Call of Duty: World at War

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Chamado do Dever: Mundo na Guerra
Call of Duty World at War.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Trincheira
Publicador Activia
Ano 2008
Gênero FPS genérico
Plataformas Tudo quanto é coisa
Avaliação 40%
Idade para jogar Livre

Cquote1.png Ambush! Cquote2.png
Americanos sobre japoneses a cada três segundos
Cquote1.png Dimitri, hoje é sexta-feira! Cquote2.png
General Reznov dando uma folga para o Garoto Dimitri na balada

Call of Duty: World at War é mais um FPS genérico da cansativa franquia Call of Duty, lançado após Call of Duty 4: Modern Warfare que aconteceu nos tempos modernos e foi relativamente bem aceito, o jogo voltava para a droga da Segunda Guerra Mundial para de novo a gente jogar a porra toda que já foi vista cansativamente em Call of Duty 1, Call of Duty 2, Call of Duty 3 e seus 35 spin-offs e caça-níqueis relacionados

Desenvolvimento[editar]

Lançado 1 ano após Call of Duty 4: Modern Warfare, a Treyarch, empresa produtora por trás da falta de criatividade da franquia, percebe que já havia perdido a conta de quantos Call of Duty foram lançados até então, e sem saber se chamavam o jogo de Call of Duty 15 ou Call of Duty 23 devido a desacordos entre os integrantes da equipe que não chegavam ao consenso de qual número era, decidiram chamar o seu novo jogo apenas de "Call of Duty: World at War". Por ser um jogo do gênero FPS genérico, não houve a menor dificuldade em ser produzido, apenas pegaram coisas que já vimos em qualquer jogo de fps já lançado para PlayStation 2, deram um Ctrl+C/Ctrl+V, colocaram umas plantinhas para dizer que estavam numa ilha do pacífico e colocaram um sotaque japonês nos alemães, o jogo estava pronto em tempo recorde.

Enredo[editar]

Somente após cansativos 7 jogos sobre Segunda Guerra Mundial a Activision percebe que a Segunda Guerra Mundial não foi só o Dia D e as batalhas na Normandia onde exaustivamente jogamos nos primeiros títulos da série. Como haviam faltado às aulas de história, só depois de assistirem o filme Pearl Harbor descobriram que houve toda uma Batalha do Pacífico contra otakus malvados e decidiram explorar esse lado da guerra pela primeira vez.

No primeiro pedaço da campanha controlamos um soldado americano que está no oceano Pacífico caçando otakus no intento de tornar o mundo um lugar melhor sem que existam pessoas dementes habitando nele, mas todavia ele é capturado pelo inimigo e obrigado a assistir anime por horas a fio numa das torturas mais terríveis da guerra, mas ele acaba resgatado por alguns rednecks e assim o jogo de matanças e extermínio de otakus começa. O desenrolar culmina na famosa Batalha de Peleliu, um embate decisivo no qual os americanos conquistam a cidade de Acapulco então dominada por otakus.

É claro que aquilo que é original não pode durar muito tempo quando estamos falando de um jogo da Treyarch e enquanto desenvolviam os cenários da batalha no Pacífico os produtores recordaram de uma promessa solene de muitos anos atrás de nunca serem originais acreditando na fórmula "nazistas malvados + consumidor norte-americano = dinheiro na conta", então é claro que pela enésima vez utilizaram o front europeu para saciar a nostalgia dos fãs da série e assim foi reconstruído o sangrento cerco da Batalha de Stalingrado pela 25º vez na franquia. Agora controlando o Garoto Dimitri, percorremos as principais festas da cidade russa de Stalingrado exterminando alemães até terminarmos em Berlim fazendo a mesma coisa de sempre.

Jogabilidade[editar]

Mesmo depois de todo mundo enjoar da Segunda Guerra Mundial e suas armas enferrujadas que os russos usaram, os desgraçados da Treyarch criaram outro game sobre o mesmo assunto e não tomaram vergonha na cara, principalmente na versão de Playstation 2 na qual você não faz nada mais que matar alemães e alemães com sotaque japonês. A única diferença é que um grupo de nazistas na Alemanha, após muito protesto, conseguiram a sua demanda de deixarem que se use nazistas no modo multijogador.

Fora isso, é mais um fps genérico com um show de violência. É o primeiro Call of Duty que foi amplamente aceito porque neste você deve exterminar otakus, e só isso pode ser mais prazeroso que metralhar e arrebentar nazistas.

No final de tudo você libera um minigame muito chato e enjoativo chamado "Nazi Zombies", e mesmo que essa porra tenha sido sem graça, sem nexo, ainda assim daria sequência para um jogo inteiro chamado Call of Duty: Zombies, afinal não há limites para caça-níqueis quando estamos falando da Treyarch.

v d e h
CallofDutyLogo.png