Carlos Reutemann

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Carlos Reutemann é um piloto argentino, portanto ele é altamente odiado por onde passou, odiado até por Alan Jones e Nelson Piquet, dois pilotos que eram odiados por todo mundo. Reutemann é apenas uma versão fracassada do Juan Manuel Fangio, sem nenhum título mundial de Formula 1, precisando ter como glórias na carreira uma coisinha ou outra que não tem valor pra ninguém (aí nesse ponto é mais parecido com Felipe Massa). Em mais de 10 anos de carreira nunca ganhou na Argentina (algo que o Massa também nunca conseguiu, mas porque nunca houve GP da Argentina depois de 1990, mas o Massa pelo menos já ganhou um GP do Brasil, então nesse aspecto Reutemann é mais parecido com o Cristiano da Matta que nunca venceu nem um GP do Brasil e nem um GP da Argentina).

Carreira no automobilismo[editar]

Brabham[editar]

O principal talento de Carlos Reutemann era azarar as equipes por onde ele passava, e começou sua trajetória de insucessos pela Brabham, uma equipe até então média, que tornou-se pequena graças ao azar trazido por Reutemann, sendo ele responsável por apressar a aposentadoria de Graham Hill, até então multi-campeão pela Brabham, naquele ano sendo um fiasco.

O maior talento de Reutemann era saber bem enganar que era um grande piloto promissor, sempre indo bem em algumas corridas, perdendo sempre só nas corridas mais importantes e decisivas, pois seu objetivo era manter aceso o orgulho a marra e o egocentrismo do povo argentino, de modo que ele não poderia ficar sendo campeão (senão os argentinos de fato teriam que ser reconhecidos como grandes coisas) mas também sem poder ficar só em último (senão ele nem seria notado), estabelecendo-se assim como um "piloto do quase": quase vencedor, quase campeão, quase um Fangio (só faltando 5 títulos, igual a Moldávia é um quase Brasil no futebol, só faltando 5 títulos). O maior exemplo de que ele era um "piloto do quase" foi no GP da Argentina de 1973 quando pela primeira vez em 10 tentativas quase venceria em casa, chegando a parar o carro há 1 volta do fim para evitar vencer em 73.

E como todo bom argentino, sempre tem a desculpa perfeita para cada derrota, sendo a derrota mais clássica com a desculpa mais cretina a não conquista do mundial 1974, vencida por Emerson Fittipaldi com apenas 3 vitórias, a mesma quantidade de vitórias de Reutemann (mas se for esse critério, Ronnie Peterson também deveria ser campeão de 74, já que teve 3 vitórias também).

Ferrari[editar]

Reutemann faz participação especial no GP da Argentina de 1995, azarando tanto a Ferrari para aquele ano, como o próprio GP da Argentina, que logo seria descontinuado de novo.

Em 1975 Reutemann viu Niki Lauda passear na Ferrari e conquistar o título daquele ano, então sem saber como superar os rivais vermelhos, decidiu usar a melhor tática: azarar aquela equipe juntando-se a eles. Não foi por falta de luta que a Ferrari tentou evitar essa vinda, Reutemann planejava ir pra Ferrari no finalzinho de 1976, uma das temporadas mais clássicas da história da Formula 1, na época, planejando substituir o falecido Lauda, que na disputa do título daquele ano foi carbonizado após acidente em Nürburgring. Mas ao perceber que seria substituído pelo piloto mais odiado da F1, o Reutemann, Lauda foi ressuscitado dos mortos para terminar aquele campeonato, mas o acidente no GP da Alemanha custou pontos preciosos e James Hunt foi o campeão.

Não teve jeito, apesar de todos os esforços de Lauda, de inclusive retornar como zumbi para se manter na Ferrari, Reutemann correu na Ferrari, substituindo Clay Regazzoni, sendo companheiro de Lauda em 1977, quando ambos nada ganharam. Reutemann era tão insuportável (sabe como são os argentinos) que Lauda preferiu trocar de equipe para nunca mais ser campeão, e foi para a Brabham, e Reutemann recebeu como novo companheiro um jovem Gilles Villeneuve para a temporada de 1978, quando ambos nada ganharam.

A Ferrari percebeu que não precisavam ficar vendo todos seus bons funcionários indo embora por causa de um argentino, então demitiram Reutemann, que agora precisava procurar lugar novo pra correr.

Williams[editar]

Williams fazendo questão de anunciar publicamente que Reutemann era só o segundo piloto de Jones.

Após uma passagem discreta (leia-se, passagem bem merda ao estilo Maldonado) na Team Lotus (Minardi da época) em 1979, assinou com a Williams para as temporadas de 1981 e 1982. Só serviu para atrapalhar o companheiro de equipe Alan Jones (e depois ser atrapalhado por ele quando mais precisou na corrida do título de 1982 - quando perdeu, óbvio)

Odiado por todos, teve a aposentadoria forçada. Como bom argentino, tinha também a desculpa para ter saído da Williams, falando algo sobre a Guerras das Malvinas, como se alguém se importasse.

Carreira política[editar]

Uma vez saído da Formula 1 odiado por todos, Carlos Reutemann pelo menos foi inteligente em escolher sua nova profissão, e virou político, profissão cuja principal função é ser amplamente odiado por todos, algo que Reutemann sabia fazer muito bem, inclusive se filiou ao partido mais odiado, o Partido Justicialista (puxa-sacos do Perón). E não é que conseguiu até virar governador de Santa Fé?

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Pilotos da Fórmula 1