Calendário judaico

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Rabbimetal.jpg Cadê o moedinha?

Este artigo é judeu! Ele odeia romanos, foi escolhido por Javé e não come camarão porque é caro e anti-kosher. O autor deste artigo provavelmente é contador e deve estar cuidando da lujinha.

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Calendário judaico.

Calendário judaico, ou calendário hebreu ou calendário circuncidado judeu é um dos muitos calendários existentes no mundo, sendo este especificamente um que deixa claro supostamente a data correcta em que o mundo nasceu. Sério. Não duvide, seu otário, foi YHWH quem falou!

Origem[editar]

Teoricamente essa bagaça começou a ser usada em um certo dia lá de 1400/1200 a.C. por Moisés e sua trupa de escravos rebeldes, quando decidiram se rebelar contra seus senhores bondosos egípcios, e daí receberam uma revelação pra passarem sangue de potó nas ombreiras das casas, pra afastar os capetinhas comunistas que iriam devorar as criancinhas egípcias pra eles enfim darem liberdade pros hebreus. Nisso fizeram uma comemoração que se chamaria de festa dos pães secos, ops, asmos, ou Pessach (Páscoa, que significa "passagem", já que iriam passar sambando na cara dos seus senhores). Deveria ser comemorado todo dia 14 de HAbibe ou Nisã (não o Frontier ou outros dessa marca, é um mês mesmo...), e esse seria tecnicamente o primeiro dia do ano RELIGIOSO judeu (é, já já explico essa frescura de ano civil e ano religioso, mas basicamente é a merma merda, só que um começa na metade do outro e vice-versa).

O calendário adotado seria parecido com o calendário egípcio antigo, ou seja, uma fusão marota do calendário solar com o calendário lunar, o que causava por vezes uma confusão dos diabos e ter de sempre enfiar cinco dias pra completar o bagulho todos os anos.

Como falei acima, têm dois calendários diferentes. O calendário religioso se iniciava no equinócio vernal, e o calendário civil, como no calendário egípcio, no equinócio de outono. Como hoje em dia ninguém lembra nem o porquê de terem dois, os judeus só usam atualmente o religioso mesmo, afinal deve ser um saco dizer "é o primeiro mês ou o sétimo agora?"

Meses e feriados judaicos[editar]

