Campo Novo do Parecis

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Campo Novo do Parecis é um assentamento indígena no Mato Grosso, misturado com centenas de imigrantes e sujeitos de outros estados. Em Campo Novo do Parecis tudo é rápido, como por exemplo a rodoviária nova que foi embargada antes de ser construída, e o Mini-Estádio das Palmeiras que precisou de reforma antes de ser inaugurado. E antes de prosseguir, lembre-se, os aumentos dos salários dos professores sempre ocorrem de maneira legal e precisa.

História[editar]

Fundador e atual prefeito do vilarejo.

A história de Campo Novo do Parecis é simples, começou quando os índios do Mato Grosso do Norte estavam indo para São Paulo e Rio de Janeiro comprar um pouco da maconha que tanto utilizam em seu cachimbo da paz, foi daí que surgiu a célebre música do filósofo Gabriel Pensador, e com a fama criaram uma cidade e o assentamento de Campo Novo do Parecis.

O nome da cidade vem em homenagem à tribo dos índios paresí, que só não foram exterminados como a maioria das outras tribos do Brasil porque eles eram atrasados o bastante para gostarem de viver numa terra infértil de péssimo clima e sem qualquer riqueza natural, o que por mais de 500 anos de exploração do homem branco na América do Sul o manteve longe daquele local inóspito e inútil.

Em 1914 o vilarejo, ainda indígena, foi visitado por ninguém menos que o presidente norte-americano Theodoro Roosevelt, que criou ali uma indústria semi-escravista de índios para obrigá-los a todos extrair leite de pau e fabricar a preciosa borracha.

O território prosseguiu explorado por gaúchos loucos, que acostumados a lidar com as inférteis terras do Rio Grande do Sul, não viram problemas em explorar Campo Novo do Parecis, ainda mais para assim viverem de empréstimos com subsídio e carência no Banco do Brasil e depois pedir prorrogação 10 vezes e entrar com pedido de anistia, tudo para construir templos ao Deus Soja. E depois chegaram os goianos famintos por pequi e nordestinos para vender as redes para os índios que adoram cobrar pedágio.

Em 1988 era criado oficialmente este município, desmembrando-a de Diamantino. O processo foi realizado em menos de 3 dias, demonstrando como todos de Diamantino estavam ávidos por se livrar desse território.

Geografia[editar]

A cidade fica ao leste do Pedágio do Cacique Narcisio. É só seguir o fedor de vinhoto da usina que você chega na praça da patente, de onde dá para ver o assalto do Banco do Brasil atrás de uma pilha de tijolos.

Nos rios do município só tem pacu e gente incauta de afogando. Também tem frequentemente umas gordas, mais precisamente no Rio Verde, que ficam se achando as sereias, mas tem gente que fica em dúvida se são baleias ou piranhas (depende de quantas cerveja Cristal você bebeu). O famoso Rio Verde, é para onde todo mundo vai, mesmo que tenham que pagar para nadar em um rio cheio de vermes (os próprios banhistas).

Economia[editar]

Se não for índio, somente os agiotas se dão bem em Campo Novo do Parecis. Agora, os índios estão em franca evolução econômica graças à esmola do governo e já pensam em criar o Banco Central do Parecis.

População[editar]

Não se engane, apesar de grande quantidade de índios, Campo Novo do Parecis ter sido povoada por colonos, estudantes, patys e agroboys escrotos que acham que vivem no centro do mundo (remanescentes dos antigos povos), idiotas filhinhos de papai se achando marginais, entre outros que não vale nem a pena lembrar porque também não são importantes.

40% da população é gaúcha, 15% são tangaraenses (da cidade vizinha que fornece o crack), 10% são playboys paulistas, 5% são cariocas perdidos, 20% são goianos e paulistas, e o restante são manos que ficam em frente ao Fórum.

Os nordestinos foram todos ver o jogo do Flamengo no boteco e depois ouvir a Banda Calypso e portanto não compareceram à pesquisa do IBGE.

Bairros[editar]

Bairro nobre da cidade.

Por incrível que pareça, existem sim alguns bairros nesta cidade: Mas que presta é só o Centro (onde os indígenas fazem o cachimbo da paz, um lugar pacífico - triangulo ecumênico, onde tem duas capelinhas e um salão da Universal, e rituais canibais indígenas).

Quanto a Nossa Senhora Aparecida, Alvorada e Olenka, são apenas uma roça, e o resto é a favela. Tem ainda a Coabe e Coabinha, mas ninguém sabe ao certo onde fica.

Por fim tem o distante Posto Norte que é uma currutela que ainda não virou vila, mas que há 20 anos tem gente sonhando em ser o prefeito de lá e talvez emancipar aquela porcariazinha... até a Policia Miliar de lá já se mandou...

Educação[editar]

Colégio popular da cidade.

