Chico Picadinho

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Nota: Para outros significados de Chico, ver Chico (desambiguação).
Jason voorhees.jpg Este artigo é sobre um(a) ASSASSINO!

Este(a) louco(a) sadomasoquista provavelmente esquarteja suas vítimas, sofre de problemas mentais ou foi violentado(a) pelos pais. Se vandalizar o artigo, Freddy Krueger irá lhe fazer uma visitinha de noite!

Quando não está matando, Chico é um cara bem simpático.

Chico Picadinho (Francisco Costa Roxha) é um cozinheiro e assassino que esquartejou duas mulheres em 1966 e 1976. Mataria ainda outras em 1986, 1996 e 2006, se não estivesse preso. Sua receita mais famosa, o picadinho do Chico, é até hoje servida nos restaurantes mais sofisticados, com a exceção de não ser mais usada carne humana em seu preparo.

Vida e obra[editar]

Nascido em 1942 numa família pobre em Campo Grande, bairro na zona oeste do Rio de Janeiro, quando o pequeno Chico alimentava o sonho de ser cozinheiro, pintor, arquiteto ou outra profissão tão delicada quanto. No entanto, a vida era difícil: por ser o mais velho de oito filhos, tinha que ajudar seus pais a sustentar toda aquela gente. Sua mãe dava duro (ou melhor, dava pra duros) como prostituta e seu pai, por ter lepra hanseníase,[1] ganhava a vida como fornecedor de carne moída ao açougue local -- para ele era fácil, bastava esfregar as mãos.

Para economizar no supermercado, a família de Chico costumava usar pedaços do pai para incrementar as receitas que precisavam de uma carninha, o que despertou o então garoto para a possibilidade de "humanizar" a cozinha. Mais tarde, no curso de Culinária Industrial que fez no SENAC, usaria também carne de gente em seus pratos, fazendo grande sucesso. No entanto, jamais comentou com ninguém seu tempero secreto já que tinha medo de sofrer preconceito só porque seu pai era preto afrodescendente.[2]

O primeiro crime[editar]

Em 1965, Chico se mudou para São Paulo onde foi tentar a vida como cozinheiro, já que as belas praias e mulheres cariocas não condiziam com sua condição neurótica e agressiva. Assim, alugou um apartamento em Heliópolis, favela comunidade carente[3] na capital paulista, e começou a trabalhar num restaurante italiano.

Pé-de-moleque preparado por Chico.

Em pouco tempo, Chico já era um dos principais cozinheiros do estabelecimento, e logo era convidado para grandes festas onde rolava muito secso, drogas e MPB. Por já ser meio louco desequilibrado,[4] os excessos fizeram com que Chico se tornasse um assassino homicida (ou melhor, mulhericida) e exagerasse um pouco nas palmadinhas.

Em 1966, Chico fez sua primeira vítima: enquanto trepava com sua amiga Margarete Suicida, no momento do orgasmo estrangulou-a com as mãos e apavorou-se ao vê-la morta. Como não tinha carro, não tinha como tirar o corpo do apartamento no porta-malas. Assim, resolveu retalhar Margarete com o que tinha à mão (uma lixa de unha e uma faca de manteiga) e tirá-la de casa em sacolas.

Depois de algumas horas, finalmente conseguiu cortar sua ex-amiga em pedaços pequenos o bastante para caber nos sacos. O que não coube, guardou na geladeira para um churrasco no dia seguinte. Assim, escapou do apartamento, fugindo para a casa de sua mãe (já que, nessa época, seu pai havia se espalhado pelo mundo, por conta de perder os pedaços.) em Campo Grande.

Três dias depois, ao voltar para casa, deparou-se com agentes da delegacia de homicídios que haviam sido chamados por seu amigo Caio Pinto, com quem dividia o apartamento. Devido ao excesso de provas, não negou o crime e entregou-se sem resistir. Foi condenado a 18 anos de prisão, recebendo liberdade condicional na metade do tempo.

O segundo crime[editar]

Brinquedo que Chico deu a sua filha em seu primeiro aniversário.

Em 1975, logo depois de deixar a cadeia, Chico casou-se com a psicóloga da prisão por quem havia se apaixonado. A cerimônia foi simples e bonita, e logo o casal foi dividir um apartamento em Bauru, cidade e sanduíche no interior do Estado de São Paulo. Depois de alguns meses (e uma filha), no entanto, o casamento foi feito em pedaços e cada um seguiu para seu lado.

De volta à vida agitada que tinha antes de ser preso, não demorou para que Chico matasse novamente: dessa vez, a vítima foi uma prostituta chamada Ângela. Ele a convidou para um romântico jantar em sua casa, onde estava tudo preparado para uma noite inesquecível: velas, pétalas de flores, toalhas felpudas, machadinhas e bisturis a laser. Depois do jantar, durante o secso, Chico estrangulou sua parceira e, como de costume, ficou apavorado.

Como em sua nova casa não havia sacolas de supermercado, Chico teve a bilhante ideia de livrar-se do corpo jogando-o pela privada, mas a descarga não era forte o suficiente, as tubulações não eram Tigre e logo um grande entupimento aconteceu. Desesperado, Chico tentou desentupir o vaso usando as mãos, mas de nada adiantou e a água continuava transbordando, passando por baixo das portas do banheiro e da sala e chegando ao corredor do prédio.

Espantados, os vizinhos chamaram um encanador, os bombeiros e a polícia para descobrir o que estava acontecendo. Como resultado, Chico foi preso novamente, desta vez por 30 anos.

A vida na prisão[editar]

Jamais pergunte a Chico: "Você pinta com meu pinto?" A resposta pode ser bem dolorosa.

Enviado para um manicômio em Taubaté, onde também se hospedam o Maníaco do Parque e o Atirador do Morumbi Shopping, Chico tornou-se um grande artista, poeta e dançarino. Responsável pela criação do festival Espalhando Cultura pela Prisão, Chico costuma expor suas pinturas em galerias de arte e apresentar-se com seu grupo musical Em Mil Pedacinhos nos dias de visita.

Apesar de já ter cumprido seu tempo na prisão, Chico avisou que não pode ser libertado:

Cquote1.png Eu mato as mulheres de prazer. E mato mesmo. Cquote2.png
O próprio sobre o próprio

Notas[editar]

  1. Esforço do autor em ser hipócrita Politicamente Correto e não ser espancado por leprosos em fúria
  2. No que se refere ao Politicamente Correto, o autor é igual à Regina Duarte: tem medo.
  3. Se não for politicamente correto aqui, o autor corre o risco de tomar um tiro
  4. Queria saber quem inventou essa porcaria de politicamente correto...



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