Carlos Decotelli

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Carlos Alberto Decotelli da Silva é um suposto ministro e um suposto ex-ministro (ou melhor, um "ministro de Schrödinger", que é e não é ao mesmo tempo), além de notório doutor "honoris quase" e humorista brasileiro, cuja história de vida foi copiada por um cara que produziu um certo seriado aí. As datas em que ele nasceu e cometeu suicídio acadêmico não interessam, afinal, até mesmo datas também podem ser forjadas; o importante é que o Carlos ficou conhecido por ser mais um elemento nas inúmeras pataquadas cometidas durante o desgoverno Bolovo.

Vida pessoal[editar]

Quando criança, o pequeno Cazalbé era conhecido como "o carinha que mora logo ali". Como naquele tempo ser nerd não era propriamente uma modinha, muito menos uma coisa para se orgulhar, é claro que Carlos tomou muito pescotapa de valentões, pois a galera que copiava dele acabava reprovando. Nesse ponto da história, vamos apertar um pouco o botão de fast forward, até porque se for pra descrever cenas clássicas de extrema violência, o WWE tá aí pra isso.

Antes de realmente prosseguirmos, a única coisa que é preciso saber é que, desde cedo, o pequeno Carlinhos nunca seguia direito aquele velho conselho dos seus coleguinhas de classe ("pode copiar cara, só não faz igual").

Trajetória acadêmica[editar]

O brilho no olhar de quem alega ter mais de sete doutorados.

Saindo do Tattaglia Little School com muito estudo e idade suficiente para entrar de vez no mundo infernal dos currículos, Carlos começou a fazer SPAM do próprio assim que desenvolveu suas habilidades e truques de Ctrl+C Ctrl+V no Word.

Inventar coisa lá não era problema para ele, que inclusive passou adiante esses macetes para alguns de seus melhores discípulos, tais como Bel Pesce. Carlos Decotelli realmente chegou a fazer faculdade, mas para tanto foi preciso muito esforço, não apenas o concreto e os tijolos.

O mais estranho é que ele só passou a ser professor de fato após tirar do papel o telefone, a foto e as outras informações de outro professor para colocar as que eram dele mesmo. Após mudar de ramo aqui e ali, uma hora ele resolveu sossegar na FGV, e desse momento em diante tudo estava bem. E realmente estava. Até que chegou o final do tenebroso ano de 2018, e com ele, o chamado "governo de transição"...

Entrando numa zona[editar]

Cquote1.svg Droga, vão comer o Abraão vivo e eu preciso tapar o buraco... Cquote2.svg

Visivelmente interessado nos dotes do professor, o então messias eleito Jair Bolsoneca resolve convidá-lo para tomar uma xícara de FNDE. Mas como na época o Decotelli alegou que tinha mais o que fazer e estava com "calos frios", foi subentendido então que ele ficaria como uma espécie de "estepe". Ou seja, ele tomaria posse caso a merda toda explodisse de vez ou fosse pro ventilador, ou melhor, descobrissem que o plano era não ter plano algum para o MEC (o que realmente acabou acontecendo durante a gestante gestão do Weintraub, que acabou tendo que pagar o toba e o cargo após mexer com quem tava quieto).

A cagada da nomeação[editar]

Imagens de Carlos Decotelli recebendo mais uma condecoração da Marinha após a queda.

Saiu nota no Diário Oficial e o Decotelli acabou sendo cotado para o cargo de ministro. Tudo no mais fino do mais alto dos sigilos sigilosos, de forma tão secreta que pegou de surpresa quem dormiu de calça curta na noite anterior. Ele parecia ser uma boa solução para o MEC. E ele era realmente promissor.

Mas foi aí que a Lady Murphy entrou em ação e as coisas vieram abaixo, quando começaram a investigar mais a fundo os antecedentes criminais dele antes mesmo de tomar posse. Não à toa, descobriram que o futuro ministro estava pura e simplesmente "belpesceando" no currículo. Cinco dias depois ele já não estava mais lá, numa passagem meteórica mais rápida do que o Já Gozou.

E o resultado disso, é o que vemos na próxima seção.

Principais ações à frente do MEC[editar]

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Controvérsia[editar]

Para o MEC, qualquer perspectiva de tê-lo na liderança morreu. Mas ainda continua viva a discussão inútil a respeito deste caso, que é único no mundo. Como é possível exonerar alguém que nem sequer assumiu? A resposta para isso só pode estar na mecânica quântica: ele foi ministro e não foi ministro ao mesmo tempo, logo, ele saiu e não saiu do tal ministério ao mesmo tempo. Há rumores de que as instalações do prédio oficial correm o risco de implodir, tamanha é a assombração que ronda os corredores.