Chiforínfola

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Cquote1.svg Não está igualzinha? Cquote2.svg
Chaves sobre Xinforômpila
Cquote1.svg Sim, igualzinha... vou lhe dar 6. Cquote2.svg
Professor Girafales sobre desenho de Xinforômpila
Cquote1.svg Se está tão igual, por que não ganho 10?!? Cquote2.svg
Chaves sobre nota
Cquote1.svg Vi uma na esquina, há pouco... Cquote2.svg
Doidão sobre Xinforômpila
Cquote1.svg Uma obra brilhante, de um verdadeiro gênio! Cquote2.svg
Curador sobre desenho do Chaves
Cquote1.svg É uma chiforínfola, não tá parecido? Cquote2.svg
Chaves sobre chiforínfola
Cquote1.svg Foi a mesma técnica de pintura que ensinei ao Daniel Cquote2.svg
Senhor Miyagi em Karatê Kid LXVI

A Xiforínfola, ou algo parecido...

Chiforínfola, ou cholofômpina, ou sei lá o quê, é um desenho artístico e supremo de Chaves, feito em homenagem a dona Xiforínfola, que deveria ser a sua mãe.

A Xinforômpila, assim como os duendes, os anjos e o Papai Noel, tem a característica peculiar de só poder ser detectada a olho nu por seres iluminados, providos de inteligência superior, como Xuxa Meneghel, Luís Gaspareto, Paulo Coelho, Chaves e outros insígnes intelectuais. Reles mortais, no entanto, que quiserem ter a oportunidade de conhecer este animal exótico pessoalmente, podem arriscar a sorte: é só realizar uma viagem até à Terra do Nunca, distrito de Tangamandápio, município acriano localizado na fronteira entre o México e Bangladesh, acompanhado de um traficante guia local.

Exemplo de representação quase fidedigna da Xinforômpila, por Wassily Kandinsky, que posteriormente foi processado por plágio de uma obra de seu mestre, Chaves.

História[editar]

Depois do Sanduíche de ovo e da Vaca comendo capim, a chiforínfola foi desenhada por Chavinho em 1918 no auge do Dadaísmo. Sua obra foi considerada a obra mais perfeita do mundo, retratando com fidelidade a chiforínfola, coisa que nenhum outro pintor jamais conseguiu, tornando Chaves o precursor da Câmera Digital. Sua obra foi espalhada por todo o mundo, sendo admirada de tal maneira que atualmente ela ocupa o lugar onde outrora pertenceu à Monalisa, que foi transferida pra um lugar escuro, afinal nada poderia resistir ao brilho do perfeccionismo da chiforínfola de Chaves.

Habitat natural[editar]

As Xinforômpilas domésticas são geralmente vistas nas montanhas verdejantes, em orgia convivência harmoniosa com os coelhinhos (da Páscoa) dos Teletubbies. As selvagens, no entanto, como toda população fauna acreana, são avessos à civilização e ao homem, sendo ainda mais raros que sua versão doméstica, ganhando a verdadeira condição de mitos populares -ou folclore. Em lugares como Tangamandápio, Acapulco e Acre, chiforínfolas são conhecidas como amáveis criaturas (ou não) do mesmo gênero dos mafagafos, tendo como nome científico Malignus xiforinfolensis.

As Xinforômpilas selvagens são inofensivos mutantes noctívagos que costumam se alimentar de neurônios humanos à luz do dia e habitam no delta do rio de ácido lisérgico, nas florestas de canabis ao sul do Acre (ou ao Norte). Como se vê, há uma pequena divergência quanto a sua verdadeira localização, mas nada que impeça o turista de alcançar o barato total destino final.

Até hoje não se ouviram relatos de pessoas que viram chiforínfolas, a não ser Chaves, que desenhou a anatomia chiforinfoliana em 3D e com um toque de perfeição. Alguns dizem que elas são Pokémons, outros acham que são Digimons, alguns dizem que surgiram de Tibia ou de outro jogo muito nerd. Juntando a ordem dos dinossauros chineses com uma ex-nor da chinforlinfola fazendo analogia com um conversor de 3bits hexadecimal binário.

Representações Artísticas[editar]

As Xinforômpilas foram, ao longo dos anos, objeto da inspiração de inúmeros artistas, que não obtiveram sucesso na sua representação. Somente em fins do século XIX um jovem brilhante, nascido no México, conhecido pelo nome de Chaves, conseguiu realizar uma proeza artística fidedigna do animal lendário. A partir daí as artes plásticas nunca foram as mesmas, e estava inaugurada uma estética que se convencionou chamar de moderna, um período falsamente associado à criatividade (européia) -na verdade caracterizado pelo plágio incessante dos originais do mestre Chaves.

Xinforômpila fresca doméstica: observe como, nessa espécie de animal, a fisionomia é quase inteligível.

Não obstante essa mancha negra na história da arte moderna, foi através dela que chegaram ao mundo os novos movimentos revolucionários incipientes na arte de Chaves e idealizado pelo mesmo depois da obra que o consagrou. Assim, se não fosse a genialidade chaviniana, nunca teríamos conhecido o dadaísmo, o cubismo, o surrealismo, a plástica e o botox, entre outros que foram criados por sua mente inigualável, mas pelos quais, infelizmente, não obteve o mérito, tendo sido subornado pelos europeus inescrupulosos que, cientes de sua condição de cidadão de terceiro mundo, trocaram seus direitos autorais por um sanduíche de presunto.

Alguns desses crápulas são conhecidos pintores modernos (realistas, na verdade) e atendem pelo nome de Mondrian, Miró, Picasso, Kandinsky e Ivo Pitanguy. Vejam alguns de seus "trabalhos":

Gênero[editar]

Grande parte dos ociosos estudiosos, após anos de pesquisa, chegou à conclusão de que a Xinforômpila era fêmea, porque vinha precedida de artigo feminino. Embora esse argumento fosse quase irrefutável, a tese oposta também encontra forte adesão nos meios científicos, uma vez que só poderia ser macho uma criatura que, estando instalada numa imaginação, é capaz de foder completamente com a respectiva mente. É mais aceita, porém, a hipótese de que a Xinforômpila seja assexuada; afinal, insinuação de sexo é proibido para menores de 14 anos, e todos nós sabemos que o Chaves é um programa inocente e infantil (até prova em contrário).

Alimentação[editar]

Saba-se que a Xinforômpila se alimenta de maconha mexicana, que, não se sabe o porquê, cresce no Acre, que, não se sabe o porquê, existe. também costumam tomar chás de cogumelo, acompanhadas do Chapeleiro Louco, na Terra do Nunca, Rua dos Bobos, número zero (Acre). Sua dieta é vegetariana, mas há indícios de que, em sua fase adulta e mais monstruosa, ela se alimente de encéfalos humanos.

Reino e Espécie[editar]

A Xinforômpila é um ser tão complexo e peculiar que não conseguia se encaixar em nenhum dos reinos conhecidos pela ciência, pois os cientistas nunca souberam dizer se o dito cujo se tratava de um animal, um mineral ou um vegetal. A verdade é que a Xinforômpila vivia na Quarta dimensão, onde só existia um único reino: o da fantasia. Como a este se agregaram, posteriormente, os reinos da Venezuela e dos EUA, conjecturou-se que a espécie predominante na Qusrta dimensão fosse a dos idiotas, logo a associando à Xinforômpila, inclusive pela sua característica nominal.


Ver também[editar]