Canal de Suez

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!

FrancesAutentico.jpg ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Lembre-se de quem perdeu todas as guerras para a Inglaterra.


Cquote1.png Esse eu nunca fiz. Cquote2.png
Dentista sobre Canal de Suez
Cquote1.png Aonde é a nascente desse rio? Cquote2.png
Carla Perez sobre Canal de Suez
Cquote1.png Sabia que nem eu sei? Cquote2.png
Alguém irritado sobre a pergunta acima
Cquote1.png Droga, o barco encalhou Cquote2.png
Marinheiro sobre Canal de Suez

O Canal de Suez é um riozinho que liga um porto egípcio a uma parte do deserto perto da Arábia. Resumindo, liga o nada a lugar nenhum, passando por um monte de areia que

Os barcos que passavam perto do Fim do Mundo acabavam engolidos. O Canal de Suez solucionou o problema.

também não tem algo de especial. Apesar de aparentemente ficar no meio do nada, é muito importante para separar a África da Ásia e para marinheiros apressados e cagões que não querem viajar passando pelas proximidades do fim do mundo.

Necessidade da construção[editar]

Durante a dinastia XXIV do faraó Amsnshansret, as pessoas que viajavam pelos mares perceberam um problema: Para ir até a um pedço do deserto que ninguém conhecia, distante 240 km, se a viagem fosse de barco teriam que pecorrer 42000 km. O tempo era centenas de vezes maior do que se a pessoa fosse por terra. Por isso as caravanas lucravam muito mais que o porto, à beira da falência. Sem falar dos riscos da viagem, um dos mais conhecidos era um buraco sem fundo, representando aonde o mundo acabava. Como esse buraco exercia uma forte força sobre

O que existe perto do Canal de Suez.

as embarcações, elas eram sugadas para uma outra dimensão ou sugadas, não se sabe ao certo; pois ninguém voltava para confirmar isso. Mesmo se os navios não fossem engolidos, seus tripulantes ficavam extremamente entediados com a longa viagem. Quando estavam de saco cheio de jogar xadrez, damas ou qualquer "diversão", alguns pulavam para a água devido ao desespero causado pelo tédio. Essas e outras razões motivaram os trabslhadores dos portos a apoiar a construção de uma obra que acabasse com esses problemas.

Primeiras tentativas[editar]

Todos os envolvidos concordaram que para a construção do canal o dinheiro tinha que ser do governo, possuidor dos recursos necessários ao investimento. Com as poucas despesas restantes,

Imagem panorâmica do Canal de Suez

contrataram lobistas para convencer o faraó. Depois de muito lobby e suor, o governante concordou com as obras do canal. Investiu um bom dinheiro, mas a amioria dos operários morreu em virtude da sede no meio ao deserto. O lobby das caravanas (que concorriam com os navios) mudou a posição do faraó, resultando no abandono do projeto paa as obras do canal. Os marinheiros e funcionários do porto tenteram recriar o projeto, porém nenhum dos governos seguintes concordou com o recomeço das obras. Os interessados no canal desistiram com o passar do tempo. por isso que o canal de suez foi feito, para nelhorar as embarcaçoes qua passam por o rio vermelho , e mediterraneo...

Retomada[editar]

Na época das Grandes Navegações, Portugal passou pelos mesmos problemas dos marinheiros egípcios. Por causa da numerosa perda de caravelas portuguesas devido ao buraco no fim do mundo, o tédio na longa viagem, e outras coisas que tornam a estadia no barco pior do que um show de RBD, a navegação portuguesa ia á falência. Para piorar, o rei português não queria dar mais dinheiro e navios para a marinha (preferia gastar seu dinheiro na elaboração da nova tokar punheta

Uma cena comum no Canal de Suez

privada real). Por isso contrataram um francês com nome complicado a fim de que ele resolvesse isso. Depois da descoberta, em uma escavação arqueológica, do pergaminho que continha o projeto do canal, decidiram a construção do rio para deixar as viagens mais rápidas, então menos tediosas. Empregaram uma multidão furiosa de otários bravos homens nas obras. Uns 70% morreu de sede, picadas de cobra e briguinhas nos jogos de futebol que faziam no tempo livre durante as obras. Mas conseguiram cavar o suficiente para fazer o canal.

Uso[editar]

Agora os navios podem cortar caminho nas viagens. Isso se tiverem dinheiro para pagar o pedágio. O dinheiro serve no intuito de construir um cemitério pros caras que morreram durante os trabalhos. Porém esqueceram de plantar árvores na beira do canal. Os poucos que lembraram não obtiveram sucesso (lá é um deserto, trouxas) e por isso o canal sofre com assoreamento. Hoje só pequenos barcos passam pelo trajeto. Os barcos maiores foram substituídos por navios menores, que podem passar lá sem encalhar na areia.