Caloi

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Caloi.
Propaganda manipulativa e cheia de mensagens nem tão subliminares da Caloi.

Cquote1.png Não esqueça a minha Caloi Cquote2.png
Comercial idiota sobre Caloi
Cquote1.png Com dois pedaços de arame e uma borracha escolar eu fiz uma destas Cquote2.png
MacGyver sobre Caloi

A Caloi é uma empresa fabricante de bicicletas vagabundas, muito criticadas pelo Gilberto Kassab por atulhar o trânsito nas vias de São Paulo.

Muito popular entre os vagabundos trabalhadores que economizam o dinheiro do transporte para comprar cigarros e/ou cachaça e a molecada que não tem mais nada para fazer além de tentar se matar ser atropelado em cima de 15 kg de aço carbono ferro e borracha muito mal montado e regulado por um funcionário que nunca montou nada que não tivesse portas e gavetas e fosse de madeira.

Recentemente (nem tão recente assim) adquirida pela italiana Cannondale, afim de ensinar os tupiniquins a fazer algo além de ferro de obra com pneu, guidão e freio ( as vezes com amortecedor ).

Mas como em pátria de bananas sonhos não passam de doces da padaria do Zé, o que ouve foi a diminuição da qualidade de alguns componentes mantendo-se o mesmo preço dos projetos das bicicletas de Casas Bahia de todo o país e investimento em uma linha profissional da Caloi numa tentativa desesperada de competir com com marcas internacionais, dando origem a nova linha Explorer aro 29 ( que já serve para alguma coisa. .. Como tomar ralo nas trilhas) e o verdadeiro sucesso, as Calois 10, 20 e 30, equipadas com verdadeiras peças de bicicleta como Shimano Deore, Deore XT e afins ou alguma SRAM leve e cheia de furos para encher de barro, cada uma com uma geometria própria e quadro de carbono (não a porcaria de ferro e grafite chamada aço carbono). Sonho de qualquer Mountain-Biker (ou ladrão), se não fosse pelo fato de custar mais de R$ 6,000 ... Ou seja, melhor comprar uma moto. Mas mesmo com tudo, não estão a nível técnico das boas e velhas (sentido figurado) Cannondales.


História[editar]

Nos tempos em que tua mãe era virgem, há mais de oito mil anos, um italiano resolveu vir para o Brasil tentar ganhar dinheiro com bicicletas velhas no "novo mundo", onde a falta de suprimentos era tal que qualquer porra velha servia.

Com base nisso, a empresa tem sido bem sucedida, em especial pelo fato de que durante todo o período em que a empresa esteve no Brasil não haver uma marca concorrencial forte, com exceção da Monark, responsável pela vinda das BMX para o país.

Atualmente, a empresa, por conta da falência da empresa supracitada, desfruta do monopólio sobre o mercado de ciclismo infanto-amador, sendo a única fabricante com acesso ao painel das famosas Casas Bahia.