Caifás

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Judeu0.jpg Cadê o moedinha?

Este artigo é judeu! Ele odeia romanos, foi escolhido por Javé e não come lagosta porque é caro e anti-kosher. O autor deste artigo provavelmente é contador e deve estar cuidando da lujinha.

Cquote1.png Como se atreve a atrapalhar nossos negócios mercantilistas? Não quer se tornar meu sócio? Podemos faturar milhões com seus truques mágicos. Pense nisso... Cquote2.png Caifás tentando persuadir Jesus antes de martirizá-lo.

Caifás era o sumo-sacerdote que aparece no diário escrito por Deus chamado de Novo Testamento em que ganha destaque por ser o principal vilão responsável pela crucificação de Jesus Cristo que foi encomendado à Terra para pregar a palavra do PUÓÓIIIIII. Sim, Caifás foi o verdadeiro assassino de Jesus sendo pior do que Judas, Pilatos, os soldados romanos e Edir Macedo.

Biografia[editar]

Joseph Caifás nasceu em alguma favela de Jerusalém. Seu sobrenome é uma referência de um costume patético que o acompanhou durante toda sua vida desonesta, pois sempre andava caindo pelos cantos por ser muito burro, mas logo se levantava e continuava fazendo as mesmas coisas, daí o sobrenome: Cai e faz.Troll7.gif Desde criança, era um capeta que tirava sarro da religião de outras pessoas, aprontava todas e nunca era punido por suas travessuras. Desde a adolescência, resolveu seguir carreira de falso-profeta obtendo dinheiro através da fé das outras pessoas e logo se tornando o Sumo-Sacerdote.

Para comandar toda aquela gente da maneira que ele bem queria, este falso-profeta era quem ditava o que era certo ou errado naquela região, em companhia de seu namorado, Anal Anás. Como bom comerciante capitalista que era, Caifás logo abriu uma grande mercado no Templo de Deus, sempre obtendo várias moedinhas através da fé das pessoas tornando-se uma das pessoas mais ricas do mundo, se não, o mais rico.

Sua extensa permanência no sumo sacerdócio talvez fosse um indicio mais que significativo de que era muito esperto para passar a perna na administração romana, durante o governo de Pôncio Pilatos (aquele que gosta de lavar as mãos). E isso era algo notável, pois Pilatos não media esforços para insultar em várias ocasiões os judeus, especialmente Os Três Patetas.

Caifás, no entanto, era revoltado com Deus em segredo por não poder assumir sua homossexualidade com seu amigo conservador Anás, além de ser broxa e traído pela mulher várias vezes, culminando na morte dessa prostituta. Logo, era uma pessoa muito ruim.

O encontro com Jesus e o início do martírio de Caifás[editar]

Tendo uma boa visão de negócio e obtendo grandes lucros com o comércio no templo de Deus (assim como muitos de nossos atuais pastores evangélicos) Caifás logo conheceu um hippie, com ideias avançadas que pregava paz e amor. Seu nome era Jesus Cristo.

Para os líderes judeus do período, existiam preocupações sérias pois viam com temor que aquele líder religioso logo iria desmascará-los e mandá-los queimar nas profundezas do inferno, após o mesmo, em uma de suas parábolas loucas e sem sentido afirmar isso, além de fazer os fariseus parecerem palhaços diante do povo dizendo que eram todos gays enrustidos e outras coisas mais.

Logo, Caifás havia decidido eliminar aquele profeta e buscava de todas as maneiras pegá-lo sem que estivesse cercado de multidões, pois Jesus naquela época era uma espécie de político. Encontrando aquele que era o discípulo mais avarento de todos, Judas Iscariotes, que havia se decepcionado com seu mestre por não ter dominado roma jogando raios e trovões nos soldados romanos e traindo-o na sequência, Caifás acreditava que aquela era a oportunidade perfeita para capturar Jesus.

Logo, uma multidão de soldados liderados por Caifás e Anás chegou e prendeu Jesus, forçando-o de todas as formas a se juntar a eles graças aos seus incríveis números de mágica como multiplicar pães, andar pelos mares ou reviver mortos. Mas, Jesus mandou Caifás tomar no cu e isso o enfureceu de tão modo, que o levou até Pilatos para que crucificassem aquele que se dizia Jair MESSIAS Bolsonaro, um crime que segundo os romanos merecia como punição a morte.

Pilatos conhecendo Caifás tentou libertar Jesus, mas a multidão queria a cabeça dele de qualquer jeito e então, o entregou para Heródes, que também sacaneou com Jesus e o mandou de volta para Pilatos. O governador ainda tentou executar Barrabás mas o povo desde aquela época não sabia votar e Pilatos lavou as mãos e disse: foda-se, não participo dessa carnificina e os abutres de Caifás com a ajuda dos soldados enfim pregaram Jesus na cruz.

Caifás, logo achava que tudo estava terminado, mas nem imagina que seu martírio estava apenas começando. Jesus trollou todo mundo e ressuscitou, fazendo Caifás, Anás, Heródes e Pilatos se cagarem de medo e Judas se enforcar. Mas como era muito mole bonzinho, Jesus não matou nenhum deles e subiu aos céus para que seus 12 subordinados espalhassem a mentira seu evangelho pelo mundo, criando assim o cristianismo. Ao ver que nada lhe aconteceu, Caifás continuou fazendo maldades e perseguindo os apóstolos, inventando inclusive que eles tinham roubado o cadáver morto do defunto que havia falecido de Jesus.

Por fim, Caifás foi morto por Asterix que tentava matar um viado e o confundiu com Caifás. Ele foi enterrado mas a terra cuspiu seu corpo de volta e hoje está queimando no inferno, segundo conta a lenda a tradição cristã.

Ver também[editar]