Charly García

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Charly García é um músico argentino nascido em 23 de fervereiro de 1951. Desde 1996, depois de muita polêmica por seu consumo de drogas e suas frequentes internações em hospitais psiquiátricos, mudou seu nome legal para “Say No More” (em português, “Não Me Encham o Saco!”). Outra razão para sua mudança de nome foi uma briga forte com sua mãe, que a anciã ganhou por nocaute no terceiro assalto.

Infância[editar]

Muitos músicos argentinos atribuem a si próprios a “origem” da mancha de Charly. Entre eles, Nito Mestre, León Gieco e Mercedes Sosa
Foto em cores de Charly bebê e seu pai.

Sendo de raça mestiça (sua mãe era boxeadora profissional e seu pai um palhaço), Charly nasceu com metade do rosto branco. Ao contrário da crença popular, o bigode bicolor característico de Charly deve-se a sua herança mista e não a una mancha de uma substância branca pegajosa de procedência misteriosa, que o músico não chegou a lavar a tempo.

Pouco depois de Charly nascer, sua família viu-se com problemas devido a sua postura política: o governo peronista havia decretado que os palhaços eram inconstitucionais. A pressão foi tanta que a família decidiu viajar à Europa, levando todos os seus pertences importantes, já que pretendiam ficar ali por um tempo longo. Já no avião, a mãe deu-se conta de que se eles deixaram o bebê Charly na Argentina. As aventuras do pequeno Charly durante este período foram adaptadas para o cinema em seu filme autobiográfico Esqueceram de Mim, em que Macaulay Culkin interpretou o pequeno Charly.

Início na música[editar]

Quando bebê, Charly passou quatro anos preso numa casa vazia, nu e sem brinquedos. Sobreviveu comendo os ratos do sótão.

Quatro anos depois, ao voltar de viagem, a mãe de Charly o presenteou com um piano pequeno de brinquedo. Já que Charly no tinha mais brinquedos (seus pais levaram todos à Europa, junto com suas roupas, e eles esqueceram de trazê-los de volta), não havia outra saída além de brincar com aquela porra de piano para se esquentar.

Charly é “motivado” a tocar por descargas elétricas no seu cérebro, que o faziam contorcer-se de dor a cada vez que tocava uma nota desafinada.

Um dia, a mãe de Charly o surpreendeu compondo melodias coerentes e belas, e começou a golpeá-lo na cabeça para que parasse aquele despirocamento. Prontamente, a mãe deu-se conta do erro que cometeu: podia ficar milionária fazendo o bebê tocar no circo onde trabalhava seu pai. A decepção da mulher foi tremenda quando deu-se conta de que o pequeno Charly ficara traumatizado pelos golpes que ela lhe dava, e agora se recusava a tocar melodias bonitas (tocando em seu lugar Hip Hop e Gangsta Rap). Contudo, conseguiu convencê-lo a volver a tocar bem a aplicar-lhe uma terapia de choque.

Rapidamente Charly transformou-se num menino-prodígio no piano. Seu talento era tal que, aos doze anos, ingressou num conservatório musical com o título de professor de música. Ao conseguir tal façanha com tão pouca idade, seu padre o parabenizou e, prontamente, jogou-o na rua para que começasse a trabalhar.

Aos 5 anos, Charly foi capaz de reconhecer que o violão de um músico conhecido e folclórico que visitava sua casa estava com uma corda desafinada. Para a mãe, a conclusão foi clara: o garoto possuía poderes mentais. O violonista tentou explicar-lhe que esta condição se chama “ouvido absoluto”, mas a mãe não o escutou e mandu Charly de volta ao circo para que se fizesse de mentalizador.

Obra musical[editar]

Charly García e Phil Collins, membros fundadores do Genesis
A formação básica da banda Tango: Charly García, Ringo Starr, Carlos Gardel e Pedro Aznar

Charly García é um dos mais reconhecidos tecladistas, compositores e cozinheiros latino-americanos de rock e saladas baladas sortidas, e fez parte de bandas como Genesis (1972-1975). Logo incursionaria na ópera-rock, formando parte de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), mais especificamente o tornozelo esquerdo.

Mais tarde, chegou ao ápice de seu talento com uma superbanda argentina lendária que o uniria aos melhores músicos do país, entre eles Pedro Aznar, deixando um legado de discos e canções que ficaram para sempre na historia da música argentina: falamos, é claro, da banda Tango (1985-1985).

Kurt Cobain homenageia Charly García, usando um conjunto de óculos, nariz e bigode falsos.

Desde 1982 até os dias de hoje, se estende sua fase de artista solo, cuja quantidade impressionante de discos deve-se a que conseguiu manter uma média de uma marca nova por ano (resultando em 2009 discos até hoje, 589 deles ao vivo). No começo dos anos 90, depois de uma sequência de discos medíocres e decepcionantes, a mãe de Charly decidiu continuar a terapia de choque para forçá-lo a voltar a tocar bem e, de passagem, curar seus problemas psicológicos. Os resultados saltam aos olhos: depois de dois internamentos forçados, Charly mudou o nome para “Say No More”, pintou o cabelo de loiro, fez-se amigo de Carlos Menem e gravou um disco Unplugged para a Emetevê. Mais são, impossível.