Não olhe pra mim assim. Eu também não entendi.
  • Nissan, ניסן ou araḫ nisānnu: o mês dos carros que comemoram o Pessach, comendo bredo e pão sem fermento, não ovo da páscoa igual aos infiéis cristãos do ocidente. É também chamado de abibe (אביב) na Torah, tem 30 dias e embora comece no dia 1, só se importam mesmo a partir do 14, que seria quando realmente o ano começa. Os outros 13 dias são tipo o carnaval judeu, ou coisa do gênero. Aliás é a partir dessa contagem doida que a Igreja Católica tira pra fazer a comemoração da páscoa (ou isso, já que chegou a rolar treta lá no segundo século entre o papa e os outros bispos da que seria a Igreja Ortodoxa séculos depois justamente por causa dessa data). Isso também explica porque o carnaval é nômade do jeito que é no calendário. Aproximadamente entre março e abril.
  • Iyar, אייר ou araḫ āru (ayāru): segundo mês, escolhido pra turma poder celebrar a páscoa quando na época do mês anterior estava mais sujo que pau de galinheiro. Se tivesse sujo de novo, se fodia, só no ano seguinte. Também chamado de mês de zive (זיו). Aproximadamente entre abril e maio.
  • Sivan, סיוון ou araḫ simānu: o mês da festa de Shavuot, ou Pentecostes, que significa Sete Semanas, Colheita ou dia do Reteté (essa só fãs de pentecostalismo devem manjar). Aproximadamente entre maio e junho.
  • Tammuz, תמוז ou araḫ Dumuzu (Duʾūzu): esse mês só ganhou nome mesmo após voltarem da Babilônia, antes só Yavé sabe o nome. O dia 17 de Tamuz é lembrado por ter sido o que os romanos conseguiram invadir o boteco dos judeus pra tacar fogo na porra toda de Jerusalém 70 d.C.. Aproximadamente entre junho e julho.
  • Av, אב ou araḫ abu: outro mês que na Bíblia não tem nome, e só é lembrado porque no dia 9 eles celebram o Tishá BeAv, que relembram a destruição do Templo de Salomão e séculos depois a do Templo de Herodes, mostrando o azar que eles tinham pra manter os templos deles de pé. Aproximadamente entre julho e agosto.
  • Elul, אלול ou araḫ ulūlu: no calendário civil é o último mês, portanto eles fazem nesse uma reflexão das merdas do ano todo, nas festas de Rosh Hashaná e Yom Kipur, que rolam no mês seguinte. Aproximadamente entre agosto e setembro.
  • Tishrei, תשרי ou araḫ tašrītu: Também chamado de etanim (אתנ'ם), esse é o mês das festas de arrependimento e do dia da expiação (o Yom Kipur), que ficou mais famoso mesmo pela guerrinha que os palestinos decidiram armar nessa data pra pegar os judeus de calças curtas. Também é nesse mês que rola a festa de Sucot (ou seja, das cabanas, tabernáculos ou acampamentos), pra relembrar quando eles eram do MST antes do primeiro movimento sionista da história rolar e saírem mandando os cananeus pro quinto dos infernos. Aproximadamente entre setembro e outubro.
  • Cheshvan, חשוון ou araḫ samna: Tem mais dois nomes, marcheshvan (מרחשוון) e bul (בול), mas apesar disso não tem nenhuma comemoração muito importante nele, exceto que rola as vezes uma dança da chuva lá em Israel pra poder cair água do céu. Aproximadamente entre outubro e novembro.
  • Kislev, כסלו ou araḫ kislīmu: Lembrado por ser o mês da festa de Dedicação (Chanucá), quando os judeus começaram o Reino dos Macabeus e despejaram os grego-macedônicos pra puta que os pariu. Aproximadamente entre novembro e dezembro.
  • Tevet, טבת ou araḫ ṭebētu (ṭebēlu): Só a continuação da Chanucá mesmo, nada de importante além disso. Aproximadamente entre dezembro e janeiro.
  • Shvat, שבט ou araḫ šabaṭu: Tão inútil que nem festa direito rola nesse. Aproximadamente entre janeiro e fevereiro.
  • Adar, אדר ou araḫ addaru (adār): O último mês, ou sexto, se for o civil, é quando rola a festa do Purim, que só é mencionada mesmo no livro de Ester, o único que nem em Deus fala (ou não, se você for católico...). Aproximadamente entre fevereiro e março.

Com o passar dos anos começaram a criar um mês intercalar de 5 dias apenas pra compensar os dias perdidos pelo calendário lunar, mas como continuaram a perder pra caralho, inventaram uma porra chamada ano embolístico pra corrigir as misérias e colocam nesse ano específico um segundo mês de Adar pra poder chegar certinho na data certa.

Anos[editar]

A contagem de anos é meio bugada, já que os judeus têm certeza ABSOLUTA de quando Deus criou o homem, ou seja, Adão, no pôr-do-sol da quinta-feira em 7 de outubro de 3761 a.C.. Sendo assim estamos, segundo eles, 2019 + 3760. É, tamo velho pra caralho já...

Dias da semana[editar]

O único dia que importa pros judeus é o Sabbath shabat (sétima-feira sábado), tanto que é o único que tem nome diferente e é mó foda, já que também é o único em que eles podem dormir de boinhas sem trabalhar (claro que pra isso sempre contratam diaristas de outras crenças pra serem escravizadas nesse diazinho de descanso sagrado...). Eles contam os dias a partir do pôr-do-sol, diferente dos ocidentais que contam da meia-noite, o que causa uma confusão sempre que um católico vai rezar a Ave Maria na sexta de 18 horas começa a ser interrompido pelo rabino gritando só pra trollar Cquote1.png FELIZ SHABAT! FELIZ SHABAT! Cquote2.png

Ver também[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Calendário judaico no Mundo do Contra:

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