Chevrolet Monza

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Típico sonho de consumo da classe média. Este artigo é sobre um carro.

Puta que pariu, pisa no freio, Zé...

Ele queima óleo, suja sua garagem, solta fumaça e sempre lhe deixa na mão no meio da estrada!

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Padre Quevedo sobre Monza
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Mercado Livre sobre Chevrolet Monza
Cquote1.svg O motor do meu carro é igualzinho esse daqui Cquote2.svg
Dono de um Vectra 2010 ao ver um Monza com o capô aberto

Chevrolet Monza foi um carro produzido pela General Merdas. Originalmente era um hatch de três portas, mas logo veio a carroceria sedã, com duas ou quatro portas, e seus motores podiam ser 1.6, 1.8, 1.8/S, 2.0, 2.0/S e 2.0/S Turbo, 3.0/S, 3.0 S/ Turbo e 6.0 V12 Biturbo DOHC (Preferido de Chuck Norris, sendo o Monza o único carro de que se tem notícia de que Chuck Norris NÃO conseguiu capotar). Teve inúmeras versões, como a 500 EF, campeã da 500 Milhas de Indianápolis e pilotada por Emerson Fittipaldi, a GLS, destinada a gays, lésbicas e simpatizantes, e a Clodovil, destinada unicamente ao público gay. Também foi disponível com a carroceria Tubarão, que comeu o mercado dos concorrentes e membros de incontáveis vítimas de atropelamento.

Nada por perto com tantas (des)vantagens[editar]

O Monza é um carro que fidelizou seu público quando era produzido, e mesmo descontinuado ainda continua sendo o amigo fiel de seus proprietários. Um carro que oferece bastante conforto, luxo e equipamentos que não se encontram nas carroças de hoje em dia (A Volkswagen até hoje não fez um carro comparado ao Monza) por um precinho camarada e conta com um clube de proprietários fanáticos (fanáticos mesmo!).

São chamados de chiques as pessoas que possuem um Monza e acham que possuem o melhor carro do Brasil (isso em algum ponto perdido da década de 80). Agora quem tem um é rico que não quis vender o seu porque gostou muito ou um pobre que quis ser chique na época porém não podia.

O único problema é o seu modesto consumo, aproximadamente 5L/km na marcha-lenta no álcool. Os donos de Monza nunca conseguem querem vender seus carros a não ser se encontrem outro mais conservado, ou troquem por um Vectra A (quando tem um Vectra A, trocam por um Vectra B, depois, depois por um Astra, depois por um Omega, e quando vê que está falido, compra o Monza de volta).

Não tem carro popular que consiga bater o Monza, pois a maioria não tem nem metade dos itens de série dele.

Versões[editar]

Monza versão cross

O Monza era um carro que era vendido em versões para todos os gostos e bolsos:

  • Monza SL e GL, destinadas aos manos
  • Monza SL/E e Classic, para os magnatas.
  • Monza Clodovil e Monza GLS , destinadas ao público GLS
  • Monza Xunning (Série especial vendida somente no Acre).
  • Monza Ellus (destinado ao público chique de doer. Trazia um jogo de sacolas com produtos da Jequiti Ellus no porta-malas.)
  • Monza Blue Man, destinado ao público que curte uma praia, trazia em seu porta-malas um kit completo com sungão, biquíni, toalha, boné, chapéu, guarda-sol, saídas de praia, bermudas e camisetas regata e um kit de frescobol
  • Monza Yahoo (trazia dois computadores no porta-malas já com Internet banda larga instalada e seus compradores ganhavam grátis uma conta de e-mail do Yahoo)
  • Monza Cross (tinha como diferencial o estepe na traseira)
  • A maior mosca branca das versões é a Hi-Tech, que já vinha com freios ABS, mas teve apenas 500 unidades fabricadas. Disputada a tiros pelo colecionadores fanáticos.

As versões que não tivemos no Brasil[editar]

Como parte de uma plataforma global, a GM fez um plano maligno para espalhar esta desgraça ao planeta inteiro, adaptando o Monza às necessidades de seus consumidores no mundo inteiro. A seguir, ficam as derivações da plataforma J que não vieram ao Brasil.

Carrocerias[editar]

  • Hatch de cinco portas: disponível na Europa.
  • Perua de cinco portas: disponível nos EUA e Austrália, e em números muito pequenos no Reino Unido.
  • Conversível: disponível nos EUA, acredite. Menos de dois mil carros também foram produzidos no Reino Unido.

Motores[editar]

  • 1.3 a gasolina: com mancos 60 cavalos, ele era feito para aproveitar que alguns países na Europa reduziam os impostos para carros até 1.3L. O resultado, como você pode perceber, foi catastrófico.
  • 2.0 turbo: Exclusivo do Japão, produzia 150cv, o que era quase suficiente para levar o Monza japa a 200km/h. Note que no Japão o modelo usava motores Isuzu, completamente diferentes do Família II usado no resto do mundo.
  • 1.8 e 2.0 turbo americanos: Motores Família II com turbo de fábrica, produzidos no Brasil para o mercado americano, para aumentar a desgraça de que tudo o que é melhor acaba indo embora do Brasil. O 1.8 produzia 150cv e o 2.0 produzia 165cv, sendo o motor mais potente de fábrica a ser utilizado em um derivado do Monza.
  • Os motores 1.8 e 2.0 americanos: eram ainda piores do que os Família II usados no Brasil, acredite.
  • V6: disponível apenas nos EUA, produzia 130cv, ou seja, não muita coisa a mais em relação ao 2.0 brasileiro, apesar de ter quase um litro a mais de capacidade cúbica.
  • 1.6 diesel: se você achava que o 1.3 era ruim, é porque não pegou o 1.6 diesel sem turbo, com parcos 55cv. Este fazia o 0 a 100 no mesmo tempo que a Opel mudou de produção do Ascona pro Vectra.
  • 2.0 diesel: o Aska japonês usava motores Isuzu, o aspirado produzindo 73cv e o turbodiesel produzindo 89cv.

Atualmente os novos proprietários de Monza são pastores, seguranças, guardas municipais, representantes da Herbalife e revendedores de Avon e Natura ou qualquer quebrado que vivia no Anos 80 e que após 20 anos conseguiu comprar o carro. Já estão de olho no Civic de quarta geração em 2030. Os antigos donos do Monza possuem agora um Astra, ou um Omega.

Dicas sobre o Monza[editar]

Monza Clodovil[editar]

Modelo especial feito por uma concessionária de Campinas, esse Monza tinha duas visões: a Clodovil e "A Loka". Além dos acessórios de serie do Clodovil, "A Loka" vinha com bancos de renda, sistema lançador de purpurina, sistema de áudio que elogiava o gay dono do carro e os bofes na rua e vibrador desenhado e testado exclusivamente pelo próprio Clodovil. O carro não fez muito sucesso, já que o público-alvo do carro, gays filhinhos de papai, tinham medo que o carro deixasse muito óbvia a sua opção sexual. Foram produzidas apenas 24 unidades.

Slogans[editar]

  • "Monza Classic 500 EF. O carro com duas assinaturas de sucesso (ganhou até um prêmio que deu desgosto em outros carros do ano) ." (1990)
  • "Monza. Ele, sim, é bão." (1991)
  • "Monza. Nada por perto, pois todo mundo tem medo pois vai fica pra trás." (1994)
  • "Monza. MonzAbanando (renomearam o Monza para Vectra, que é típico da GM)." (1996)