

Ver também[editar]


Precedido por
Caio Júlio César
Mininero.jpg
Imperador Romano

29AC - 14
Sucedido por
Tibério Nero César



Romanpre1000.jpg
Imperadores Romanos

Júlio-Claudianos
Otávio AugustoTibérioCalígulaCláudioNero

Guerra Civil e Flávios
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Zorra Total ou Quem der mais leva
Maximino TrácioGordianos (I, II e III)Filipe ÁrabeDécioTreboniano GaloValerianoGalienoCláudio II GóticoAurelianoProboCaroCarino

Tetrarquia e Constaninianos ou Agora somos cristãos, Amém!
DioclecianoConstantino MagnoConstantino IIConstanteMagnêncioConstâncio IIJuliano ApóstataJoviano

Valentinianos e Teodosianos ou Corra que os bárbaros vêm ai
Valentiniano IValenteValentiniano IITeodósio MagnoHonórioConstantino IIIValentiniano IIIPetrônio MáximoÁvitoMajorianoLíbio SeveroAntêmioOlíbrioGlicérioJúlio NeposRômulo Augustulo