Aqui pode-se ver claramente que ele é Tio1.jpg

Atualmente, sua banda conta com um trio de cordas formado por Alejandro Terán (violão), Javier Weintraub (roubão) e Charles Manson (matão). Durante 2004 Charly García faz uma turnê por toda a Argentina, cujo show de mais de 97 horas inclui cada um dos temas de todos os seus discos, além de covers das discografias completas de The Rolling Stones, Frank Zappa e Die Toten Hosen.

Escândalos[editar]

Charly sempre teve uma vida bastante conturbada. Sua carreira é marcada não apenas pelos sucessos, mas também pelo monte de merda pelos problemas causados pelo constante consumo de álcool e drogas (maconha, cocaína, discos do Roberto Carlos e o principal, cheiramento de gatinhos). Nesse sentido, alguns fatos se sobressaem.

  • Charly teve sua entrada no Uruguai proibida, por ter agredido um comerciante, que não quis lhe vender fiado dois alfajores;
  • Durante a carreira, destruiu mais de oito mil quartos de hotel. Inclusive, escreveu uma canção intitulada Demoliendo Hoteles, para comemorar uma noite tórrida de sexo, drogas e rock and roll que teve com Fito Páez e Andrés Calamaro. Ao final dessa noite, houve uma forte briga, que culminou em mais um quarto demolido e em uma rixa permanente com Andrés;
  • A mais famosa das cagadas gafes cometidas por Charly aconteceu na cidade de Mendoza. Charly, mesmo com 56 anos, resolveu participar das Olimpíadas, nos saltos aquáticos. Para isso, começou a treinar intensivamente. Então, em meados de 2007, atirou-se do 9° andar de um hotel. Durante o salto, deu dois twists estirados e um carpado, recebendo vários dez da plateia que o assistia atônita.

Discografia (incompleta)[editar]

Genesis[editar]

Capa do disco Vá à Merda, Genesis – Parte I, com os erros de ortografia característicos dos discos da época.
  • 1974 — Pequenas Anedotas sobre as Instituições (originalmente iria se chamar Piadinhas sobre as Instituições, mas a censura obrigou o grupo a mudar o título)
  • 1975 — Vá à Merda, Genesis – Parte I & Parte II (ao vivo) (gravação ao vivo do show de despedida do Genesis, onde se mostram as experimentações de Charly dentro da música progressiva: sete pessoas morreram de velhice esperando que ele terminasse a canção Un Hada, Un Cisne – “Uma Fada, um Cisne”)
  • 1993 — Vá à Merda, Genesis – Parte III (ao vivo) (parte final do show de despedida, concluído depois de 18 anos de solo de bateria ininterrupto)
  • 2000 — Sinfonias para Adolescentes com Dinheiro (um novo assalto para que os garotinhos de Buenos Aires encham o estádio do Boca e consigam dar fôlego à carreira de Phil Collins por mais alguns anos)

Porlaputa[editar]

  • 1976 - Porlaputa (“pelaputa, em português – banda formada pelos melhores músicos argentinos daquele momento. O título é uma mistura de seus nomes: Raúl Porchetto, Laón Gieco e Charly García)
Capa do segundo disco d’A Máquina: ao fundo vemos a sorveteria onde trabalhava Charly, sua musa inspiradora nesses anos.

A Máquina de Fazer Sorvete de Casquinha[editar]

  • 1976 - Como Fazer Sorvete de Casquinha: 101 Receitas e Conselhos
  • 1977 – O que se Pode Fazer Além de Fabricar Sorvete de Casquinha

Tango[editar]

  • 1985 - Tango (Durante o lançamento deste disco, um emocionado Charly anunciou que esta banda o inspirava tanto que prometia gravar pelo menos quatro discos com eles)
  • 1991 - Tango 4 (“Melhor a gente acabar com esta merda de uma vez por todas”, diria Charly durante o lançamento deste disco. Ao perguntar-lhe sobre as partes 2 e 3, Charly respondeu “Olha, já gravamos, não viu? Mas você é um panaca… Olha, atrás de ti, um macaco de três cabeças!”, para de imediato sair correndo a esconder-se atrás de uma caixa acústica)
García e Carlos Menem, ex-presidente argentino, cantando o clássico de Sinatra, I’ve Got You Under My Skin

Trabalhos solo[editar]

  • 1980 — Música del Orto (Literalmente, Música do cu)
  • 1982 — Púbis Angelical (trilha sonora do filme pornô de Jorge Porcel, de mesmo nome)
  • 1984 — Piânus Bar (aparição em cena de de Pinto Páez)
  • 1989 — Como Conseguir Putas (livro de autoajuda)
  • 1990 — Filosofia Barata e Passa a Borracha
  • 1996 — Say Lor Moon
  • 1999 — Charly & Charly em Olivos (Disco de duetos entre Charly García e o então presidente argentino Carlos Menem)
  • 2003 — Rock & Roll-se
  • 2007 — Kill Bicha (disco não-oficial, causa morte instantânea à bicha que fizer seu download)

Filhos bastardos[editar]