Castração química

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Castração química é caso de polícia!
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Você sobre Castração química

A castração química é uma forma temporária de castração ocasionada por medicamentos hormonais para reduzir a libido, vou explicar melhor. É um negócio que faz o pau do cara ficar mole. Diferente da castração cirúrgica, que arranca o saco fora, a castração química não castra a pessoa praticamente, e também não é uma forma de esterilização.

Você está proibido de se masturbar olhando essa foto! Caso contrário, você será castrado.

É uma medida preventiva ou de punição àqueles que tenham cometido crimes sexuais violentos, tais como estupro e abuso sexual infantil.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado brasileiro adiou a votação da inclusão da pena de castração química para abusadores sexuais de crianças, porque afinal, eles estão mais preocupados com outras coisas. Essa pena já é aplicada em países como os Estados Unidos e o Canadá e está em fase de implantação na França e Espanha. Pela proposta, na primeira condenação, o vagabundo beneficiado pela liberdade condicional poderá voluntariamente ser submetido (e quem vai querer perder o saco?), antes de deixar a prisão, ao tratamento hormonal para contenção da libido, sem servir de mulherzinha dos outros presos na cadeia.

A partir da segunda condenação, se o cara quiser sair da cadeia, ele será obrigado a passar pela castração química. Caso o projeto seja aprovado pelo Congresso e sancionado pela tua mãe Dilma, deve ser aplicada como última opção a abusadores que não apresentarem melhoras com o uso de outras drogas e psicoterapia.

Uma das emendas apresentadas ao projeto de lei em análise na CCJ prevê a redução da pena em um terço para os condenados por abuso sexual infantil que se submeterem voluntariamente ao processo de perder o pau, caso os tratamentos alternativos não deem resultados.

Como tramita em caráter terminativo, se for aprovada na Comissão, a castração química de abusadores sexuais de crianças segue direto para apreciação da Câmara dos Deputados, sem necessidade de ser votada pelo plenário do Senado.

Benefícios[editar]

A Castração química reduz a vontade de foder. A reincidência de gente que come criancinha cai de 75% para 2% após a aplicação do hormônio feminino, segundo pesquisas realizadas.

Os efeitos colaterais[editar]

O uso de Depo-Provera pode causar vários efeitos colaterais, incluindo atração por pessoas do mesmo sexo, cansaço, trombose (saudade da tromba), hipertensão, crise emo temporária, hipoglicemia e raras mudanças em enzimas hepáticas.

Além de questões éticas, a castração química pode aumentar a pressão arterial em indivíduos do sexo masculino, por vezes a níveis perigosos, além de poder causar ginecomastia, um efeito colateral que algumas vezes é tratado com tamoxifeno, um SERM. Outros efeitos secundários, tais como a formação de depósitos anormais de gordura no fígado, estão sendo investigados.

Castração química em outros países[editar]

Pelo menos seis estados dos EUA já usaram a castração química, com a criação de leis, tais como Califórnia, Flórida, Geórgia, Texas, Louisiana, e Montana. A Califórnia foi o primeiro estado a utilizar a castração química como pena para criminosos sexuais. Na Califórnia, os juízes podem exigir, num primeiro julgamento, a castração química a infratores, em caso de reincidência, o tratamento é obrigatório. Em Iowa e Flórida, a castração química está disponível em todos os casos que envolvem graves crimes sexuais. Tal como na Califórnia, o tratamento é obrigatório com a reincidência.

Na Grã-Bretanha a castração química é facultativa ao vagabundo, que, caso não queira virar mulher, permanecerá preso.

Críticas[editar]

O "American Civil Liberties Union" demonstrou-se contrário à administração de qualquer droga, incluindo fármacos para criminosos sexuais, alegando, em 1997, que obrigar a química foi uma "punição cruel e incomum", portanto, "constitucionalmente" proibida pela Oitava Emenda da Constituição Americana, obviamente.

Grandes doses são necessárias para a eficácia em homens. A maioria dos homens recebem de 400 mg a 500 mg por semana. Em alguns casos, os homens recebem doses orais altas, como 700 mg/dia, e ainda têm ereção, fantasias sexuais e vontade de bater punheta com a playboy da Cléo Pires.

Outra, entre as mais de oito mil CPI's, a CPI da Pedofilia está avaliando medidas mais enérgicas para punir os abusadores sexuais infantis. Uma proposta é a do senador Gerson Camata, que sugere a castração química dos criminosos seguindo tratamento já existente num laboratório de Campinas.

Ver também[editar]