Candiru

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Candiru
AAAAAAHHHH!
AAAAAAHHHH!
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Acordados
Superclasse: Aquáticos
Classe: Peixes com espinha
Ordem: Peixes gato
Família: Xupasanguia
Gênero: Valhalla
Espécie: Candiru
valhalla cirrosia

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Indígena atacado pelo Candiru
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!!!! Cquote2.png
Garimpeiro atacado pelo Candiru
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!!!!! Cquote2.png
Você ao ser atacado pelo Candiru
Cquote1.png Eu te avisei pra não mijar aí! Cquote2.png
Seu amigo sobre O que era óbvio, mas você achou bobagem
Cquote1.png Tira esses Come-bilau de perto de mim! Cquote2.png
The Rock sobre Candiru

Candiru é um peixe assassino que entra na rola e no anus. É uma espécie de água doce que pertence ao grupo comumente chamado de bagre. Ele é encontrado no Rio Amazonas, no Rio Madeira e nos seus afluentes e tem uma reputação entre os nativos de ser o peixe mais temido naquelas águas, até mais que a piranha. A espécie cresce até dezoito centímetros e tem forma de enguia, tornando-o quase invisível na água. O candiru é um parasita. Ele nada até as cavidades das guelras dos peixes e se aloja lá, se alimentando de sangue nas guelras, recebendo assim o apelido de "peixe-vampiro".

Ele é muito temido pelos nativos da região amazônica. O peixe tem formato de uma lombriga, e ao ser atraído pelo fluxo da urina (no caso do banhista nu) pode nadar em sentido contrário e penetrar no ânus, na vagina ou na uretra. Ele então se instala e não tem como voltar da mesma maneira que entrou pois ele abre a parte posterior do corpo e toma forma de guarda-chuva do capeta. Segundo alguns estudiosos, ele se alimenta do sangue e tecido do agente hospedeiro e só pode ser retirado por meio de castração do hospedeiro. No entanto as nativas da região descobriram um modo de driblar a necessidade de ir ao médico: segundo elas é só permanecer relaxada até que o próprio peixe encontre um modo mais natural de sair. Enquanto o peixe localiza seu hospedeiro seguindo o fluxo da água nas guelras até sua fonte, urinar enquanto se banha aumenta as chances de um candiru se hospedar na uretra humana.

Uma cura tradicional envolve o uso de duas plantas, a Xagua (Genipa americana) e uma certa maçã, que são inseridas (ou o extrato desses ingredientes no caso de espaços apertados) na área afetada. Estas duas plantas juntas irão matar e então dissolver o peixe. Mas frequentemente, a infecção causa choque e morte nas vítimas antes que o candiru possa ser removido. Apesar de ataques de candirus em humanos terem sido documentados, não há evidências de que um peixe possa sobreviver dentro de um humano. Em 1997, foi realizado a remoção de um candiru em um homem na cidade de Manaus/AM pelo urologista Dr. Anoar Samad.

Tratamento[editar]

Cirúrgico ou por meio de endoscopia!