Não se engane porque o nome de algumas escolas são de alguma Madre ou Padre, nesses lugares já houve estupros, e são o melhor ponto de venda de crack da cidade. Há relatos que todo ano uma professora é engravidada em Campo Novo do Parecis.

Segurança[editar]

Campo Novo do Parecis vive um batalha de marqueteiros que disputam qual o banco da cidade exibe o tipo de assalto mais pirotécnico, de maneira que o município já alcançou o noticiário nacional graças a isso. Nos arredores do município, um novo cangaço equipado com dinamites frequentemente explodem agências bancárias de noite.

Transportes[editar]

O tráfego é muito frequente graças aos desocupados que transitam na Avenida dos Trabalhadores para ir jogar sinuca, beber muita cerveja e dar um tapa na macaca para criar coragem para encarrar uma baranga).

As cidades vizinhas são: Tangará da Serra, Sapezal e Brasnorte. Em Sapezal, por exemplo, tem muitos botecos, mas fica muito distante e tem que pagar pedágio para os índios, então todos vão à rodoviária, que parece mais o lar dos mendigos. Para afugentar os mendigos o dono fechou o banheiro com uma parede, agora todos usam a rua para mijar...

O meio de transporte coletivo mais usado é o trenzinho, feito sobre um caminhão e só vem uma vez por ano e todo mundo embarca nele para ficar gritando sem parar.

Comunicação[editar]

Além de ter só uma estação de TV que só repete notícias e comerciais velhos deixando as crianças enfurecidas, pois toma o horário do Chapolim, X-Men Evolution e de outras coisas legais, os repórteres são metidos a intelectuais de esquerda que exercitam propositalmente erros de português e pronúncia para ficarem parecidos com o cumpanheiro Lula no maltrato com a língua pátria.

Esportes[editar]

O esporte mais praticado em Campo Novo do Parecis é jogo de baralho, pois o futebol na cidade é uma desgraça que dá dó, o artilheiro é o goleiro, que é doidão que fuma.

O time de futebol da cidade é o PSE (Prefeituta Sem Ecstasy, ou conhecido como Parecis Sociedade Esportiva). Quem fez história no clube foi o técnico: Luciano, que comandou o clube disputou um jogo contra Tangará pelo campeonato matogrossense, e ganhou de 2 x 1 em casa, e o Tangará estava com o 1578° time reserva, tanto que o mais velho do time do Tangará tinha 2 anos. Os jogadores ficaram tão felizes por vencer e ainda terem o privilégio de jogar (perder) contra Araguaia, Mixto, Operário e outros times, mas sempre empatava por 1x1 ou perdia de 1x0, até que foi rebaixado e sumiu.

Religião[editar]

A maioria da população é evangélica, ao menos por algumas horas por semana. A cidade já superou Tangará da Serra e atingiu o record de 69 igrejas pentecostais.

Lazer[editar]

Campo Novo do Parecis possui um importante circuito de cabarés e butecos interligados, frequentados por um público eclético: megacotonicoultores, emos, ciclistas e jogadores de cartas. Sendo portanto, a principal atividade de lazer em Campo Novo do Parecis é parar num boteco qualquer e beber toda cerveja da cidade e depois de bêbados não pegam ninguém e vão dormir todos juntos em kitnets ouvindo Michel Teló.

Os pseudo-ricos e os ricos-falidos, porém, adoram é fazer fila na Av. Brasil para ver quem coloca o batidão mais idiota nas suas caminhonetes abastecidas com a gasolina comprada pelo pai, veículos estes que os oficiais de justiça irão fazer a busca e apreensão semana que vem.

Turismo[editar]

Brasão da cidade e o centro da cidade.

Ao turista incauto que chegue em Campo Novo do Parecis é lhe dado uma cartilha para que cometa alguns cuidados, tais como nunca exagerar no consumo da batizada maconha local sob o perigo de acordar nu num bordel. Além de precisar haver muito cuidado ao oferecer carona para aquela gata na escuridão do posto na beira da estrada, pode ser um gatão e nem sempre é capado, e quem vai miar será você...

As atrações em geral constituem visitar um circo falido e passear em frente ao Fórum e arranjar confusão com uns manos. Já o clube da cidade, uns dizem que é clube, outros dizem que é o ponto de crack, mas eu acho que é uma fazenda.

A festa da Exposição é uma bela porcaria, só tem brinquedo repetido e estragado e é tomada por agrônomos querendo vender tratores.

O Centro só tem índio vendendo pequi, pésinchados, pseudos-playboy, patys e gaúchos nada atraentes e um comércio bem derrubados. A maior atração da cidade é tirar fotos da agência do Banco do Brasil com celular para mandar para os parentes como é possível haver agências bancárias num lugar tão inóspito.

Campo Novo do Parecis tem uma nova bela praça, só esqueceram de colocar lixeiras e banheiros.